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Seção C O N T O S
Colaboração: Sabrina Agosto/2003 |
Sempre gostei de encarar experiências diferentes.
No sexo, não poderia ser de outra forma.
Você, apesar da sisudez e, por vezes até da falta de humor sempre curtiu realizar as mais loucas fantasias e fetiches meus. Um deles, onde sem cerimônia vestias o papel de um assaltante, sempre foi o meu preferido. Não combinávamos previamente. Você tem o dom de adivinhar e me surpreender de maneira espetacular. Por várias vezes, enchi a banheira de hidromassagem, peguei toalhas e apetrechos para um demorado banho, bem como alguma bebida leve para degustar ao som de uma boa música, sem a menor pretensão de lhe aguardar ou encontrar.
Mas seu sexto sentido parecia sempre lhe avisar destes meus "momentos", pois enquanto tomava um demorado banho de espuma com sais de cheiro, você assumia o papel de um maníaco e, invadia o apartamento para roubar e algo mais, preparando todo o cenário para me atacar e imobilizar - lenços, tiras de lençol e algemas - como escolhia o melhor local para emboscar-me, o que geralmente era no quarto, mas para variar podia ser na saída do banheiro, na cozinha ou qualquer peça do apartamento. Sorrateiramente, se escondia e aguardava a chance de me atacar, invariavelmente me surpreendendo, pois eu jamais sabia destas suas aparições.
Normalmente eu terminava o banho, vestia uma lingerie e, descalça, vestia um roupão de seda para sair do banheiro. No quarto, tirava o roupão e, começava um ritual de passar creme ou óleo pelo corpo. Geralmente era nesta hora que você me atacava de surpresa por trás, enfiando uma trouxinha feita com um lenço em minha boca, segurando firmemente minhas mãos e as prendendo com as algemas para trás, em seguida pegava um lenço grande e largo (destes que as mulheres costumam usar na cabeça), dobrava algumas vezes e o amarrava por cima de minha boca, dando um nó firme por trás da cabeça, de forma que eu não conseguisse cuspir a trouxinha.
Você sempre me dizia do tesão que sentia ao ouvir meus gritos abafados por uma mordaça, eu me debatendo e tentando gritar por socorro, mas os gritos transformados em apenas ininteligíveis sussurros e grunhidos, baixinhos, através do lenço. A mordaça bem colocada não permitia que minhas palavras fossem ouvidas. Você me derrubava na cama, sentava sobre minhas pernas para evitar que eu me debatesse e, com uma grande tira de lençol amarrava meus pés juntinhos, se afastando para observar a cena. Depois de observar por algum tempo, passava a agir.
Com as outras tiras de lençol você me imobilizava na cama de forma que eu não pudesse me mexer, retirava meu sutiã e deixava a mostra meus lindos seios; eu sigo gritando, embora sem sucesso, tentando me debater - como uma pessoa que está prestes a ser estrupada. Você começa então uma lenta e progressiva masturbação, prendendo pregadores nos bicos de meus seios e vendo o arrepio de dor e prazer que invadia meu corpo.
Soltas meus pés para em seguida voltar a amarrá-los, mas desta vez a amarras com as pernas dobradas, atando os tornozelos nas coxas, deixando duas tiras de pano compridas as quais prendes nos pés da cama, me obrigando a ficar com as pernas bem abertas e, sem nenhuma possibilidade de me defender de você.Tiras minha calcinha e deixas completamente exposta minha linda e cheirosa bucetinha que nesta altura já esta todo molhadinha.
Quando eu já estava quase louca de tesão e pronta para ser penetrada, você retirava minha mordaça e a trouxinha e, nos beijávamos loucamente e demoradamente. De repente parava de me beijar e voltava a me amordaçar, passando a masturbar-me até que eu novamente estivesse no ponto para a penetração.
Quando eu estava, mais uma vez, louca de tesão, ele me penetrava, e olhando para mim, verificava que eu mordia o lencinho dentre meus dentes com vigor, demonstrando todo tesão que eu estava sentindo, enquanto ele ia penetrando apenas a minha bucetinha, que se moldava ao seu pênis.
Inúmeras vezes, nesse ponto, você desamarrava-me os braços para prendê-los junto a minhas pernas, deixando-me numa posição que não permitia nenhum tipo de ação. De bruços, pernas abertas, você avançava para seu prato principal, do qual não abrias mão de jeito nenhum. Como sempre, eu debatia-me muito e resistia como podia a suas investidas em uma zona tão prazerosa mais dolorida. Lentamente, você lubrificava meu ânus e com seus dedos ia investindo pouco a pouco, definindo o caminho para seu pênis, que num arroubo arremetia fortemente, deixando-me sem ar frente à dor da estocada. Então, num misto de dor e prazer que me consumiam por inteiro, você derramava todo seu prazer em mim, que já sem forças muitas vezes desfalecia sob seu corpo.
Conforme você percebia que eu também havia gozado, lentamente ia me soltando, mas sem dispensar os carinhos, começando a cortar as tiras que a prendiam a cama, depois as pernas, deixando por último as algemas e a mordaça. Depois de soltar-me, beijava-me fortemente e, por algumas vezes, fazíamos sexo convencional e passávamos o resto da tarde juntos assistindo TV.
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