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Seção C O N T O S
Colaboração anônima Agosto/2003 |
Meu nome é Magda, tenho 43 anos, advogada. Jamais, em meus 21 anos de casada havia tido qualquer experiência fora do casamento. Sempre fui uma mulher séria, re-catada, dedicada esposa e mãe. Por esses motivos, o que houve, apesar de haver me envolvido completamente, me faz sentir sensações incômodas, como medo, culpa e vergonha.
Em meu escritório de advocacia trabalhamos entre três profissionais, uma delas minha irmã mais velha, Joyce, residente em Canoas, cidade vizinha a Porto Alegre, onde moro. Joyce tem 49 anos e é mãe de três filhos: Francisco, 28 anos, Adriana, 24 anos e André, o caçula, com 17 anos. Há um tempo atras, cerca de seis meses, em um domingo, em função de nosso trabalho, fui passar o dia na casa dela. Meu marido me levou de manhã cedo e passamos o dia trabalhando.
Quase ao final da tarde, meu marido telefonou dizendo que estava com dificuldades para me buscar e combinamos que alguém me levaria para casa. André, meu sobrinho, nem carteira de motorista tem, mas na sua ânsia de dirigir acabou convencendo Joyce e Pedro (meu cunhado) de que por, ser domingo e quase noite, não haveria problemas e eles acabaram permitindo. Era o destino preparando a peça que iria me aplicar.
Quando saímos percebi que ele estava eufórico, por poder dirigir. Passamos a conver-sar e ele dizia que sua idade era uma fase ruim, pois já tinha conhecimentos de muitas coisas sobre a vida, mas que a menoridade não lhe permitia viver.
No início falou sobre dirigir automóveis, viajar, etc, sobre namoradas e mulheres em geral, até desferir, como uma flecha, a frase que quase me fez desmaiar de surpresa e susto:
Fiquei apavorada, sem reação ao ouvir aquelas palavras. Jamais me imaginei naquela situação.
Talvez pensando que meu silêncio era de aprovação ele passou a fazer afirmações mais arrojadas, inclusive dizendo que se masturbava pensando em mim. "Varias vezes, tia Magda, quando estou com a Vanessa (namorada dele) e nos acariciamos, penso ser a senhora e não ela que está ali.".
Eu permanecia paralisada. Completamente apavorada com o que ouvia. Na entrada da cidade de Porto Alegre há um bairro industrial, passagem obrigatória para quem vem de Canoas. Como era domingo e noite, as ruas estavam absolutamente desertas. Ele estacionou o carro em um lugar mais escuro, e demonstrando certo temor com o momento falou:
- Tia Magda, se a senhora quiser eu ligo o carro e vamos embora. Só lhe peço que não fale ao tio Sérgio e à mãe sobre o que aconteceu, mas gostaria de ficar um minuto e conversar sobre isso.
É importante para mim terminar de falar sobre isso. Me liberar e dizer o que tenho pra lhe dizer significa muito para mim, principalmente significa que apesar de jovem sou maduro o suficiente para enfrentar situações como essa. Por isso parei aqui. Por isso quero falar tudo.
- O tudo não é muito, tia Magda. O tudo é que nem a Vanessa, nem a Giselle (minha filha), nem a Dihoga (prima dele, filha de minha outra irmã) que são gurias da minha idade, nem nenhuma outra guria da minha idade me desperta os desejos que a senhora me desperta. Desculpa o termo, tia Magda, mas tenho que dizer: tudo em ti me dá uma "tesão" incontrolável... tuas pernas, teus seios, tua boca...
Eu não conseguia olhar para ele. Um carro passou por nós. Segui o carro com o olhar, mas uma frase me fez fitá-lo com um misto de indignação e surpresa:
Muitas vezes, imaginando tuas pernas abertas e tua vagina totalmente umedecida, esperando minha penetração, te ouvi dizer "me fode, André... me fode cachorrinho da tia...".
Ele desligou o rádio que tocava baixinho uma música instrumental e fez um estranho pedido:
- fala isso, tia... fala assim... para eu guardar o som das tuas palavras e usa-lo nas minhas noites de fantasia.
- O que você quer que eu fale, Andre?
- Aquelas palavras que eu disse que imaginava a senhora falando...pedindo.
Olhei no fundo dos seus olhos e senti que não havia desrespeito em seu pedido. Havia um grande devaneio. Quase instintiva e automaticamente, a meia voz, procurando dar a entonação que imaginei que ele gostaria, olhando-o firmemente, falei:
Seus olhos brilharam...faiscaram e disse: "como eu gostaria que a senhora estivesse pedindo isso de verdade. Repete, tia... repete, por favor...". "... me fode, André... me fode cachorrinho da tia..", repeti
Um carro da Polícia Militar dobrou da esquina, despertando minha atenção. Olhei no relógio e vi que já fazia quase meia hora que estávamos ali. Pedi para irmos. Ele ligou o carro, saiu e depois de um pequeno intervalo de silêncio disse uma coisa que confirmou minha impressão anterior:
- Tia, quero que me entenda. Não há nem um pingo de desrespeito no que lhe falei. São coisas da natureza humana, do sexo. Falava de uma forma educada. Me surpreendi, novamentre, com a maneira que tratava o as-sunto; elegantemente, como um adulto.
Mas me excita também o teu rosto moreno, tua boca, os teus seios, as tuas pernas, as tuas coxas, as tuas mãos... tudo no teu corpo que pode ser instrumento de sexo e prazer.".
Ele parou em uma sinaleira, já estávamos em uma rua movimentada, e falou que iria pedir uma coisa, mas que tinha deixado para pedir quando estivéssemos numa rua movimentada para me mostrar que não estava querendo forçar nada. Fiquei um pouco contrariada pois pensei que aquela situação estava se encaminhando para o final, mas mesmo assim perguntei o que era...
O que ele pediu entrou como um vendaval na minha cabeça, mas ele novamente foi eloqüente ao falar, me envolvendo com argumentos que me levaram a concordar: É que eu tenho no meu cérebro, tia Magda, duas coisas com as quais posso dar mais veracidade às minhas fantasias com a senhora. A primeira delas a senhora não sabe, pois obtive sem teu conhecimento...
Fiz uma cara de curiosa... "... é a imagem, tia. Imagem da senhora de biquíni. Guardo como uma fotografia, nas vezes que lhe vi na piscina e na praia, as tuas pernas, as tuas coxas e... a tua bunda... A Segunda a senhora me deu hoje... o som. Guardarei gravadas no meu pensamento aquelas palavras. Assim, tia, tendo a imagem e o som eu queria ter o tato...
A princípio não entendi direito o que ele queria e por isso perguntei:
- " Como assim, André?"... ao que ele respondeu: "eu queria te tocar... para juntar a textura da tua pele ao som das tuas palavras e à visão do teu corpo...". Mesmo sentindo que estava indo longe demais, concordei.
Ele retornou e tomou o caminho do lugar em que havíamos parado, umas três quadras antes. Foram dois ou três minutos de silencio. Estacionou e desligou o carro. Na penumbra, apenas a luz da rua, num poste um pouco distante, permitiu que eu visse a expressão do seu rosto quando colocou a mão na minha face e, passando o dedo sobre meu lábio, disse:
Estava um pouco trêmulo. Acariciou minha face, voltou a passar o dedo polegar em meus lábios, entrelaçou meus cabelos; com doçura pegou o lóbulo de minha orelha, tocou com a palma da mão em meu pescoço. Eu estava com o pensamento longe... não sabia o que pensar daquela situação... procurava explicar para mim mesma porque permitia aquilo, quando ele deslizou a mão sobre meu ombro e fez cair a alça de meu vestido, deixando meu seio totalmente a descoberto. Fiz menção de reerguer o vestido, mas antes que pudesse fazer isso ele passou delicadamente a palma da mão no bico do meu seio e perguntou:
- Posso ? Sem falar, fiz sinal com a cabeça que sim. Por alguns segundos ele continuou a acariciar o biquinho com a palma da mão até que, fechando-a, apertou meu seio, que é bastante volumoso.
Talvez por alguma expressão de meu rosto perguntou-me:
O diálogo que travamos naquele momento pode ter eliminado os temores que ele ainda tivesse de que eu reagisse ao seu assédio:
- Agora, André, olhando e tocando nos meus seios você vai ver porque uma mulher de 43 anos não pode lhe despertar mais desejos do que a Vanessa, a Giselle e a Dihoga, ou meninas na idade delas.
Após um determinado tempo, segurou meu rosto entre suas mãos e perguntou:
Ele ainda beijou suavemente mais alguns segundos e me olhou...:
- Só um segundo mais, tia Magda... deixa eu fazer um carinho nas tuas pernas e nas coxas?
Ele colocou minha perna em seu colo, descalçou meus sapatos e acariciou meu pé, meu tornozelo e foi acariciando minha perna, em silêncio, até chegar na minha coxa.
André passou varias vezes a mão em minha vagina, aumentando ainda mais a lubrificação e minha excitação.
Quando eu ensaiava uns movimentos para acompanhar sua mão ele a retirou, completamente molhada, do meio de minhas pernas, cheirou e molhando a pontinha do meu nariz com meu próprio líquido vaginal, perguntou:
- Tia Magda, isso quer dizer que não esta sendo bom apenas para mim?
Ao sentir que eu estava envolvida com o momento, ele apressadamente arriou minha calcinha e ai, então, sem o incomodo da roupa, passou a massagear fortemente minha vagina. Intercalando com os movimentos, colocava o dedo médio dentro de mim, fazendo com que eu soltasse pequenos inaudíveis sussurros, claras manifestações de prazer.
Jamais senti tamanha sensação de prazer físico. Passava pela minha cabeça a loucura que estava cometendo, mas o sexo foi mais forte.
- Aaaiii, André... tu vai me matar.... Andrééé... tu vai me levar à loucura... Ele, sem tirar o dedo de dentro de mim, aproximou-se ainda mais de meu corpo e, aumentando o compasso das estocadas manuais, passou a alternas beijos em meus seios e na boca... "Não me marca, André... não chupa com muita força minhas tetas..".
- Forte, André... mais forte...com a mão....na buceta, André...forte na buceta... mais fundo, André.... eu vou ter orgasmo, André.... faz assim na tia.... aaiii....Aaanndréé....mais...mais forte... ai, meu filho adorado... meu amado... que a Joyce nos perdoe... que o Sérgio me perdoe... forte...forte... esfrega, André... na bu-ceta....aaii... a buceta... ai... é gostoso... ai... assim... faz.... aaaiiii, André.... Giselle, minha filha.... me perdoa... a mãe enlouqueceu... teu primo me enlouqueceu.... aii, André... me faz ter prazer... me dá prazer... eu quero ter prazer.... faz a tia gozar.... faz a tia gozar...meu filho querido...aiiiii.....Andrééé... agooraaa....
Ao ver o banco do carro totalmente manchado com meu gozo me bateu um desespero.
Perguntei-lhe o que desejava, ele baixou a bermuda que usava, fazendo saltar aos meus olhos seu membro viril.
Segurando minha mão, falou: "agarra, tia..." Segurei, e sem saber o que fazer iniciei um lento movimento de vai-e-vem, como se o estivesse masturbando.
- André, não sei porque estou fazendo isso. Jamais segurei ou olhei um pênis que não fosse o do seu tio
Ele segurou minha cabeça e puxou-a de encontro ao seu colo. Tentei resistir:
Sem pensar no que estava fazendo, passei milha língua em torno dela e abocanhei aquele pênis volumoso e quente, arrancando de André uma expressão chula, mas que demonstrou toda sua excitação:
Foi o que fiz. Fiquei chupando por alguns minutos, até que ele mesmo tirou-o de minha boca e falou:
Fiquei confortada ao ver que mesmo depois de todas as liberdades que eu havia permitido ele ainda tinha respeito por mim.
Senti seu gozo próximo. " tu vais gozar na minha boca, André?"
Ele ergue-se rapidamente e com gestos decididos me fez deitar sobre o banco reclinado. Tirou novamente minha calcinha, levantou o vestido, abriu-me as pernas e, com o membro duro, quente e latejando, colocou-se entre elas.
Pela primeira vez na vida eu estava sendo penetrada por um homem que não o meu marido. Pela primeira vez minha gruta vaginal abrigava um pênis que não era do homem com quem casei.
Foram os momentos mais loucos que vivi. Entre beijos e palavras obscenas fazíamos movimentos que aumentavam ainda mais a sensação de prazer carnal que sentiamos. Aquele pequeno carro estava sendo a alcova da mais alucinante cena de sexo que jamais pensei viver. Ele procurava varar minhas entranhas com estocadas fortes, firmes. Cada estocada parecia rasgar minha vagina. Nossos movimentos foram se apressando, até após uma estocada ele soltou um urro "huunnrrr... tia...eu to gozando...".
Tivemos um orgasmo demorado e profundo. Ele recostou-se na banco do motorista e tive medo que adormecesse. Pedi que pusesse a roupa para, agora sim, irmos. Também me vesti. Enquanto colocava a calcinha sentia o sêmen escorrendo em minhas coxas...mas agora era tarde para pensar em como limpar tudo aquilo. Seria pior demorarmos mais.
- André... nem camisinha a gente usou, ainda comentei.
Em minha vida pacata de mulher casada, esposa fiel e mãe dedicada, nunca poderia imaginar o delírio de um gozo proibido, de um orgasmo pecador. É certo, como disse no início, que meus sentimentos com relação ao que aconteceu são confusos e as vezes desconfortáveis O medo de ser descoberta, o arrependimento, a culpa, a vergonha, as vezes pesam sobre mim. Mas é certo, também, que conheci sensações que jamais imaginei existirem. A luxuria, a volúpia e a libidinagem que caracterizam esse inusitado relacionamento entre tia e sobrinho fugiram ao meu controle porque foram momentos de grande lascívia e sensualidade, que me propiciaram como disse antes, orgasmos profundos e demorados, cheios de gozo e prazer.
Sei que não há justificativa para o que fiz, mas é como explico a mim mesma o que levou uma esposa fiel, uma mãe dedicada, uma senhora honrada e séria, a adotar o comportamento de prostituta devassa, despudorada e permissiva.
Naquela noite quase não dormi, ciente de que havia cometido o mais grave erro da minha vida. Nos dias que se seguiram, tentei de todas as formas explicar e justificar a mim mesma o que havia ocorrido. Procurei motivos em todos os ângulos do comportamento humano, na tentativa de aliviar a vergonha e o arrependimento que me dominavam.
Concluí que o fato de eu jamais haver tido qualquer relação sexual fora do casamento e ser, portanto, totalmente inexperiente, havia sido o fator decisivo. Meu marido fora o único homem com quem eu havia transado em meus 42 anos de vida e isso, seguramente, havia guardado inconscientemente em mim curiosidades que eu não sabia ter, mas que instigadas se mostraram incontroláveis.
Convivia com a situação de forma muito desconfortável. O pior de tudo para mim era ter que guardar o segredo comigo. A impossibilidade falar com alguém, contar o que houve, dividir o sigilo, me fazia a única pessoa incumbida de suportar o peso do acontecido. O fantasma era só meu... só aparecia para mim.
Até que quatro ou cinco dias depois do ocorrido, num final de tarde, eu estava me preparando para deixar o escritório quando a secretária anunciou uma chamada telefônica a cobrar. Autorizei o recebimento, ela passou a ligação para minha sala e ao atender logo reconheci a voz. Era ele... André, meu sobrinho:
- Tia Magda, desculpa ligar a cobrar... mas queria saber como a senhora está... e não quis ligar lá de casa...
- É melhor não mexer mais nisso, André. O que houve entre nós, por mais louco que tenha sido, não pode ser mudado... já foi feito. Vamos esquecer e continuar normalmente como sempre vivemos. Apenas lhe peço que jamais comente com alguém sobre isso. Você é inteligente e sabe que seria uma desgraça para mim se a Joyce (mãe dele) ou o Sérgio (meu marido) soubessem o que fizemos. Por isso repito o que lhe disse naquele dia: - se foi bom para você, como você mesmo disse aquele dia, me preserve... é a única coisa que posso lhe pedir, depois de tudo que aconteceu, me preserve.
- Eu sei, tia... quanto a isso não precisa se preocupar. O mínimo que poço fazer pra mostrar o quanto valeu para mim tudo aquilo é guardar sigilo e não te comprometer. Não te preocupa, tia... ninguém vai saber nada pela minha boca. Vou guardar tudo comigo... pela senhora, pelo tio Jorge, pela Giselle (minha filha), que eu gosto muito deles também. Sei o que significaria se eles descobrissem. E pela mãe, também... ela ia ficar louca se soubesse.
Ouvindo aquelas palavras tive uma sensação de alívio. Senti sua sinceridade e a garantia de que tudo ficaria entre nós e as conseqüências do episódio não passariam da minha vergonha e do meu arrependimento.
Em menos de dez minutos o interfone tocou... era ele... eu mesma abri a porta de baixo... logo as batidas leves na porta do escritório... Ao abri-la não pude conter minha surpresa e espanto... trazia um enorme ramalhete de rosas vermelhas, exatamente uma dúzia pude ver de-pois. No cartão estava escrito algo que não entendi no momento: "Para as três mulheres mais lindas da minha vida, com carinho, do André.".
Confesso que fiquei confusa, sem saber o que dizer, onde colocar as flores... Agradeci, meio sem jeito e fiz alguns elogios à maneira de ser dele. Disse que apesar de tudo que havia acontecido, as coisas não me pareciam tão graves quanto eram porque ele havia assumido uma postura respeitadora e compreensiva com relação a minha condição de tia e mulher casada. Disse-lhe, ainda, que me sentia tranqüila quanto ao fato de ele manter segredo sobre tudo e que, felizmente, esse erro gravíssimo que eu havia cometido fora com uma pessoa de bom caráter, que não se prevaleceria da minha situação.
- Bem, André... fico mais calma ao ver que apesar do erro que cometi ao permitir tudo aquilo, as coisas não tiveram conseqüências maiores. Devo isso a ti, que compreendeu como eu iria me prejudicar se alguém viesse a saber.
Na parte anterior deste relato eu já havia feito menção de que apesar de jovem André era maduro e muito inteligente. Novamente disse algo que me chamou atenção pelo nível cultural:
- Esse é o único argumento que tenho para diminuir minha culpa, André. O apelo do erotismo, da sedução, do sexo em fim, naqueles momentos de sensualidade. O sexo é uma coisa muito forte, as vezes desorientadora. É impossível negar que mesmo sendo um comportamento totalmente reprovável para uma mulher casada, aquela situação, aquelas carícias, aquele coito proibido e rápido foram capazes de me fazer sentir um prazer enorme, conhecer um gozo intenso. Do ponto de vista moral foi uma coisa horrível para mim, André... mas vendo pelo lado sexual foi extremamente prazeroso.
- Fale... quero saber tua versão...
Naquele momento vi em seus olhos o mesmo brilho com que me olhara no carro enquanto ouvia de mim as palavras obscenas que pediu para eu falar.
Fiquei em silêncio, sem saber o que dizer e ele continuou:
Eu ouvia, impressionada com a maneira dele falar...
- E a outra, tia... a outra é a melhor de todas... é a minha amante. A mulher madura, que esqueceu o marido e o sobrinho e me presenteou com o que tem de melhor... a puta que há dentro dela.
Aquelas palavras haviam despertado em mim o mesmo sentimento da noite em que ficamos no carro.
Sentindo que eu não teria forças para evitar, ele se aproximou, me abraçou... seus lábios tocaram suavemente meus lábios.... sua língua penetrou em minha boca, tocando a minha e suas mãos, como se eu fosse uma permissiva, levantaram meu vestido e seguraram fortemente minhas nádegas. Rapidamente, ele baixou minha calcinha e tocou, acariciando minha vulva e meu anus. Fazendo uma suave massagem em minha vagina, perguntou:
Colocando minha mão dentro de sua bermuda, fez agarrar seu pênis que, igual a outra noite no carro estava duro, quente e latejante. Instintivamente segurei e fiz o mesmo movimento de vai-e-vem, como se o estivesse masturbando. Ele soltou um breve gemido de prazer, e procurando despertar erotismo no momento, entre irônico e sensual falou:
- E o meu pau, tia... também queres ? Também queres minha piça dura ?
Ante meu silêncio ele insistiu:
- Diz, tia... diz pra que tu qué meu pau... diz o que tu vai faze com minha piça... fala, tia..eu quero ouvi da tua boca como é que tu vai usar o meu pau...
- Não, tia... ainda não... quero te dar um presente antes. Talves tu nunca tenha ganho isso.
Suas mãos apenas separavam minhas pernas uma da outra. Apenas sua língua e sua respiração me faziam delirar e desejar que logo chegassem em minha xoxota.
Quando ele tocou meus lábios vaginais com a língua senti que a última gota de moralidade e respeito por mim mesma estavam me abandonando. Iniciando um movimento que acompanhava suas lambida, também passei e proferir palavrões e realizar pedidos obscenos que oficializaram toda a nossa libidinagem e depravação...
- Haaiii, meu gurizinho mimoso, que coisa boa...que coias maravilhosa tu estas fa-zendo na tia... faz mais...lambe mais....chupa mais... chupa tua puta, meu amorzinho...chupa essa tia vagabunda que te adora... namora com a tua tiazinha... fode a tiazinha... hhhaaaiii...cachorrinho da tia....como é bom...como é bom ser chupada.... meu amorzinho...
Ficou por vários minutos me fazendo a mais excitante carícia que eu jamais havia recebido. Sua língua percorria minhas coxas, minhas nadegas, e tornava-se mais agressivamente grudenta quando passava vagarosamente por meus lábios vaginais.
Alternância de beijinhos e lambidas com pequenos gemidos e palavras libidinosas me excitava muito. Mas não era apenas o toque; a cena que protagonizávamos também me sugeria grande prazer físico. Era o cúmulo da permissividade. Ver-me ali, em meu próprio escritório, nua da cintura para baixo, deitada sobre minha mesa, pernas abertas, abrigando seu rosto entre minhas coxas, causaram-me uma alucinante sensação de luxúria. Eu estava completamente dominada pelo clima de erotismo do momento.
Curiosa, levantei-me, apoiada nos cotovelos, fiquei quase sentada na mesa, e assim pude olhar seu desempenho. Sem parar com os afagos, ele também me olhava... sua língua roçava freneticamente meu clitóris e seus olhos enviavam aos meus faiscas de satisfação. Repentinamente, afastou-se de mim e livrando-se da bermuda que vestia deixou à mostra seu membro, que como em todas as vezes que vi ou toquei estava duro, vermelho, quente e latejante. Sem tirar os olhos dos meus, ele passou a se acariciar, com o conhecido movimento de vai-e-vem da masturbação. Entre as mãos, seu membro parecia ainda mais volumoso. As veias ondulosas e saltadas deixavam transparecer toda sua excitação e a glande, vermelha e lustrosa, se oferecia máscula, viril, como objeto de penetração e volúpia. Aquela imagem grotesca de um pênis ereto derrubou todas as minhas barreiras; eu desejava demais ter aquele mastro dentro de mim...
- André...venha... vamos fazer rápido... já está noite, preciso ir....
Eu não sabia que iria experimentar a sensação mais louca de minha existência. Fazendo-me deitar novamente sobre a mesa, abriu delicadamente minhas pernas e reiniciou as carícias - beijos e lambidas - nas minhas coxas, na minha vagina e quando eu menos esperava, arrastando a viscosidade de sua saliva misturada com meu líquido vaginal, tocou com a língua em meu ânus e parecendo estar beijando uma boca, sugou o orifício anal, lubrificando-o com a secreção salivar e como se quisesse penetrá-lo com a língua, fustigava por todo o anel. Durante alguns minutos ele prosseguiu com aquela desconhecida forma de me enlouquecer. Eu estava descontrolada. Jamais havia sentido aquela sensação de prazer, que como uma onda invadiu meu corpo.
Uma torrente tomou conta de minhas entranhas e após alguns instantes, desejei ser penetrada. Semente a invasão de um pênis poderia aplacar minha excitação extrema...
- Vem, André... eu não agüento mais de vontade... vem...
Seus olhos faiscaram... puxando-me mais para a beira da mesa, segurou seu membro, ainda fazendo o movimento de vai-e-vem da masturbação, apontou-o em direção a mim e após roçar delicadamente em meu clitóris, com uma estocada decidida e firme, penetrou-me de uma só vez até o fim. Varando minha vagina, rasgando minhas entranhas, senti aquela vara quente e dura, inteira, dentro de mim. Não pude conter minha libido. Passei a mexer e falar como uma prostituta, completamente dominada pelo erotismo do momento:
- hhaaaiiii....André.... assim... assim....mais forte....mais forte... hhooiii... loucura... loucura... me faz... me faz sentir tudo dentro... hhhoooiiiinn...
- Isso, tia... mexe... mexe e fala... mexe e fala como puta pra mim... agora tu é uma puta... agora tu é a minha namoradinha que quer trepar.. que quer ser fodida... é isso? é isso?
E passei a me movimentar descompassadamente e falar ininterruptamente. Falar coisas obscenas, palavrões, coisas que jamais imaginei. Nunca pensei que pudesse me liberar daquela maneira.
- Aahhii... que coisa boa... que pau maravilhoso... me faz sentir esse pau dentro de mim... dentro da buceta da tia... da tua tia, tua namorada... tua puta... Eu quero vibrar com essa piça em mim, André... hhaauunnn... que loucura... pau gostoso... aaii... como é bom ser puta... como é bom ser vagabunda..
Mesmo sabendo que os minutos passavam, e que a noite caia eu não conseguia me desvencilhar daquela festa de sexo e prazer. Ele havia adivinhado; eu estava assumindo minha condição de libertina, putana. Estava, conscientemente, gostando daquela libidinagem. Querendo, desejando tudo aquilo, vibrando intensamente com aquela safadeza.
Completamente invadida, dominada e envolvida, aderi ao jogo de gestos e palavras que compunham aquilo que ele seguidamente repetia:
. De repente, um calor enorme tomou conta de meu corpo, com minhas pernas puxei-o para junto de mim e falei, ofegantemente:
Aquele cheiro de sexo aumentou nosso instinto animal. Após gozarmos intensamente, ele desintroduziu o pênis de mim, completamente melecado por nosso prazer e num gesto de depravação e despudor ofereceu-o a mim:
- Tia Magda, chupa aqui... chupa o restinho de porra que ainda tem... lambe a minha porra misturada com a tua... bebe, tia... bebe puta, vagabunda...
Aquele oral, me causava uma sansação de prazer e nojo. Nojo porque jamais imaginei colocar na boca e chupar um pênis encharcado de esperma, gozo e suor; prazer porque aquele gesto significava minha entrega total aos prazeres do sexo.
O que até aquele dia era um deslize condenável estava começando a ser um caminho sem volta. Eu havia me tornado amante de meu próprio sobrinho, como os próximos encontros iriam comprovar
Sabia que havia dado um passo enorme na minha degradação moral. Tinha consciência de que havia autorizado que ele se sentisse totalmente a vontade para levar adiante aquele relacionamento totalmente louco.
Fiquei vários minutos recolhendo e devolvendo o que havia ficado se sua ejaculação em minha boca até que, em um último gesto, coloquei-o todo em minha boca, e suguei de forma intensa, como querendo limpa-lo e engoli vagarosamente, olhando em seus olhos, que aprovavam minha licenciosidade.
Nos vestimos. Ainda estava claro, mas quando olhei no relógio me dei conta de que estávamos no horário de verão; eram 8:30. Pedi que ele saísse na frente. Nos beijamos por alguns minutos, numa demonstração de que tudo estava claro entre nós: ele queria e eu, inexplicavelmente, também. Éramos, irremediavelmente, cúmplices.
Passaram-se dois dias, até que ele chegou em minha casa, pouco depois do meio dia, dizendo que estava a mando da Joyce, buscando uns documentos.
Vi, na hora, que tratava-se de pretexto para me procurar. Disse-lhe que teria de esperar um pouco, pois os documentos não estavam à mão, e eu teria que procurar.
- Tudo bem, tia. não tem pressa, só que eu queria levar hoje pra não ter que voltar amanhã. Posso esperar?
- Não tem problema, Andre... só vou demorar um pouquinho pois não tenho certeza de onde guardei.
Meu marido, que estava me esperando para me levar de carona até o centro da cidade, onde tenho escritório, intercedeu na conversa dizendo que não poderia me esperar, pois estava com horário marcado para atender um cliente.
- Não tem importância, amor... se o André levar esse material para a Joyce eu nem precisarei ir ao escritório hoje.
Acompanhei meu marido e minha filha até o carro e após um carinhoso beijo de despedida vi-o se afastar até dobrar a esquina da rua. Quando o carro sumiu, uma enorme ansiedade tomou conta de mim. sensações que não conseguia identificar.
Ficamos assim, nos fitando, por alguns minutos. Conscientemente procurei completar o clima de orgia que se armava e cantarolei:
- ... na casa da titia.... de noite e de dia, na casa da titia..
- Tira tua roupa, tia... tira de vagarinho..
Enquanto ele se aproximava, passei a tirar lentamente vestido, depois o sutiã, depois a calcinha, até que ficamos frente a frente, completamente nus, em plena sala da minha casa. Envolvida pelo clima de libidinagem repeti novamente:
- ... na casa da titia... de noite e de dia, na casa da titia, depois que o titio saiu...
Ajoelhei-me a sua frente e fiquei com aquele mastro rijo e avermelhado e quente a centímetros de meu rosto. Abocanhei delicadamente. Ele, também delicadamente segurava minha cabeça forçando um leve movimento de vai-e-vem. Com a outra mão acariciava meus cabelos, meu rosto, e vez por outra segurava seu pênis, fazendo com que eu soltasse de minha boca e batia com ele nos meus lábios, na face. Riamos baixinho, um riso malicioso, cheio de veneno e sedução.
Passaram-se uns minutos, não sei quanto ao certo. Lem-brei do que já havia ocorrido e falei:
- André, faz na tia aquele carinho do outro dia, lá no escritório...
- Aquele carinho que tu diz é chupar tua buceta, tia? lamber teu cuzinho...
Sorri, meio sem graça e me deitei no chão da sala, sobre o tapete. Ele repetiu tim-por tim-tim tudo o que havia me feito delirar de prazer, sobre a escrivania do meu escritório. A sua língua em minhas pernas, coxas, em meu clitóris...em meu anus. Um prazer arrebatador. Novamente uma viajem alucinante de prazer e volúpia.
O telefone tocou. Sem sair do lugar, estendi o braço e consegui pegar... atendi, era meu marido, perguntando se eu não iria ao centro e se estava tudo bem.
- Quem era, tia?
- O Sérgio... querendo saber se estava tudo bem. Se ele soubesse, André...como está... tudo bem...
- Vamos pra tua cama, tia...lá vai ficar melhor.
- Na minha cama não, André. Pelo menos isso vamos respeitar.
- Ta bem... nada como ser uma boa esposa...
E colocou-se por cima de mim, buscando iniciar a penetra-ção.
-... mas agora manda esposa descansar e põe a putinha no lugar dela...
Era impressionante como eu estava envolvida pelo clima de sexo e prazer, Pois quando senti que a penetração se iniciava, envolvi minhas pernas no corpo dele, e puxando-o contra mim forcei uma entrada mais rápida do membro em mim.
Iniciamos um jogo delirante de movimentos, de caricias, de palavras e frases obcenas, palavrões, insultos, que foram aumentando, aumentando, até que chegamos ao clímax dessa libertinagem.
- hhhaaannn, tia Magda... mexe, tia... mexe... puta sem vergonha... aiii, tia... tiazinha.... é do caralho trepa contigo... puta gostosa....
- tu gostas, não é, seu sem vergonha.... então faz, André... faz gostoso... fode a tua titia puta... a tua coroa gostosa... fode meu gurizinho mimoso... tu é o sobrinho mais amado do mundo... fode bem essa tua vagabunda...
- Vagabunda... tu é muito puta, tia... puta e sem vergonnha... teu marido na rua trabalhando e tu aqui... na maior putaria... tu não tem vergonha...não tem vergonha ?? puta...vadia...
Por um segundo, pensei que ele estava dizendo a mais pura verdade. Eu havia perdido completamente a vergonha. Meu marido na rua, no trabalho, e eu ali -usando as palavras dele- na maior putaria, abrindo meu lar para a luxuria e a libidinagem. Olhei em volta e vi a sala de minha casa, lugar onde por tantos anos convivi com meu esposo, minha filha, meus familiares, sendo agora palco de uma cena de sexo sem qualquer pudor.
Aquela situação de humilhação me excitava mais ainda. Completamente corrompida, meu corpo e meu pensamento queriam submeter-se a mais volúpia, mais devassidão, mais sacanagem. Um pensamento passou em minha cabeça e, consciente da loucura total, não hesitei: provoquei uma pausa no movimento copular que fazíamos e falei:
- André, recorda na nossa primeira vez, dentro do carro, quando eu disse que não tinha mais os seios bonitos como os das meninas, nem a pele sedosa como a delas ???
- Sim, tia....lembro... porque ?
- Porque eu lembrei de uma coisa que ainda é virgem em mim... nunca ninguém brincou de sexo ali... se tu quiseres vai ser o primeiro..
Ele se fez de desentendido. Sorriu, perguntou o que era. Apesar de todo meu grau de excitação não me senti a vontade para falar. Sai fora da penetração em que nos encontrávamos, levantei e caminhei até o banheiro. Voltei trazendo um tubo de creme hidratante, deitei-me no mesmo lugar, próximo a ele, porem de bruços e virei levemente o rosto para perguntar:
- Entendeste, meu bicinho?
- Não, tia Magda...não entendi... mas me dei conta que estava apenas querendo erotizar ainda mais, pois com a mão, passou a acariciar minhas nádegas, até encontrar o anel de meu ânus, onde passou a roçar levemente o dedo...
- ... é isso, tia... é teu cuzinho que tu guardou virgem pra mim ? é o teu rabinho que nunca ninguém comeu e agora eu vou fude pela primeira vez...??? ... responde tia... ...é o cu, tiazinha??? ...responde, cade-la... é no rabo que tu qué leva piça???
E nesse nível de conversa, mesclando palavrões com elogios as minhas coxas, ao meu bumbum, ele passou a untar o pênis com o creme que eu havia trazido. Derramou um pouco em meu rego e com o pênis mesmo, em lentas pinceladas, lubrificou meu botão anal. Na iminência do acontecimento, falei:
- De vagar, André... a tia nunca fez... tenho medo que doa...
Então, vagarosamente, foi introduzindo o falo em meu ânus, último reduto inexplorado de meu corpo de senhora. Mesmo com alubrificação abundante a penetração me provocava uma sensação de ardência e um pequeno dolorimento no orifício invadido. Ao contrário do coito vaginal, que ele sempre fazia com determinação, agora ele introduzia lentamente, sem o vai-e-vem característico. Suas palavras mesclavam cuidado e incentivo. Cuidado, para que eu não me sentisse demasiadamente pervertida e incentivo erótico, para que eu me permitisse viver o momento com envolvimento e prazer.
- ...ai, tia... que gostoso...bem quentinho...bem apertadinho... posso meter mais, tia?
- mete...devagarinho, amor...
- que tu tá sentindo, tia? é gosto? é bom?
- é bom, amorzinho...mas vai devagar....devagar...assim...
Então ele demonstrou todo seu grau de excitação:
- ... puta que pariu, tia Magda...que coisa do caralho...que tesão.. que tesão que dá cumê teu rabo....puuutaaa... tu é foda, mulher...tu é muito foda, tia...
- ai, amorziiinho... foi tu que me deixou assim, André... tu que me leva a aceitar essas coisas. É tu que me enlouquece com isso, André...
Esse pequeno dialogo demonstrou que estávamos entregue àquela luxuria e que eu estava aceitando, gostando, querendo aquele prazer até então desconhecido.
Os movimentos se intensificaram e senti que seu pênis estava totalmente introduzido em meu anus. A ardência e o dolorimento que referi antes se tornaram um pouco maiores, mas longe de ser um desconforto passaram e ser uma sensação de prazer. Sentia sua volumosa massa peniana abrindo caminhos entre minhas nádegas, rasgando minhas entranhas, perfurando meu anus.
De repente paramos de falar e apenas sussurros e murmúrios se misturavam no ar com o som dos nossos corpos em choque. A batida de seus coxas nas minhas, seu púbis com minhas nádegas, formaram um concerto erótico enlouquecedor. Não consigo descrever a cena, à medida que aumentava o movimento aumentavam os gemidos e os ruídos do choque de nossos corpos.
Em um determinado momento, ele colocou uma das mãos em minha nuca, forçando com que eu encostasse o rosto no chão. Em função disso, meu bumbum ficou ainda mais empinado e meu anus ofereceu uma abertura maior permitindo, assim, que com uma estocada firme ele atingisse a penetração total.
A flexão intensa provocou sons como se eu estivesse soltando gases, ensejando nele um comentário entre erótico e depravado:
- Peida, putona, peida...
Envolvida pelo clima eu olhei para trás com um sorriso de cumplicidade:
- ...ai, André, que vergonha...
- Vergonha é roubar e não poder carregar, tia... e tu ta carregando meu pau inteirinho no cu...
Meu orifício anal completamente dilatado permitia que ele tirasse o membro de dentro e colocasse novamente sem qualquer resistência.
- Aqui "ta tudo dominado", tia... teu cu se alargou...tá um cuzão pronto pra recebe meu pau.
E, então, introduzindo até minhas entranhas se sentirem tocadas, entre uma e outra estocada, teve um orgasmo como eu jamais havia visto, em intensidade e quantidade. Por longo tempo senti o latejar de seu pênis dentro de meu anus. Isso, aliado aos movimentos e às palavras de baixo calão que pronunciava tornavam claro que estava em alto grau de ex-citação e gozando intensamente.
-... hhhuuummmm.... tia..... to gozando...hhunnn...mexe...mexe tia Magda... mexe puta sem vergonha....rebola teu cu, tiazinha....remexe esse cu cadela puta...puta....puta... muito pu-ta......aaiii..tia...vo enche teu cu de porra....toma leite no cu, tia...ooooiiiiiioooooiiiiiiiooooooiiiiiiii......
E desmoronou por cima de mim. Sua respiração ofegante em minhas costas era a prova de que havia ido às altura. O esperma escorrendo em minhas coxas era abundante, e quando ele desentroduziu seu mebro de mim, um enorme torrente escapou de dentro e rolando por minhas pernas, inevitavelmente acabou caindo no tapete. Por muitos dias seria a lembrança daquela tarde.
Caminhei até o banheira, me secando com o próprio vestido. A visão dele, deitado no chão, o pênis já flácido, mostrava a figura de um guerreiro vencido. Um guerreiro do sexo, vencido pelo prazer.
Olhei o relógio, já era quase quatro foras da tarde. Havia duas horas que estávamos ali. Eu não havia atingido o orgasmo, mas temi em ficar mais tempo em situação tão arriscada. Expliquei meu receio e pedi que fosse. Vestiu-se e nos despedimos.
No banho, fantasiei com sua lembrança e minhas mãos cumpriram a tarefa que seria dele. A frase que ele pediu que eu pronunciasse para sonorizar suas sessões de masturbação pensando em mim, naquela tar-de veio em meu benefício.
Ensaboei delicadamente minha vagina e introduzi meu dedo médio...
- ...me fode, Andre... me fode cachorrinho da tia....
FIM
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