Seção C O N T O S

Diamante negro.
Do virtual para vida real.


Do virtual para vida real

Passamos meses conversando pelo computador. Pouco a pouco fomos nos descobrindo, cada vez mais nos soltando. No começo, era uma baunilhice pura. Chegava até a dar nojo, mas era virtual e fui percebendo que poderia fazer daquela mulher uma cadela, uma puta. Isso se tivesse calma, mas nunca pensei que ela teria o enorme potencial que vi depois. Ela foi se tornando uma escrava, uma submissa, educada por mim desde o início, literalmente adestrada como meu bichinho de estimação para fazer o que eu tivesse vontade, na hora em que eu quisesse, mas isso conto mais tarde. Vamos à descoberta da cadela, da puta nos primórdios desta aventura sexual.

Tudo começou, como citei anteriormente, com amenidades, bem baunilha, papo cabeça, estudos, família, amigos, livros, música e etc. Eu já estava cansado dessas conversas e comecei a introduzir coisas mais pessoais, sexualmente falando.

Perguntei como ela era na cama, ela se fez de desentendida e me disse:
  • como assim, na cama?
  • Quero saber como você é, se você grita muito, geme, arranha, morde, ou é mais quietinha, calada...?
  • Ai! que pergunta é esta? você esta me deixando com vergonha...
  • Minha intenção não é esta e sim a de saber um pouco mais sobre você. Acho que você não tem motivo de se sentir envergonhada de falar sobre as coisas que você sente e gosta, você não acha?
  • É...Vendo desta forma, não. Vou tentar contar para você, apesar da vergonha.....rsss, na verdade sou bem fiasquenta, e tenho vergonha disto....
  • Vergonha porque? Isto é lindo.
  • Meu ex-namorado detestava e dizia que eu era uma ridícula por fazer tanto esparro...
  • Ridículo era e é ele, que absurdo! É lindo ouvir uma mulher gemendo, gritando, se soltando de verdade, se entregando para o seu parceiro....
  • Eu também pensava assim, mais tive de mudar para não perder meu namorado e acabei perdendo da mesma forma....
  • Acho que você saiu ganhando.... ficar amarrada a um homem que não deixa você expor seus desejos é ridículo....
  • É...Você tem razão, mas eu gostava dele e de certa forma gostava de fazer suas vontades....

Opa , quando ela falou assim, comecei a vê-la de uma forma ainda melhor... mas fiquei na minha, dando corda e provocando-a para que soltasse a puta escondida atrás da baunilha... Resolvi perguntar em qual posição ela mais gostava de ser comida.

  • Eu gosto de quase todas, mas a que eu mais gosto é de quatro......
  • E por que você tem preferência por esta?
  • Porque meu homem pode me pegar bem forte na cintura e puxar meus cabelos de vez em quando...
  • Menina, você é fantástica. Só falta me dizer que gosta de ouvir palavras sujas?
  • Adoro...
  • Você vai me desculpar, mas você é uma cadelinha mesmo
  • Obrigada pelo elogio, sou mesmo... nem acredito que falei isto para você, mas quando você me chamou de cadela perdi um pouco o controle...
  • Mas que é isto? Comigo você pode ser bem descontrolada porque quando chegar a hora eu controlo você do meu jeito...
  • E qual é o seu jeito?
  • O único jeito com o qual uma cadela deve ser tratada, com uns tapas, uma bela coleira e um bom castigo...
  • Sempre tive a fantasia de usar uma coleira e me sentir uma cadela de verdade, um bichinho...Ainda mais com uns tapinhas, deve ser delicioso. Você já fez isto com alguém?
  • Já, mais de uma vez, e outras coisinhas a mais que você iria gostar....
  • Como o que ?
  • Cordas, prendedores, velas, chicotes, palmadas na bunda, cinta e etc. Tem muitas brincadeiras legais que você gostaria de brincar, tenho quase certeza.
  • Podemos ver, sou muito curiosa e não custaria nada tentar...

  • Ok, envie-me seu endereço por e-mail para eu mandar uns brinquedinhos para que possamos brincar...
  • Sim, mando para você mais tarde. Agora tenho que ir, até mais, beijos.
  • Tudo bem minha cadelinha, falamos amanhã.
  • Daí em diante fiquei com aquela cadela na cabeça, pensando o que poderia fazer para fisga-la de vez. Mais tarde olhei meus e-mails e lá estava o endereço dela. Não era muito longe. Anotei tudo e fui dormir.

Ao acordar, a primeira coisa que me veio a cabeça foi passar em uma sex-shop para comprar alguns itens que poderia usar com ela virtualmente e, também, para saber até onde ela iria. Quando entrei na sex-shop fui logo dando jeito de pegar um plug anal e um vibrador. Passei em uma pet shop e comprei uma coleira. Fui ao mercado e comprei uma dúzia de prendedores e na farmácia comprei um tubo de KY (gel lubrificante). Despachei tudo pelo correio, dentro de uma caixa, e enviei para cadela os presentes que deveriam chegar em uns dois dias em sua casa. Chegando em casa olhei em meus arquivos do computador e enviei para ela um conto erótico BDSM, na esperança que ela já entrasse no clima da sacanagem e, ao mesmo , soubesse o que eu pretendia. Escolhi o conto a dedo, algo excitante e não muito pesado. À noite nos encontramos em uma sala de bate-papo como tínhamos combinado.

  • Oi, cadelinha... Como você está ?
  • Bem, senti sua falta e passei o dia inteiro pensando no papo que tivemos ontem. Cheguei a ficar molhadinha quando lembrei do que falamos ontem...
  • Que bom, minha putinha...Pensei tanto em você que mandei uns presentinhos para que possamos soltar a puta que existe em você...
  • Por incrível que pareça estou mesmo me sentindo uma puta falando com você desta forma. Você me deixa tão à vontade que acabo me esquecendo que mal nos conhecemos. Você já esta me chamando de cadela e puta e eu estou gostando.
  • Ótimo, quando chegar o que lhe enviei nós poderemos brincar de verdade e aí vou ver se você pode mesmo ser minha puta, do meu jeito, feito uma cadela obediente que fará tudo que eu mandar...Você topa?
  • Nunca fiz isto, mas podemos tentar. Como já falei para você, sou muito curiosa, posso vir a gostar...
  • Esta combinado, então. Eu mando, você obedece...ok?
  • Sim, como naquele conto que você me enviou?
  • Isso, legal. Você leu? O que achou?
  • No começo fiquei meio assustada, mas fui lendo e, quando vi, estava respirando fundo, com as pernas abrindo e fechando, com a bucetinha toda molhada e sentindo vontade de tomar uns tapinhas...
Isso era mais do que eu estava pensava em ouvir, não vou negar. Lendo o que ela me escreveu fiquei de pau duro e muito satisfeito pois tudo estava correndo conforme meus planos, melhor, e mais rápido, do que eu poderia esperar . Havia uma forte possibilidade de transforma-la em uma escrava sim! Perguntei-lhe se já havia ouvido falar sobre Sadomasoquismo e Bondage.

  • Não, só li aquele conto que você me enviou, você tem mais?
  • Tenho sim e vou enviar para você algumas coisinhas e alguns textos sobre o assunto para você conhecer um pouco do meu mundinho...

Daí trocamos telefone, batemos um papo mais sério sobre o assunto e fui dormir. Quando acordei, relembrei a noite passada e fui tocar a vida, trabalho, etc., esperando a noite chegar. Naquela noite ela não apareceu e eu fiquei furioso com aquela cadela insolente. Eu esbravejava, xingava, batia com os pés no chão e esperava, esperava, ficando cava cada vez mais nervoso, pensando que se ela fosse minha escrava de verdade, na vida real, iria ser muito bem castigada por este desaforo de me fazer esperar daquela forma. Desliguei o micro e fiquei na sala tomando um vinho bordo maravilhoso, que naquela noite estava com um gosto diferente, devido minha inquietação. Tomei toda a garrafa antes de ir para cama.

Acordei com um mau humor terrível, fui trabalhar daquele jeito. No final da tarde fui para casa mais cedo pois estava meio inquieto. Tomei um banho e fui para frente do computador procurar aquela puta. Por incrível que pareça ela estava lá e a minha vontade era de xinga-la muito, mas sabia que a assustaria e daí nunca poderia castiga-la da forma como desejava. Dei oi e perguntei o que tinha acontecido na noite passada.

  • Oi...desculpe - me por ontem à noite. Tive problemas familiares e não deu para encontrar você. A propósito, recebi o seu pacotinho e notei que você está bem mal intencionado, pelo que me enviou.
  • Mas você não gostou dos brinquedinhos?
  • Sim, mas para que os prendedores?
  • Você esta sozinha em casa ?
  • Sim, estou.
  • Então você já irá saber, se estiver a fim de brincar um pouco.
  • Sim, vamos, mas você terá que me ensinar tudo pois nunca brinquei desta forma...
  • É fácil, você já brincou de chefe manda?
  • Sim.
  • Então não terá maiores problemas. Diga-me, o que você tem na sua mesa do computador e arredores?
  • Tenho uma escova de cabelo, uma vassoura, etc...
  • Então vamos fazer da seguinte forma: eu mando e você obedece, quando e na hora que eu quiser, ok?
  • Acho que sim...
  • A partir de agora você não acha nada, não tem vontade de nada, a sua vontade é a minha vontade, o seu desejo é o . A única coisa que você tem como direito é de me obedecer e me servir.
  • Como você esta vestida?
  • Eu estou vestindo uma camiseta e uma mini saia de brim, por que?
  • Cala boca cadela, você não tem de saber, só tem que obedecer. Está sem calcinha e sutiã?
  • Estou sim, um conjuntinho amarelo...
  • Porque não falou que estava usando se eu perguntei o que você estava vestindo? Lengerie não faz parte do que você esta vestindo, sua puta? E a partir de agora você se refere a mim como Senhor, entendido?
  • Sim..
  • Puta merda, será que eu estou falando grego com você? Não acabei de falar que você deve se dirigir a mim como senhor?
  • Sim, desculpe senhor.
  • Vou mandar uma roupa para você usar, sempre que estiver comigo, para realizarmos uma cena de BDSM. Tire a camiseta e a mini saia e me diga quando tiver tirado. Seja rápida, não ficarei esperando por você todo tempo do mundo!
  • Passado um minuto, mais ou menos, ela diz:
  • Tirei meu senhor......
  • Ótimo! Quero que você pegue esta vassoura aí e a deixe sobre a cadeira, bem no meio, de uma forma que você sente em cima dela e pegue ao mesmo tempo o rabo e a xota...
  • Mas vai doer...
  • Você esta começando muito mal. De forma alguma mandaria você fazer algo que não lhe causasse um pouco de dor ou vergonha, então, cale a boca e sente - se no cabo da vassoura. Agora, sua puta de merda! Senta nesta porra de uma vez...
  • Sim, meu senhor. Não foque bravo, estou sentando.... haiiiiiiii!!! Dói....
  • Você ainda não me viu bravo, tire o sutiã e coloque um prendedor em cada mamilo...
  • Coloquei...
  • Agora, pegue a escova de cabelo, abra as pernas, e bata na parte interna da coxa, próximo à virilha. Bata devagar, no primeiro momento, e depois vá aumentando a força das batidas o quanto você suportar, mas vá ao seu limite. Quando você não aguentar mais, me avise.
  • Meus mamilos estão doendo...
  • Então, coloque mais dois em cada seio e pode tirar a vassoura...
  • Obrigada, meu senhor...
  • Coloque o dedo na sua buceta e me diga como ela está...
  • Esta quente e úmida, meu senhor...
  • Pegue o vibrador, passe um pouco de KY e esfregue na sua xota, sem enfiar para dentro...Está gostando?
  • Estou adorando...Não pensei que fosse gostar tanto...
  • Não perguntei o que você pensou e sim se estava gostando. Quando terminarmos por hoje, darei a você uns minutos para me perguntar o que quiser e dizer um pouco o que você achou de tudo, mas agora você fica quietinha e obedece. Eu não devia nem estar dando satisfação a você, mas como está começando, abri esta exceção. Não se acostume pois será a única vez que me verá dando-lhe alguma satisfação, sobre alguma coisa. Vamos continuar...Está doendo seus seios?
  • Sim, bastante...
  • Esta insuportável?
  • Não chega a tanto...
  • Então, coloque os outros seis que restaram nos lábios vaginais, três de cada lado, e enfie o vibrador nesta buceta e deixe lá dentro. Diga -me, o que esta sentindo?
  • Estou sentindo dor nos seios e na buceta devido aos prendedores e estou toda molhadinha. Na verdade, estou ensopada de tesão...Posso usar os dedos para gozar, meu senhor?
  • Você só goza quando eu deixar. Jamais goze sem que eu a autorize. Já os dedos você pode usar, mas já sabe, nunca faça nada sem perguntar a seu dono se pode. Quero que você dê uns tapas na sua cara, agora. Bata com vontade, faça de conta que sou eu quem esta te batendo.
  • Ai! como isto é bom, aiiiiiii aiiiiiiiii aaiiiiiiiiii, estou quase gozando.aaaaaiiiiiiiiiiii aiiiii........
  • Não goze, sua cadela! Eu falei para não gozar...
  • Desculpe -me, meu senhor, mas não deu para segurar...Foi demais para mim, me desculpa?
  • Cala boca, sua puta. Não fale nada mesmo. Pode tirar o vibrador e os prendedores que a brincadeira acabou por agora. Nós nos falamos amanhã.
  • Desculpe-me, meu senhor! Por favor, fica comigo. Não me deixe assim desta forma. Eu não queria estragar, mas não consegui segurar, não estou acostumada a segurar o meu gozo, fica vai?.........
  • Vai tomar um banho e depois vai dormir, sua puta imunda, que não vou mais te usar hoje, quando eu falar não, é para você entender que é não!.

Desliguei o computador com uma louca vontade de ficar mais com ela, mas ela precisava aprender que tudo que eu mandasse ela teria que obedecer. De certa forma foi um castigo, já que eu não poderia dar outro, privei- a da minha companhia. Logo depois ela telefonou e eu ordenei que pegasse o plug anal ,colocasse no rabo com bastante KY, para doer menos. Assim, vai deixando o rabinho como de uma puta, pois logo, logo quero que já esteja com todo no rabo. E dizendo-lhe. não me ligue mais hoje, desliguei o telefone na cara dela.

Fui para o banho e me masturbei duas vezes, antes de ir deitar pois a noite passada havia dormido pouco. Acordei bem melhor que na manhã anterior, e à noite, nos encontramos novamente. Assim foi durante duas semanas. Minha vontade de encontra-la no mundo real estava cada vez maior. Como morava em uma cidade vizinha , e tinha melhorado muito durante a semana, resolvi marcar com ela o esperado encontro. Um pouco nervosa ao telefone, pensou dois minutos, mas topou.

Disse para ela pensar bem no assunto e me respondesse no outro dia. Se confirmasse, teria de assinar um contrato, concordando com as seguintes exigências:

  1. ser fiel, física e mentalmente, a seu Senhor;

  2. nunca lhe dizer a palavra NÃO;

  3. sempre usar as expressões, Meu Mestre, Meu Dono, Meu Amo, Meu Senhor;

  4. após o castigo, beijar-lhe os pés, pedir perdão e agradecer pela punição;

  5. usar sempre frases de respeito, Obrigada Mestre, Bom Dia Meu Dono;

  6. sempre permanecer de joelhos e de lábios entreabertos;

  7. vesti-lo e despi-lo sempre;

  8. sempre estar disponível para ser usada sexualmente.

Se concordar, ligue - me e combinamos o dia e a hora. Dali em diante, tudo poderia acontecer, ela poderia mudar de idéia ou aceitar. Três dias depois ela me ligou dizendo que estava assustada, mas concordava, que era tarde demais para para mudar de idéia, que já estava muito envolvida com esta historia e que iria até o fim. Não nego a felicidade que fiquei, combinei tudo com a minha puta e, no outro dia, fui ao seu encontro. Nem fui trabalhar para ter mais tempo para judiar bastante dela e me divertir com minha mais nova escrava, que seria, para mim, a mais bela das cachorras, a mais puta, a mais obediente que já tive, pois esta eu tinha moldado da forma que eu queria. Faltava saber se de fato ela era tudo que eu estava pensando, uma putinha obediente, cadela, bem resistente a dor, perfeita para brincar.

Marquei com ela em um café no centro para quebrar o gelo e deixar ela se soltar um pouco. Trinta minutos antes do horário marcado eu estava lá, à espera da minha escrava. Passado os 30 minutos esperei mais 20 minutos e já estava pensando que ela não viria mais quando apareceu, linda. Olhei bem para ela e ela baixou os olhos, segurei - lhe o queixo, levantei a cabeça dela e a convidei a sentar. Papo daqui e dali, logo a convidei para sairmos. Ela topou e seguimos em frente. Já no carro, disse-lhe que iríamos a um motel que eu conhecia, pois lá tinha tudo para o BDSM. Havia ganchos nas paredes e em volta da cama tinha uma barra fina de ferro, entre outras coisas. No porta malas eu estava levando alguns brinquedinhos par usar nela.

Quando chegamos, antes de entrar chamei sua atenção: pode voltar, se quiser. E ela perguntou,:
  • Porque Sr?
  • Você vai entrar de joelhos e com esta coleira.
  • Sim Sr.

Envolvi o pescoço dela com uma bela coleira, larga, de couro, com meu nome gravado em dourado, uma bela guia e ela entrou no quarto como uma verdadeira cadelinha que era. Deixei minha bolsa de viagem no sofá, sentei, e olhando - a ali, de joelhos, no chão, falei:

  • A partir deste momento você não tem mais direito a nada, você come quando eu quiser, fala quando eu deixar, terá vontade quando eu tiver vontade, goza quando eu deixar , respira quando eu quiser, você é minha propriedade, meu objeto, meu bichinho, minha empregada, minha privada, meu cinzeiro, meu pano de chão, ou seja, você é o que eu achar que você deva ser, estamos conversados?
  • Sim, Senhor, mas... Ali, estralou o primeiro tapa na cara que ela levou, entre muitos.
  • Que papo é este de mas, não tem mas , mais ou menos é assim que será...
  • Sim Sr, me desculpa?
  • Desculpo sim, mas antes levante-se e venha aqui na minha frente.
  • Sim Sr.
  • Abre esta calça e baixa até o joelho.
  • Pronto Sr.
  • Deita aqui no meu colo de bunda para cima que vou desculpa-la.
  • Sim Sr.
  • Vou dar 20 tapas na sua bunda e você contará um por um, para eu bater. Se agüentar está desculpada!
  • Sim Sr.
  • O que está fazendo que ainda não esta contando. Vamos lá! acha que tenho o dia todo para esperar por você?.
  • Sim já estou contando 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,,14,15,16,17,18,19,20.

    A cada numero que ela contava eu dava um tapa logo em seguida. Comecei bem de leve , aumentado aos poucos a força e a bunda maravilhosa foi ficando vermelha com a marca dos meus dedos, esquentando cada vez mais. No 20º tapa, que já estava bem forte, ela estava gritando e gemendo. Depois de bater, passei as mãos na sua bunda que estava quente e vermelha, bem marcada. Eu a deitei no chão de bunda para cima e mandei que ficasse quietinha ali no cantinho, liguei a TV, abri uma garrafa de vinho bordo, servi uma taça para mim, acendi um cigarro e sentei na ponta da cama, com os pés em cima da vadia, usando suas costas bem desenhadas como meu cinzeiro, e ali fiquei por uns 10 minutos. Apaguei o cigarro, não apaguei nela, é claro...mas deu vontade. Mandei que se sentasse no chão, desamarrasse meu sapato e tirasse minhas meias, logo em seguida, que fosse tomar um banho e ao terminar me chamasse, antes de sair do banheiro. Terminado o banho ela falou:

  • Sr estou de banho tomado.

    Fui até a porta do banheiro e falei para ela vir em minha direção de joelhos. Quando ela estava perto, mandei que parasse, tirei a pica para fora e urinei nela, do pescoço para baixo. Ela fez uma cara de nojo, no começo, mas começou a gostar. Terminei de urinar na minha privada humana e pegando-a pelos cabelos fiz com que olhasse bem para os meus olhos, ordenando-lhe que tomasse outro banho porque estava suja demais, mas desta vez banho frio, nada de mordomia. Ela, muito obediente, foi tomar seu banho frio e eu, deitado na cama. Quando terminou o banho me chamou.

  • Sr, estou de banho tomado.
  • Muito bem, venha para cá de joelhos, pegue a garrafa de vinho e me sirva.
  • Sim, meu senhor , quer que encha a taça?
  • Não, pode servir pela metade. Depois você me serve mais, você gosta de vinho?
  • Sim meu Sr.
  • Sirva um pouco para você e vem sentar ao meu lado!

    Ela sentou e eu me deitei. Mandei que massageasse meus pés. Ela, prontamente, largou a garrafa de vinho e começou, por sinal tinha mãos boas para isto. Massagem concluída, quis que ela tirasse minhas calças, cueca e camisa, e resolvi ver se ela sabia chupar uma pica, no que se mostrou terrível. Parecia uma guiriazinha com um picolé, mas ela iria aprender a fazer garganta profunda em breve, pois aquilo ali não era uma boa chupada.

    Levantei e coloquei nela uma venda bem escura que não dava para ver nada pois era um óculos de natação pintado de preto. Levei a cadela até a parede, perto dos ganchos e a amarrei com os braços bem abertos e as pernas bem arregaçada, deixando - a ali por uns minutos. Peguei um chicote bem largo que tenho e comecei a bater na parede, perto do rosto dela e entre as pernas, sem encostar na vagabunda, só para assusta-la e ela começou a dar cada pulo de susto, lindos, e já estava bem apavorada quando peguei uma vara de bambu e bati nas costa dela, bem em cima, e comecei a descer, mas estava batendo relativamente fraco. Bati das costas até a batata da perna. Ela começou a chorar e eu a dar gargalhadas. Ela tremia assustada.

    Tirei a venda para ver as lagrimas, e estava linda aquela lagrima preta escorrendo pois ela estava com uma sombra de um lápis preto nos olhos que ficou divino. Mal podia me olhar nos olhos. de medo. Para acalma-la fiz uns carinhos, sem desamarra - la e quando já estava mais calma, com as pernas moles, e o corpo com vários vergões vermelhos, comecei a excita-la, tocando e alisando com meus dedos sua xotonha, no grelinho, apertando os seios e foi onde vi que ela ficou mais solta. Aproveitei para pegar uns prendedores e coloquei um em cada bico dos seios enquanto a masturbava. Ela começou a gemer, se retorcer feito uma puta, uma cadela no cio. Quando estava quase gozando eu parava e depois continuava.

    Notei que, apesar de sentir dor nos seios, ela agüentava bem e estava com medo de pedir para tirar e para confirmar, perguntei se ela queria tirar os prendedores do seios. Ela respondeu:

  • Só se o Sr, quiser.
  • Eu não quero. Acho que ficou bonito em você e vou deixar mais um pouco...

    Desamarei a cadela e fiz com que se deitasse na cama. Amarrei novamente suas pernas e braços bem abertos, coloquei a venda e fui pegar outra taça de vinho.

    Quando voltei ,ela movia a cabeça impaciente, sem saber o que eu estava fazendo. Sentei me a seu lado, na cama, e derramei um pouco de vinho por cima dela, perto dos peitos, chupei bem e fui descendo, chupando a puta cada vez mais Quando cheguei na xota dela, vi que estava ensopada e comecei a passar a língua nos lábios vaginais, depois no grelinho... Chupei o grelinho dela feito um louco e colocava a língua para dentro e para fora, enquanto ela se retorcia toda. Disse para ela:

  • Não goza sua puta! Se gozar, vai apanhar. Segura, aprende a controlar esta tua buceta!
  • Mas senhor, não agüento mais! Senhor estou quase gozando... Senhor, por favor, deixa eu gozar para o senhor, por favor?
  • Não deixo não. Você vai aprender a segurar e acabou. Fica firme, vadia. Tenha domínio sobre seu próprio corpo.
  • Sr, não dá mais... Vou gozaaaaaaaaaaaar... aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii aaaaaaaaaaaaaiiii aaiiiiiiiiiiiiiiiiii .

    E a puta gozou. Sabia que ela não agüentaria muito tempo mesmo, mas era um desafio para ela e ela até que agüentou bem, ainda mais por ser a primeira vez. Então a castiguei, se é que se pode chamar de castigo... Tirei os prendedores do seio e falei:

  • Você me desobedeceu, agora vai ser castigada.

    Ela, apavorada, foi dizendo:

  • Sr, não deu para segurar, me desculpa, por favor.
  • Já vou desculpa-la ...
  • Meu senhor, o que vai fazer, me desculpa?
  • Cala esta boca, vadia. Fique bem quietinha para não piorar a sua situação!

    Fui até minha bolsa de viagem, peguei um vibrador que não era pequeno e o coloquei na buceta dela. Pus um prendedor em cada lábio vaginal e liguei o vibrador. Ela começou a gemer com uma mistura de prazer e de dor e eu, para amenizar, fiquei beijando a boca dela e chupando e mordendo seus seios e a liberei para gozar quando ela sentisse vontade.

  • Agora goza, puta ! Vamos lá, cadela ! Agora você vai gozar para mim, agora eu quero, sua vadia suja , sua vaca dos diabos! Goza para o teu dono...goza!
  • Sim meu senhor, eu gozo para o senhor, eu vou gozar.
  • Vai mesmo porque, agora, eu quero!

    Fiquei com o dedo no grelinho dela e ela enlouquecida na minha frente, amarrada, vendada, com um vibrador na xota, prendedores na buceta, uma cena linda que não me sai da cabeça até hoje e foi eu tirar os prendedores da bucetinha dela para ela gozar feito uma louca. Gritou, gemeu, soltou a puta que estava guardada dentro dela, gritava como uma cadela perdendo o cabaço, como sua respiração estava muito acelerada, seu abdômen subia e descia, sua boca não parava de sussurrar e de expor seu tesão.

    Neste momento desamarrei a cadela e a deixei lá, descansando um pouquinho pois estava no bagaço...fui para o sofá e ela continuou deitada na cama.

    Uns minutos mais tarde voltei e ordenei-lhe um banho frio novamente. Quando voltou, eu estava estralando para dar uma gozada e coloquei a cadela na cama, de quatro. Em pé, mandei que ela encostasse o peito na cama e ficasse com aquele rabo bem para cima. Peguei um tubo de ky, lubrifiquei bem o rabo dela e coloquei um plug anal na vadia, vi que já estava acostumada pois tinha enviado um para ela igual, e quando ela estava plugada , peguei uma camisinha e comecei a comer a bucetinha dela, dando umas estocadas la no fundo, para doer mesmo, ela gritava dizendo dói... E eu falando: é para doer mesmo , quem manda nesta buceta?

  • O senhor que manda nesta buceta.
  • E este rabo de quem é ?
  • É seu meu senhor.
  • Tire a venda, cadela, quero ver seus olhos no espelho, e rápido, esta muito lerda .
  • Sim, senhor, estou tirando.

    Comecei a dar tapas na bunda dela e enfiar cada vez mais fundo e ela gostando e rebolando na minha pica. Estava autorizada a gozar quando quisesse, mas tinha que me avisar antes. Com uma das mãos puxava seu cabelo, com a outra dava tapas na bunda da ordinária.

  • Senhor, vou gozar de novo...Senhor! eu vou gozar!
  • Goza sua puta cretina , vadia , cadela, sua vaca, goza para mim.

    E ela gozou mais uma vez, e eu, no embalo com aquela gritaria e gemidos, estava me segurando para não gozar... Na hora pedi para ela sentar na cama e chupar meu pau com o plug enfiado no rabo e nem precisou muito, meia dúzia de chupadas, e gozei na boca dela. Foi uma loucura... Eu estava com muito tesão e escorreu boca afora minha porra, e ela enlouquecida, toda descabelada, com a boca cheia de porra, os olhos manchados a buceta toda melada, resumindo, a puta estava em frangalhos...

    Ficamos deitados na cama por uns 20 ou 30 minutos conversando e fomos para o banho. Estávamos necessitados de um. No banheiro tirei o plug da safada e mandei que me desse banho. Foi um banho muito gostoso. Voltei para a cama e para o delicioso vinho e deixei ela tomar um banho quente. Na saída do banho, ela de pé na frente da cama, mandei que abrisse bem as pernas e colocasse as mãos na cama, peguei meu chicote de couro branco e dei uns 6 relhaços em sua bunda. Em seguida, peguei uma tigela destas de cachorro que eu tinha e servi uma cerveja para ela tomar no chão. Enquanto ela tomava a cerveja, eu separava minhas cordas para fazer um belo enfeite nos seios dela.

    Quando a vaca terminou a cerveja , separei um seio do outro com as cordas e fui decorando a vadia com minhas cordas. Apertei bem os seios dela com as cordas e eles foram mudando de cor, rosado , vermelho e roxo, lindo, perfeito, os biquinhos durinhos saltados para frente me olhando e é lógico prendedores neles... Este doeu, ela deu até um gritinho. Eu a coloquei sentada no sofá, peguei minhas velas, acendi uma e ela arregalou os olhos. Falei para ela:

  • Não tenha medo não vou queima-la, ainda...

    Deitando-a no sofá, comecei a derramar uns pingos nos seios , na barriguinha , nas pernas...Brinquei bastante e ela ficou linda com as cordas e os pingos de vela. Tirei os prendedores pois vi que estavam machucando muito e dei uns tapas na cara dela só porque não gostei da forma que ela me olhou...Mandei a puta pegar na cama o ky e por, ela mesma, no rabo e se preparar para levar pica no rabinho. Ela veio, parou na minha frente e colocou bastante ky no rabo.

    Sentei - me em uma cadeira que tinha no quarto, uma bela cadeira de madeira, mandei que sentasse na minha pica e ela, bem obediente, com o rabo preparado, sentou - se e foi deslizando meu caralho para dentro dela como se fosse uma luva entrando em uma mão. Começou bem devagar e foi acelerando o ritmo...Subia e descia como uma vadia, aproveitei para dar uns tapas na bunda dela, apertar os seios dela e morder aquelas costas e ela gemia e gritava...

    Levantei da cadeira e encostei a puta na parede e como o seu rabo, de pé, estava delicioso, eu sussurrava palavras sujas no ouvido dela e ela pedia, me enraba, senhor come este cuzinho, é seu, come, rasga ele , me deixa sem poder sentar...Foi demais. Fui com ela de volta para cama e continuei enfiando no rabo da puta até gozar.

    Depois disso, eu a peguei e pedi seus pés e com um chinelo daqueles de motel, surrei os pés da vadia deixando-os bem vermelhos. Só aí, pedi que ela me servisse outra taça de vinho...ela saiu que mal encostava os pés no chão de dor...tomei a ultima taça de vinho e deitamos para dormirmos um pouco pois a tarde já tinha acabado e estávamos exaustos.

    Ela ficou aos meus pés para dormir, na verdade, foi um cochilo de uma hora e meia, aproximadamente. Acordei e ela estava olhando as marcas das cordas e os pontinhos vermelhos das velas , encantada. Fiz uns carinhos nela, perguntei se havia gostado , ela falou que tinha adorado, que ficou muito assustada mas valeu a pena, que tinha nascido para servir, para ser cadela e puta de alguém. Disse que sim.

    Saímos do motel e fomos a uma lanchonete para comermos alguma coisa e ali ela estava liberada para ser ela mesma, desde que não me faltasse com respeito e continuasse a me servir. Larguei a piranha na estacionamento em que estava seu carro e voltei para minha casa feliz da vida. Tinha sido muito melhor do que o esperado, ela agüentou muito mais do que eu poderia sequer imaginar, fez tudo que mandei, não me falou não para nada, mesmo sentindo vontade, eu estava realizado. Tinha uma bela e boa escrava que ainda teria muito a aprender, mas que já tinha começado maravilhosamente bem, que valeu cada segundo com ela na net porque ela, de fato, fazia em casa tudo o que eu mandava, caso contrario, jamais agüentaria tudo que agüentou, em uma primeira vez.

    Dali em diante começamos a sair diversas vezes e cada encontro era melhor que o outro. Estamos juntos até hoje . É claro, ela não é a única escrava que tenho, mas é minha relíquia, que ela nunca ouça isto... Quem sabe conto para os amigos e amigas, em um próximo conto, o que foi acontecendo a cada sessão. Acho que vale a pena contar...e vivas ao BDSM.

    Diamante Negro 16/05/04

    V O L T A R