Colaboração enviada por
mestreedison@globo.com

06/07/02 08:03:21

Um pacote é entregue com um cartão e uma rosa

Um pacote é entregue com um cartão e uma rosa, no serviço.

"Vista a roupa e coloque os acessórios no horário marcado; chegando lá haverão novas instruções, leve a rosa. Mestre E".

Sentiu a face ruborizar e a conhecida umidade no ventre. Depois daquele momento não conseguiu trabalhar mais, com um misto de medo, ansiedade, desejo. Chegou em casa as 18:00 horas e ansiosamente abriu o pacote, dentro havia outro bilhete e um espartilho preto que deixa os seios de fora e fecha nas costas com cordas, calcinha que antes nunca teria coragem de usar, mas agora, lembrou das coisas que seu mestre já fizera e de novo sentiu desejo e medo, meias, um plug enorme e uma capa preta também que não tinha botões somente era amarrada na cintura. No bilhete "vista a roupa, coloque o plug você sabe aonde, vá até o endereço abaixo use a chave para entrar e obedeça as instruções que encontrar, vá de táxi e não coloque outra roupa, estarás sendo observada, não esqueça o espartilho tem que estar apertado até o extremo, horário 19:00, senão...".

Na mesma hora começou a tremer não daria tempo, tinha que tomar banho depilar tudo, vestir-se e não tinha a mínima idéia de onde era o endereço, pensou em desistir não ir, tinha medo do que iria encontrar, tinha dúvidas quanto sua condição de escrava, queria ter mais liberdade, não queria dor, mas sabia também que se recusasse não veria mais seu Mestre, mesmo duvidando de sua condição ainda chamava Mestre, seu domínio era tão forte que mesmo sentindo receio iria mais uma vez entregar-se e fazer tudo que era ordenado, precisava disso assim como de água para viver, foi tomar banho e preparar-se para dor, humilhação, tesão, prazer, e sabe o que mais o Mestre preparou...

Vestiu o espartilho apertou o máximo que conseguiu, colocou e prendeu as meias, para enfiar o plug, sofreu, além de ser grande, sempre quem enfiava era outra mão sentira dor pela primeira vez na noite, mas como sempre ficou toda molhada, depois colocou a calcinha que só cobria um pedaço na frente e atrás entrava toda, sentindo-se uma prostituta colocou a capa e mal conseguiu cobrir os seios que estavam nus, era transparente e mesmo no escuro daria para ver como estava vestida, olhou o relógio e entrou em desespero eram 18:45, saiu correndo.

Demorou até aparecer um táxi, tudo mundo que passava na rua olhava, alguns brincavam, dois carros pararam oferecendo carona, finalmente parou um táxi. Entregou o papel com o endereço, o homem não tirava os olhos do espelho. Estava com as pernas abertas como sempre era ordenado por seu Mestre, obedecia mesmo sabendo que Ele não estava, mesmo sentindo que a face esta rubra, mesmo correndo o risco de ser atacada pelo motorista, mesmo humilhada sentia tesão, pensou que estava mesmo tornando-se uma escrava, um objeto e adorava.

O táxi chegou ao local indicado por volta das 19:30, sentiu medo de novo, pois seria punida severamente pelo atraso.

O local era deserto somente com uma casa velha que mais parecia um galpão, testou a chave e a porta abriu, o local era escuro, havia uma mesinha perto da porta e um candelabro, ao lado uma porta que esta entre aberta, chegou perto abriu e viu que havia uma escada que levava a uma espécie de porão, não havia luz somente tochas nas paredes, sentia a umidade penetrando suas narinas, desceu chegando lá viu que se tratava de uma masmorra não conhecia nenhuma, mas deduziu dos livros que leu, o lugar parecia um salão de baile, não havia luzes somente candelabros, com dezenas de velas de todas as cores e tipos, no centro havia uma mesa de mármore, parecia um altar de sacrifício do alto pendiam correntes, dos lados da peça haviam correntes penduradas, tábuas em forma de X, algumas cadeiras com assento outras sem, havia também uma cama tipo que tem na cadeia e um vaso sanitário, ficou apavorada pensou em sair correndo, mas a submissão pesou e ficou, havia uma mesa com uma garrafa de vinho aberta! E um novo bilhete, abriu apreensiva, pois seu Mestre nunca havia lhe falado que conhecia um lugar assim, ficou pensando nas coisas que lhe havia dito, "vou te emprestar ou dar para alguém, pois não estou satisfeito com suas atitudes. Ficou com medo seu Mestre iria mesmo fazer isso chorou".

No bilhete estava escrito "coloque a coleira, abra a capa e deixe seu corpo amostra, coloque as pulseiras e tornozeleiras, por fim coloque a venda e espere ajoelhada no chão com as mãos atrás da nuca na posição para ser examinada". Fez o que foi ordenada a mesa ficava de frente para porta, portanto ficou a esperar de quem estava para chegar, o tempo demorava a passar, sentia frio, os joelhos doíam, os braços para cima incomodavam, mas não ousou mexer-se, parecia que haviam passado horas.

A porta abriu e com o ranger, estremeceu, pensou quem estaria chegando, ouviu a porta ser fechado e o som dos passos firmes em sua direção. O primeiro tapa na cara quase a derrubou e fez caírem seus braços com a dor, levantou imediatamente, o segundo fez as lágrimas rolarem, baixou a cabeça em sinal de submissão, seu coração disparou, queria cobrir-se, ir embora, pois a voz que falou não era de seu Mestre, "Isso foi pelo atraso, também serão 10 chicotadas por minuto de atraso, falou o estranho", em vez disso permaneceu exposta e quieta.

O estranho colocou a guia em sua coleira e a fez levantar-se, as mãos examinaram seu corpo detalhadamente, apertaram seus seios, esticaram os mamilos, abriram a boca, apertaram e abriram as nádegas, enfiou os dedos o mais profundamente possível em seu ventre e apertaram com muita força seu clitóris, ainda pensou em meio a dor que o toque do estranho era bom como do seu Mestre e sentiu remorso por isso, de novo aquela voz penetrante e assustadora a fez chorar, "a vagabunda chora, mas esta mais molhada que se estivesse mijada".

A capa foi retirada e foi puxada pela coleira, até ser forçada a sentar em uma cadeira, foi amarrado com as pernas abertas, o braço para trás e outra corda que passava pelos seios sendo amarrada na cadeira, as cordas doíam e marcavam a pele perfeita da escrava.

A voz mais uma vez a fez estremecer.

"Agora é um jogo e depende de você o quanto vai sofrer ou ter prazer, tudo que for colocado na sua boca ter que ser engolido, para não receber mais castigos dos já programados é preciso acerta o que é colocado, fique de boca sempre aberta".

Primeiro foi algo líquido.

-Vinho, disse a escrava
-Beba tudo
-Pizza
-De que?
-Calabresa
-Errado era Portuguesa

Foram colocados prendedores nos seios devido ao erro. O estranho puxava, a dor era quase insuportável, as lágrimas caiam aos borbotões.

Sentiu um gosto que não queria acreditar que era, mas falou.

-Esperma
-Quero ouvir o nome vulgar
-Porra.

Bebeu tudo, sentindo-se humilhada estava bebendo esperma não sabia de quem, nunca havia passado por tamanha humilhação, e assim continuou, com mais pizza, água, cerveja, leite condensado, e algumas coisas que não acertou por isso a punição iria continuar. Sentiu a presença de um membro em sua boca e a ordem "chupe", e assim foi feito chupou o estranho até gozar em sua boca, como de hábito engoliu tudo.

Foi desamarrada e puxada pela guia obrigando a levantar-se, suas pernas, braços, seios, coxas, estavam marcados pelas cordas, foi andando de cabeça baixa até ser ordenado que parasse. Suas pernas foram abertas e foi colocado um espaçador de pernas que a impedia de fecha-las, suas mãos foram presas a correntes e levantadas, ficou na ponta dos pés.

Foram tiradas, o espartilho, a calcinha, o plug, ficou somente de meias. Sentiu-se ao mesmo tempo aliviada e completamente aberta atrás, devido ao tamanho do plug. A primeira chicotada atingiu sua bunda, gritou e chorou, as demais no seu corpo inteiro, o som era ensurdecedor, a dor imensa, o suor escorria junto com as lágrimas, algumas marcas já estavam profundas, nas coxas, costas, nádegas, seios, os hematomas iam ficando cada vez mais profundos, ao mesmo tempo sentia que escorria algo pelas pernas, não sabia se era urina ou...

Isso não passou desapercebido pelo estranho:

"olha só a puta, tá toda molhada, nunca tinha visto uma escrava assim, o clitóris esta enorme, chupa meu dedo sente teu gosto puta, agora lambe o outro que tem sangue das tuas marcas, puta suja."

Foram dadas 150 chicotadas e foi avisado que isso era só a metade. Sentiu uma língua em sua parte mais íntima. No momento em que começou a lambe-la seu corpo entrou em êxtase tremendo todo parecia que ia desmaiar, foi o orgasmo mais intenso que teve na vida. Sentiu-se ainda mais humilhada, pois deveria sentir ódio do estranho que tinha marcado seu corpo como nunca havia sido antes e que talvez algumas marcas não saíssem mais, ao contrário gozou como nunca chegando quase a perder os sentidos, por isso a risada sarcástica era tão humilhante.

Foi retirada das correntes que a prendiam, seu corpo desabou no chão, foi levantada pela guia novamente e ordenado que deitasse na mesa de mármore, foi amarrada na mesa de pernas e braços abertos, sentiu um certo conforto, pois a mesa era muito fria o que aliviava um pouco a dor nas costas e nádegas.

O estranho colocou uma mordaça na sua boca, porque estava cansado de ouvir gritos. Sentiu ser colocado nos lábios da vagina um tipo de prendedor, não sentiu dor. Ouviu primeiro o som parecido com rádio mal sintonizado depois a dor, o estranho estava aplicando choques elétricos, mordeu a mordaça.

Sentindo a escrava novamente molhada colocou um prendedor no clitóris e aplicou novos choques, seu corpo tremia todo mesmo amarrado, seus pulsos sangravam devido aos movimentos bruscos, seu corpo desfaleceu com outro orgasmo alucinante.

Foi acordada com tapas no rosto, não lembrava quanto tempo havia passado, mas sentia-se cada vez pior, pois tinha gozado novamente, que tipo de pessoas goza sendo torturada, com alguém que não conhece, e seu Mestre que não aparece, porque tinha feito isso seus devaneios foram interrompidos novamente pela dor, agora queimando seus seios, eram sebo de velas que caiam ininterruptamente depois de cobrir praticamente todo seus seios, foram arrancados de uma só vez.

Foi desamarrada e levantada, novamente uma ordem fique de joelhos, posição de ser examinada, a venda foi retirada...

-Mestre !, exclamou
-Mas a voz...

Seu Mestre apontou para trás, havia um homem com uma câmera e uma máquina fotográfica.

"O tempo todo fui eu que torturei você, o Mestre X filmou e fotografou tudo, agradeça".

A escrava beijou e lambeu seus pés com verdadeira devoção e vontade, também beijou os pés do outro Mestre como foi ordenado.

Ficando a sós, seu Mestre levou-a pela mão até a cama e perguntou pela rosa. Ficou um bom tempo acariciando o corpo de sua escrava, beijando as marcas, fazendo carinho em suas partes íntimas, mandou-a ajoelhar-se e a penetrou por trás, enquanto a fustigava com firmeza pegou a rosa e começou a esfregar no clitóris, passava ora as pétalas, ora os espinhos, misturando dor e prazer, chegaram depois de algum tempo a um orgasmo intenso, para agradecer a escrava limpou o pênis de seu Mestre com devoção.

Foi ordenado por seu Mestre que deitasse para descansar, pois iria dormir ali mesmo.

"Hoje o Mestre X somente olhou, amanhã usará seu corpo como fosse seu e junto vai trazer alguns amigos para ver e usar você".

Estremeceu só de pensar, mas quando seu Mestre deitou-se a seu lado e colocou sua cabeça em seu colo, esqueceu de tudo e adormeceu pensando que amanhã ele podia desistir de empresta-la, sentia-se feliz com sua condição de escrava e antes de dormir passou as mãos por suas marcas sentiu-se orgulhosa de pertencer aquele homem que estava fazendo cafuné para dormir.

CONTINUA...