Seção   C O N T O S


De como fotos não muito inocentes tornaram-se um tormento.
(autora anônima)
Dez/2005


Chantagem

Como esquecer o dia em que minha vida começou a virar um inferno? Dor, humilhação e subserviência total não são palavras que possam expressar tudo que passei.

Estou escrevendo esta história para servir de alertas a todas as garotas que ingenuamente acreditam não haver nenhum problema em deixar sua intimidade registrada em seu próprio computador.

Eu fui vítima de um hacker que se apoderou de meus emails, dos catálogos de endereços e o pior, de fotos íntimas que meu namorado havia tirado de mim. Antes de continuar, vou me apresentar: meu nome é Danielle (nome fictício), tenho 17 anos, sou branca, queimada de sol, olhos castanhos e cabelo liso, comprido e preto. Apesar de ter um corpinho bem feito e um rostinho lindo, sou muito tímida.

O meu namorado vinha insistindo durante muito tempo que queria me fotografar nua e em algumas poses mais ousadas e ele só quebrou minha resistência e a minha timidez porque eu gostava muito dele e principalmente porque acabou concordando que as fotos digitais ficariam sobre minha guarda. No mesmo dia em que meu namorado bateu as fotos, deixei ele curtir um pouco sua arte (morrendo de vergonha) e em seguida, a primeira providência que tomei foi descarregar as fotos no meu micro e apagar as memórias da máquina digital de meu namorado, pois não sou tão burra a ponto de deixar essas imagens com ele... vai saber se no futuro a gente não briga e aí já viu, né ?

Eu me lembro bem o dia e a hora em que liguei meu computador e fui ler meus emails. O susto foi enorme, quase cai da cadeira. O email que começou a mudar minha vida vinha com o título "gostosinha" e o nome do remetente era "Sr. Sabetudo".

Fiquei curiosa e abri a carta.....e qual foi minha surpresa ao me deparar com uma das minhas fotos nua. Imediatamente comecei a tremer de raiva do meu namorado, pois concluí que ele devia ter arrumado um jeito de ficar com as fotos sem que eu soubesse. Pensei em pegar o telefone e xingá-lo, mas antes que eu fizesse isso, reparei que caiu outro email com o título "gostosinha2".

O sangue subiu a minha cabeça, estava com muito ódio do meu namorado, pois desta vez ele enviou uma outra foto onde eu estava nua, sentada sobre uma mesa, com uma perna pendurada e a outra eu estava com meu pé apoiado sobre a mesa e olhando com carinha de sapeca para a câmera. Comecei a ler a carta e dizia assim: "Ola Danielle, você não me conhece mas eu tenho invadido seu computador constantemente, pois adoro ler seus emails e suas confidencias com suas amigas......e qual foi minha surpresa ao ver fotos suas tão lindas no seu arquivo de imagens. Você é um TESÃO, menina!!! .......assinado: Sr. Sabetudo".

Na mesma hora comecei a chorar, pois não era meu namorado... era algum desgraçado de hacker que tinha feito isso. Imediatamente teclei para responder ao maldito do Sr. Sabetudo, mas minhas mãos tremiam tanto que mal dava para digitar. Tentei me acalmar mas era muito difícil, pois ficava imaginando as minhas fotos e os meus emails completamente revelados a esse desconhecido.

Depois de muito custo consegui mandar um email implorando para que ele apagasse tudo aquilo e que tivesse um mínimo de dignidade. Fiquei hipnotizada olhando a tela do computador esperando a resposta daquele crápula e creio que levou uns 30 minutos antes do terceiro email. Com as mãos tremulas, cliquei para abrir o email, que dizia: "Percebo que você está muito perturbada Danielle, mas não é para menos, eu entendo sua situação, você deve estar pensando.... [já pensou se esse cara resolve mandar minhas fotos para todos os endereços que estavam no meu catálogo?] .... rs ... pois é ... eu sei até o endereço eletrônico do seu pai, já pensou ele receber várias fotos suas assim? .... e os colegas da escola? ... nossa .. rs .. é desesperador, não é mesmo? .... mas não se preocupe menina, eu sou um cara bem razoável e posso negociar isso numa boa ... assinado: Sr. Sabetudo ".

Chorando compulsivamente escrevi perguntando quanto ele queria para parar de me atormentar. Ele adorava me deixar angustiada, pois levou mais de uma hora para escrever novamente. O seu quarto email dizia: "Quanto?..... rs .... dinheiro é muito bem-vindo, mas por enquanto eu vou te dar uma missão a ser comprida e se fizer direitinho, suspendo temporariamente a ameaça ... rs."

E continuava: "Vamos fazer o seguinte, quero te conhecer pessoalmente, portanto quero sua presença aqui na minha casa amanhã às 14h e caso você não apareça, às 14h15 todos os seus amigos e inclusive seu pai, vão conhecer as maravilhosas fotos que você tirou. Anote meu endereço: Rua..........".

Tranquei a porta do meu quarto para que ninguém de casa percebesse meu descontrole e meu choro. Aquele dia, eu me lembro bem, não consegui jantar e nem dormir. Passei a noite toda pensando no que fazer e por mais que eu esquentasse minha cabeça não achava solução, pois em hipótese nenhuma meus pais poderiam tomar ciência daquelas fotos. Meu pai estava em tratamento, pois seu coração estava com batidas cardíacas fracas e eu morria de medo dele ter um treco.

No período da manhã eu fazia o 3o.ano do ensino médio e a tarde eu tinha aulas preparatórias para o vestibular no final do ano, porém não consegui me concentrar nas aulas da manhã, minha preocupação era visível e meus amigos de classe me perguntavam se eu estava passando bem. Apenas disse que estava com dor de cabeça e fui embora mais cedo para minha casa. Em casa, procurei disfarçar o máximo que pude. Almocei normalmente, trêmula é verdade, mas me esforcei em participar das conversas para não levantar nenhuma suspeita.

Comecei a me preparar para sair, coloquei uma sandalinha e um vestido discreto. Ajuntei todas as minha economias das mesadas que meu pai me dava, pois iria tentar suborná-lo com dinheiro, era minha única alternativa. Saí de casa com as apostilas do cursinho para que me mãe pensasse que eu estivesse indo às aulas, porém peguei o ônibus para outra direção.... rumo ao desconhecido.

Enquanto o ônibus me conduzia, pensei na hipótese desse hacker ser alguém conhecido, mas seus emails não deram mostra de ser alguém de meu convívio. Assim que desci do ônibus procurei a rua que o crápula havia me dito no email. Meu coração parecia que ia sair pela boca, estava muito nervosa.

Finalmente achei a rua. O lugar era meio ermo e a casa era bem grande com um jardim imenso na frente. Olhei para o relógio e faltavam apenas 5 minutos para as 14h. Respirei fundo, procurei me controlar e toquei a campainha.

Uma voz saiu do interfone: "Pode entrar". Ouvi um "click" e o portão da frente destravou. Empurrei lentamente o portão e fui caminhando entre o jardim até a porta da casa. A porta estava entreaberta e então fui entrando. Logo na entrada dava para uma sala de estar bem grande. Ao fundo da sala eu pude ver um homem na penumbra sentado diante de um notebook. Assim que dei os primeiros passos em sua direção, ele disse:

"- Seja bem-vindo Danielle".

A voz não me era conhecida, portanto tive a certeza que não era ninguém de meu convívio. Eu estava ansiosa e muito afoita e fui logo dizendo:

"O que você quer de mim? Olha, eu trouxe dinheiro, te dou tudo que tenho para você me deixar em paz".

Reinou um silêncio e eu fiquei parada perto da porta com medo de me aproximar. Indiferente ao meu comentário, ele teclou durante mais alguns segundos e então virou-se, e disse com voz autoritária:

"Feche a porta, e fique de pé dentro daquele circulo desenhado no chão em frente à poltrona e deixe suas apostilas e bolsa na mesinha ao lado da poltrona".

Naquele momento eu tive vontade de sair correndo. Tentei me controlar para não botar tudo a perder. Pensei no meu pai vendo as fotos e tendo um enfarte. Creio que fiquei quase um minuto inteiro parada diante da porta, até que resolvi me mexer. Fechei a porta e localizei o tal circulo no chão que o crápula havia me indicado. O circula havia sido improvisado através de fita crepe e tinha aproximadamente um metro de diâmetro. Coloquei meus pertences sobre a mesinha e fiquei de pé dentro do círculo. Ele levantou-se calmamente segurando um copo de whisky. Aproximou-se e sentou-se na poltrona que estava bem à minha frente. Pela primeira vez pude vê-lo. Era um homem de cabelos grisalhos nos lados, forte e aparentando ter uns 45 anos. Completamente desconhecido.

O jeito folgado dele me despertou uma fúria e disse alterada:

"Porque você não pega logo o dinheiro que eu trouxe e me deixa em paz?"

Com um sorriso nos lábios ele retrucou: "Claro que vou pegar, mas eu quero muito mais do que isso, eu quero sua obediência".

Nesse momento ele esticou seu braço até a mesinha que estava ao seu lado e pegou minha bolsa. Sem cerimônias, abriu a bolsa e jogou todos os meus pertences sobre seu colo. Imediatamente reagi: "O que está fazendo? Quem lhe deu permissão para mexer nas minhas coisas?" Sem ligar a mínima para mim, continuou a mexer em tudo até pegar o dinheiro e o resto ele jogou no chão. Fiquei de boca aberta ao ver o atrevimento daquele crápula. Com muita raiva eu disse:

"Muito bem, agora que você já pegou o dinheiro, estamos quites, vou embora e espero que cumpra o prometido".

Ele olhou para mim com um semblante muito sério e disse: "Eu disse a você que quero sua obediência e é isso que exijo em troca de meu silêncio".

Aquelas palavras me irritaram muito, pois não sabia do que estava falando. Sem falar nada, me agachei e comecei a recolher minhas coisas do chão para ir embora enquanto ele só ficava me observando. Peguei minha bolsa e minhas apostilas e saí do círculo rumo a porta, foi quando ele disse:

"Meu computador está preparado para enviar todas as tuas fotos para os vários endereços que estavam no seu catálogo, inclusive o do seu pai, basta eu me levantar daqui e digitar o ícone . Se você sair por aquela porta, vou fazer isso imediatamente e antes que você chegue em sua casa, todos tomarão ciência de seu erotismo. Será que o coração do seu pai agüenta? Eu li num dos seus emails você relatando a uma amiga que teme muito pela saúde dele. Tenho certeza que se ele ver estas fotos, vai ter um desgosto enorme da menininha dele, e isso é a pior coisa que pode acontecer para um pai ... você não quer ser responsável pela morte dele, quer?"

Comecei a chorar compulsivamente diante da porta de saída, e ele aguardouacientemente eu ficar mais calma. Entre lágrimas eu disse:

"O que você quer mais de mim ?" Antes de me responder ele tomou um gole de seu whisky e em seguida disse: "Eu quero sua obediência cega e para começar, volte ao círculo e só abra a boca quando eu permitir".

Eu não tive escolha. Deixei minhas coisas novamente sobre a mesinha e me posicionei de pé na frente dele, dentro do círculo. Ele ficou me olhando dos pés a cabeça em silêncio. Me senti despida com seu olhar malicioso. Depois de um tempo, ele levantou-se, dirigiu-se até um barzinho que havia na sala, repôs seu copo de whisky e voltou com um copo numa mão e com uma vara de madeira comprida na outra mão.

Sentou-se diante de mim e disse secamente:

"Tire toda sua roupa".

"O que? Tirar minha roupa? Ficou maluco?"

"Você é quem sabe, ou tira roupa e fica peladinha só para mim, ou todos verão você peladinha através de suas fotos ... a decisão é sua".

Eu comecei a chorar ininterruptamente a ponto de soluçar alto. Eu fui criada com muito pudor e apesar de ter o corpo bem feitinho, sou muito envergonhada. A única pessoa que me viu nua foi meu namorado e mesmo assim levei muito tempo antes que isso acontecesse.

Pensei: "Como ficar nua diante de um estranho e muito mais velho que eu? Ele tinha idade do meu pai".

Fiquei absorta por um longo tempo, pensando em tudo que pudesse acontecer. Por mais que eu pensasse, não enxergava saída. Creio que fiquei muito tempo meditando e chorando, até que ele perdeu a paciência e me deu com força uma varetada nas pernas.

"Vamos, eu te dei uma ordem, estou esperando... estou louco para ter ver nua... estou com muito tesão, a minha vida inteira desejei ver uma menina da sua idade se despindo só para mim".

A dor da varetada na minha coxa doeu muito e reclamei: "Isso doeu, para com isso senão vou embora".

Ele caiu na gargalhada e disse: "Vai nada, você não é louca de matar seu pai". A fúria transbordou pelos meus olhos e bradei: "Seu cretino, seu... seu...".

Antes que eu concluísse minha frase, ele me deu uma segunda varetada com toda força na outra perna e gritou:

"CALE-SE SUA CADELA, EU JÁ DISSE QUE VOCÊ DEVE OBEDECER EM SILÊNCIO. TIRE TODA SUA ROUPA E EM COMPLETO SILÊNCIO. FAÇA LENTAMENTE PARA EU APRECIAR O SHOW".

Esfreguei minhas mãos no local em que ele me bateu para tentar amenizar a dor, enquanto chorava muito.

Eu tremia demasiadamente, minhas pernas estavam trêmulas e permaneci imóvel durante muito tempo, sem coragem de obedecer.

Repentinamente ele se levantou do sofá, pegou meu queixo com sua mão e me disse olhando diretamente em meus olhos:

"Cansei de ser condescendente, vou apertar a porra daquele ENVIAR e você que se foda".

Ele largou meu queixo e caminhou rumo ao computador. Um desespero tomou conta de mim a ponto de gritar:

"PARE POR FAVOR, EU OBEDEÇO... JURO...".

Ele demonstrou indiferença às minhas palavras e se aproximou do computador esticando seu dedo próximo ao mouse para digitar o ícone (ENVIAR) e antes de apertar ele disse:

"Eu quero obediência cega a todas as minhas ordens, você vai cumprir?"

"Vou, obedeço... prometo" Completamente dono da situação, ele continuou: ".... mas tem que ser tudo, tudo, tudo".

Desesperada ao ver o dedo dele quase tocando no mouse para enviar o email, arrisquei as últimas palavras:

"Faço tudo que quiser, obedeço em silêncio sem contestar, por favor volte a poltrona, me dê uma chance, não faça isso comigo, eu imploro".

Naquele momento ele não teve dúvida que era dono da situação e que me tinha completamente em suas mãos, pois não tive como disfarçar meu desespero.

Ele pareceu gostar demais do pavor que estava me impondo diante do mouse de seu computador, e continuouemtomde ameaça:

"Não sei não ... eu gosto de obediência cega as minhas ordens e você está deixando muito a desejar".

Completamente apavorada eu mudei a estratégia, invés de implorar novamente, criei coragem, puxei as alcinhas do meu vestido e deixei que ele caísse por inteiro sobre meus pés. Em seguida, me agachei, peguei o vestido e coloquei sobre a mesinha lateral, ficando apenas de sandalinha, calcinha e soutien. Como ele continuava próximo ao mouse, em mais uma atitude desesperada, eu disse chorando e gaguejando: "Por favor, sente-se aqui, venha me ver, venha me dar ordens". Com um sorriso enorme nos lábios, ele disse:

"Só espero não ter que me levantar de novo para enviar tuas fotos, pois não haverá próxima oportunidade, entendeu?" "Si.. sim.. entendi", respondi gaguejando. "E, de agora em diante só me chama de Senhor, entendeu?" "Si.... sim.... Se... Senhor".

Finalmente ele voltou e se sentou na poltrona diante de mim. Para testar minha obediência, ele pegou novamente minha bolsa e abriu-a jogando todas as minhas coisas no chão. Pegou meu vestido, e estendeu ele sobre a mesinha lateral fazendo de toalha e colocou seu copo de whisky sobre ele. Dando-se por contente, ficou segurando a vareta em sua mão e em tom ameaçador, disse:

"Tire as sandalinhas para eu conhecer bem seus pezinhos". Num gesto lento, eu me agachei para tirar a fivelinha que segurava a sandália aos meus pés, mas imediatamente senti a ponta da vara em meu queixo forçando-me a ficar de pé. Fiquei sem entender nada e demonstrei meu medo através do olhar. Ele simplesmente disse:

"Antes de cumprir minha ordem quero sempre ouvir da sua boca as palavras: (sim Meu Senhor) e em seguida obedeça gentilmente.... bem feminina".

Apesar da raiva, o medo era maior, então disse: "Sim Meu Senhor".

Voltei a me agachar e tirei as duas sandalinhas. O olhar de satisfação dele era indisfarçável o que me deixava ainda mais constrangida. Como eu estava de pé dentro do círculo praticamente quase encostada nele, ordenou-me:

"Coloque seu pezinho direito sobre minha perna". "Sim Meu Senhor".

Obedeci sem nenhum tipo de contestação. Ele pegou meu pezinho e ficou olhando, mexendo em cada dedinho, abria eles e olhava, cutucava, e tecia comentários. Fiquei muito constrangida com tudo aquilo, mas permaneci imóvel. Quando ele deu-se por satisfeito, deu um tapa ardido em minha coxa direita e disse:

"Tire o soutien, deixe-me ver ao vivo esses peitinhos deliciosos".

Minhas mãos tremiam demais para abrir o gancho de trás do soutien, meu constrangimento era muito grande e isso servia como fonte de mais prazer àquele monstro. Depois de várias tentativas, consegui abrir o soutien e jogá-lo sobre a mesinha. Num gesto impensado e instintivo, cruzei meus braços sobre os seios procurando encobri-los, mas logo fui repreendida com uma varetada nas coxas.

Gritei de dor e descruzei os braços rapidamente para coçar a região que levei a varetada. Imediatamente fui advertida: "Nunca mais se cubra diante de Seu Senhor, muito pelo contrário, sua obrigação é de se expor ao máximo para o meu prazer".

Humilhada e chorando disse: "Sim Senhor".

Ele levantou-se de sua poltrona e começou a acariciar meus seios longamente. Apertava meus biquinhos e dizia que eram bem durinhos. Prolongou meu constrangimento por vários minutos, até que voltou a sentar e ordenou-me:

"Está na hora de mostrar a bocetinha meu bem, tire a calcinha neném, tire....".

Nesse instante eu soltei um suspiro alto de desespero. Ele riu e continuou: "Você já ficou nua diante de um desconhecido? ....há....há.....há...." "Não Senhor".

Minhas mãos tremiam muito, tive que me concentrar para conseguir pegar nas laterais da minha calcinha e puxar para baixo. Aos poucos fui puxando para baixo, até que ela caiu sobre meus pés. Ele estendeu as mãos num gesto de pedir minha calcinha, então me agachei e entreguei em suas mãos. Ali estava eu. Completamente nua diante de um homem desconhecido e que tinha idade para ser meu pai. Tudo que me restava fazer era chorar....e chorar muito. Aos poucos fui compreendendo que ele nunca se daria por satisfeito e o seu grau de exigência ia aumentando a cada instante, tanto que aquele constrangimento que eu sentia naquele momento não era praticamente nada perto do que ele ainda iria fazer comigo nos dias que viriam.

Eu não conseguia mais olhar para ele, minha vergonha era imensa e a única coisa que pude perceber era seu membro estar muito grande dentro de suas calças, pois o volume que aparentava era assustador. Ele descruzou as pernas para poder se ajeitar melhor e então disse calmamente enquanto tomava mais um gole de seu whisky:

"Está na hora de você aprender como se posicionar diante de Seu Senhor".

Eu fiquei muda e estática, aquele momento não estava sendo muito fácil para mim, mas mesmo assim ele continuou: "Eu exijo que daqui para frente, sempre que estiver diante de mim, você fique de cabeça baixa olhando para os seus próprios pés, mantenha os joelhos bem afastados e caso eu esteja na sua frente, você deve cruzar as mãos para trás e se eu estiver atrás de você, deve imediatamente colocar as mãos na frente para que fique sempre exposta, entendeu putinha?"

Aquilo era absurdo demais, simplesmente não estava acreditando no que estava ouvindo e, portanto não consegui esboçar uma só palavra se quer. Vendo meu estado de paralisação, ele resolveu não me castigou por não ter dito "Sim Senhor", mas em compensação, pegou a vara comprida e enfiou entre minhas coxas e começou a dar batidinhas de leve empurrando uma coxa para cada lado.

Desta maneira fui abrindo minhas pernas diante de seus olhos, enquanto ele ia batendo até ficar aberta o suficiente para sua satisfação.

"Pronto, assim está bom, memorize o quanto você está aberta, pois é assim que te quero sempre na minha frente".

Fiquei com vontade de mandá-lo a puta que pariu, mas a consciência falou mais alto, pois a todo instante eu ficava pensando na reação de meus pais, caso vissem a fotos e também imaginava meu pai enfartando. Procurei obedecer bem resignada e isso fazia ele perceber o quanto ele era o dono da situação. Acredito que cheguei a ficar uns 15 ou 20 minutos, parada de pé diante dele, completamente nua, cabeça baixa, mãos cruzadas atrás do meu corpo e com as pernas bem afastadas e tudo em completo silencio... ele apenas bebia seu whisky e ficava me admirando e me constrangendo ao máximo.

Não consegui parar de chorar um só minuto e aos poucos fui percebendo que o medo e a vergonha alimentavam o prazer daquele crápula.

"Vire-se, quero ver sua bundinha".

Timidamente me virei, ficando de costas para ele. Coloquei meus braços para frente para que ele pudesse ter total visão de mim.

"Incline-se para frente, coloque as mãos sobre os joelhos e empina bem essa bundinha".

Obedeci sem acreditar que estava me submetendo a tamanha humilhação. Ele me manteve assim durante uns 5 minutos e fez muitos comentários elogiosos do meu corpo e também falou muita obscenidade. Permaneci imóvel e quieta durante todo esse tempo, até que ele ordenou-me a virar novamente de frente para ele. Com os olhos vermelhos de tanto chorar, virei de frente e voltei a me posicionei como ele exigia. De rabo de olho, pude observar que ele estendia seu braço em minha direção e num gesto instintivo de proteção as minhas partes íntimas, empinei meu quadril para trás me afastando de seus dedos. Aquele meu gesto irritou tanto ele, que de forma ríspida ele disse:

"Você tem duas opções, ou você se coloca imediatamente de 4 com a bundinha na minha direção para apanhar ou eu me levanto e envio tuas fotos agora mesmo..."

Ele nem acabou a frase e quando dei por mim, já estava de 4 oferecendo minha bundinha para castigos. Ele riu muito, mas muito mesmo e antes de bater, acariciou e apalpou toda minha bundinha. Num ato de maior atrevimento, abriu-a para expor mais meu ânus e eu simplesmente não tive coragem de reagir. Senti seu dedo deslizando pelo meu buraquinho e em seguida um tapa muito forte foi desferido na minha bunda. Gritei de dor e meu único recurso foi dizer:

"Desculpa Senhor... me perdoa, por favor, foi sem querer.... vamos começar de novo.... eu imploro..."

Mas antes que eu completasse minha frase, senti novo tapa. SPLAAAT.

"Quem lhe deu permissão para falar? Eu não te ordenei que era para obedecer em silêncio e só abrir a boca quando eu permitisse? Estou ficando de saco-cheio de sua desobediência".

O tom ameaçador de sua voz, me impôs muito medo e então para que ele não cumprisse sua eterna ameaça de enviar minhas fotos, fiquei bem calada e empinei mais minha bundinha em sua direção, apresentando minha submissão. Ele apreciou meu gesto e desferiu mais três tapas ardidos. Agüentei calada e imóvel, apenas chorando das lágrimas caírem no chão.

"Posicione-se de frente"

Senti um alívio enorme por saber que tinha acabado os tapas e mais do que depressa me levantei e me posicionei de frente para ele com as pernas bem abertas como ele queria. Abaixei bem minha cabeça mostrando minha submissão diante daquele monstro. Novamente pude perceber que seus dedos se aproximavam de mim e desta vez, completamente apavorada, para acalmá-lo, resolvi empinar meu quadril para frente, em sinal de oferecimento e submissão. Ele retribui meu gesto, mordendo os lábios, demonstrando o tesão que sentia por me ver assim completamente nua e obediente.

Seu dedo indicador aproximou-se da minha virilha esquerda, e ficou brincando de deslizar sobre ela, subindo e descendo várias vezes. Depois, começou a enrolar seus dedos nos pelinhos da minha púbis e dava leves puxõezinhos. O sorriso ficava estampado o tempo todo em seu rosto, demonstrando total prazer em me ver nua e me humilhando. Tive que ouvir muitos comentários obscenos em silêncio, mostrando-me totalmente resignada.

Eu não apenas sentia como via também, pois era obrigada a ficar de cabeça baixa. Depois que ele cansou de brincar com meus pelinhos pubianos, enfiou sua mão direita entre minhas coxas e ficou apalpando a parte interna.

Tudo que ele fazia parecia um ritual, gestos estudados para se deleitar com meu corpo todo exposto. Desceu e subiu sua mão entre minhas coxas várias vezes, sentindo a textura e a maciez. Por fim, seus dedos em busca de maior atrevimento, começaram a deslizar pelos lábios de minha vagina. Minha vontade era de sair correndo e gritando por socorro, mas tinha que manter o equilíbrio para o meu próprio bem.

Depois de um longo silêncio, sendo apenas apalpada, ele ordenou: "Sempre que você sentir meus dedos na tua boceta eu quero que você se abra mais ainda e empine bem para frente, mostrando total oferecimento ao Seu Senhor".

"Como eu posso me curvar mais ainda Senhor?"

Calmamente, ele responde: "Simples, dobre os joelhos e abra mais ainda as pernas, mostre como você pode se arregaçar para Seu Senhor".

Aquilo era humilhante demais para suportar, como pude cair nessa chantagem? Que mal eu fiz para merecer isso? .. pensei. Eu não tinha escolha, dobrei meus joelhos e afastei mais ainda minhas pernas e também procurei empinar meu quadril para frente para ver se ele se dava por satisfeito. Enganei-me e ele continuou:

"Vamos mais aberta, quero bem arregaçada.... mais..... isso.... mais um pouco.... mais..... ok.... está bom..... há... há.... ha.... que maravilha, fantástico te ver assim, uma menininha de 17 anos nuazinha se arregaçando toda..... há ...há ...há..... estou quase gozando sem tocar no meu pau..... isto é incrível, quantas vezes me masturbei imaginando esta cena... quantas conversas em chat que ficaram só na promessa e nunca houve oportunidade de realização..... há ... há ..... há...... e agora...... há .... há ..... você aí completamente a minha disposição..... com certeza serei invejado por muitos homens.... há .... há.... há....".

O monólogo foi longe, ele não parava de falar enquanto brincava com os lábios de minha vagina. Parecia incansável, pois diversas vezes segurava meu clitóris entre seus dedos indicador e polegar, dando apertões e pequenos puxões. Depois voltava a tocar nos lábios, completamente à vontade. A posição era muito incomoda, já não agüentava mais ficar tão aberta e tão empinada para frente. O meu choro era contínuo e em nenhum momento demonstrou compaixão, muito pelo contrário, o meu medo e a minha vergonha serviam de estímulo para que buscasse cada vez mais um grau de exigência maior. Ele sabia muito bem o quanto eu estava em suas mãos.

Naquele dia, ele não fez nenhum tipo de penetração dentro de meu corpo, nem mesmo seus dedos, o que me deixava com um certo alívio, porém o que viria nos outros dias na casa dele, seria algo inimaginável. Depois de vários minutos brincando com minhas partes íntimas, ele voltou a bebericar um gole de whisky e em seguida estendeu sua mão até o chão e pegou meu batom que ele havia jogado junto com os utensílios que estavam na minha bolsa.

Levantou-se de sua cadeira e começou a passar o batom nos lábios de minha boca, deixando tudo bem borrado, depois começou a contornar os mamilos dos meus seios, desenhando pequenos círculos em volta dos bicos. Fiquei muda e imóvel, pois imaginei que ele devia estar testando minha submissão. Em seguida voltou a se sentar na poltrona e começou a esfregar o batom nos lábios da minha vagina, deixando-a bem vermelha. Por fim, voltou a encostar as costas na poltrona e com a ponta da vara de madeira, começou a roçar entre minhas coxas e vagina. Começou a rir sem parar, chegando até se engasgar.

Eu pensei naquele momento pedir de joelhos para ele parar, não agüentava mais tanta humilhação, mas a verdade é que sentia muito medo da reação dele. Assim que passou o acesso de riso, ele disse: "Você conseguiu algo inédito em minha vida".

Fiquei muda apenas aguardando ele concluir a frase: "Você me fez gozar em abundância dentro das minhas calças sem nenhum toque... isto é incrível, mas não tem importância, haverão muitas outras oportunidades, há... há... há...".

Em seguida, levantou-se e disse: "Por hoje está muito bom, pode se posicionar normalmente". Nossa! Aquilo foi um alívio. Recolhi minhas pernas em posição normal e procurei enxugar as lágrimas. Ainda me comendo com os olhos ele disse:

"Vou liberar para você ir embora, mas te darei uma missão a ser cumprida até amanhã quando você deverá retornar às 14h".

Um calafrio enorme subiu pela minha espinha: "Amanhã? .. o Senhor me quer amanhã? ... não foi o suficiente? .. eu imploro, me libere, eu fiz coisas aqui que nunca imaginei....e...."

Nem cheguei a completar a frase e levei um tapa no rosto que me fez cair no chão e ele então gritou:

"SERÁ QUE VOCE NÃO ENTENDEU QUE É MINHA ESCRAVA? EU EXIJO SUA PRESENÇA AQUI A HORA QUE EU QUISER".

Aquela palavra "escrava" fez eco na minha cabeça. Foi horrível ter ouvido aquilo, fiquei completamente descontrolada. Comecei a gritar e chorar compulsivamente e ele então me puxou pelos cabelos e disse cara-a-cara comigo:

"Eu sei que de manhã você faz o 3o.ano e a tarde o cursinho e estou sendo muito legal em lhe dar a oportunidade de ir de manhã para o colégio para ter como disfarçar na sua casa, entendeu putinha?"

Aos prantos apenas acenei afirmativamente com minha cabeça. Ele então continuou: "Bem, agora que estamos entendidos, vamos continuar.... eu disse que te darei uma missão e quero ela muito bem cumprida, entendeu?"

"O que quer, Senhor?", perguntei trêmula.

"É uma afronta a escrava ostentar pêlos pelo corpo diante de seu dono, portanto, eu quero que você se depile completamente do pescoço para baixo, ficando bem lisinha".

Que loucura!?! Até onde ele iria?, eu me perguntava. Naquele momento não disse nada, fiquei apenas atônita ouvindo as barbáries que saiam de sua boca. Minhas coisas estavam espalhadas por todo chão, as únicas coisas que ele recolheu foi minha calcinha e meu soutien. Estendi minha mão para que ele me desse, mas ao invés de me devolver, pegou um isqueiro e ateou fogo na minha frente dizendo:

"Você está proibida de usar calcinha e soutien e daqui para frente só pode usar mini-saia ou vestido bem curto".

Definitivamente ele estava maluco, como eu iria sair assim pela rua? Naquela hora eu não me agüentei e me atrevi dizendo:

"Não posso fazer isso, vão mexer comigo, vão me xingar, vão...."

Nem cheguei a completar a frase, pois vi o seu olhar de reprovação e me deu muito medo, e então calei-me. Claro que esse meu atrevimento não iria passar em branco, então ele pegou uma tesoura e começou a recortar meu vestido, deixando super curtinho e me ordenou vesti-lo. Sem falar mais nada, pois saberia que qualquer palavra dita por mim sem sua permissão me colocaria em situação pior do que já estava. Coloquei o vestido e observei que ficaram vários fiapos nas pontas por ter sido mal cortado. Ele ficou olhando para mim dos pés a cabeça e disse que dava para cortar mais um pouco.

Por muito pouco eu não abri minha boca. Segurei-me calada e deixei ele cortar mais um pouco até que ele se deu por satisfeito:

"Pronto, agora está perfeito".

O vestido ficou tão curtinho que eu teria que andar com o corpo bem ereto, pois qualquer movimento ou aparecia minha bundinha ou aparecia minha vagina. Tudo que eu pensava naquela hora era: como pegar o ônibus daquele jeito? E como entrar em casa?.

Me bateu o desespero, mas ali, na presença daquele maldito, não podia falar e nem fazer absolutamente nada, aceitei resignada. Finalmente coloquei minha sandalinha, recolhi todos os meus pertences do chão, voltei a guardar na minha bolsa e peguei as apostilas.

Lentamente fui saindo em direção a porta morrendo de medo de cometer algum erro e ainda ser punida, então me virei para ele e perguntei: "O Senhor me permite ir embora agora?"

Ele se aproximou de mim e disse: "Fique sabendo que tudo que você fez aqui foi filmada por aquela câmera que instalei naquele canto estratégico da sala, está vendo?"

Ele disse isso apontando o lugar da câmera e continuou: "Esse filme vai gerar belíssimas fotos, muito melhores do que o viadinho do seu namorado fez, não acha?"

Um frio repentino tomou conta de todo meu corpo, pois agora sim eu estava mais ainda nas mãos daquele crápula....chorei muito naquele momento..... e ele indiferente ao meu desespero, me puxou para um beijo na boca do qual eu sabia muito bem que não podia recusar. Ali estava eu, na porta da casa daquele homem desconhecido, muito mais velho que eu, num vestidinho super curto, me beijando ardentemente e eu sendo obrigada a beija-lo de língua como se fosse meu namorado.

Eu sabia que tinha que retribuir o beijo, e por muitos minutos fiquei entrelaçando minha língua com a dele, enquanto sua mão apalpava minha bunda. Fiquei beijando até ele liberar minha saída. Depois de algum tempo, ele mesmo abriu a porta me conduziu para a saída e ainda disse:

"Não se esqueça!!! Amanhã as 14h completamente depilada, não admito atrasos".

Antes de me deixar sair, levantou mais uma vez meu vestido para ver minhas partes íntimas e eu completamente apavorada com todas as ameaças mostrei minha subserviência abrindo as pernas e abaixando minha cabeça, deixando que me visse mais um pouco. Foi minha sorte eu ter feito isso, pois em agradecimento, ele mandou me virar e assim que obedeci, ele enfiou uma nota de cinco reais no meu rego dizendo que era para o ônibus. Eu tinha esquecido completamente que aquele canalha tinha ficando com todo meu dinheiro..... e ..... como eu iria embora se ele não me desse pelo menos um trocadinho?

Agradeci, sentindo muita raiva de mim mesma por estar tão subserviente... mas o que eu poderia fazer? Caminhei por entre o jardim do carrasco até chegar ao portão, e finalmente pude me livrar daquele pústula, pelo menos naquele dia. Rumei até o ponto do ônibus, andando em posição bem ereta, para que minhas partes íntimas não ficassem expostas, e ainda assim deixava meus braços esticados segurando as apostilas para que elas pudessem me encobrir um pouco mais. No ônibus foi um sofrimento, pois muitos homens ficaram me encarando, mas por sorte consegui sentar e colocar as apostilas sobre meu colo.

O trajeto todo fui pensando na triste situação que me encontrava e por mais que eu tentasse achar uma saída, sempre concluía que não tinha o que fazer, ainda mais agora, que o desgraçado filmou tudo me registrando em poses humilhantes. Não podia nem contar para o meu namorado, pois eu sei que ele iria querer tirar satisfação com aquele maldito e com certeza ele não teria compaixão de mim.... iria me expor para todo mundo. Naquela altura eu já nem estava mais preocupada se os carinhas da escola ou do meu bairro me vissem nua em poses humilhantes, o que me deixava realmente amedrontada era a idéia de meu pai não suportar e acabar tendo um treco, ..... enfim.... não tinha saída..... teria que dar um jeito de entrar em casa sem que me vissem e ir ao banheiro me depilar.

Naquele meu primeiro dia de martírio, acabei conseguindo chegar ilesa na minha casa e entrei sem que ninguém me visse. Fui direto ao meu quarto e me pus a chorar durante muito tempo. Por mais que eu pensasse na situação, não encontrava saída, pois meu pai parecia ter piorado, já que ouvia minha mãe comentar que a pressão dele estava nas alturas. Tudo contribuía para que aquele monstro me tivesse em suas mãos. Assim que consegui me acalmar, levantei e fui tomar um longo banho e no chuveiro aproveitei para me depilar completamente. Ao ver minha vagina completamente depilada, tive uma sensação de voltar a ser uma menininha, era muito humilhante fazer isso a pedido aquele desgraçado. Jantei calada e todos me perguntavam se eu estava bem e eu disse que estava preocupada com as provas. Naquela noite nem dormi direito, pois fiquei remoendo cada momento da humilhação que havia passado e também ficava imaginando o que mais ele queria de mim.

Quando o dia amanheceu, levantei-me antes de todo mundo e fui para a escola. Todos os meus amigos repararam que eu estava com olheiras e fui inventando desculpas. Quando voltei para casa, minha mãe havia dito que meu pai tinha ido para o pronto-socorro para ver se conseguia abaixar a pressão e que eu devia me virar com o almoço. A primeira coisa que pensei é que definitivamente estava nas mãos daquele homem cruel. Evitei de ligar para o meu namorado pois não sabia o que dizer e tinha receio que ele me procurasse e percebesse o quanto eu estava perturbada.

A hora de voltar à casa do desgraçado estava chegando, meu coração parecia que ia pular pela boca, meu pavor era imenso. Peguei o ônibus maldito que me conduzia à masmorra e fui tão absorta em pensamentos que quando me dei conta já estava na hora de saltar da condução. Caminhei lentamente na esperança de retardar o máximo possível a minha chegada. Com as mãos tremulas, toquei o interfone. A porta se abriu sem que ele dissesse nada. Entrei, caminhei pelo jardim até chegar a porta de entrada. Respirei fundo e apenas empurrei a porta que estava entre-aberta.

-Entre Danielle, venha até aqui.

Ele estava ao fundo sentado diante de seu computador e isso me apavorava mais ainda. Fechei a porta e fui me aproximando lentamente. Quando cheguei perto, ele disse:

-Veja que maravilha as imagens que fiz de você ontem.

Ele foi clicando e passando foto por foto. As imagens eram muitíssimo mais vexatórias que as que meu namorado haviam feito. Ele fazia aquilo de propósito para me mostrar o quanto eu estava em suas mãos. Eu travei de boca aberta, horrorizada com aquilo e então ele concluiu com um largo sorriso:

-Imagine seus pais vendo isso ....seu irmão mais novo vendo a putinha da irmã dele assim... e seus amigos?..... consegue imaginar?

Minha vontade era xingar e sair correndo daquele lugar, mas eu tinha que ser forte e suportar, senão as conseqüências seriam muito piores. Apenas calei-me. Assim que mostrou tudo que queria, levantou-se, me puxou pelo pescoço e me forçou um longo beijo ao qual fui obrigada a corresponder. Ele percebeu que eu estava tremula e então me segurou firme pelos ombros e perguntou com voz firme e autoritária:

-Ontem eu te ordenei que você viesse completamente depilada do pescoço para baixo, você cumpriu minha ordem? Constrangida, abaixei minha cabeça e apenas acenei positivamente. Imediatamente ele puxou meu cabelo para trás e me deu um tapa forte no rosto dizendo:

-O que é isso, putinha? Perdeu a língua? Esqueceu do que te ensinei ontem? É para você dizer, de cabeça baixa, "Sim Meu Senhor".....está lembrada disso?

O tapa ardeu muito e antes que ele me punisse de novo, rapidamente desviei meu olhar para o chão, entre-abri minhas pernas e disse: -Sim, Meu Senhor.

-Muito bem, completou ele. -Agora quero que você vá até a sala de jantar, tire seu estido, aliás, tire tudo, mas tudo mesmo. Não quero ver brinquinho, pulseira, anelzinho, correntinha... nada... quero você completamente pelada, do jeito que você veio ao mundo.

De cabeça baixa, apenas disse: -Sim, Meu Senhor.

Ele continuou: -Depois de tirar tudo, deite-se peladinha sobre a mesa de vidro da sala de jantar, de barriga para cima, pernas abertas, braços afastadas do seu corpo e as mãos espalmadas sobre a mesa, olhando o teto e completamente imóvel.

-Sim, Meu Senhor.

-E espere o tempo que for preciso, pois daqui a pouco eu vou lá te examinar minuciosamente para ver se cumpriu direitinho a minha ordem de depilação. Abaixei minha cabeça, completamente constrangida e humilhada e mal pude balbuciar as palavras: -Sim, Meu Senhor.

Virei-me de costas para caminhar até a sala de jantar, foi quando ele me puxou mais uma vez pelo cabelo e estalou outro tapa ardido no meu rosto. SPLAATT.

-Quem lhe consentiu para sair da minha frente? Pensa que é só se virar e ir andando? Vamos, peça permissão. Beije minhas mãos e solicite ordem para sair....vamos...!!!

Eu senti tanto medo naquele instante que foi praticamente automático. Tomei-lhe sua mão direita, ajoelhei e beijei. Em seguida perguntei chorando, porém docilmente:

-O Senhor me permite sair para me despir?

-Sim, pode ir, mas não se esqueça que você está proibida de abrir a boca, a não ser para responder quando eu lhe perguntar algo. Eu me lembro bem que eu passava a sentir medo de tudo, morria de medo de fazer algo que o desagradasse. Pensava muito antes de fazer qualquer gesto. Levantei-me de cabeça baixa, virei-me devagar e caminhei para a sala de jantar.

No dia anterior eu não tinha conhecido aquele recinto. Era finamente decorado e havia uma mesa grande de vidro bisotê com 8 cadeiras. Enquanto comecei a tirar os brinquinhos, a pulseira e a correntinha, pensava no meu pai.

"Será que ele já estava melhor?".

Depois tirei o vestido, a sandalinha e coloquei todos os meus pertences sobre um buffet. Lembro-me dos detalhes. Havia um prato grande de cristal, onde depositei meu vestidinho dobrado e ao lado minhas sandalinha. Ainda sobre o vestido, coloquei todas as bijuterias que havia tirado do meu corpo. Estava completamente pelada e depilada. Apoiei meu pé direito sobre uma cadeira para tomar impulso e me deitar sobre a mesa. Fiz exatamente como ele havia ordenado. Deitei de barriga para cima, pernas abertas, braços afastados do corpo e espalmei minhas mãos sobre a mesa.

Ali estava eu. Completamente nua, aguardando meu algoz aparecer para examinar meu corpo. Cai aos prantos. Senti uma humilhação imensurável. Enquanto aguardava, fiquei pensando no que aconteceria se meus familiares e meus amigos vissem as tais fotos.

Ele me deixou muito tempo ali esperando. Aquela demora só servia para me deixar ansiosa e mais apavorada. A mesa de vidro era gelada, e como começou a chover muito lá fora (eu pude ouvir o vento e as trovoadas), a temperatura caiu rapidamente e eu passei a sentir muito frio. Meu corpo estava completamente arrepiado e eu sabia que não podia colocar nada sobre mim, pois quando ele entrasse queria me ver nua na posição ordenada. A espera me pareceu uma eternidade e eu pude contar o tempo porque havia um relógio de parede bem na minha frente. Eu comecei a chorar de frio e por não poder fazer absolutamente nada, a não ser esperar obediente. Passou-se aproximadamente 1 hora e 12 minutos até que finalmente ouvi seus passos se aproximando.

Assim que ele despontou na porta da sala de jantar e me viu nuazinha e humilhada, disse:

-Cara, que tesão!!! Puta que pariu, isso é demais! Que coisa mais linda peladinha me esperando. Meu pau está querendo explodir dentro de minha calça.

Naquele momento, eu me lembro muito bem, estava confusa em meus sentimentos, pois eu já não sabia se chorava da vergonha por estar nua sobre uma mesa de vidro, ou se chorava de medo, ou de frio. Quando ele aproximou-se mais perto de mim, pude observar de cantinho de olho, que ele havia se agasalhado do frio repentino, ostentando um casaco e uma calça jeans. Senti muita raiva por ele estar agasalhado e eu completamente nua sem poder abrir minha boca para reivindicar um mínimo de pudor.

Pude observar mais uma vez, que aquele desgraçado estava ajeitando uma câmara sobre um tripé para pegar os melhores ângulos do meu show de humilhação. Levou uns 5 minutos ajeitando a posição da filmadora e depois saiu novamente. Estava muito confusa mas o medo me fazia permanecer imóvel e em silêncio. Desta vez ele voltou rápido e segurando um copo de whisky com gelo numa mão e uma caneta hidrocor grossa na cor azul. Meus dentes trepidavam de frio, meu corpo todo nu escancaravam a olhos vistos o meu arrepio. Eu tinha esperança que ao me ver daquele jeito, teria compaixão e pelo menos permitisse me cobrir com alguma coisa.

Ao invés de me cobrir, ele simplesmente depositou seu copo de whisky com gelo, sobre a minha barriga, muito próximo a região pubiana. Eu soltei um gemido de frio. Um arrepio transitou por todo meu corpo e eu resignada agüentei calada sem reclamar, por medo de apanhar. Sem nenhuma piedade ele ainda disse:

-Ai de você se derrubar meu copo, aprenda ser uma excelente mesinha.

Eu fechei os olhos e contei até mil, estive prestes a xingá-lo, mas consegui me controlar e aceitei a imposição.

-Muito bem Danielle, abra mais as pernas e deixe sua boceta bem visível aos meus olhos e cuidado para não derrubar meu copo.

Ele se posicionou na ponta de mesa, próximo aos meus pés, enquanto eu fui me abrindo, até que ele disse que já estava bom. A quantidade de comentários indecorosos que ele fez foi enorme, eu tentei me concentrar em outra coisa para suportar a grande dosagem de humilhações verbais.

Eu pude observar de rabo de olho que ele ficava contemplando minha vagina lisinha e exposta durante um bom tempo, até que em dado momento ele quebrou o silêncio e disse:

-Bem Danielle, está na hora de começar o exame, vamos ver se você soube cumprir minhas ordens à risca. Ele começou acariciando meus pés e tornozelos, olhou detalhadamente cada dedinho e fazia questão de separá-los para me sentir mais exposta, se é que isso era possível. Depois com a caneta hidrocor começou a desenhar um círculo sobre cada um dos dez dedos dos pés. Fiquei curiosa, mas não perguntei nada, pois não tinha autorização para falar, porém ele mesmo justificou os riscos que estavam fazendo com a caneta.

-Sabe o que é isso, putinha? ... é porque você não cumpriu a ordem como devia..... veja.... você não tirou os pelinhos que tem em cima de cada dedinho. Eu não acreditei no que estava ouvindo. Ele não podia ser tão cruel assim. Os pelinhos dos dedinhos são praticamente imperceptíveis.

Depois de uns 10 minutos examinando meus pés, ele começou a deslizar sua mão sobre minhas pernas, começando do tornozelo e foi subindo até chegar na coxa. Seus dedos procuravam aspereza de uma depilação não muito perfeita. Nas duas pernas ele chegou a fazer uns 5 círculos, indicando pequenos pontos de pêlos, mas que não eram nem visíveis a olho nu, apenas era possível perceber deslizando os dedos. Eu comecei a chorar mais intensamente, pois temi por punições que poderiam advir deste exame.

Algumas vezes ele parava para dar um gole em seu copo de whisky e então tecia mais comentários a respeito do tesão que ele sentia em me ver assim. Houve momentos que eu chegava a tremer muito de frio e então, para me castigar mais ainda, tirava o copo da minha barriga e ficava encostando nos bicos dos meus seios para deixá-los durinhos e então ria muito por ver como eles ficavam enormes.

Voltando ao exame, acariciou muito meus seios e chegou a fazer círculos com a caneta, próximo aos mamilos dizendo que haviam penugens. Depois ficou acariciando, apalpando e apertando, me fazendo sentir dor nos biquinhos. Aproximou sua boca e ficou sugando durante um bom tempo, até que comentou:

-Como é gostoso chupar uns peitinhos bem durinhos de uma ninfetinha.

Ele deu o último gole em seu whisky e jogou o copo sobre meu vestido e então começou a deslizar sua mão direita sobre meu baixo ventre. Seus dedos procuravam com veemência algum traço de aspereza sobre meu corpo. Por qualquer coisa que ele achasse, desenhava um círculo a caneta. Eu confesso que estava completamente apavorada com os círculos que fazia a caneta sobre mim, pois era obvio que seria usado para me torturar de alguma forma. O meu pavor era tanto, que quando senti seus dedos descerem pela minha virilha a procura de algum rescaldo de aspereza, por iniciativa própria, me vi abrindo mais inhas pernas e empinando um pouco meu quadril para ficar mais exposta.

Imediatamente soltei um choro alto, pois percebi que eu mesma já estava me humilhando para ele..... por medo..... muito medo. Ele até soltou um gemido de tesão ao me ver tão submissa, mas mesmo assim, traçou alguns círculos sobre minhas duas virilhas, em reprovação à minha depilação local. Depois seus dedos começaram a deslizar sobre a região pubiana e foi quando ele começou a fazer vários círculos e em seguida fez um comentário e uma pergunta:

-Você é uma porca mesmo, chama isso de depilação? Você se depilou com o que? ... usou lâmina? Chorando e soluçando eu respondi:

-Sim, meu Senhor, me depilei com lâmina no banho.

-Sua burra, para depilação ficar perfeita tem que ser com cera quente. Nunca usou cera?

-Não Senhor, nunca usei cera meu Senhor, desculpa, me perdoa por favor, juro que vou melhorar da próxima vez, é que eu nunca me depilei assim.... e.... SLAPTT.... Um tapa forte nas minhas coxas me fez retrair as pernas e calar imediatamente.

-Chega de falar putinha, quem te deu ordem da falar tanto assim? Você nunca se depilou assim porque nunca encontrou um homem que sabe te pôr no seu lugar. Assim que o ardor foi passando, me recompus e voltei a posição de pernas abertas sobre a mesa e permaneci chorando baixinho e em silêncio, mostrando respeito enquanto ele falava.

-Eu exijo depilação perfeita para que você fique nua ao máximo diante de mim e sinta o quanto você é insignificante. E tem outra coisa, veja como eu sou bondoso em desperdiçar meu tempo te examinando e te ensinando como deve se depilar. Você devia me agradecer muito, putinha!!!

Aquilo era demais. Além de ficar nua, morrendo de frio, passando por humilhações inimagináveis, ele ainda se dizia bondoso por me ensinar. Uma revolta muito grande tomou conta de mim, fiquei vermelha e achei que fosse explodir. Só posso dizer uma coisa, o pavor faz a gente suportar situações que jamais eu pudesse admitir em outros tempos ou ocasiões, a tal ponto que saiu da minha boca o seguinte:

-Obrigada Senhor, por sua bondade com sua insignificante escrava.

Ele demonstrou satisfação com minhas palavras e continuou o exame. Seus dedos deslizavam pelos lábios de minha vagina. Ele contornava os lábios como se fossem pétalas de rosa. Eu lutava contra o instinto de retrair as pernas, pois ser tocada em minhas partes mais íntimas por um homem com idade para ser meu pai e desconhecido era intimidante demais. Senti muitos puxões e cutucões mas em nenhum momento fui fraca demonstrando qualquer vontade de fechar as pernas.

Creio que foi o lugar que ele levou mais tempo examinando e depois dirigiu seus dedos ao meu clitóris. Muitos comentários, carícias e apertões em meu clitóris, mas o tempo todo me mantive imóvel. Ele segurava e massageava meu grelinho usando três dedos (polegar, indicador e médio). Durante muito tempo ele ficou me bolinando. O que mais me irritava era ver o riso em seus lábios, pois indicavam o quanto ele estava gostando em me subjugar e humilhar. Longo tempo se passou me bolinando até que ele parou e ordenou:

-Ok, Danielle. Agora vire-se, fique de 4, encoste a testa sobre a mesa, mantenha suas mãos espalmadas também sobre a mesa, abra bem as pernas e deixe sua bundinha bem empinada para que eu possa examinar esse cuzinho delicioso.

Claro que aquilo era muito humilhante, mas naquela altura nem passava na minha cabeça em desobedece-lo, tamanho o medo que eu sentia. Simplesmente me virei e posicionei do jeito que me foi ordenado.

Ao me ver nua e exposta daquele jeito ultrajante, começou a dar gargalhadas enquanto passava a mão nas minhas coxas e na minha bundinha. Como eu o odiei naquele instante!!!

Mais alguns círculos foram traçados à caneta na parte de trás das minhas coxas enquanto tecia comentários para me apavorar mais ainda:

-Putinha porca! Veja quantos pelinhos aqui nas coxas, o que faço com você, heim? Ele sabia atingir o objetivo, pois cada vez que ele reprovava com palavras a minha depilação o sentimento de medo superava o da vergonha por estar naquela posição.

-Bem, deixe-me ver esse cuzinho agora. Naquele momento eu senti tanta raiva de mim mesma, porque quando me dei conta, eu estava empinando mais minha bundinha e procurando abrir mais ainda meu ânus para expor ao meu algoz. Num ritual de humilhação, ele colocou seu dedo médio sobre a parte de trás do meu pescoço, e começou a deslizar pela coluna até chegar no meu reguinho.

Senti ele dar uma cusparada sobre meu ânus e em seguida ficar brincando com seu dedo, fazendo pequenos círculos até começar a forçar a entrada. Eu soltei um pequeno grito e ele se divertiu muito. Felizmente naquele momento ele não chegou a enfiar todo o dedo, apenas o suficiente para testar minha submissão.

Depois de longo tempo brincando com os lábios da minha vagina e com meu ânus, ele parou e se retirou da sala de jantar. Sem saber o que ele iria fazer, não me atrevi a me mexer, ou seja, permaneci de 4 e bem imóvel, aliás, não tão imóvel assim, pois meu corpo tremia de frio.

Passou apenas uns dois minutos e ele retornou com uma câmara digital. Além da filmadora que ficou registrando todo meu constrangimento, agora ele também queria algumas fotos.

-Tire a testa da mesa e vire sua cabeça para cá, mas continue de 4, vamos!!! Quero bater várias fotos daqui de trás. Quero registrar numa única imagem, sua carinha de puta, sua buceta e seu cuzinho, mas antes enxugue as lágrimas e dê um largo sorriso, assim todos vão ver o quanto você gosta de ser cadela. Foi difícil enxugar as lágrimas, e ele não bateu as fotos enquanto eu não desse um belo sorriso. Estava muito claro a intenção dele. Com aquelas fotos e filmes que foi fazendo, ele me tinha cada vez mais sobre seu poder. Depois ele me fez virar novamente de frente e me obrigou a escancarar minhas partes íntimas para uma sequência infindável de fotos.

Quando se deu por satisfeito, ordenou-me a levantar e segui-lo até a sala de estar. Caminhei logo atrás dele, nuazinha e morrendo de frio. Ele sentou-se na poltrona e eu claro fiquei de pé diante dele, de cabeça baixa, mãos atrás do meu corpo e pernas abertas. O desgraçado ajeitou melhor seu casaco e comentou:

-Que frio hoje, heim?

Sem reclamar, apenas respondi:

-Sim Meu Senhor, está muito frio.

De rabo de olho pude observar o maldito sorriso que ele estampava em seu rosto. Era irritante demais vê-lo sorrindo, pois aquilo significava o quanto ele sentia prazer em me ver nua, envergonhada, sentindo medo e frio.

-Vá até a escrivaninha onde está o computador, pegue a vareta de madeira que está encostada ao lado próximo à janela e traga aqui.... vamos.... depressa!!!

Quando eu ia me virar, lembrei que tinha que pedir permissão e então de forma humilhante, me ajoelhei, beijei sua mão direita e de cabeça baixa, perguntei:

-Permite me retirar, Senhor?

Num gesto inesperado, ele colocou seu sapato na minha barriga e me empurrou para longe. Cai no chão assustada olhando para ele.

-Permissão concedida, vamos logo cadelinha.

Eu não tinha feito nada errado, percebi então que era apenas para me humilhar e testar minha subserviência. Levantei-me rapidamente e fui buscar a tal vareta de madeira. Ela tinha aproximadamente um metro de comprimento e era de formato cilíndrico com 1 cm de raio. Voltei correndo, entreguei a vareta em suas mãos e voltei a ficar de pé na frente dele.

A primeira coisa que ele fez, foi dar batidinhas entre minhas coxas para que eu abrisse mais ainda as pernas. Tudo que ele fazia era muito lento, pois ele gostava de apreciar ao máximo cada humilhação que me impunha. Ficou me encarando longo tempo, sem falar nada, apenas cutucando meu corpo com a ponta da vareta. Creio que fiquei ali de pé diante dele uns 20 minutos, completamente imóvel, me sujeitando aos cutucões com a vareta. Em dado momento ele começou a cutucar os lábios da minha vagina e chegava até a separá-los com a ponta da vareta.

Apesar do medo, eu já não chorava mais, pois acho que já havia secado todo meu estoque. Longo tempo se passou até que ele quebrou o silêncio.

-Veja só você!!! Quantos círculos eu fiz com a caneta em seu corpo...... deixa eu contar. Com a ponta da vareta ele foi cutucando cada lugar do meu corpo onde ele havia circundado de azul, denotando as falhas da minha depilação e ia contando em voz alta.

-35 círculos..... é um absurdo! O que eu faço com você, heim putinha? Me diz???.....o que eu faço com você?

Te dei uma ordem tão simples e você falhou. Voltei a chorar muito, pois temi pelo que ele pudesse fazer comigo. Pensei em me ajoelhar e pedir perdão e uma nova chance para me depilar melhor, mas se eu fizesse isso estaria descumprindo a sua ordem de não abrir minha boca sem sua permissão, e é claro que poderia ser pior ainda. Então, só me restava a ficar calada, chorar e aguardar sua decisão. Ele percebeu meu estado de pavor e naquela altura já sabia o quanto eu estava em suas mãos. Logo, resolveu me encurralar mais ainda:

-Eu serei muito bondoso contigo. Te darei duas opções e você é quem vai escolher. Completamente apavorada, respondi de cabeça baixa: -Obrigada Meu Senhor. Ele continuou: -A primeira opção é fazer você pagar pelo seu erro, mandando algumas fotos para o seu pessoal. Meu coração disparou, parecia que ia sair pela boca. O desespero foi tão grande que me ajoelhei, beijei sua mão e disse com a voz soluçando:

-Por favor Meu Senhor, isso não, eu imploro....meu pai não iria agüentar..... Eu fico com a segunda opção... Antes de completar minha frase ele disse:

-Mas eu nem te falei qual é a segunda opção, como você já está escolhendo?
-Eu aceito tudo menos que envie essas fotos....por favor Meu Senhor....por favor....

Aquele meu gesto de desespero fez ele perceber o quanto ele já tinha o domínio sobre mim e então continuou:

-A segunda opção é você apanhar 35 vezes, o número de círculos que tem em seu corpo. Apesar de nunca ter apanhado na minha vida, nem dos meus pais, pois sempre me educaram com palavras, eu acenava positivamente com minha cabeça enquanto ele falava. -Calma menina, não escolha ainda, pois não acabei.

Levantei-me de novo, ficando de pé na frente dele aguardando ele continuar: -Eu escolho com o que vou bater em você e também o lugar que eu quiser bater no seu corpo.....e tem mais...... Eu digo onde vou bater e você deve oferecer o lugar escolhido se expondo o máximo possível, sem se proteger e sem se coçar depois que eu bater. Caso eu perceba alguma retração no seu corpo antes de eu aplicar o castigo ou você coloque a mão no lugar onde eu te castiguei, vou simplesmente anular e terei que bater de novo, entendeu? Naquele instante eu perdi completamente o meu controle, comecei a chorar aos prantos. Creio que fiquei em estado de perturbação tão intensa que ele simplesmente me permitiu sair da posição. Após uns 5 minutos ele voltou a me chamar a minha triste realidade: -E aí, putinha? Escolheu qual opção?

Ele sabia muito bem que eu não tinha opção e por mais cruel e humilhante que fosse, eu teria que me submeterà surra.

Completamente tremula, respondi: -Escolho a segunda opção, Senhor. -Muito bem, menina..... sabia decisão, gostei de ver.

E então, ele riu muito!!!

-Vamos começar logo, pois estou ansioso, adoro bater.

Hummmm..... deixe-me ver, acho que vou começar com o chinelo de couro. Vá buscar o chinelo que está embaixo da minha cama, vai rápido, já está autorizada. Apavorada, eu sai rapidamente e até escorreguei, levando um tombo. Ele riu muito. Levantei-me e fui buscar o chinelo. Entreguei em suas mãos e ele percebeu o quanto eu estava tremendo.

-As 3 primeiras vou bater na parte de trás das tuas coxas, vamos....facilite. Eu me virei de costas, dobrei meu corpo para frente, coloquei minhas mãos sobre os joelhos, abri minhas pernas e me empinei para trás. Fechei os olhos e apertei os dentes com toda força para tentar suportar a dor que ele iria me impor. Ele se deleitava tanto com aquela situação, que ele adiava o máximo possível. Antes de bater, acariciava minhas coxas longamente. Eu estava aflita, não via a hora de começar para acabar logo, mas ele apreciava o suspense e o meu pavor.

-Cada batida eu quero que você conte em voz alta e agradeça por esse meu gesto de bondade em te ensinar. Lembre-se, se você se proteger ou coçar onde eu bater ou esquecer de contar ou esquecer de agradecer, eu anulo aquela batida e sou obrigado a te dar outra, até aprender a cumprir minhas ordens. Respirei fundo e fiquei aguardando a primeira batida. SLAAAPT.

A primeira foi na minha coxa esquerda, quase perto da minha bundinha. Eu vi estrelas!!! Lágrimas involuntárias saíram dos meus olhos. Senti uma vontade enorme de passar a mão no lugar da batida para tentar aliviar o ardor. Rangi os dentes com toda força até aliviar um pouco e então eu disse com a voz tremula e soluçando:

-UM. Obrigada Senhor, por me ensinar.

Ele explodiu: -Puta que pariu, que tesão enorme, meu pau está que não se agüenta dentro da calça. Sempre tive vontade de punir uma menina assim.... é demais. SLAAAPT.

A segunda foi na coxa direita. Meu corpo todo tremeu. Tive que me controlar muito para não cair no chão. A dor foi muito intensa e desta vez levei um pouco mais de tempo antes de agradecer.

-DOIS. Obrigada Senhor, por me ens.....

Nem cheguei a completar a frase e veio a terceira no mesmo lugar. SLAAAPT. Desta vez a dor foi tão intensa, talvez por ter sido no mesmo lugar, que num gesto incontrolável e involuntário eu tirei minha mão do joelho e esfreguei com força sobre minha coxa direita, tentando aliviar a dor insuportável que estava sentindo. Em reprovação imediata, ele disse:

-Lamentável. Você tem muito que aprender ainda. Essa não valeu, sou obrigado a bater de novo. Voltei a me posicionar com as mãos sobre os joelhos e cerrei os dentes com toda força que pude, aguardando novamente a terceira chinelada. SLAAAPT.

Doeu muito, mas acho que o lugar já estava até um pouco amortecido, pois consegui me controlar e dizer:

-TRÊS. Obrigada Senhor, por me ensinar.

Após a terceira chinelada, ele ficou passando a mão nas coxas e comentou: -Você não faz idéia como está vermelho. Fica lindo o contraste de seu corpinho branco com a marca rubra proporcionada pelo chinelo. Apalpou mais um pouco minhas partes íntimas e então continuou:

-Agora quero dar dois tapas na cara.

O meu pavor era tanto, que eu nem raciocinava mais, simplesmente obedecia. Virei-me de frente, ajeitei meus cabelos atrás da minha orelha e coloquei minhas mãos para trás em oferecimento de meu rosto. PAFFFT.

Eu não esperava tão rápido. Cai no chão aos prantos. Minha face direita estava em chamas. As lágrimas escorriam generosamente por minha face. Levantei-me rapidamente do chão e disse:

QUATRO. Obrigada Senhor, por me ensinar.

PAFFFT. Na outra face. Desta vez não cai, mas fui jogada para o lado esquerdo. Por muito pouco não cocei meu rosto.

-CINCO. Obrigada Senhor, por me ensinar.

O sorriso no rosto dele não me irritava mais, apenas aumentava o meu pavor, pois eu percebi o quanto ele gostava de me bater.

-Agora eu quero bater várias com a vareta de madeira na parte interna das tuas coxas, nas virilhas, na região pubiana e na tua buceta. Portanto, fique de frente para mim e de pernas bem abertas. Naquele momento eu tinha certeza que não iria suportar tanta dor e então passei a temer as possíveis retaliações. Antes de qualquer coisa, eu tinha que tentar ao máximo suportar a dor e a humilhação. Por falta de opção, me posicionei.

Fiquei de pé, cabeça baixa, mãos para trás, pernas bem abertas e ainda dobrei um pouco os joelhos para que minha anca ficasse empinada para frente, demonstrando assim meu gesto de submissão, numa tentativa de sensibiliza-lo e então bater com menos intensidade. Ele aprovou balançando a cabeça positivamente, mas mesmo assim exigiu mais de mim, ordenando:

-Linda pose, simplesmente extraordinária, mas posso aperfeiçoá-la mais ainda. Fique também nas pontinhas dos dedos dos pés e não abaixe eles sem minha permissão.

Quando eu achava que estava me humilhando ao máximo, ele conseguia superar com novas idéias. Minha sorte é que fiz ballet muitos anos da minha vida e tinha uma boa resistência para ficar na pontinha dos pés. Assim que minha pose estava concretizada da maneira como ele ordenou, começou a roçar a vareta em todo meu corpo para testar o meu equilíbrio e a minha submissão.

Depois de muito tempo deslizando a vareta por entre os lábios de minha vagina, num gesto abrupto e rápido, acertou com toda força, a parte interna da minha coxa esquerda. Eu soltei um uivo de dor. Fechei os olhos com toda força para suportar o ardor sem me mexer. Comecei a soluçar alto de forma incontrolável, mas mesmo assim eu disse:

-SEIS. Obrigada Senhor, por me ensinar.

Ele se afastou um pouco para me olhar melhor dos pés a cabeça e ficou saboreando a minha posição humilhante, completamente nua e aberta, na pontinha dos pés, chorando muito e mesmo assim me oferecendo para apanhar.

-Nossa, eu não estou agüentando mais, estou quase gozando, isso é demais, nesse momento, eu devo ser o homem mais invejado do planeta. Assim que acabou a frase, desabrochou em gargalhadas. Aproximou-se lentamente, posicionou-se ao meu lado e impondo a vareta de madeira no ar, desferiu uma sequência muito rápida de três seguidas, sem a mínima chance de me recuperar. A primeira acertou no baixo ventre, a segunda na virilha e a terceira os lábios de minha vagina.

Eu gritei descontroladamente de dor, apesar de continuar na posição imóvel. Os meus gritos divertiam muito ele, pois enquanto eu chorava alto ele ficou examinando com os dedos os vergalhões que a vareta deixaram no meu corpo. Assim que seus dedos examinaram minuciosamente os lugares em que apanhei, tremula eu consegui dizer com um esforço descomunal:

-SETE, OITO E NOVE. Obrigada Senhor, por me ensinar.

Assim que acabei de falar, ele me pegou pelos cabelos com tanta força que me tirou da posição, pois tinha que me equilibrar. Em seguida me deu uma cusparada na minha cara e disse:

-Sua putinha burra, seja mais criativa ao agradecer, só sabe falar a mesma coisa, já estou começando a ficar cansado disso, é melhor você melhorar senão...... Naquele instante eu só tinha uma certeza: ele sabia o quanto eu estava em suas mãos, pois os momentos de dor e de humilhação alcançavam patamares cada vez mais altos e eu me submetendo sem a mínima chance de encontrar uma saída.

O pavor que eu sentia era tão intenso que eu tomei a iniciativa de me humilhar mais ainda, na esperança de obter um pouco de alívio. Imediatamente me coloquei de 4 e comecei a beijar seus pés enquanto dizia:

-Senhor, estou aprendendo que não sou nada diante de meu Dono e que tenho muito a evoluir.

Aquele meu gesto trouxe resultado imediato, pois ele me permitiu que ficasse beijando seus pés ao invés de ter que levantar e continuar apanhando. Na verdade eu estava trocando momentaneamente humilhações por dor, porém, ele sempre conseguia se superar:

-Ótimo, muito bom cadelinha, estou gostando de ver, mas veja como meus sapatos estão sujos, lambe eles até ficarem limpinhos.

Senti muita repugnância e ânsia de vomito, mas mesmo assim me controlei e comecei a lamber toda superfície dos dois sapatos. Tudo que me importava naquele instante era adiar um pouco a surra. Em dado momento, ele deu umas batidinhas com o sapato na minha boca para me afastar e então disse:

-Eu vou me sentar na poltrona, não quero ficar de pé, quero assistir de camarote. Venha....continue limpando com a língua.

Me aproximei novamente e continuei a lamber cada pedacinho do sapato dele. De repente: VAAAPT. Senti uma varetada de surpresa atingir minha bundinha. Respirei fundo e disse:

-DEZ. Muito obrigada Senhor por me fazer sentir tanta dor, eu mereço cada castigo.

Ele demonstrou satisfação em minhas palavras de agradecimento e humilhação e então continuou:

-Muito bem, ninfetinha. Vejo que meus sapatos já estão bem limpinhos, ótimo trabalho, está começando a aprender, mas agora quero que você se sente sobre cada um deles e esfregue sua buceta com força para dar brilho. Era muita humilhação, mas o pavor era tanto, que obedeci quase que instantaneamente. Ele cruzou a perna esquerda sobre a direita, fazendo com que seu sapato esquerdo ficasse pendurado no alto.

Sempre de cabeça baixa, posicionei-me de joelhos e encaixei seu sapato entre minhas coxas. Abaixei meu quadril até encostar os lábios da minha buceta no couro do sapato e então comecei a roçar em atos contínuos de vai-e-vem. Creio que cheguei a fazer apenas uns 9 ou 10 vai-e-vem com minha buceta sobre seu sapato e então, ele explodiu:

-NOSSA, NÃO AGUENTO MAIS, ESTOU A PONTO DE GOZAR, ISSO É MARAVILHOSO..... OLHE PARA VOCE..... AAI.... É MUITO BOM.....

Num gesto desesperado, ele abriu o zíper de sua calça e expôs pela primeira vez seu membro. Eu não tinha muita referência para dizer sobre o tamanho, pois até então eu só tinha visto o do meu namorado, mas uma certeza eu tinha, era maior e mais grosso que o do meu namorado. Eu me lembro que fiquei muito constrangida e com nojo, e fiquei sem saber como agir. Rapidamente ele puxou minha cabeça na direção de seu membro e disse:

-Nunca senti meu pau tão duro assim, acho que seria capaz de quebrar uma pedra com ele. Veja o que você conseguiu, deveria ficar muito orgulhosa por dar prazer ao seu dono. Venha, não perca mais tempo, venha chupar, mostre como uma ninfetinha chupa. Eu sabia que qualquer gesto de repulsa poderia ser penalizada, e eu não queria mais sofrer tanto, então não me demorei, e comecei a lamber seu membro duro.

-Estou a ponto de gozar, não quero que você fique lambendo como uma puta, outra hora você faz isso, agora eu quero que você coloque toda sua boca nele e aperte bem os lábios para aumentar meu prazer.

Obediente, abri minha boca e procurei engolir todo seu membro. Apertei com meus lábios e fiquei deslizando minha boquinha num vai-e-vem, mas não foi por muito tempo.

Rapidamente senti seu membro duro pulsar dentro de minha boca parecendo que iria entrar em erupção. Apesar de ter tido apenas experiência de sexo oral com meu namorado, percebi que ele estava prestes a gozar. As poucas vezes que havia chupado para o meu namorado, ele sempre avisava quando estava a ponto de gozar, para que eu tirasse minha boca e continuasse com minhas mãos, mas eu suspeitava que ele não me permitiria fazer isso.

Minhas suspeitas se confirmaram em menos de 10 segundos, pois um pouco antes dele explodir em gozo, ele rugiu feito um animal e segurou minha cabeça pelos cabelos, me impossibilitando de tirar a boca. O primeiro jato me deu um tremendo susto e cheguei a dar um gritinho abafado, pois atingiu o fundo de minha garganta me fazendo engasgar. Eu não consegui me controlar e demonstrei cara de nojo e uma vontade enorme de tirar minha boca. Ele percebendo isso, gritou:

-VOCE VAI ENGOLIR ATÉ A ÚLTIMA GOTA DE PORRA, SENÃO SOU CAPAZ DE TE MATAR DE TANTA PORRADA.

Apavorada, continuei num vai-e-vem, enquanto seu membro expelia fartamente o produto de seu prazer dentro de minha boca. Procurei engolir aos poucos sem demonstrar nenhuma resistência, pois um pensamento que me veio naquela hora em minha cabeça me dava um certo alento. Eu pensava que após o gozo ele me daria um pouco de paz, pois meu namorado já havia me dito que um homem após gozar relaxa bastante.

Suguei até a última gota que saiu de seu membro e controlando minha ânsia, consegui engolir praticamente tudo. Finalmente ele afastou minha cabeça com suas mãos, guardou seu membro dentro da calça e fechou o zíper. O rosto dele demonstrava um prazer enorme e então disse:

-Você foi extraordinária! Está de parabéns! Essa foi a gozada mais maravilhosa da minha vida e como premio vou te perdoar as varetadas que ainda faltam. Senti um alívio tão grande, que saltaram lágrimas de meus olhos. Por iniciativa própria, me coloquei de 4, beijei seus pés e disse:

-Obrigada Meu Senhor por sua enorme bondade em perdoar essa sua escrava estúpida.

Em seguida me afastei um pouco, fiquei de joelhos de frente para ele, de cabeça baixa e mãos para trás, aguardando seu pronunciamento.

-Eu vou dormir um pouco enquanto você vai para a cozinha esquentar um pedaço de cera depilatória que eu deixei lá, e termine esse péssimo serviço que você fez em sua casa. Assim que terminar de se depilar, tome um banho e tire todos esses círculos de tinta até ficar bem limpinha e lisinha. Depois, vá novamente a cozinha e me prepare um café com leite bem quente, um pão com requeijão, um suco de laranja, e leve no meu quarto, trazendo tudo sobre a bandeja.

Obedeci cegamente cada instrução que ele havia me passado. Levei umas duas horas para concluir todas as tarefas e enquanto executava, pensava na minha família. Morrendo de frio, completamente pelada e depilada, peguei a bandeja e fui até o quarto onde ele estava dormindo. Eu sentia um pavor imenso de fazer alguma coisa errada e esse medo me fazia cada vez mais submissa. Entrei em silêncio em seu quarto e vi que ele não estava dormindo e sim vendo TV, deitado sobre sua cama. Como estava muito frio, ele estava trajando um pijama azul-marinho. Assim que me aproximei, ele sentou-se sobre a cama e ordenou-me colocar a bandeja sobre seu colo.

-Muito bem, agora fique de pé, de frente para mim e ao lado da televisão.

A televisão ficava sobre uma cômoda, e eu, obediente, fiquei ao lado da televisão, de frente para ele, cabeça baixa, mãos cruzadas atrás do meu corpo e de pernas abertas. Ele sentou-se na cama, encostando suas costas na cabeceira. Ajeitou a bandeja em seu colo e começou a comer e a ver a TV e a mim peladinha.

Meu queixo tremia de frio, meu corpo todo estava arrepiado, os bicos dos meus seios estavam muito duros devido o frio. Eu conseguia superar o frio e a vergonha devido o medo ser muito maior. Quando ele terminou de comer e beber, jogou tudo no chão e ordenou-me a recolher tudo, limpar o chão e depois voltar para a posição.

Assim eu fiz, pois me mexer e trabalhar, era muito melhor que ficar parada, já que amenizava um pouco o frio que eu sentia. Quando terminei, voltei a ficar de pé ao lado da TV. Ele assistia em silêncio, provavelmente se divertindo em me ver exposta daquela maneira. Fiquei muito tempo naquela posição e comecei a ficar muito preocupada com o tempo, pois percebi que estava começando a escurecer lá fora, procurei me manter calada e completamente imóvel demonstrando minha submissão.

Eu tinha que ir embora, senão meus pais me dariam uma bronca brava e fariam muitas perguntas, mas não tinha coragem de pedir para sair. Escutei o relógio da sala tocar 19h, fazia mais de uma hora que eu estava nuazinha e imóvel ao lado da TV. O frio estava ficando insuportável, comecei a tremer muito e nessa hora ele quebrou o silêncio e disse:

-Putinha, estou sentindo frio nos pés, pegue na segunda gaveta da cômoda uma meia e venha me agasalhar.

Eu senti um ódio mortal dele naquele instante, mas eu não tinha o que fazer a não ser obedecer. Peguei uma meia, me aproximei dele e comecei a colocá-la no pé direito. Num gesto repentino, ele me deu um empurrão muito forte com seu pé, e cai no chão já chorando sem saber o que fiz de errado.Num tom de voz ríspido ele falou:

-Cadela burra, seja mais gentil, procure me agradar, se humilhe para mim, faça algo que eu venha a gostar antes de simplesmente colocar as meias. De cabeça baixa apenas disse:

-Me perdoa Senhor, sou muito burra, mas vou aprendendo.

Voltei para a cama dele, fiz vários carinhos em seus pés com minhas mãos, encostei meus lábios dando beijos prolongados e também várias chupadas em cada dedinho de seus pés. Quando ele se deu por satisfeito estalou seus dedos e ordenou-me a vestir as meias em seus pés.

-Está ficando tarde e eu vou te liberar, mas antes eu quero ver você fazer uma coisa que eu sempre tive vontade de ver uma ninfetinha fazer.

-O que senhor? Perguntei, muito assustada.

-Primeiro quero que você acenda um cigarro para mim, está na mesinha lateral da sala.

Tremula de frio, pedi permissão para sair e fui até a sala buscar o cigarro, acendi e voltei com um cinzeiro também. Me aproximei da cama que ele estava sentado, ajoelhei-me, peguei suas mãos e dei um beijo molhado com meus lábios. Em seguida entreguei o cigarro e fiquei esperando ele continuar.

-Sabe o que eu quero, putinha? -Não meu Senhor.

-Quero que você fique de pé ali no cantinho do quarto, de frente para mim e me mostre como você se masturba. Instantaneamente senti meu rosto ficar vermelho. Isso era demais para mim. Masturbação é uma coisa muito íntima..... é humilhante demais ficar me masturbando para ele ver.

Fiquei travada no lugar e até cheguei a esquecer o frio. Ele percebeu o quanto isso me perturbava pela vergonha imensa que eu deixava transparecer, então ele insistiu:

-Faça bem gostoso e procure ficar bem exposta para seu dono.

Eu comecei a chorar das lágrimas cair, pensei em implorar, mas isso seria burrice. Eu tinha que ser forte afinal já tinha agüentado tantas coisas naquele dia e faltava tão pouco para ele me deixar ir embora. Respirei fundo, me levantei e caminhei até o cantinho do quarto que ele havia apontado. Era impossível conter o choro, mas ele não se importava com isso, desde que eu fosse bem obediente. Enquanto ele se ajeitava melhor na cama, eu me posicionei de frente para ele, abri bem as pernas, abaixei a cabeça (era até um grande alívio abaixar a cabeça, pois não agüentaria ficar vendo ele me olhando enquanto eu memasturbaria).

Com os dedos médios e indicador da minha mão direita aproximei do clitóris e comecei a massageá-lo lentamente. Ele começou a gargalhar sem parar e isso me deixava mais ainda humilhada.

-Isso é extraordinário..... que visão mais linda.... que tesão!!! Vamos não pare.... vamos...... nossaaaa. Não pare, continue que eu volto já. Ele levantou-se da cama, saiu do quarto e voltou em menos de 20 segundos. Ele trazia em suas mãos a maldita câmera filmadora.

-Isso merece um belo registro, não merece?

Eu continuei muda, mas me masturbando.

-Eu falei com você, sua cadela estúpida.....merece ou não merece um registro?
-Sim Senhor, merece sim.

Ele gargalhou muito, e então ajeitou a câmera para filmar.

-Tente ficar mais exposta, abra mais um pouco as pernas e empine o seu quadril para frente e mexa bem gostoso esses dedinhos no seu grelinho. Durante um tempo ele filmou quieto, até que resolveu aperfeiçoar.

-Agora, dobre um pouco os joelhos que seu quadril vem mais para frente e procure ficar também na pontinha dos dedos dos pés.....isso.... muito bem..... agora feche os olhos e sinta o que você esta fazendo para mim ......há há há há....

Naquele momento eu era um mistura de sentimentos diversos, mas de uma coisa eu tinha certeza, a vergonha era muito maior que o frio que eu sentia.

-Use a outra mão para acariciar seus peitinhos.....puxe os biquinhos...vamos.... quero ver...mostre como uma ninfetinha faz....há há há há.

De todos os momentos que já havia sofrido, sem dúvida nenhuma aquele superava a todos em tamanho de humilhação. Apesar de estar de olhos fechados, podia imaginar ele me vendo e filmando eu nuazinha, naquela posição vexatória e me masturbando para aquele monstro. Enquanto me masturbava, eu pensava o tempo todo nos meus amigos e nos meus familiares, pois eu não suportaria se eles um dia vissem as fotos e filmes que esse desgraçado estava produzindo de mim. Com certeza eu preferia morrer que suportar esse material nas mãos das pessoas conhecidas. Isso só me fazia ter cada vez uma única certeza:

EU ESTAVA COMPLETAMENTE NAS MÃOS DAQUELE CRÁPULA E ACEITAVA A MINHA ESCRAVIDÃO COMO A ÚNICA FORMA DE NÃO SER EXPOSTA PARA TODOS OS MEUS ENTES QUERIDOS.

Diante desta conclusão óbvia, continuei me masturbando e ouvindo suas besteiras durante meu ato de humilhação. Ele parecia ler meus pensamentos, pois exatamente naquele momento ele fez a seguinte observação:

-Se as fotos e filmes que eu tenho de você fossem enviadas para seus amigos e pais, tenho certeza que seria expulsa de casa, ou então você morreria de desgosto, junto com seu pai é claro....há há há há. Você não vai querer levar essa culpa para o resto de sua vida, não é mesmo?

-O Senhor sabe que não! Respondi secamente.

-Então aprenda a servir seu Dono cada vez melhor e eu te ensinarei muita coisa. -Sim Senhor.

Continuei roçando os dedos em meu clitóris, de cabeça baixa e olhos fechados. Depois de uns 10 ou 15 minutos ele disse:

-Pare um pouco e venha até aqui.

Cada vez que ele me chamava, ficava muito assustada, pois temia demais fazer alguma coisa errada sem querer. Me aproximei dele do lado direito de sua cama. Ele que assistia minha masturbação deitado, sentou-se na beira da cama com os pés no chão. Sem nenhuma palavra, me posicionei de pé diante dele, sempre de cabeça baixa, mãos atrás do meu corpo e pernas abertas. Em silêncio, ele ergueu sua mão direita e enfiou entre minhas coxas. Eu sabia que minha obrigação era abrir mais ainda minhas pernas para que minha buceta ficasse a sua inteira disposição. Seus dedos começaram a roçar nos lábios de minha buceta e então comentou:

-Você está um bom tempo se masturbando e está completamente seca.

-Desculpa Senhor, é que nunca fiz isso na frente de ninguém e estou muito envergonhada, não consigo relaxar.Essas minhas palavras parece que acendeu um tesão enorme nele, pois pude reparar que seu membro estava duríssimo dentro do pijama que vestia.

-Você só vai embora quando me apresentar essa bucetinha bem molhada, entendeu?

-Sim Senhor, entendi.

-Ótimo, volte para o canto e continue. Só pare quando estiver molhada.

Muito humilhada, voltei para o canto e continuei massageando meu clitóris. Eu tinha que ir embora, já era muito tarde. Procurei me acalmar e desviar meus pensamentos para que pudesse imaginar alguma situação que me deixasse excitada. Levei muito tempo até que consegui ir me soltando aos poucos. Pensei numa cena romântica com meu namorado e desta maneira fui ficando excitada até ficar molhada. Quando percebi que minha vagina expelia líquido de excitação, arrisquei a dizer:

-Posso me aproximar para que me examine, Senhor?

-Venha cadelinha.

Rapidamente sai do canto e fui até a beirada de sua cama. Abri bem as pernas e empinei meu quadril para frente para me expor bem e mostrar submissão. Seus dedos novamente deslizavam pelos lábios de minha vagina. Estava muito apreensiva e morrendo de medo dele achar que não estava a seu contento. O pavor me fazia mais submissa, então sem falar nada, tomei a iniciativa de colocar meu pé direito sobre a cama enquanto o esquerdo ficava no chão. Desta forma eu ficava mais aberta para o "maldito monstro".

Ele continuava em silêncio sem demonstrar se aprovou ou não meu gesto. Seus dedos agora entravam dentro de mim, deslizando pelo canal vaginal. Ele usava o dedo médio e o indicador para ficar mexendo dentro de mim. Seus dedos entravam e saiam várias vezes enquanto eu me equilibrava na posição. Finalmente ele quebrou o silêncio e me perguntou:

-Seu namorado te fode com camisinha?

-Sim Senhor. Acenando negativamente a cabeça, demonstrou que não admitia o uso da camisinha, e então concluiu:

-Trate de começar a tomar pílula, pois só vou te foder com meu pau pelado e gosto de gozar tudo dentro da mulher. Se você engravidar eu espalho as suas fotos e filmes para todo mundo ver, entendeu?

Chorando apavorada, eu apenas acenei positivamente com a cabeça. Ele tirou os dedos de dentro de mim, abaixou o seu pijama até o joelho e expôs novamente seu membro enorme.

-Sente de frente para mim e introduza-o todo dentro da sua buceta.... vamos.... quero te batizar com minha porra.

Obediente, sentei-me de frente para ele, e fui encaixando seu membro lentamente dentro de mim para não machucar. Num gesto impaciente ele pegou meus ombros e me pressionou para baixo. Seu membro deslizou inteiro dentro de mim e eu gemi de dor.

-Você me dá muito tesão, putinha. Agora mexa os quadris, vamos....

Obediente e sentindo dor, fui me mexendo para que seu membro duro entrasse e saísse de dentro de mim. Ele foi ficando cada vez mais ofegante, chupava e mordia meu pescoço e seios com certa violência.

-Como você é gostosa cadela!!! Não pare...mexa mais.... mais.... vamos.... seja mais rápida. QUE TESÃO.....!!!

Eu nunca tinha feito sexo daquela maneira selvagem. Minha única experiência era com meu namorado, onde eu ficava em baixo e ele em cima. O membro dele era grande e eu tinha a sensação que estava me arrombando. Eu sentia dor e também comecei sentir prazer, pois roçava meu clitóris enquanto seu membro entrava e saia de dentro de mim.

Comecei a gemer muito e isso aumentava ainda mais o tesão dele. Suas mãos fortes seguravam firmemente minha cintura e me forçava a aumentar o ritmo. Ele deu uma mordida dolorida no meu bico esquerdo e soltei um grito alto de muita dor. Ele não se agüentando mais, começou a dizer:

-VOU GOZAR, VOU GOZAR..... QUE PUTA MAIS GOSTOSA QUE VOCE É...... AAAIIIIAIIIIIIIII.

O seu gozo foi derramado todo dentro de mim. Eu continuava num gesto frenético de vai-e-vem até que ele mandou parar. Dando-se por satisfeito, ele me empurrou e cai de bunda no chão. Assustada, improvisei uma auto-humilhação. Me coloquei de 4 e beijando seus pés eu disse:

-Obrigada Senhor, por guardar seu leitinho dentro de mim. Ele sorriu e mandou que eu limpasse todo seu pau com minha boca antes de me deixar ir embora. Eu tinha muita pressa. Rapidamente limpei todo seu membro com minha língua até que ficasse satisfeito. Claro que quase vomitei de nojo, mas com muita ginástica consegui me segurar.

-Você foi razoável hoje, espero que melhore muito da próxima vez. -Sim Senhor.

Ele ajeitou-se dentro do pijama, levantou-se da cama e me pegando pelo braço, levou-me até a sala, próximo a porta de saída. Eu fiquei muito assustada, porque estava completamente pelada e imaginei que ele fosse me empurrar para a porta de saída sem minhas roupas. Apalpando meus seios ele disse:

- Dentro desta casa você não pode usar roupa, eu espalhei suas vestes no jardim da frente, quando você passar por essa porta pode se vestir. Meu coração disparou forte, pois apesar de haver muitas plantas e árvores no jardim da frente, poderia correr o risco de ser vista por alguém que passasse na calçada.

Ele abriu a porta, pegou-me pelo braço e puxou minha cabeça para que lhe desse um longo beijo na boca. Submissa, beijei-o lentamente, enquanto apalpava minha bundinha. Após uns 3 minutos me beijando, o "velho idiota" começou a me dizer:

-Sabe putinha, minhas férias terminam nessa 2a.feira, lamento muito não ter te pego no começo das minhas férias. Mas não faz mal, amanhã é sábado, você não tem aula e eu quero que você venha logo cedo e durma aqui, voltando só no domingo a noite. Um calafrio enorme dilacerou meu corpo inteiro. Fiquei sem palavras. Cheguei a levantar minha cabeça e quase olhei em sua direção, mas ele estava tão obcecado em continuar a falar que nem se importou com minha falha.

-Eu sei que você dorme as vezes na casa de uma amiga chamada Clarisse, já li isso em alguns emails seus, portanto, trate de planejar isso direitinho na casa de seus pais, pois eu a quero aqui no sábado e no domingo. Tenho muito que te adestrar e quero buscar a perfeição.

-...mas Senhor.....eu....eu....por favor...eu...

Ele pegou meus dois biquinhos com suas mãos e ficou apertando com toda força, enquanto me disse:

-Eu, o que? .....você está querendo dizer que não vai me obedecer? Completamente apavorada eu apenas consegui concluir:

-Virei logo cedo Senhor.

Ele sorriu e disse:

-Ótimo, chegue às 7h, entre em silêncio, vou deixar o portão aberto e a chave da porta de entrada estará embaixo do capacho. Faça um café bem caprichado e me leve na cama.

-Sim Senhor. Disse chorando.

-E tem mais uma coisa. Hoje a noite quero que você ligue para o viado do seu namorado e invente qualquer coisa para romper com ele, pois você me pertence e somente eu posso decidir quem vai te foder.

Naquela altura dos acontecimentos, eu já nem me importava mais com meu namorado. Estava assustada demais para manter meu relacionamento com ele.

-E lembre-se, amanhã cedo quando chegar aqui, tire suas roupas lá fora e entre pelada..... é um desrespeito muito grande estar vestida diante de seu proprietário. Chorando, apenas me restringi a um simples "Sim Senhor".

Num gesto repentino, ele me pegou pelo braço e me empurrou para fora da casa dele e trancou a porta.

Desesperada, comecei a procurar e pegar toda minha roupa espalhada sobre o jardim. A roupa estava molhada, pois havia chovido muito ao longo daquela fatídica tarde. Ficava olhando para o portão da frente com medo que alguém passasse e me visse nua. As vezes eu tinha que me agachar atrás de algum arbusto ou de uma árvore. De repente, comecei a ouvir uma risada alta e fiquei apavorada. Era o desgraçado que estava olhando pela janela e assistindo meu desespero.

Depois de alguns minutos de muita agitação e diversão para o "monstro", consegui recolher tudo e me vestir. Abri o portão grande da frente e fui embora para o ponto de ônibus. Chorei todo o caminho sem conseguir disfarçar. Só pensava numa maneira de me ver livre daquele maldito, mas por mais que eu pensasse, não achava saída. Só me restava madrugar no sábado e inventar uma bela desculpa em casa para poder continuar a me submeter ao "velho maldito".

Eu sabia que o futuro me reservava coisas mais terríveis, pois o "cretino" demonstrava ser cada vez mais cruel e impiedoso.....e o pior de tudo, ELE SABIA QUE EU ESTAVA COMPLETAMENTE EM SUAS MÃOS...... À SUA MERCÊ.

Por mais que eu tentasse imaginar o que estava por vir, não cheguei nem perto do que de fato ocorreu comigo..... ...por hoje não consigo mais escrever, chorei muito ao recordar tudo isso, mas pretendo ir até o fim.... preciso contar tudo que se passou comigo, pois só assim servirá de alerta para as meninas (para que não sejam ingênuas, como eu fui) .....e esse é o único propósito que tenho em continuar a relatar detalhadamente todo o meu tormento.

Vou parar por uns dias,.... mas se você quiser a continuação, solicite através do meu email a PARTE 4 (espero conseguir continuar escrevendo).

Muito obrigada pela atenção e carinho que muitos demonstraram ter comigo.... isso me fortaleceu muito, pois só posso contar com meus amigos virtuais (por motivos óbvios).