Seção   C O N T O S


Colaboração da amiga Cleópatra.

Março/2004


Quando Começou
Quando começou ?

Nem ao menos eu lembro, foram ois ali e aqui, uma troca de e-mails, e uma noite... uma conversa franca... carregada de erotismo e sensualidade... de lá pra cá... muitas barreiras se quebraram... e eu me revelei...como de fato sempre fui... como lhe disse uma vez... e ele delirou com a frase: uma puta e ponto.

Lembro como se fosse hoje, a promessa de me mandar um vibrador. Eu, no auge dos meus 37 anos, certa que sabia de tudo e era senhora dos meus desejos, nunca tinha usado um... A maioria das minhas amigas possuía um, e eu morria de vergonha de passar na porta dum sex-shop. Quando aquele pacotinho chegou nas minhas mãos, quase morri.

Dias antes tinha seduzido meu macho, pela webcam, começou do nada, uma palavra picante, um desejo revelado, um pedido pra abaixar mais a câmera, quis ver meus seios, minha barriga, minhas pernas, minhas coxas, mandou que abrisse as pernas e me tocasse.... e eu ali, obediente, me sentindo desejada, única e exclusiva, participava de um filme pornô particular, onde ele era o diretor, e eu uma atriz coadjuvante, tímida inicialmente, mas uma palavra a mais (que delicia que minha putinha é!) pronto... gozei.

Já havia estado com outros homens, claro, mas faltava algo neles, algo de tarado... que ele tinha... em excesso. Falava-me sobre sadomasoquismo, dominação, e eu assustadíssima, às vezes, o comparava ao Jack - o estrupador, me via ao meio de mesas de torturas, aquelas da época da inquisição... chicotes, cordas, pregos e algemas. Um filme de terror... rs

Mas o rosto doce, aquele olhar pidão, me confundia toda.

O dia da vinda do vibrador foi uma novela, do momento da compra... ele me ligou dizendo que tinha comprado, o que tinha dentro do pacote, e me mandou as instruções. Até a chegada ( tenho certeza que o porteiro do meu prédio sabia o conteúdo do pacote).

Marcamos um dia, onde eu iria usar os tais instrumentos de prazer fornecidos pelo meu homem, meu coração saltava pela boca e a boceta escorria tesão.

Câmeras ligadas, a expectativa, primeiro meu macho me deixou em ponto de bala, tesão a mil, o escritório de casa cheirava a sexo, tinha me preparado, depilado a bocetinha, deixando uma camada bem leve de pêlos (ele ainda não havia pedido pra que eu a depilasse totalmente), banho fresco e cheiroso (como se ele pudesse sentir meu cheiro pelo micro), o importante era agradá-lo.

Meu macho me mandou vestir a camisinha no plug anal, e cobri-la de uma espessa camada de KY, fiz tudo mostrando a ele. Cada passo ordenado, eu cumpria com prazer, a próxima ordem era me posicionar de 4 em cima da cadeira... minha câmera estrategicamente colocada focalizando meu cuzinho apertadinho, meu macho então manda que eu besunte o meu cuzinho com bastante ky, sempre frisando que era para que eu sentisse o mínimo de desconforto, ato feito, ato seguinte, sempre com a câmera focalizando tudo, me manda ir introduzindo um dedo no meu cuzinho, senti a ponta do dedo literalmente amassada pelo meu cuzinho de tanto tesão que eu estava.

Cuzinho alargado, meu dono manda que eu faça a mesma coisa com o plug, o direciono no meu cuzinho e ele vai deslizando pra dentro, sinto um certo incomodo, mas um incômodo gostoso, aquela situação, eu de 4 na cadeira, cuzinho molhado de gel, e ele olhando o plug entrando na minha bunda, me fazia esquecer de qualquer dor.... os olhos deles saltavam o rosto... brilhavam de prazer ao ver e saber que mesmo a tanta distância... ele era dono do meu sexo e do meu prazer.

Ele me manda sentar... ao encostar a bunda na cadeira... sinto o plug entrar totalmente, rasgando as minhas carnes, alargando meu canal, gozei.... meu gozo estampou na cara... e ele viu, me mostrou seu pau duro, acho que se batesse no monitor quebrava, a cada mexida na cadeira, o plug entrava, mais e mais.

Próxima ordem... "Minha cadelinha... quero ver como está sua bocetinha, mostra pro seu macho, mostra", minha câmera foi direto na bocetinha... Molhada... Piscando... não agüentava esperar, meu dedos deslizavam sobre o grelo duro, que saltava, tenho os lábios bem grossos, estavam vermelhos... irrigados de prazer...

Meu macho manda que eu pegue o vibro maior, e ligar, mandou que eu abrisse bem as pernas sem deixar o plug sair, e ficasse esfregando o vibro no grelo, nem encostei, meu corpo levou um choque, o tesão foi me dominando, do cu ao grelo, tudo uma coisa só, única, de imediato como que sentindo, mandou que eu focalizasse meu rosto, estava transfigurada de prazer, meu macho delirava, dizia que eu era a sua vadia, que iria me deixar morta de tanto gozar, que não podia ter escolhido puta melhor pra dar prazer, que era a cadelinha obediente do macho fodedor.... lia aquelas linhas era como se ouvisse o som da sua voz misturada aos meus gemidos de puta.

Ato contínuo manda que eu meta o vibro na boceta, todo, de uma vez, socando firme e preciso, como se ele tivesse me fodendo, e eu obedeço, mostro, me exponho, me abro pra receber aquele clone do seu pau, fodia minha boceta com as mãos, como se ele tivesse ali, pau em riste, socando firme pra dentro da minha boceta molhada.

Gozei, gozei muito, longe, me molhei toda, cadeira, respingando no chão. Nesse momento tinha assumido toda a minha libertinagem, vadiagem , putice, foco a câmera pro chão molhado, pra que meu dono veja o estrago que me causa, o gozo que ele arrancou de mim.

Olho pra câmera agradecida, respirando como cadela, sem ar, de tanto pau que levou, o cuzinho ainda estremece com a presença do plug. Ele então me agradece o prazer de me ver gozar, pede pra que eu fique novamente de 4, e tire o plug, para que ele veja como meu cuzinho ficou. Nem eu mesma acredito, devo ter estourado algumas pregas, meu não era mais o mesmo, estava aberto, um buraco se formava. Quando olho a imagem dele na câmera, ele se punhetava loucamente, cabeça do pau vermelha, as veias latejavam ante a visão do meu cu arrombado pelo plug.

Seu gozo é longo, em jatos, fico olhando ali, estarrecida a porra branca, viscosa saindo, um, dois, três, quatro jatos de leitinho morno, leite de puta, meu leite.

Meu dono me diz: por hoje chega minha puta, outro dia te uso mais, me manda um beijo e desliga o micro. Eu fico ali, olhando... ele ir, desejando mais... querendo mais... mas sei que mais dias virão.... como vieram...

Te adoro, Ri !