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Seção C O N T O S
Diamante negro. |
Passamos meses conversando pelo computador. Pouco a pouco fomos nos descobrindo, cada vez mais nos soltando. No começo, era uma baunilhice pura. Chegava até a dar nojo, mas era virtual e fui percebendo que poderia fazer daquela mulher uma cadela, uma puta. Isso se tivesse calma, mas nunca pensei que ela teria o enorme potencial que vi depois. Ela foi se tornando uma escrava, uma submissa, educada por mim desde o início, literalmente adestrada como meu bichinho de estimação para fazer o que eu tivesse vontade, na hora em que eu quisesse, mas isso conto mais tarde. Vamos à descoberta da cadela, da puta nos primórdios desta aventura sexual. Tudo começou, como citei anteriormente, com amenidades, bem baunilha, papo cabeça, estudos, família, amigos, livros, música e etc. Eu já estava cansado dessas conversas e comecei a introduzir coisas mais pessoais, sexualmente falando. Perguntei como ela era na cama, ela se fez de desentendida e me disse:
Opa , quando ela falou assim, comecei a vê-la de uma forma ainda melhor... mas fiquei na minha, dando corda e provocando-a para que soltasse a puta escondida atrás da baunilha... Resolvi perguntar em qual posição ela mais gostava de ser comida.
Ao acordar, a primeira coisa que me veio a cabeça foi passar em uma sex-shop para comprar alguns itens que poderia usar com ela virtualmente e, também, para saber até onde ela iria. Quando entrei na sex-shop fui logo dando jeito de pegar um plug anal e um vibrador. Passei em uma pet shop e comprei uma coleira. Fui ao mercado e comprei uma dúzia de prendedores e na farmácia comprei um tubo de KY (gel lubrificante). Despachei tudo pelo correio, dentro de uma caixa, e enviei para cadela os presentes que deveriam chegar em uns dois dias em sua casa. Chegando em casa olhei em meus arquivos do computador e enviei para ela um conto erótico BDSM, na esperança que ela já entrasse no clima da sacanagem e, ao mesmo , soubesse o que eu pretendia. Escolhi o conto a dedo, algo excitante e não muito pesado. À noite nos encontramos em uma sala de bate-papo como tínhamos combinado.
Daí trocamos telefone, batemos um papo mais sério sobre o assunto e fui dormir. Quando acordei, relembrei a noite passada e fui tocar a vida, trabalho, etc., esperando a noite chegar. Naquela noite ela não apareceu e eu fiquei furioso com aquela cadela insolente. Eu esbravejava, xingava, batia com os pés no chão e esperava, esperava, ficando cava cada vez mais nervoso, pensando que se ela fosse minha escrava de verdade, na vida real, iria ser muito bem castigada por este desaforo de me fazer esperar daquela forma. Desliguei o micro e fiquei na sala tomando um vinho bordo maravilhoso, que naquela noite estava com um gosto diferente, devido minha inquietação. Tomei toda a garrafa antes de ir para cama. Acordei com um mau humor terrível, fui trabalhar daquele jeito. No final da tarde fui para casa mais cedo pois estava meio inquieto. Tomei um banho e fui para frente do computador procurar aquela puta. Por incrível que pareça ela estava lá e a minha vontade era de xinga-la muito, mas sabia que a assustaria e daí nunca poderia castiga-la da forma como desejava. Dei oi e perguntei o que tinha acontecido na noite passada.
Desliguei o computador com uma louca vontade de ficar mais com ela, mas ela precisava aprender que tudo que eu mandasse ela teria que obedecer. De certa forma foi um castigo, já que eu não poderia dar outro, privei- a da minha companhia. Logo depois ela telefonou e eu ordenei que pegasse o plug anal ,colocasse no rabo com bastante KY, para doer menos. Assim, vai deixando o rabinho como de uma puta, pois logo, logo quero que já esteja com todo no rabo. E dizendo-lhe. não me ligue mais hoje, desliguei o telefone na cara dela. Fui para o banho e me masturbei duas vezes, antes de ir deitar pois a noite passada havia dormido pouco. Acordei bem melhor que na manhã anterior, e à noite, nos encontramos novamente. Assim foi durante duas semanas. Minha vontade de encontra-la no mundo real estava cada vez maior. Como morava em uma cidade vizinha , e tinha melhorado muito durante a semana, resolvi marcar com ela o esperado encontro. Um pouco nervosa ao telefone, pensou dois minutos, mas topou. Disse para ela pensar bem no assunto e me respondesse no outro dia. Se confirmasse, teria de assinar um contrato, concordando com as seguintes exigências:
Se concordar, ligue - me e combinamos o dia e a hora. Dali em diante, tudo poderia acontecer, ela poderia mudar de idéia ou aceitar. Três dias depois ela me ligou dizendo que estava assustada, mas concordava, que era tarde demais para para mudar de idéia, que já estava muito envolvida com esta historia e que iria até o fim. Não nego a felicidade que fiquei, combinei tudo com a minha puta e, no outro dia, fui ao seu encontro. Nem fui trabalhar para ter mais tempo para judiar bastante dela e me divertir com minha mais nova escrava, que seria, para mim, a mais bela das cachorras, a mais puta, a mais obediente que já tive, pois esta eu tinha moldado da forma que eu queria. Faltava saber se de fato ela era tudo que eu estava pensando, uma putinha obediente, cadela, bem resistente a dor, perfeita para brincar. Marquei com ela em um café no centro para quebrar o gelo e deixar ela se soltar um pouco. Trinta minutos antes do horário marcado eu estava lá, à espera da minha escrava. Passado os 30 minutos esperei mais 20 minutos e já estava pensando que ela não viria mais quando apareceu, linda. Olhei bem para ela e ela baixou os olhos, segurei - lhe o queixo, levantei a cabeça dela e a convidei a sentar. Papo daqui e dali, logo a convidei para sairmos. Ela topou e seguimos em frente. Já no carro, disse-lhe que iríamos a um motel que eu conhecia, pois lá tinha tudo para o BDSM. Havia ganchos nas paredes e em volta da cama tinha uma barra fina de ferro, entre outras coisas. No porta malas eu estava levando alguns brinquedinhos par usar nela. Quando chegamos, antes de entrar chamei sua atenção: pode voltar, se quiser. E ela perguntou,:
Envolvi o pescoço dela com uma bela coleira, larga, de couro, com meu nome gravado em dourado, uma bela guia e ela entrou no quarto como uma verdadeira cadelinha que era. Deixei minha bolsa de viagem no sofá, sentei, e olhando - a ali, de joelhos, no chão, falei: A cada numero que ela contava eu dava um tapa logo em seguida. Comecei bem de leve , aumentado aos poucos a força e a bunda maravilhosa foi ficando vermelha com a marca dos meus dedos, esquentando cada vez mais. No 20º tapa, que já estava bem forte, ela estava gritando e gemendo. Depois de bater, passei as mãos na sua bunda que estava quente e vermelha, bem marcada. Eu a deitei no chão de bunda para cima e mandei que ficasse quietinha ali no cantinho, liguei a TV, abri uma garrafa de vinho bordo, servi uma taça para mim, acendi um cigarro e sentei na ponta da cama, com os pés em cima da vadia, usando suas costas bem desenhadas como meu cinzeiro, e ali fiquei por uns 10 minutos. Apaguei o cigarro, não apaguei nela, é claro...mas deu vontade. Mandei que se sentasse no chão, desamarrasse meu sapato e tirasse minhas meias, logo em seguida, que fosse tomar um banho e ao terminar me chamasse, antes de sair do banheiro. Terminado o banho ela falou: Fui até a porta do banheiro e falei para ela vir em minha direção de joelhos. Quando ela estava perto, mandei que parasse, tirei a pica para fora e urinei nela, do pescoço para baixo. Ela fez uma cara de nojo, no começo, mas começou a gostar. Terminei de urinar na minha privada humana e pegando-a pelos cabelos fiz com que olhasse bem para os meus olhos, ordenando-lhe que tomasse outro banho porque estava suja demais, mas desta vez banho frio, nada de mordomia. Ela, muito obediente, foi tomar seu banho frio e eu, deitado na cama. Quando terminou o banho me chamou. Ela sentou e eu me deitei. Mandei que massageasse meus pés. Ela, prontamente, largou a garrafa de vinho e começou, por sinal tinha mãos boas para isto. Massagem concluída, quis que ela tirasse minhas calças, cueca e camisa, e resolvi ver se ela sabia chupar uma pica, no que se mostrou terrível. Parecia uma guiriazinha com um picolé, mas ela iria aprender a fazer garganta profunda em breve, pois aquilo ali não era uma boa chupada. Levantei e coloquei nela uma venda bem escura que não dava para ver nada pois era um óculos de natação pintado de preto. Levei a cadela até a parede, perto dos ganchos e a amarrei com os braços bem abertos e as pernas bem arregaçada, deixando - a ali por uns minutos. Peguei um chicote bem largo que tenho e comecei a bater na parede, perto do rosto dela e entre as pernas, sem encostar na vagabunda, só para assusta-la e ela começou a dar cada pulo de susto, lindos, e já estava bem apavorada quando peguei uma vara de bambu e bati nas costa dela, bem em cima, e comecei a descer, mas estava batendo relativamente fraco. Bati das costas até a batata da perna. Ela começou a chorar e eu a dar gargalhadas. Ela tremia assustada. Tirei a venda para ver as lagrimas, e estava linda aquela lagrima preta escorrendo pois ela estava com uma sombra de um lápis preto nos olhos que ficou divino. Mal podia me olhar nos olhos. de medo. Para acalma-la fiz uns carinhos, sem desamarra - la e quando já estava mais calma, com as pernas moles, e o corpo com vários vergões vermelhos, comecei a excita-la, tocando e alisando com meus dedos sua xotonha, no grelinho, apertando os seios e foi onde vi que ela ficou mais solta. Aproveitei para pegar uns prendedores e coloquei um em cada bico dos seios enquanto a masturbava. Ela começou a gemer, se retorcer feito uma puta, uma cadela no cio. Quando estava quase gozando eu parava e depois continuava. Notei que, apesar de sentir dor nos seios, ela agüentava bem e estava com medo de pedir para tirar e para confirmar, perguntei se ela queria tirar os prendedores do seios. Ela respondeu: Desamarei a cadela e fiz com que se deitasse na cama. Amarrei novamente suas pernas e braços bem abertos, coloquei a venda e fui pegar outra taça de vinho. Quando voltei ,ela movia a cabeça impaciente, sem saber o que eu estava fazendo. Sentei me a seu lado, na cama, e derramei um pouco de vinho por cima dela, perto dos peitos, chupei bem e fui descendo, chupando a puta cada vez mais Quando cheguei na xota dela, vi que estava ensopada e comecei a passar a língua nos lábios vaginais, depois no grelinho... Chupei o grelinho dela feito um louco e colocava a língua para dentro e para fora, enquanto ela se retorcia toda. Disse para ela: E a puta gozou. Sabia que ela não agüentaria muito tempo mesmo, mas era um desafio para ela e ela até que agüentou bem, ainda mais por ser a primeira vez. Então a castiguei, se é que se pode chamar de castigo... Tirei os prendedores do seio e falei: Ela, apavorada, foi dizendo: Fui até minha bolsa de viagem, peguei um vibrador que não era pequeno e o coloquei na buceta dela. Pus um prendedor em cada lábio vaginal e liguei o vibrador. Ela começou a gemer com uma mistura de prazer e de dor e eu, para amenizar, fiquei beijando a boca dela e chupando e mordendo seus seios e a liberei para gozar quando ela sentisse vontade. Fiquei com o dedo no grelinho dela e ela enlouquecida na minha frente, amarrada, vendada, com um vibrador na xota, prendedores na buceta, uma cena linda que não me sai da cabeça até hoje e foi eu tirar os prendedores da bucetinha dela para ela gozar feito uma louca. Gritou, gemeu, soltou a puta que estava guardada dentro dela, gritava como uma cadela perdendo o cabaço, como sua respiração estava muito acelerada, seu abdômen subia e descia, sua boca não parava de sussurrar e de expor seu tesão. Neste momento desamarrei a cadela e a deixei lá, descansando um pouquinho pois estava no bagaço...fui para o sofá e ela continuou deitada na cama. Uns minutos mais tarde voltei e ordenei-lhe um banho frio novamente. Quando voltou, eu estava estralando para dar uma gozada e coloquei a cadela na cama, de quatro. Em pé, mandei que ela encostasse o peito na cama e ficasse com aquele rabo bem para cima. Peguei um tubo de ky, lubrifiquei bem o rabo dela e coloquei um plug anal na vadia, vi que já estava acostumada pois tinha enviado um para ela igual, e quando ela estava plugada , peguei uma camisinha e comecei a comer a bucetinha dela, dando umas estocadas la no fundo, para doer mesmo, ela gritava dizendo dói... E eu falando: é para doer mesmo , quem manda nesta buceta? Comecei a dar tapas na bunda dela e enfiar cada vez mais fundo e ela gostando e rebolando na minha pica. Estava autorizada a gozar quando quisesse, mas tinha que me avisar antes. Com uma das mãos puxava seu cabelo, com a outra dava tapas na bunda da ordinária. E ela gozou mais uma vez, e eu, no embalo com aquela gritaria e gemidos, estava me segurando para não gozar... Na hora pedi para ela sentar na cama e chupar meu pau com o plug enfiado no rabo e nem precisou muito, meia dúzia de chupadas, e gozei na boca dela. Foi uma loucura... Eu estava com muito tesão e escorreu boca afora minha porra, e ela enlouquecida, toda descabelada, com a boca cheia de porra, os olhos manchados a buceta toda melada, resumindo, a puta estava em frangalhos... Ficamos deitados na cama por uns 20 ou 30 minutos conversando e fomos para o banho. Estávamos necessitados de um. No banheiro tirei o plug da safada e mandei que me desse banho. Foi um banho muito gostoso. Voltei para a cama e para o delicioso vinho e deixei ela tomar um banho quente. Na saída do banho, ela de pé na frente da cama, mandei que abrisse bem as pernas e colocasse as mãos na cama, peguei meu chicote de couro branco e dei uns 6 relhaços em sua bunda. Em seguida, peguei uma tigela destas de cachorro que eu tinha e servi uma cerveja para ela tomar no chão. Enquanto ela tomava a cerveja, eu separava minhas cordas para fazer um belo enfeite nos seios dela. Quando a vaca terminou a cerveja , separei um seio do outro com as cordas e fui decorando a vadia com minhas cordas. Apertei bem os seios dela com as cordas e eles foram mudando de cor, rosado , vermelho e roxo, lindo, perfeito, os biquinhos durinhos saltados para frente me olhando e é lógico prendedores neles... Este doeu, ela deu até um gritinho. Eu a coloquei sentada no sofá, peguei minhas velas, acendi uma e ela arregalou os olhos. Falei para ela: Deitando-a no sofá, comecei a derramar uns pingos nos seios , na barriguinha , nas pernas...Brinquei bastante e ela ficou linda com as cordas e os pingos de vela. Tirei os prendedores pois vi que estavam machucando muito e dei uns tapas na cara dela só porque não gostei da forma que ela me olhou...Mandei a puta pegar na cama o ky e por, ela mesma, no rabo e se preparar para levar pica no rabinho. Ela veio, parou na minha frente e colocou bastante ky no rabo. Sentei - me em uma cadeira que tinha no quarto, uma bela cadeira de madeira, mandei que sentasse na minha pica e ela, bem obediente, com o rabo preparado, sentou - se e foi deslizando meu caralho para dentro dela como se fosse uma luva entrando em uma mão. Começou bem devagar e foi acelerando o ritmo...Subia e descia como uma vadia, aproveitei para dar uns tapas na bunda dela, apertar os seios dela e morder aquelas costas e ela gemia e gritava... Levantei da cadeira e encostei a puta na parede e como o seu rabo, de pé, estava delicioso, eu sussurrava palavras sujas no ouvido dela e ela pedia, me enraba, senhor come este cuzinho, é seu, come, rasga ele , me deixa sem poder sentar...Foi demais. Fui com ela de volta para cama e continuei enfiando no rabo da puta até gozar. Depois disso, eu a peguei e pedi seus pés e com um chinelo daqueles de motel, surrei os pés da vadia deixando-os bem vermelhos. Só aí, pedi que ela me servisse outra taça de vinho...ela saiu que mal encostava os pés no chão de dor...tomei a ultima taça de vinho e deitamos para dormirmos um pouco pois a tarde já tinha acabado e estávamos exaustos. Ela ficou aos meus pés para dormir, na verdade, foi um cochilo de uma hora e meia, aproximadamente. Acordei e ela estava olhando as marcas das cordas e os pontinhos vermelhos das velas , encantada. Fiz uns carinhos nela, perguntei se havia gostado , ela falou que tinha adorado, que ficou muito assustada mas valeu a pena, que tinha nascido para servir, para ser cadela e puta de alguém. Disse que sim. Saímos do motel e fomos a uma lanchonete para comermos alguma coisa e ali ela estava liberada para ser ela mesma, desde que não me faltasse com respeito e continuasse a me servir. Larguei a piranha na estacionamento em que estava seu carro e voltei para minha casa feliz da vida. Tinha sido muito melhor do que o esperado, ela agüentou muito mais do que eu poderia sequer imaginar, fez tudo que mandei, não me falou não para nada, mesmo sentindo vontade, eu estava realizado. Tinha uma bela e boa escrava que ainda teria muito a aprender, mas que já tinha começado maravilhosamente bem, que valeu cada segundo com ela na net porque ela, de fato, fazia em casa tudo o que eu mandava, caso contrario, jamais agüentaria tudo que agüentou, em uma primeira vez. Dali em diante começamos a sair diversas vezes e cada encontro era melhor que o outro. Estamos juntos até hoje . É claro, ela não é a única escrava que tenho, mas é minha relíquia, que ela nunca ouça isto... Quem sabe conto para os amigos e amigas, em um próximo conto, o que foi acontecendo a cada sessão. Acho que vale a pena contar...e vivas ao BDSM. Diamante Negro 16/05/04
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