Descobertas


By Julienne

Mulher madura. Quarenta e poucos anos.

Educada no interior em colégio de freiras. Casou aos 18 anos, virgem, com o primeiro namorado. Não continuou os estudos. Três filhos. Depois de 10 anos de casada, se mudaram para a capital. Continuou tomando conta da casa, marido e filhos. A cidade a assustava um pouco, mas acabou se acostumando. Os filhos foram crescendo, precisando menos dela. O marido chegando sempre tarde em casa do trabalho. O vazio da sua vida começando a pesar. Resolveu estudar. Um curso à tarde, para não atrapalhar o andamento da casa. O marido, com a promessa que a casa e a família teriam sempre precedência, permitiu.

Decidiu por um curso em artes gráficas. Paixão antiga. Os primeiros meses foram de adaptação. Voltar a estudar. Rever matérias há muito esquecidas. Ritmo acelerado. Colegas de turma na sua maioria bem mais novos que ela (da idade dos filhos...!!!). Alguns poucos regulando mais com sua idade. Mas tinha sido uma boa aluna, e sempre muito tranqüila. Em pouco tempo achou seu espaço e ritmo certo. E pode então aproveitar melhor. Alguns dos mais novos gostavam de conversar com ela, pedir ajuda para determinados trabalhos, contar sobre o que fizeram, e o que gostariam de fazer. Era boa ouvinte, sempre uma palavra gentil para todos, nunca levantava a voz. Esse convívio com os colegas de turma, as descobertas no estudo, a chance de ver um outro lado da vida, fizeram com que lentamente ela se abrisse mais. Aos poucos vivendo sua própria vida. Aos poucos enxergando além da casa, marido e filhos.

O segundo semestre começou. Novas matérias, novos professores. Iniciação a arte computadorizada. O professor um pouco mais velho que ela. Calmo, tranqüilo, prendia a atenção da garotada de maneira firme, sem gritos. E a dela também. Ele tinha um sorriso largo, olhos vivos, penetrantes, que pareciam hipnotizar a turma toda. Exigente, não permitia que um aluno produzisse menos que sua capacidade.

Ela se empenhou. Começou a mexer com o computador dos filhos. Descobriu que não era um bicho de sete cabeças. O professor sentia sua dedicação. E às vezes, ficava depois da aula, conversando com ela, procurando estimular sua mente ainda mais, pedindo que fizesse algum trabalho extra.

Um dia a convidou para um café após a aula. Conversa tranqüila, gostosa. Ele falou da sua carreira, onde e como tinha começado, da família, dos filhos. Ela falou sobre sua família e filhos. Quase perdeu a hora de voltar pra casa.

Esse café após as aulas virou um hábito. Pelo menos uma vez por semana eles se encontravam. Falavam das aulas, suas dúvidas, as matérias que mais gostavam. Falavam dos sonhos não realizados, sonhos ainda a realizar. E mesmo depois do semestre terminado, continuaram a se encontrar. Estabeleceram uma certa confiança, e as conversas foram naturalmente se tornando mais íntimas. Sexo, prazer ou não, tabus, barreiras. Ela ainda muito insegura, introspecta, preconceitos de cidade do interior e colégio de freiras. Nenhuma experiência a não ser com o marido. Ele, mais vivido, cidade grande, experiências diversas. Apesar do casamento aparentemente sólido, já tinha dado suas escapadas. E o café, passou a ser um almoço de vez em quando.

O interesse de ambas as partes crescendo. Ele sentia que com ela teria que investir mais vagarosamente. Falava com ela sempre a olhando nos olhos. Às vezes tocava seu braço, deixando a mão ali descansar por uns segundos. Depois, passou a pousar sua mão sobre a dela, os dedos levemente acariciando. Passou a segurar sua mão, os dedos pressionando, seguros nos dela. Uma carícia no rosto, um sussurro no ouvido, um beijo na face. Um tímido beijo nos lábios na despedida. Ele sentia que aos poucos a estava seduzindo, colocando-a a vontade, deixando-a sempre aguardando seu próximo passo.

Uma tarde, após o almoço, sem perguntar, ele a levou para um passeio num parque distante. Sempre segurando sua mão, andaram por entre as árvores, sentaram num banco, conversaram. Num dado momento, ele passou seu braço por detrás dela, e a puxou para junto de si, num abraço firme. E, segurando levemente seu queixo, levantou seu rosto e a beijou profundamente. Sentiu sua surpresa inicial, mas depois sua entrega. O corpo amolecido nos seus braços, a língua explorando a dele, a mão na nuca dele. E a mão dele, que antes levantara o queixo, foi abaixando devagar, até roçar o bico do seio por cima da camiseta. Ela gemeu, o corpo estremeceu. Ele continuou a beijá-la, roçando levemente o outro seio. Depois de alguns segundos, se afastou, olhou-a nos olhos, sorriu, pegou sua mão, e continuou andando.

No dia seguinte, inesperadamente, ele a esperava após as aulas. Pediu que fosse tomar um café com ele. Disse o quanto ela estava mexendo com ele. Que não havia pensado na possibilidade disso acontecer. Que ela sabia que em outras ocasiões tinha traído a mulher, mas que tinham sido apenas aventuras sem conseqüências. Que de certa forma estava assustado com a intensidade de suas emoções. E precisava saber como ela se sentia.

Ela estava confusa. Era óbvio que seus sentimentos por ele eram profundos e perturbadores. Para ela era ainda mais difícil e complicado. Ela nunca tinha traído o marido e nunca aventado a possibilidade disso acontecer. Ele a olhou nos olhos, prendeu suas mãos entre as dele, e ficou ali um bom tempo, sem nada dizer. Depois acariciou seu rosto e a beijou. Profundamente. Apaixonadamente. Longamente. E ao saírem dali, ele passou seu braço pelas suas costas, e a segurou, docemente, mas firme. Ele caminhou com ela até o seu carro. E ao se despedirem, ele a segurou num abraço apertado. E pediu, sussurrando em seu ouvido, que o encontrasse no dia seguinte às 11 horas em frente à escola. Ao que ela, o corpo tremendo, concordou.

Ela sabia que estava dando um passo importante na sua vida. Tinha medo, é claro. Sabia que uma vez dado, não tinha volta. Mas isso fazia parte das suas descobertas. E ela as queria.

Na manhã seguinte às 11:00 ela o aguardava no local combinado. Ele chegou em seu carro, e sem lhe dar tempo para saltar, ela entrou. Ele sorriu, fez um carinho no seu rosto, pegou sua mão, beijou a ponta dos dedos e deu partida no carro. Enquanto dirigia, de vez em quando a olhava. Ela estava tensa, torcendo as mãos no colo. Ele colocou sua mão sobre as delas. E de novo sorriu.

Logo chegaram no motel. Ela nunca tinha entrado num. Ele sentiu seu profundo suspiro. Agora não tinha volta mesmo. Ele abriu a porta do apartamento e a deixou entrar. Ela andava devagar, como que para se acostumar aos poucos com a sua decisão. Era um quarto de motel como outro qualquer: cama redonda, espelhos no teto e na parede atrás da cama, o banheiro com uma enorme banheira. Ela ficou parada no meio do quarto olhando. Lentamente, ele chegou perto dela, tomou seu rosto em suas mãos e a beijou. Pequenos beijos na testa, nos olhos, na ponta do nariz, nas faces. Roçou seus lábios nos dela. Prendeu seu lábio inferior entre seus dentes, passando a língua por ele. Fez o mesmo com o lábio superior. Ela colocou suas mãos em seu peito. Entreabriu os lábios. E ele enfiou sua língua por entre aqueles lábios meio trêmulos, mas quentes e macios. Suas línguas se tocarem, se explorando, tímidas, mas com desejo.

Ela estava ofegante, o peito arfando de encontro ao seu. Ele a abraçou, sem parar de beijá-la. Suas mãos acariciando suas costas. Ele sente que ela se acalma um pouco. Então, lentamente, ainda a beijando, desabotoa os botões da sua blusa, os dedos roçando sua pele quente. Ela geme baixinho, o gemido se perdendo dentro da boca dele. Ele tira a sua blusa, se afasta um pouco, e a olha. Seus olhos se prendem nos dela. Passa os dedos pelo seu rosto, descendo pelo pescoço, e indo em direção aos seus seios. Roça-os por cima do sutiã. Ela geme, contraindo um pouco o corpo. Ele passa um dedo por dentro do sutiã, tocando o bico do seio. Passa a unha levemente. Seus olhos sempre presos nos dela. Ele vê o desejo ardendo neles. Aproxima-se dela, passando as mãos pelos seus braços, indo em direção as costas. Acaricia as costas, descendo até o cós da saia. Desabotoa-a, e desce o zíper. A saia desce pelos seus quadris até chegar ao chão. Ela usava uma calcinha de renda da mesma cor do sutiã. Não era pequenina, mas não era grande.

Ele acaricia seu ventre com a ponta dos dedos. Sua pele é macia e quente. Ao toque dos seus dedos, ele sente seu corpo tremer. Ele a abraça, e pede sussurrando que ela tire sua roupa. Ela começa a desabotoar sua camisa, sem jeito, os olhos baixos presos nos botões. Ele levanta seu rosto com a ponta dos dedos, e a faz encará-lo enquanto o desnuda. Seus olhos penetrantes seguram os dela, e ela vê nos dele todo seu desejo. Mais rapidamente ela desabotoa a camisa, e a tira. E encosta o rosto no seu peito, e dá um pequeno beijo. Ele pede que ela tire a sua calça, sempre com os olhos presos nos dela. Ela desafivela o cinto, e desce o zíper. Sua mão roça seu pau por cima da cueca, e ela imediatamente retira a mão. Ele pega sua mão, e a coloca espalmada sobre seu pau, já duro. Segura sua mão por um tempo, até que ela lentamente começa a acariciá-lo. Ele pede que ela tire sua calça junto com a cueca. Ela se agacha, e puxa as duas para baixo. O rosto na altura do pau, mas os olhos baixos. Ele sente que não é a hora ainda. Ela acaba de tirar sua roupa, e ele a levanta, empurrando-a levemente para a cama.

A faz deitar e senta do seu lado. Começa a acariciar seu corpo, começando pelo rosto, descendo pelo pescoço, puxa as alças do sutiã para baixo, passa a mão por trás das suas costas, e desabotoa o sutiã. Os seios livres, os mamilos endurecidos. Ele aperta levemente um mamilo entre os dedos. Ela, com os olhos fechados, geme. Ele se aproxima dela, e passa a língua pelo outro mamilo, enquanto continua a apertar o primeiro. Prende o mamilo entre os dentes, e chupa-o. Aumenta a pressão dos dedos no outro, enquanto chupa com mais força esse. Ela geme, o peito arfando, o corpo se mexendo. Ele não para, passando de um mamilo para o outro. E ali ele fica por um bom tempo, sem tocar em nenhuma outra parte do seu corpo. Sente o tesão crescendo nela, seus gemidos ficando mais altos e constantes, o corpo todo tremendo. De repente, para e se afasta um pouco. Passa os dedos pelo seu rosto, e baixinho pede a ela que abra os olhos. Prende seus olhos nos dela por uns momentos, e depois a beija, a língua sofregamente explorando sua boca. Enquanto a beija, sua mão acaricia seu ventre, levemente, em movimentos circulares, que lentamente vão descendo até chegar nos seus pelos pubianos.

Ali, descansa sua mão, espalmada, cobrindo aquele triangulo bem delineado. Nunca tirando sua boca da dela, ele abre seus grandes lábios, e acha o clitóris, já duro. Começa a massageá-lo levemente. Ela geme dentro da sua boca. Ele aumenta a pressão do dedo. Depois, desce até a entrada da sua vagina, quente e molhada. Enfia um dedo, sentindo-o escorregar com facilidade. Entra com o dedo todo, toca as paredes aveludadas da sua buceta, e tira o dedo. E enfia dois dedos agora. Entrando e saindo, sentindo sua buceta se contraindo em volta dos seus dedos. Ele sente seu corpo todo se contraindo. Beija-a com mais força, prendendo sua língua, chupando, sugando. Os dedos entrando e saindo. De repente, ele para de beijá-la. Os dedos não param. Ele afasta suas pernas com a outra mão, e se agacha entre elas. Beija seus pelos, dá pequenas mordidas. E sua língua encontra seu clitóris.

Lambe, prende-o entre os dentes, chupa. Ela geme alto, e timidamente coloca as mãos na cabeça dele, os dedos se enroscando nos seus cabelos. Ele enfia um terceiro dedo, e aumenta o ritmo, os dedos se abrindo dentro dela, tocando as paredes, acariciando, entrando e saindo. A boca avidamente chupando seu clitóris, com força. Ele sente que ela está muito perto de atingir um orgasmo. E fala, em tom firme: "Vem querida... goza... goza pra mim... deixa eu sentir esse seu gozo... quero seu gosto na minha boca... vem... goza..." E rapidamente, retira os dedos e abocanha sua buceta, enfiando a língua o mais que pode, os dedos agora no clitóris, apertando, massageando, num ritmo louco. E ele sente seu gozo vindo, em ondas, seus gritos ininteligíveis, seu corpo num enorme espasmo. Ele não diminui o ritmo nem a pressão da sua língua e dos seus dedos. As mãos dela crispadas nos seus cabelos, forçando sua cabeça de encontro à sua buceta. Ele continua a beijar e chupar sua buceta até sentir seu gozo terminar e seu corpo começar a relaxar um pouco. Ele se levanta dali, se deita ao lado dela, toma-a nos seus braços, num abraço aconchegante, acaricia seu rosto, beijando-o levemente, e sussurra no seu ouvido doces palavras. Fica assim por um bom tempo, até senti-la inteiramente relaxada, o coração batendo mais tranqüilamente, a respiração lenta, suave.

Então, lentamente, começa a acariciar seus braços, suas costas, descendo até seus quadris, os dedos desenhando o formato bonito das suas nádegas, subindo por entre o vale que elas formam, voltando para aquela curvinha deliciosa na base da coluna. Ele afasta seu rosto do dela, e a olha. Seu olhar transmitindo o carinho e o tesão que suas mãos demonstram. Ele a beija com paixão, suas mãos a acariciando com mais intensidade. Ele pede baixinho, que ela o explore, o toque, sinta o seu desejo na ponta dos seus dedos. Timidamente, ela começa a toca-lo, os dedos macios tocando sua pele quente. Passa sua mão pelo seu pescoço, desce pelos seus ombros, chega no seu peito. Ela desce um pouco, seu rosto agora na altura do seu peito, e começa a beijá-lo. Passa a língua pelo seu mamilo, lambe, dá uma pequena mordida. Ele acaricia seus cabelos, prendendo as mechas entre seus dedos. Ela desce com a mão pela sua barriga, chegando nos seus pelos. Ela a sente hesitar. Delicadamente, põe sua mão sobre a dela, e a guia pelos cabelos até a base do seu pau que já está duro. Ainda guiando sua mão, ele a faz acariciá-lo, pegá-lo, massageá-lo. Quando ele sente que ela está um pouco mais à vontade, retira sua mão.

Ela sente seu pau crescendo com seus carinhos, e segura-o com as duas mãos, subindo e descendo. Depois olha para ele, e ele pede que ela o tome na boca. Seus olhos se arregalam, mas firmemente ele diz: "Coloque-o na sua boca.... vamos..agora.." Ela se ajoelha, meio de costas para ele, e lentamente aproxima seu rosto daquele pau enorme, que lateja em suas mãos. Encosta seus lábios na cabeça avermelhada, e o beija. Passa a língua. Ele geme. Ela abre a boca, e o recebe dentro dela. Vagarosamente, chupando, sentindo seu gosto acri-doce, seu cheiro de homem. E ele começa a acariciar suas nádegas, agora entreabertas pela posição em que está. Encontrando o caminho entre elas, chega até o anus. Quando ele o toca, sente que ela se contrai. "Shssss.... calma...." Ele leva o dedo a boca, e o molha com sua saliva. E retorna, lentamente enfiando a ponta do dedo dentro daquele anus apertadinho. Ela estremece, para de beijá-lo. Ele diz: "Não pare, continue... não pare!!" Ela continua, agora o pau inteiramente em sua boca, as mãos na base, acariciando seu saco. E ele vai enfiando o dedo inteiro naquele cuzinho, sentindo-o contraindo, como se estivesse mordendo seu dedo. O dedo entrando e saindo do cu, o pau entrando e saindo daquela boca, agora mais ávida e menos tímida.

Os gemidos dos dois se confundem. Os corpos se mexendo, acompanhando os movimentos da boca e do dedo. Ela sente que ele está perto do clímax. Aumenta o ritmo da boca. Mas de repente, ele tira o dedo do seu cu, e puxa-a pelos cabelos, sem força, apenas para que ela retire sua boca. Ele se levanta, puxando-a de encontro ao seu corpo, beija sua boca com força, sentindo seu gosto misturado ao dela. Então, a faz ficar de quatro, o rosto virado para a cabeceira da cama, de frente para o espelho. Ajoelha-se por atrás dela, e passa sua mão pelo clitóris, massageando, depois vem com os dedos por toda a extensão da buceta, enfia os dedos, tira, e vai até o cu. Ela está com a cabeça abaixada, mexendo o corpo levemente. Ele pega nos seus cabelos, e puxando, a força a olhar para frente. Seus olhos se encontram no espelho. E prendendo seus olhos nos dela, ele enfia seu pau de uma vez só dentro da sua buceta, já molhada. Seu movimento é firme, sem muita força, mas firme. Ela sente o pau tocar no fundo da buceta. Ele continua segurando seus cabelos, forçando-a a olhar para ele no espelho. Ela vê seu desejo, sente seu tesão. Ele entra e sai, entra e sai. Ela rebola, mexe o corpo, acompanhando seus movimentos. Sempre os olhos dele presos nos dela. A outra mão acariciando suas nádegas, o polegar massageando a entrada do cu, que lentamente vai se abrindo. De repente ele tira seu pau, e o encosta no cu.

Ela arregala os olhos, nunca tinha feito isso, uma única tentativa do marido há muitos anos atrás tinha sido extremamente dolorido. Ele sente seu pavor, e baixinho diz que não vai doer, que ele será cuidadoso e muito carinhoso. O pau bem molhado com os sucos dela, lentamente vai forçando a entrada do anus. Ele continua a acariciando, sussurrando: "Não vai doer muito, eu prometo, não vai doer muito..." E devagar, o pau vai entrando naquele cu apertadinho. E, apesar da dor, que não é intensa, ela está fascinada, hipnotizada, presa naqueles olhos que estão transmitindo tanto tesão. E ele entra inteiro. E sai um pouco, e entra de novo. Desce a mão pelos quadris, e se dirige ao clitóris, que começa a massagear. E seus corpos se tornam um só. O tesão aumentando, ela gemendo, os olhos presos nos dele, enquanto ele entra e sai do seu cu, os dedos violentamente massageando o clitóris, beliscando, apertando, massageando. Ela sente que não vai agüentar muito mais tempo.

Ele percebe e diz: "Eu quero gozar com você, te inundar com a minha porra, te sentir gozando na minha mão... Vem, agora, quero você gozando comigo..." Ela está transfixada, o corpo em espasmos, as ondas a envolvendo de forma violenta. E ela grita, alto. Ele urra. E os gritos se tornam um só. Ela sente seus jorros fortes, inundando seu cu. E fascinada, vê seu rosto no espelho se contorcendo com o gozo. Ela sente a mão dele crispada nos seus cabelos, puxando-os com força. E a dor, estranhamente, lhe é prazerosa. Os corpos brilhando com o suor, os cheiros misturando-se, embriagando-os. Os corações disparados, respirações ofegantes. Ele olha para ela no espelho e sorri. Solta seus cabelos, e acaricia seu rosto. Diz a ela para se abaixar, e ele se abaixa com ela, deitando em cima dela, misturando seu suor com o dela. Sussurra em seu ouvido palavras doces, acaricia seus braços. E eles ficam assim por um tempo.

Devagar ele tira o pau de dentro do seu cu, sai de cima dela, deita e a puxa para os seus braços. A cabeça dela no seu ombro, as pernas entrelaçadas, sentindo a respiração acalmando. Ficam abraçados por um longo tempo, conversando. Ele querendo saber como ela estava se sentindo. Querendo que ela lhe contasse sobre as suas descobertas. As descobertas sobre o seu corpo e o prazer que ela pode ter. Descobrir que o corpo do parceiro é uma fonte de prazer para ela também. O prazer de descobrir que se pode ter prazer em todas as partes do corpo. E foram falando, ele sempre puxando por ela, fazendo-a contar suas emoções e sensações.

Era hora dela começar a se arrumar para voltar para casa. Ele entrou no chuveiro com ela, e carinhosamente a ensaboou, demorando mais ao ensaboar os seios, a buceta e a bunda. E a beijava, beijos de paixão misturados com a água tépida que caia do chuveiro. E enquanto a água lavava o sabão do seu corpo, ela a abraçou, forte, beijando sua testa. Depois do banho, a enxugou, e a ajudou a vestir a roupa. E ela fez o mesmo com ele.

Entraram no carro e ele a deixou perto da escola, onde ela tinha deixado seu carro. Ao se despedirem, ele a beijou, profunda e apaixonadamente. Ela suspirou. Ele disse que gostaria de revê-la na semana seguinte, se ela poderia encontrar-se com ele no mesmo horário. Ela imediatamente concordou. E saiu do carro.

Ele sabia que a tinha, do jeito que ele queria. Ela não tinha idéia do que ele tinha feito. E não imaginava o que iria acontecer nas próximas vezes que se encontrassem. Ele sabia que não poderia se mostrar por inteiro de uma vez só. Mas ele ia conseguir tudo que queria, da maneira que ele queria. Afinal, ele era um Dominador, e tinha feito um trabalho perfeito trazendo-o para seus braços.

Ela seria uma perfeita submissa.


Mais Descobertas

Ela chegou em casa ainda excitada. Docemente excitada. Com medo, mas excitada. Sabia que tinha começado algo que não tinha a menor idéia de onde poderia parar. Mas estava atraída por esse homem doce, e ao mesmo tempo, tão forte. E descobrir que seu corpo poderia dar e receber tanto prazer, era sua maior descoberta.

Se sentindo meio adolescente, um sorriso que não conseguia tirar dos lábios, foi cuidar do jantar para se distrair. Tinha que se ocupar um pouco, para não ficar parada, pensando no que tinha acabado de fazer. E pensou no próximo encontro. Tentou imaginar. E seu corpo reagiu de imediato. Sentiu um arrepio atravessá-lo, as mãos começarem a suar. Parou. Ligou o rádio alto, foi falar com a empregada, enfim, foi se ocupar.

No começo da semana seguinte, recebeu um cartão dele. "Te espero, no mesmo lugar, na quarta feira, às 11 horas". Mais nada. Ele sabia que ela iria.

Na manhã do dia combinado, depois que todos saíram de casa, ela tomou um longo banho. Escolheu a roupa com carinho, pensando nele. Tremia de excitação. Chegou um pouco antes da hora. Às 11 horas em ponto, ele chegou. Não saiu do carro, ficou esperando que ela entrasse. Ela entrou, sentou, e o olhou. Ele deu um pequeno sorriso, passou a mão pelo seu rosto, e deu partida ao carro.

Foram para o mesmo motel. Ela esperou que ele abrisse a porta do apartamento e entrou. Parou do meio do quarto, aguardando que falasse ou fizesse algo. Ele a olhou longamente, notando com um sorriso o cuidado que ela tinha tido em se arrumar para ele. Chegou perto dela, e tomou sua boca na dele, de repente. Um beijo profundo, devassador. Tomando posse da sua boca. Sugando a língua dela para dentro de sua boca. Uma mão prendendo sua nuca, a outra prendendo-a pela cintura. Ela se assustou a princípio, instintivamente reagindo e tentando se soltar. Mas as mãos dele estavam firmes no seu corpo, e aos poucos ela relaxou. Timidamente levantou uma mão para o seu rosto, acariciando sua face, sentindo o cheiro da sua colônia após barba. Deixou-se levar pelas sensações.

Após alguns minutos, ele se afastou. Sentou na cama, e disse: "Tire sua roupa pra mim". Ela o olhou, meio sem jeito, sem saber muito bem por onde começar. "Tire cada peça devagar, me mostre o seu corpo". Envergonhada, ela abaixou os olhos, e começou a desabotoar a blusa. "Levante os olhos. Olhe pra mim." Sua voz era baixa, mas com uma autoridade que a vez levantar os olhos imediatamente. Mantendo os olhos no rosto dele, ela continuou a desabotoar a blusa. Lentamente. A blusa aberta, deixando à mostra o sutiã de renda branco, que ela tinha comprado especialmente para essa ocasião. Era menor do que os que estava acostumada a usar, e seus seios fartos mal cabiam dentro dele. Tirou a blusa, deixando-a cair no chão. Ia começar a desabotoar a saia, quando ele disse: "Toque seus seios. Com a ponta dos dedos. Acaricie os bicos." Ela sentiu seu rosto avermelhar.

Baixou os olhos de novo. "Olhando nos meus olhos", sua voz um pouco mais alta agora. O rosto pegando fogo, os olhos fixos no dele, ela começou a acariciar os bicos dos seios por cima do sutiã. "Tire isso". Com as mãos por trás das costas, ela desabotoou o sutiã e puxando as alças para baixo, deixou-o cair no chão. "Agora, se acaricie. Pegue os seios nas suas mãos, aperte-os. Sinta-os endurecerem. Assim. Pegue os bicos entre os dedos. Aperte. Devagar. Isso." Sua voz forte, seus olhos presos nos dela, os lábios pareciam não mexer. Mesmerizada, ela obedecia. Sentia os bicos duros, quase doloridos. Por um segundo, fechou os olhos, embalada por essa sensação nova. Gemeu. Baixinho. E ouviu um leve riso. Abriu os olhos imediatamente. E quase não viu o sorriso nos lábios dele.

"Tire a saia agora." Em segundos, a saia estava no chão. Parada, na frente dele, só com a calcinha e as sandálias de salto, se sentindo presa, assustada, e incrivelmente excitada. O corpo tremia, sentia frio e calor ao mesmo tempo. Ele a olhava, sem dizer uma palavra. Parecia a inspecionar. Os olhos percorrendo cada pedaço do seu corpo. Queria colocar as mãos por cima dos seios, como para se proteger, se sentir menos devassada. Mas não tinha coragem de se mexer. Algo tinha mudado no tom da sua voz hoje.

"Venha cá.". Lentamente, ela chegou perto dele. Ele abriu as pernas, e ela sentiu que ele queria que ela chegasse ainda mais perto. Seus seios na altura do rosto dele. Ele levantou uma mão, e tocou suavemente o bico de um seio. O toque do seu dedo parecia queimar sua pele. Ela não se mexeu. Ele pegou o seio na sua mão, massageando, apertando levemente. Ela quase perdeu o equilíbrio, instintivamente colocou uma mão no seu ombro. Ele aumentou a pressão da mão, apertando com um pouco mais de força. Pegou o bico entre os dedos, rodando-o. Ela olhou dentro dos seus olhos. Pareciam dois poços de águas escuras, densas. Ele não sorria, não mexia um músculo do rosto. Continuava rodando o bico entre os dedos. E de repente, apertou-o com muita força. Sem tirar os olhos dela. A surpresa e a dor, quase a fizeram perder o fôlego. E imediatamente, ele levou seus lábios àquele seio, e o beijou. Com ternura. Sugou, devagar. Ela sentiu sua língua brincando com o bico do seio. Que sensação mais incrível!

A dor fina que fez seu coração acelerar ainda mais, misturada a maravilhosa doçura daquele beijo. Sua mão, que estava pousada no ombro dele, subiu por sua nuca, e se prendeu nos seus cabelos. Ele sentiu a pressão dos dedos dela, como que querendo prender sua boca mais ainda aquele seio. Chupou-o mais avidamente. E ouviu seus gemidos, baixos, como o ronronar macio de uma gata. Enquanto chupava um seio, sua mão brincava com o outro. Alternou. Sentia o calor que emanava do corpo dela. E mais uma vez a fez perder o fôlego, quando, no meio de todo esse carinho, mordeu a auréola de um seio, com força. Sentiu-a retrair, um grito de surpresa a se misturar aos gemidos, mas sua outra mão, que estava por trás das suas costas, não permitiu que ela se afastasse. E continuou a beijar seus seios, acariciá-los, sugá-los.

Ela tinha se perdido no meio dessas sensações tão novas, estranhas, assustadoras e excitantes. Sentia-se presa a ele. Queria se soltar dele. Queria sua boca lhe dando tanto prazer. Sentiu raiva daqueles dentes que tanta dor lhe causaram. Queria-o. Desejava-o. Tinha medo dele. O que estava acontecendo com ela?

De repente, ele parou. Levantou-se, e a abraçou. Seus braços a envolvendo, inteiramente. E abraçado a ela, ele a levou até o lado da cama. Quase a carregando, deitou-a na cama. Em pé, do lado dela, começou a se despir. Sem tirar os olhos do seu rosto. Totalmente despido, sentou-se ao seu lado, na beira da cama. E suas mãos começaram a explorar seu corpo. Devagar, suavemente. Cada pedacinho do seu corpo. Ombros, braços, seios. O ventre liso. A barriga, as coxas, uma carícia mais demorada nos joelhos, descendo até seus pés. Tirou suas sandálias. As mãos voltando, pernas acima. O lado de fora das coxas. Suas ancas. Pegou suas mãos entre as dele.

Entrelaçou seus dedos nos dela. Os seus olhos acompanhando as mãos. Com as mãos firmemente segurando as dela, levantou seus braços por cima da cabeça. Ao se abaixar para fazer isso, beijou-a. Um beijo com desejo. Com tesão. Como sua boca era gostosa! Ela sentia o seu gosto, seu hálito quente. E tão perdida ficou nesse beijo, que nem percebeu seus sutis movimentos. Só sentiu quando o aço frio das algemas tocou seus pulsos. Assustada, arregalou os olhos e tentou se desvencilhar. Estava presa à cabeceira da cama.

"Shssss. Quieta. Você não vai conseguir se soltar. Não tenha medo. Não vou te machucar." E beijou-a de novo. As mãos acariciando seu corpo. E de novo a surpreendeu, quando pegou uma echarpe preta e a vendou.

Presa, os braços esticados sobre a cabeça. No escuro. Sem saber o que ele faria a seguir. Os sentidos em alerta. A respiração ofegante, o coração em descompasso, batendo forte. O corpo respondendo as carícias das suas mãos. Confusa. Ele não falava. Só a tocava. Tentou se acalmar. Tentou se concentrar nas mãos dele. Agora nos seus seios, tocando-os levemente. No ventre. As pontas dos dedos desenhando círculos. Descendo pela barriga. Apertando levemente sua cintura. Sem parar. Acompanhando o contorno da calcinha. Tocando seus pelos por cima dela. Descendo. Sentindo a umidade e o calor que vinham da sua buceta. Ela gemeu. Sua mão ficou parada ali por uns segundos. Ela sentiu depois suas mãos agarrarem a calcinha pela frente, e num movimento brusco, ele a rasgou. Ela gritou. "Calada!!". Sua voz baixa, rouca, autoritária, a fez engolir o grito. Chegou a perder o fôlego. Mas logo a seguir, ele começou a acariciar seus pelos, enroscando seus dedos neles. Sentiu seus dedos abrindo seus grandes lábios. Buscando seu clitóris. Tocando-o. Apertando-o entre seus dedos.

Ela gemeu. E deixou a mente vagar. Sem rumo. Sem pensar. Só sentindo. Entregue a esses dedos. Dedos que habilmente a tocavam, no lugar certo, na medida certa. O tesão aumentando. Sem se dar conta, começou a mexer os quadris, acompanhando o movimento dos dedos dele. "Minha vadia ... você gosta disso... eu sei. Mexe pra mim, minha putinha gostosa." Mais surpresas!! Ele nunca antes a havia chamado assim. Sempre tão respeitador. Era um outro homem. E apesar de se sentir um tanto humilhada, por estar nessa posição, entregue assim, indefesa, sabendo que ele estava ciente do domínio que tinha sobre seu corpo, ela estava tremendamente excitada.

E sua jornada de prazer começou. Totalmente no escuro, só o percebia. E sentia suas mãos. Seus dedos a provocar seu clitóris. Massageavam, tocavam, apertavam, beliscavam. Com a outra mão, afastou seus lábios, e deslizou um dedo pela abertura da sua buceta, já inteiramente molhada. Brincou ali um pouco, antes de enfiar aquele dedo lá no fundo, tocando as paredes aveludadas. Enfiou mais um dedo. Ela abriu as pernas. O corpo tremendo, sentia as mãos suadas, os braços quase esticados. A respiração se tornando cada vez mais ofegante. A boca seca. As mãos dele não paravam, os dedos entrando e saindo, agora três. A outra mão tocava o clitóris, brincava com os pelos, puxava-os, a dor fininha. Gemidos baixos. E suas ordens, ditas em voz baixa, mas que tão claramente chegava aos seus ouvidos: "Abra as pernas. Mais!". "Mexe, cadela, assim". "Buceta gostosa. Minha. Toda minha". E ao enfiar um quarto dedo dentro dela: "Vou te arregaçar toda. Levanta bem esses joelhos. Se abra mais pra mim".

Ela se sentia perdida, num mar de prazer, tesão, desejo e medo. Não conseguia acreditar que pudesse sentir tantas coisas ao mesmo tempo. Nas poucas vezes que tentou pensar, a cabeça deu voltas. Desistiu. Deixou-se levar pelas sensações. Eram incríveis demais. Parecia estar no meio de um rodamoinho, que a sugava cada vez mais para o fundo.

Slapt! O primeiro tapa a fez prender a respiração. Sua mão espalmada, desceu com força na parte de trás da sua coxa, os dedos acertando em cheio sua nádega. Um grito que não conseguiu sair da sua garganta. Outro tapa, quase no mesmo lugar. A pele ardia. E logo a seguir, a sensação quase refrescante da sua língua lambendo onde sua mão antes tinha ardido. E como é que ela podia estar sentindo esse prazer? Com um tapa? Mas a dor, era prazerosa. Estranhamente prazerosa. "Isso é só pra você saber, quem é o seu Dono!!".

E da coxa, sua boca foi para sua buceta. Parecia abocanhá-la. Com gosto. Chupava, mordia, a língua entrando e saindo. As mãos acariciando sua bunda. Apertando. As unhas cravando na sua pele macia. Beliscando. E ela começou a perder o eixo. Num turbilhão de emoções e sensações. Sentia que o gozo chegaria a qualquer segundo. E então ouviu sua voz, alta, clara, forte: "Não ouse gozar sem minha ordem!! Sem me pedir!! Entendeu??". O coração quase na boca. Batendo forte. Ela quase podia ouvi-lo. Ele parou de beijá-la. De tocá-la. Um segundo que pareceu uma eternidade.

Então sentiu suas mãos pegando suas pernas por trás dos joelhos, puxando-as para cima e abrindo-as. Os joelhos quase tocando os seios. E sentiu a cabeça do seu pau, tocando a entrada da sua buceta. Roçando. Escorregando. E de repente, sem nenhum aviso, entrando com força, de uma estocada só, dentro dela. Enchendo-a. Instintivamente, ela contraiu os músculos da buceta. Ele riu. "Isso, minha putinha, engole o meu pau. Assim, bem apertado. Gostoso". E as estocadas, fortes, seguras, que faziam seu corpo se mover na mesma direção. Acompanhando seu ritmo. Devagar a princípio. O pau tocando lá no fundo da sua buceta. Entrando e saindo. E ela querendo tocá-lo. Passar suas mãos pelo seu peito, seus braços. Seu rosto. Pediu a ele que a soltasse. Ele lhe disse que dessa vez não iria soltá-la não. Ela gemeu, quase um choro. Queria tanto sentir o calor da sua pele nas suas mãos! Mas não teve tempo de sentir essa falta.

Ele começou a massagear seu clitóris, na mesma velocidade que entrava e saia dela. E mais uma vez se sentiu engolfada por ondas de prazer. Gemidos que mais pareciam gritos. Ele puxou a venda dos seus olhos, e ela fixou seus olhos nos seus. Escuros, brilhantes. Não conseguia desviar seus olhos deles. Via o desejo neles. Via o seu desejo espelhado neles. Sentia também o seu gozo a ponto de explodir. "Não goze antes de me pedir! Implorar! Só EU posso te dar permissão para isso! Entendeu, vadia?". E ela pediu. Sem acreditar que era a sua voz que ouvia. Baixinho. "Por favor, por favor". E a voz dele sobrepondo-se a dela. "Pede!! Implora!! Alto!!".

Não era ela que estava ali, era outra mulher. Uma mulher que ela não sabia existir dentro dela. Em fúria. Enlouquecida. Fora de controle. Aos gritos. Totalmente fora do seu eixo. Um vulcão a ponto de explodir. "Por favor!! Porra!! Puto!! Me deixa gozar!! Não agüento mais!! Por favor!!". E no meio dos seus gritos, conseguiu ouvir sua voz. "GOZA!! Goza pro seu macho, minha fêmea gostosa!! Me dá seu gozo, meu tesão!!"

E ela gozou. O corpo em espasmos. Ondas. E no meio da loucura toda, sentiu no rosto um forte tapa, perto da boca. E a dor se misturou com o prazer. Com os gritos. Com a respiração totalmente fora de controle, a garganta ardendo de tão seca, a cabeça explodindo em cores. Luzes. Um gozo infindável. E ao longe, ela ouviu os gritos dele. "Minha... minha... só minha... toma o meu tesão... meu gozo é seu...". E sentiu seus jatos fortes inundando sua buceta. Quente. Se misturando com seu gozo. Minutos intermináveis.

E aos poucos foi diminuindo. A intensidade. A loucura. O calor. E quando tudo estava terminado, ele desabou em cima dela. Seu suor se misturando com o dela. Ele depositou um leve beijo nos seus lábios. Sorriu. E tirou as algemas. E então ela pode acariciá-lo. Acarinhar suas costas banhadas em suor. Passar a mão pelos seus cabelos, molhados, prendendo as mechas entre seus dedos. Passar a ponta dos dedos por todas suas costas, acariciar suas nádegas. Sentindo sua respiração ainda ofegante no seu rosto. Seu coração batendo forte no seu peito. Seu pau ainda enchendo sua buceta.

E ali ficaram por muitos minutos. Só se sentindo. Sem falar. Não era preciso. Ela sabia que a esse homem ela agora pertencia. Seu corpo, sua mente, seu coração. Eram dele. Só dele. E ela era uma outra mulher. Diferente daquela que entrou aquele quarto de motel com ele pela primeira vez há uma semana atrás.

Ela tinha se descoberto. Dele.