Eu acordei me sentindo estranha. Plena em muitos sentidos. Enfim, uma mulher inteira.
Mas ainda assim alguma coisa não estava bem.
O dia anterior tinha sido fantástico. Caio mostrou ser um senhor perfeito. E acima de tudo um perfeito cavalheiro. Forte, seguro e extremamente carinhoso.
Levantei, ele ainda não havia acordado. Fui ao banheiro, tomei um banho, o corpo estava todo dolorido e marcado.
Nunca havia sido fudida com tanta intensidade.
Quando voltei para a cama, ainda úmida do banho, ele estava acordando. Senti que ele percebeu no meu olhar que eu não estava bem.
Me puxou e sem dizer uma só palavra, beijou minha boca com sofreguidão e me empurrou rumo ao seu cacete. E eu não fui. Resisti. Ele disse autoritário:
-Chupa!
-Não, não quero.
O tapa veio com tamanha força que me fez cair da cama.
-E quem disse que você tem querer?
Seus olhos brilhavam com uma fúria controlada.
Tive medo.Mas me mantive quieta.
-Chupa! mais enérgico ainda.
-Não.
Eu estava sentada no chão. Ele se levantou da cama, pegou o cinto e me bateu. Uma... duas... três vezes... eu sabia que não adiantava correr. Mas tentei. Fui para o banheiro e ele veio atrás, me dando lambadas vigorosas com o cinto.
Tentei me trancar no banheiro mas ele era mais forte do que eu.
Só vi quando puxou a cordinha de cima da pia e prendeu minhas mãos, juntas. Amarrou bem forte e me prendeu nas argolas que havia colocado no dia anterior no alto da porta do banheiro e eu achei que estavam esquecidas.
Eu estava enlouquecida. Não queria que ele me tivesse assim tão impotente. Mas não havia escapatória.
Ele me deixou ali e foi tomar seu café, que havia sido entregue no quarto.
Nem me olhava. Tomava seu café tranquilamente como se eu nem existisse.
Aquilo fazia minha raiva aumentar.
Depois de meia hora, voltou e me perguntou se estava mais calma. Meus olhos brilhavam de raiva.
-Vá à merda!
Mais um tapa no rosto.
-Vagabunda! Você precisa aprender a respeitar seu dono !
As lambadas do cinto vieram impiedosas.
Mas, por alguma razão que não entendo, meu tesão ia aumentando... o calor se espalhando pelo meu corpo. Me prometi que não ia dar a ele o gostinho de perceber isto.
Ele me virou, me abraçou por trás, colocou um dedo na minha buceta e soltou uma sonora gargalhada.
-Você é mesmo uma puta!
Começou a passar o dedo molhado do meu próprio caldo no meu cu. E ficou assim um tempinho. Passava o dedo na minha buceta e depois enfiava no cu. Senti que ele foi se alargando devagarinho.E minha buceta cada vez mais molhada.
Comecei a chorar de raiva por ser tão permissiva.
Ele parou e começou a brincar com os bicos dos meus seios. E apertava cada vez mais, rolando os bicos nos dedos. A dor foi ficando insuportável. Mas continuei calada. Os olhos foram se enchendo de lágrimas.
Ele voltou a se posicionar atrás de mim e foi forçando meu cu com seu cacete em riste. Duro como ferro.
Me penetrou com selvageria. Metia, socava, sem dó. E meu tesão ia aumentando.
Colocou um dedo na minha buceta. Depois outro. Me fodia com força o rabo e esfregava o dedo com carinho. Eu já estava prestes a gozar. As sensações se misturavam e se transformavam em uma só. Dor, raiva, tesão, desejo.
Aquele homem tinha uma facilidade de mexer comigo que me assustava.
Seu cacete entrava e saia e minha respiração foi ficando ofegante. Seus dedos entravam e saiam da minha buceta e eu perdia o controle. O gozo veio forte.
Ele tirou os dedos de minha buceta e colocou um a um na minha boca.
Eu os lambia com prazer. Chupava como se estivesse chupando seu cacete.
Senti que ele também ia gozar. E queria sentir seu gozo forte no meu rabo.
E veio... intenso... senti o calor e a força do jato dentro de mim.... e depois escorrendo.... descendo por minhas pernas.
Ele saiu e foi tomar um banho. Quando percebi que ia me deixar ali, vi que tinha que ceder.
-Por favor, Caio, me solte.
-Não! Você está muito mal educada.
-Por favor, meu senhor, não aguento mais.
-Ainda não.
-Ah, Mocinho, não faça isto com sua putinha..... me perdoe... por favor....
Ele olhou sorrindo. desamarrou a corda e me levou pro banho.Eu estava toda marcada. Dolorida. Vermelha. Roxa.
Ele me ensaboou com carinho, beijando meu rosto e meu pescoço como se estivesse cuidando de uma criança.
E depois me levou prá cama... e dormimos ali, abraçados.... saciados.... e felizes.....