Vôo Transatlantico


By Julienne
Fev/2000
Um vôo transatlântico, noturno.

Primeira classe.

Eu estou sentada numa poltrona perto da janela, não tem ninguém sentado ao meu lado. Você está sentado numa poltrona no meio, do seu lado uma senhora idosa, que fala sem parar. Nossos olhos se encontram e sorrimos. O jantar foi servido, e os passageiros começam a se aprontar para dormir. A aeromoça passa para servir os últimos drinques da noite, você pede um conhaque, eu uma taça de vinho branco. A senhora do seu lado já dormiu. As luzes começam a apagar. As cortinas que dividem nossa classe das demais foram puxadas, e somente nossas luzes estão acesas.

Eu me encosto na janela, virada mais para você. Com meus olhos fixos nos seus, desabotôo os dois primeiros botões da minha blusa, deixando a mostra a ponta rendada do meu sutiã branco. Molho meu dedo indicador no vinho, levo-o a minha boca e lentamente o chupo. Molho-o de novo no vinho, e lentamente passeio com ele pelo topo dos meus seios. Você se ajeita melhor na poltrona, e nervosamente passa suas mãos por suas pernas. Agora estou sentada totalmente encostada na janela, a perna direita levemente dobrada sobre a poltrona.

Minha saia está puxada, deixando a mostra boa parte das minhas coxas, as meias finas presas pela liga, e um pedaço da minha calcinha rendada branca. Com meus olhos ainda fixos nos seus, desabotôo mais minha blusa, agora você vê meus seios através do sutiã quase transparente. Lentamente vou desapertando os botões da liga que prendem as meias, deixando-as soltas. Com a blusa agora totalmente aberta, acaricio meus seios lentamente, primeiro por cima do sutiã, depois desabotôo o sutiã, e acaricio meus seios agora desnudos.

Sua respiração agora é ofegante, suas mãos nervosamente passam por suas pernas, sua virilha. Levanto minha perna mais sobre a poltrona, puxo minha calcinha para o lado, deixando a mostra meus pelos. Começo a me acariciar, brincando com os pelos, bem levemente. Abrindo mais minhas pernas, meus dedos encontram meu clitóris, e começo a massageá-lo. Agora minha respiração é ofegante, e você abre o zíper da sua calça e passa a mão por seu pau que a essa altura já está duro e volumoso. Enquanto eu massageio com mais rapidez meu clitóris e você vê que estou muito perto de atingir um clímax, você tira seu pau para fora da calça e começa também a se masturbar. Eu rapidamente atinjo meu clímax, gemendo baixinho.

Você se levanta da sua poltrona, se ajoelha na poltrona ao lado da minha, tira minha calcinha, molha seus dedos no vinho, enfia-os em minha buceta, e termina meu gozo. Vejo em seus olhos todo seu tesão, e levo minha boca ao seu pau. Começo a beijá-lo levemente, dando pequenas lambidas. Você acaricia meus cabelos, enquanto eu chupo seu pau a principio devagar, depois com mais força.

 

Sinto seu pau crescer ainda mais dentro da minha boca, latejando, a ponto de explodir. Você geme baixinho, suas mãos agarrando com força meus cabelos. De repente, você puxa minha cabeça para trás, tirando seu pau da minha boca.

Você se senta na poltrona. Sem falarmos nenhuma palavra, eu me viro de frente pra você, passo minha perna direita por cima de você, e lentamente deixo seu pau duro e enorme ir entrando em minha buceta. Você beija meus seios com avidez, chegando a morde-los. Suas mãos acariciam minhas costas por baixo da blusa. Eu acaricio seus cabelos, enquanto me movo devagar, subindo e descendo.

Meus movimentos se tornam mais rápidos, você encosta sua cabeça na poltrona, e segurando meus quadris, me ajuda nestes movimentos. Nossos olhos fixos uns nos outros, vemos espelhados nosso tesão e a proximidade do gozo. Você baixinho murmura que me quer muito, que quer gozar comigo. Você diz: 'vem, tesão, vem....' E num momento, gozamos, atingindo um delírio, nossos corações parecendo que vão explodir, querendo gritar alto esse nosso gozo, mas não podendo. Nossos gemidos são baixos, murmúrios. Suas mãos apertando meus quadris com força, minhas mãos por cima da sua cabeça agarrando o encosto da poltrona. Segundos que parecem horas....

E depois, pela primeira vez, nossas bocas se encontram num beijo, ardente, ávido, nossas línguas se procurando, tentando passar para esse beijo toda essa experiência. Ficamos depois abraçados um tempo, deixando nossos corações acalmarem. Eu me levanto lentamente, me dirijo ao toilette. Quando volto, já arrumada, você já está sentado em sua poltrona, seus olhos fechados.

Volto para minha poltrona, e tento dormir. O sono não vem, as lembranças ainda muito vivas. Meu corpo tremendo de desejo, um desejo que sei não será saciado. Depois de algumas horas, o cansaço vence, e adormeço. E no dia seguinte, quando acordamos, e nossos olhos se encontram somos apenas dois estranhos que se olham dentro de um avião, estranhos que compartilharam uma fantasia por algumas horas.

Somente isso....