Obtido numa sala de chat.

Onde se vê que a imaginação e as fantasias não tem, efetivamente, limites.

Dez/2001.

Usada no Palco

Fui por acaso, acompanhando uns amigos após termos tido um jantar de trabalho. O teatro, pequeno (creio que para não mais do que 50 ou 60 pessoas), lembrando um anfiteatro, com o palco em plano mais baixo, de forma circular.

Quando iniciou a ... digamos ... sessão, o palco ou arena, antes escurecidos, foi fortemente iluminada por diversos holofotes de luz vermelha, muito intensa. Já lá estavam 4 homens. Na arena via-se como mobília apenas dois móveis, uma pequena mesa redonda, com cerca de menos de 1 m de diâmetro e pouco mais de um metro de altura (é o que estimo) e uma enorme cama redonda. Ambas as peças estavam revestidas de uma espécie de material plástico, talvez látex, também de cor vermelha.

Logo em seguida, conduzida por um quinto homem, entrou uma garota, vendada, vestindo uma lingerie muito sexy. Apesar de aqui ser a terra das louras, a garota era morena, e dava a impressão de que acabara de sair de um banho, pois os cabelos, presos, pareciam úmidos. O soutien era desses tipo meia taça, bem raso, deixando à mostra a maior parte dos seios, incluindo os mamilos, que pela dureza e tamanho com que se mostravam deixavam imaginar que, embora aparentemente calma e até apática (talvez por causa da venda), a mulher devia estar extremamente excitada, sabendo exatamente a finalidade para a qual ali se encontrava.

A calcinha, bem pequena, parecia um "fio dental", sendo que posteriormente foi possível saber que era aberta por baixo, expondo a boceta e o cuzinho da garota. Meias rendadas, tipo arrastão, de malha bem fina, presa por uma cinta-liga também de renda. A lingerie era toda preta, contrastando com a pele clara dela. Usava ainda uma sandália de salto bem alto e fino. Dava para perceber que ela malhava, pois tinha um corpo muito bonito e bem cuidado, as mãos e os pés muito bem feitos, unhas tratadas e pintadas de vermelho.

Os homens, todos, usavam máscaras, escondendo suas identidades também. Tão logo chegou foi logo cercada por todos os homens que, procurando segurar nela a conduziram para junto da pequena mesa, onde ela foi erguida e colocada deitada de costas, com a bunda bem na beirada e a cabeça para fora da mesa. Suas pernas foram erguidas, bem abertas, e a cabeça, que tendia pender para baixo, foi sustentada por um dos homens que imediatamente começou a beijá-la na boca.

Os outros rapidamente a cobriram com suas bocas, distribuindo-se pelo corpo dela, dando-lhe um prolongado banho de língua. Às vezes afastavam-se um pouco para que ela pudesse ser vista, quando era possível ver sua boceta bastante inchada e os mamilos intumescidos e quase que deformados, pela força com que deviam estar sendo constantemente sugados. Essa chupação toda deve ter durado cerca de 15 minutos (a sessão toda deve ter durado cerca de pouco mais de duas horas), após o que ela foi retirada da mesa e obrigada a se abaixar, ajoelhando-se e sendo rapidamente cercada por todos, que fizeram em torno dela um círculo de caralhos para que ela chupasse a todos.

Ela foi várias vezes forçada por eles, que empurrando a sua cabeça enterravam fundo na sua garganta. Sempre próximos dela, esfregavam os paus no rosto, ombros, pescoço e nuca dela, que algumas vezes colocava as cabeças de mais de um dentro da boca, mantendo as duas mãos também sempre ocupadas, punhetando dois deles . Quando os paus já estavam bem duros e grossos eles a ergueram e mandaram tirar a lingerie numa espécie de strip-tease, enquanto borrifavam o seu corpo com uma espécie de óleo levemente perfumado, cuja fragrância se espalhou pela platéia.

Ela começou a esfregar o óleo pelo corpo, excitando-se também, no que foi logo ajudada por todos, que passaram também a esfregar, rudemente, o óleo no seu corpo, enfiando os dedos nas suas partes baixas, provavelmente introduzindo-os em seus buracos, esfregando os seios dela com força, apertando e beliscando os mamilos já bastante inchados. Em pouco tempo ela estava lubrificada por completo, exibindo um corpo lustroso e brilhante. Em seguida eles passaram, por lugares estratégicos do corpo dela, correias, parecidas com essas vendidas em supermercados para cães e gatos (presumo que para não machucá-la, pois costumam ser revestidas internamente com feltro).

Essas correias, de tamanhos diversos, dependendo do lugar em seriam utilizadas, foram passadas nos tornozelos, nas coxas, um pouco acima dos joelhos, ainda nas coxas, quase na altura da virilha, nos braços, próximo às axilas, e nos pulsos. Essa correias, como ficou visto depois, facilitou bastante amarrar a garota na mesa, para onde ela foi levada novamente e uma vez mais deitada de costas, na mesma posição em que anteriormente havia sido chupada. As correias que estavam passadas nas coxas, na altura da virilha forçavam o extremo inferior das costas dela de encontro à mesa, sendo fixadas a cordas que iam para baixo da mesa. Da mesma forma, as correias dos braços, na altura das axilas, faziam o mesmo papel com os ombros dela. As correias que estavam próximas aos joelhos e as dos tornozelos foram fixadas a uma mesma corda, à direita e à esquerda dela, de modo que forçavam as pernas dela para trás e um pouco para os lados, deixando-a na tradicional posição de "frango assado", expondo, ou melhor escancarando mesmo a boceta e o cú da garota.

As correias dos pulsos não foram utilizadas nessa ocasião, mas seriam mais tarde, deixando assim as mãos dela livres para poder punhetá-los. A cabeça tendia para trás e para baixo, por estar praticamente do lado de fora da mesa, que realmente era bem pequena, eu diria que do tamanho exato para o propósito a que se prestava. Após terem "ajeitado" a garota na mesa, dois deles ergueram a mesa com ela e, lentamente, passearam com ela pela beirada da arena, exibindo-a para a assistência.

A visão era incrível, imagine-se você gatinha, alí, naquela posição, preparada e pronta para ter o seu corpo seviciado por aqueles machos com a ferramenta em riste.

Após o "passeio" a que a garota foi submetida, voltaram com a mesa para o lugar e foram logo se espalhando em volta dela para iniciar a fodê-la de verdade. Boceta, cuzinho passaram a ser mera opção de penetração, a boca seria mantida permanentemente cheia. Os que não a estivessem penetrando tratariam dos seios ou massageariam o resto e do corpo, tendo os seus cassetes punhetados pelas mãos dela, que permaneceram livres apenas por esse motivo. Foi aí então, quando ela já estava sendo fodida por vários paus na garganta, cuzinho ou boceta, tinha os peitos continuamente sugados e punhetava dois paus, que entraram em cena mais quatro homens, prontos para se unirem aos já existentes, totalizando nove caras.

Vale lembrar que a garota continuava vendada, portanto sem poder saber, com exatidão, quantos se utilizavam do seu corpo. Lembrando do lance, arrisco a aventar as seguintes hipóteses:

  1. a venda a mantinha, de certa forma, incógnita, indicando que ela poderia ser até mesmo uma ga
  2. ela poderia ser casada ou ter um namorado que a tivesse incentivado a realizar a fantasia, mas aproveitando o fato dela ter de permanecer vendada (o que garantia a preservação da sua identidade e talvez até mesmo ajudando-a a se sentir mais liberada e menos tímida), para realizar também a sua fantasia, ir além daquilo que ela teria previamente concordado, ou seja, a partir daquele ponto ela já estaria sendo, a rigor, currada, mesmo sem saber, ou apenas pressentindo isso pelo natural aumento de movimento ao seu redor, bem como da nível de ruídos que eles emitiam.

Acho que essa fase durou mais ou menos uma meia hora, com todos se revezando, muitas vezes, nas diversas partes do corpo dela. Após esse tempo ela foi desamarrada e retirada da mesa, mas permanecendo com as correias e levada para a cama, onde foi novamente amarrada, dessa vez de quatro, tendo as pernas bem afastadas, puxadas um pouco para a frente, e os pulsos atados em cordas que pendiam do teto, mantendo o seu corpo um pouco erguido e inclinado para frente.

Mais uma vez o corpo dela foi borrifado por óleo, que foi espalhado por todos eles, que tomaram o cuidado de, enfiarem bisnagas especiais na boceta e no cuzinho, lubrificando-os por dentro com generosa quantidade de óleo, que escorreu pelas coxas dela quando foram retiradas as bisnagas. A partir daí reiniciaram a fodê-la, sempre em regime de revezamento. Desta vez, porém, além dela já estar bem aberta, a posição permitia que fossem incrementadas as famosas DPs, o que foi uma situação constante.

Durante o tempo todo o corpo dela ficou cercado por aqueles machos, tendo permanentemente os seus buracos preenchidos e os seios chupados. Em determinada altura, após diversas DPs vaginais e vaginal/anal, todos se afastaram dela, deixando apenas o que estava por baixo dela, com o pau metido na boceta. Ela se ergueu um pouco tirando o pau da boceta, abaixando-se enquanto o cara ajeitava o pau no cuzinho dela, que àquela hora já não era mais um cuzinho, tão arrombado estava. O pau foi totalmente "engolido" por aquele cú, sumindo por completo lá dentro, até as bolas. Dois dos caras soltaram os pulsos dela, forçando-a a inclinar-se por completo para a frente, colando no que estava por baixo dela, metendo no seu cú e, em conseqüência, erguendo ainda mais a bundinha, mostrando que o caralho do cara continuava todo atochado no cú dela.

Foi aí que aconteceu o lance mais incrível e inusitado. Entrou em cena um quarto cara, que debruçando-se por trás dela borrifou suas costas e bunda com mais óleo e, de pau duro, foi forçando o cú dela, penetrando por cima do que já lá se encontrava atolado. A penetração foi lenta, e em alguns momentos forçada, tirando dela alguns gemidos, que acompanhavam esforços que ela, em vão, visivelmente fazia para deslocar o corpo para frente, na tentativa de fugir àquela penetração que, no entanto, prosseguiu, de forma constante, até o fim.

Vagarosamente, para que nenhum dos dois caralhos deslizasse para fora, os dois foram iniciando os movimentos de vai e vem. Logo ambos estavam sincronizados, subindo e descendo juntos ao longo do reto da garota, excepcionalmente alargado. Em cerca de dez minutos ambos gozaram quase que ao mesmo tempo, provavelmente esguichando verdadeiras duchas de porra, tal era o teor erótico da foda, fazendo uma verdadeira lavagem nos intestinos da garota. Ambos tiraram o cassete de dentro dela quase que ao mesmo tempo, cedendo lugar a outros dois que repetiram a façanha, após o que todos saíram da cama deixando-a sozinha.

Quatro dos caras se postaram em volta da cama e a ergueram, aproximando-a da platéia e passeando com ela. Então foi possível ver o enorme "estrago" que haviam feito nas partes baixas da garota, arrombando-a mesmo, provavelmente só não a machucando em face da quantidade de óleo que utilizaram para lubrificá-la. Do cú dela saiam diversos líquidos misturados, que escorriam pelas coxas.

Mas ainda não havia acabado. Tiraram ela da cama e levaram mais uma vez para a mesa, onde a deitaram de novo de costas, sem no entanto a marrá-la. Todos a cercaram, exceto os que já haviam gozado, e masturbando-se, um a um e despejando a porra na sua boca, rosto, pescoço e seios. Mais uma vez ergueram a mesa e a levaram embora, não sem que antes fosse possível vê-la passando as mãos pelos seios e pescoço, coletando toda a porra possível e levando à boca, engolindo tudo.

Tudo foi muito fotografado e filmado e, além disso, a filmagem era passada, ao vivo, em um telão fixado acima da cama, o qual, em muitas ocasiões era a única maneira de saber o que estava acontecendo, já que quase o tempo todo o corpo dela estava encoberto pelos machos, dificultando a visão.

Outra coisa que observei também é que eventualmente um dos caras, que acabava de sair de um dos buracos dela ia para dentro dos camarins. Não prestei muita atenção nos caras, mas acho que quando voltavam talvez não fossem os mesmos (seria difícil identificá-los, pois usavam máscaras), indicando que eventualmente algum deles devia não resistir e gozar nela, o que explica a profusão de líquidos que às vezes acompanhavam a saída dos paus de dentro dela.

Acrescentaria ainda que, apesar de ter sido muito aberta pelo anus, não houve sujeira. A garota não saiu defecando em cima de todo muito como já vi até mesmo em filmes aí no Brasil, o que demonstra que ela deve ter, realmente, se preparado bem durante o dia, efetuando diversas lavagens intestinais. Faço idéia do dia de excitação que aquela garota deve ter vivido, especialmente se era, de fato, uma garota comum, sabendo o que a aguardava mais à noite, para a realização da sua fantasia. E mais ainda, qual não será o grau de excitação que ela vai ter ao ver as filmagens e fotos que foram feitas.