Rio Quente


By Julienne
Fev/2000

Rio de Janeiro.

Março.

35 graus.

O executivo em seu escritório no Flamengo olha pela janela e vê o Aterro cheio de pessoas passeando, tomando sol, se divertindo. Dentro da sua sala ele não sente o calor que está lá fora. Está à espera do seu professor de inglês, para mais uma de suas aulas particulares.

A secretária o chama pelo interfone - o professor havia ligado dizendo que estaria mandando outra pessoa em seu lugar, havia surgido um imprevisto. Tudo bem, já havia acontecido antes. Ele termina de ler o relatório na sua mesa.

Meia hora depois sua secretária avisa que a professora havia chegado. Ele se surpreende, anteriormente o substituto havia sido um homem também. Ele diz para a deixar entrar, e por um momento lhe vem a memória sua professora no colégio, Mrs Baker, senhora severa que sempre lhe chamava a atenção porque sempre aprontava nas suas aulas.

Não estava preparado para o que viu. Ela não deveria ter mais do que 25 anos. Pequena, talvez 1.60m. Morena, cabelos castanhos ainda úmidos, cara lavada sem nenhuma maquiagem, saia um pouco acima dos joelhos, uma camiseta de manga curta, sandálias que mostravam pés pequenos e bem feitos, um corpo perfeito de quem se cuida e com todas as curvas nos lugares certos. Carregava uma pasta, e quando esticou sua mão para cumprimentá-lo, seu sorriso estonteante deixou a mostra dentes brancos e perfeitos. Por um segundo ele ficou preso no lugar, sem saber o que fazer. Mas imediatamente se lembrou de sua filha, 20 anos, estudante de direito, e de todas suas amigas que estavam sempre na sua casa estudando. Essa bem poderia ser uma delas....

Esticou sua mão para cumprimentá-la também, e sentiu o calor que exalava daquela mão tão pequena. Uma certa eletricidade passou por todo seu braço, vindo se alojar no meio do seu peito. Ela manteve os olhos nos seus, e não se mexeu. Ele rapidamente retirou sua mão e pediu que ela se sentasse a mesa onde sempre tinha aulas. Pediu a secretária que trouxesse café e água, e depois de tudo acertado, sentou-se ao lado da professora pra começarem a aula.

Ela se chamava Cristina, e sua voz era melodiosa, sotaque americano, bem distinto, e fácil de entender. Ela estava preparada, sabia exatamente onde seu professor tinha parado na última aula, e começou a corrigir com ele o exercício feito. Fazendo-o repetir as frases escritas, seu olhar se fixava em sua boca, para acompanhar a pronúncia. Ele começou a ficar nervoso, fez vários erros de pronúncia, e ela calmamente o fazia repetir, vagarosamente, palavra por palavra. Seus olhos castanhos, com um brilho intenso, iam de sua boca aos seus olhos toda vez que ele repetia o que ela dizia. E cada vez mais ele errava. Sentia pontadas agudas na boca do estomago, começou a suar. Levantou-se e foi até a janela. Olhou para o retrato da filha na estante, tentando se acalmar.

Cristina continuou sentada à mesa, esperando que ele retornasse. Como ele não conseguia sair da janela, ela se levantou e foi até ele. Perguntou se ele preferiria continuar a aula outro dia. Ele disse que não, e voltaram para a mesa. Ao sentarem, suas cadeira ficaram mais perto uma da outra, e ele sentia o perfume suave que ela estava usando. Não dando a entender que percebia o que estava acontecendo com ele, ela continou a aula. Ela era tão jovem, parecia ser tão inocente, que ele conseguiu se acalmar um pouco e pode responder às perguntas que ela fazia. Num dado momento, quando ela mostrava no livro uma frase que ele tinha que repetir, seus braços se tocaram de leve. Como se um raio tivesse passado por seu braço, ele assustado levantou seus olhos para o rosto dela, e viu a surpresa nos seus olhos... ela também havia sentido aquele raio.

Sem conseguir se conter, ele passou sua mão pelo seu rosto, suavemente. Ela fechou os olhos, e abriu os lábios num pequeno sorriso. E então ele a beijou. Primeiro um beijo leve, sem saber como reagiria. Mas sentiu que seus lábios eram quentes, macios, que se entreabriram para receber esse beijo. Então ele a beijou com mais força, suas línguas se acharam, sôfregas. Eles continuavam sentados, as únicas partes de seus corpos que se tocavam eram suas bocas. Ela se afastou, nos seus olhos a surpresa da intensidade daquele beijo. Com seus olhos nos deles, ela passou suas mãos pelo seu rosto, depois seus braços. A eletricidade desses gestos foi demais para ele. Aquela pontada na boca do estomago tinha se alojado em sua virilha, e ele se levantou e a puxou para os seus braços com uma certa violência. Abraçou-a com força , sentindo seus cabelos úmidos no seu rosto.

Ela era tão leve, que ele facilmente a sentou na mesa. Ela abriu as pernas um pouco, para que ele pudesse se encaixar e ficar bem perto dela. Sua saia levantada, deixava a mostra coxas bronzeadas e bem feitas. Aquela inocência que ele havia sentido antes, tinha desaparecido. Seu olhar agora mostrava um fogo que o surpreendeu. Ele a beijou de novo, e enquanto suas bocas se comiam com tanta vontade, ela começou a tirar sua gravata e abrir os botões de sua camisa. Seus movimentos eram rápidos mas seguros. Num instante sua camisa estava no chão, e ela com um sorriso maroto, começou a beija-lo, indo do pescoço até seu peito, enquanto suas mãos agora abriam seu cinto e desabotoavam suas calças. Ele estava tão surpreso com sua ousadia que por um segundo congelou no lugar, seus braços duros ao lado do seu corpo, sem conseguir se mexer. Mas foi só por um segundo. Com mãos trêmulas, ele puxou sua camiseta para cima, mostrando seios pequenos e redondos, os mamilos escuros, duros. Ela o ajudou, tirando a camiseta, e gentilmente puxando sua cabeça para seus peitos.

Ele tomou em sua boca um daqueles seios pequenos, ele cabia em sua boca perfeitamente. Começou a chupá-lo, primeiro bem devagar, depois, sentindo a pressão das mãos de Cristina na sua cabeça, com mais força. Ela gemeu baixinho, se contorcendo na mesa, jogando sua cabeça pra trás, agora se apoiando na mesa com uma das suas mãos, enquanto a outra ainda segurava sua cabeça, agora com menos força. Ele chupava um seio, depois o outro, não conseguindo parar. Suas mãos acariciavam suas costas, descendo ate a bunda perfeita sob a saia. Parando para tomar fôlego, ele a levantou um pouco, puxando sua saia toda pra cima, deixando a mostra uma calcinha pequena, rendada, branca. E mais uma vez ela tomou a iniciativa, tirando a calcinha. Estava agora sentada na mesa, as pernas entreabertas, mostrando os pelos escuros, a saia enrolada na cintura.

Ela terminou de desabotoar sua calça, fazendo-a cair ao chão, e passou suas mãos por cima da sua cueca, no seu pau já duro. Com seus olhos presos nos dele, colocou a mão por dentro da cueca, e acariciou levemente seu pau. Descendo da mesa, com movimentos rápidos, puxou a cueca pra baixo, e fazendo-o encostar-se na mesa, se ajoelhou na sua frente. Enquanto uma mão acariciava gentilmente seu saco, a outra brincava com seu pau, segurando-o com força, mas sem machucar. Ela levantou os olhos, e com um sorriso que não deixava dúvidas do que queria, colocou seu pau em sua boca, lentamente. Sua boca era quente, sua língua envolvente, e ele teve que se segurar com força na mesa para não cair. E com o coração batendo forte, descompassado, sentiu seu pau crescendo ainda mais dentro daquela boca. Ela primeiro foi bem devagar, sentindo com seus lábios toda a extensão do seu pau. Depois mais depressa. Chupava-o com vontade, com prazer, enquanto sua mão apertava agora seu saco com mais força.

Ela sentia seu pau latejando, parecia que ia explodir. Não parou. Ele agora gemia, um tesão tão grande que achava que ia desmaiar. Não sabia o que fazer, não sabia como ela reagiria se ele gozasse ali mesmo. Tentou se afastar um pouco, ela não deixou. Agora ela fazia movimentos mais rápidos, chupando-o com força, ele via seu pau entrando e saindo daquela boca incrível. E não conseguiu se segurar mais. No primeiro jorro, ela segurou seu pau em suas mãos, continuando os movimentos, enquanto seus jorros se espalhavam, por seu rosto e seus peitos. Ele gemeu, alto desta vez, enquanto ela continuava ajoelhada, fazendo aquele gozo se prolongar com suas mãos. Encostado na mesa, ele viu ela se levantar bem devagar, passar as mãos pelo rosto, depois pelos seios, se lambuzando com sua porra, seu olhar intenso. E ele sabia que aquilo ainda não tinha terminado....

Juntando suas forças, ele a pegou no colo, e a carregou para o sofá. Sentia sua respiração ofegante, seu desejo incontido, seu cheiro. Deitou-a no sofá, ela se ajeitou de tal maneira que suas pernas abertas mostravam seus lábios vaginais róseos. Primeiro ele gentilmente com os dedos, procurou seu clitóris e o massageou devagar, até senti-lo durinho. Depois começou a chupá-lo, enquanto colocava um dedo dentro da sua buceta tão quente. Ficou ali por uns momentos, sentindo seu gosto, sentindo seu corpo começando a tremer, ouvindo seus gemidos. Queria fazê-la gozar, ali na sua boca, queria fazê-la ter tanto prazer quanto ele tinha tido. Enquanto chupava seu clitóris com mais força, enfiou mais um dedo dentro da sua buceta, com movimentos ainda mais rápidos. Ela gemia alto agora, seu corpo todo tremendo. E seu pau começou a ficar duro de novo, o tesão era grande demais. E de repente, quando ele achou que ela ia gozar, ela se afastou, puxando a cabeça dele com força.

Ele ficou surpreso, sem entender porque. Sem dizer uma palavra, a respiração ofegante, ela se virou no sofá, ficando de quatro, as pernas abertas, aquela bunda perfeita, redondinha, empinada, deixando à mostra os lábios vaginais já grandes e intumescidos. Ele se levantou, seu pau já duro, e com a ajuda de suas mãos, foi enfiando devagar seu pau dentro daquela buceta molhadinha. Ela se contorceu um pouco, de maneira que ele pudesse entrar todinho. Sua buceta era apertadinha, gostosa, e ela mexia devagar, recebendo-o dentro dela por inteiro. Ele acariciava suas costas, sua cintura, seus quadris, sua bundinha, enquanto ela ia mexendo devagar. Sua pele era quente, macia, e o tesão foi aumentando. Segurando seus quadris agora com mais força, ele foi enfiando com mais força seu pau dentro dela. Seus movimentos se tornaram mais rápidos, sincronizados. Seus gemidos foram se tornando mais altos, ele sentia seu pau tocando fundo na sua buceta. Ela disse que ia gozar, queria que ele gozasse com ela... 'vem, vem.....'. E de repente ele explodiu, sentiu seu gozo em jatos fortes dentro daquela buceta tão apertadinha, enquanto ela gozava também, gritando.

E ficaram ali, sentindo os últimos momentos daquele gozo perfeito, ela apertando seu pau com sua buceta, não querendo deixá-lo sair. E enquanto esperava seu coração parar de bater tão forte, ele acariciou suas costas, sua coxas, esticou suas mãos até seus cabelos. Ela virou seu rosto de lado, e beijou seus dedos, levemente. Ele saiu de dentro dela bem devagar, e sentando no sofá, a colocou no seu colo. Apertou-a nos seus braços com força, e a beijou. Um beijo doce, tranqüilo. Sentia seu coração ainda batendo forte, parecia que não ia se acalmar. Ficaram ali abraçados, se beijando, por uns momentos. Depois, ela se levantou, foi até a mesa, pegou sua calcinha e sua camiseta, e se dirigiu ao banheiro. Enquanto ela estava lá dentro, ele tentou se recompor.

Começou a se vestir, ainda atônito com o que tinha acontecido. Não sabia como explicar como um rosto tão inocente, tinha escondido tanto fogo, tanta paixão e prazer. Ela saiu do banheiro, arrumada, cheirando a sabonete. E sem dizer nada, pegou seus livros, colocou-os na pasta, foi até ele, deu-lhe um leve beijo nos lábios, e saiu, antes que ele pudesse dizer qualquer coisa.

E ele ficou ali parado, surpreso, uma sensação estranha de perda. E sabia, lá dentro, que nunca mais iria vê-la.