A Fantasia de Rosamaria


Rosa e eu nos conhecemos via Internet, no chat do ZAZ.

Iniciamos um papo legal que foi interrompido por algum motivo e trocamos nossos numeros de ICQ, para um contato futuro. Alguns dias depois esse contato se realizou e conversamos um pouco mais, cada um procurando entender quais os desejos do outro, estudando as maneiras da outra pessoa, pois obviamente estavamos alí para falar de sexo.

Após algumas trocas de fotos excitantes, ficou claro que ambos estamos em perfeita sintonia e, num sábado à tarde, meio às pressas, fizemos nossa primeira brincadeira virtual, que foi bastante excitante e reveladora. No final desse papo, Rosa me revelou que uma das fotos que eu havia enviado, mostrando uma dupla penetração, a havia excitado muito, que aquilo devia ser uma loucura total embora pudesse doer um bocadinho. Eu disse para ela que não deveria doer tanto e que prometia a ela que fariamos um virtual assim, para deixa-la bem excitada e que eu queria faze-la gozar com essa fantasia.

Aquilo, entretanto, ficou na minha mente…. Achei muito excitante o fato dela ter gostado tanto assim. Nosso relacionamento andou rapido e, algumas semanas depois, tinhamos combinado um encontro de sampa, para nos conhecermos pessoalmente e, quem sabe, para algo mais concreto.

Chagando o grande dia, peguei o avião pela manhã cedo, para termos o dia à nossa disposição, aproveitando que o marido dela trabalha de dia, e fui pra Sampa.

Nos encontramos no aeroporto, onde aluguei um carro, pra não dar bandeira com o carro dela. Logo após entrarmos no carro, Rosa me brindou com um gostoso beijo na boca e passando a mão sobre o volume que meu penis fez dentro da calça, disse: "Acho que voce sabe o que vamos fazer, não é ? Melhor não perder tempo …" acompanhado com um sorriso muito maroto.

Eu estava ardendo por aquilo e imediatamente tomei rumo de um hotel conhecido, onde ficava quando ia a trabalho e lá chegamos em pouco tempo. O check-in foi rapidinho, sendo eu conhecido, e subimos direto ao quarto.

Sem me dar tempo para nada, Rosa se atirou (muito atirada, ela) em cima de mim e me beijou longamente e foi correspondida com um beijo de lingua bem gostoso e mordidas no pescoço acompanhadas de lambidinhas. Ela ficou doida e então fiz uma pressão suave nos seus ombros e ela imediatamente correspondeu, ficando de joelhos e, encostandoo rosto sobre o volume do meu pau sob a calça, passou suavemente o rosto sobre ele, tentado pega-lo com a boca. Aquilo foi demais e, em segundos, nos despimos e então ví a minha sorte … uma mulher maravilhosa, com um corpo de endoidar mesmo, firme e redondinha.

Nos beijamos longamente, de novo, agora sentindo o calor de nossos corpos se tocando e meu pau se alojou no meio das suas pernas, gostosamente. Ela se ajoelhou de novo e iniciou uma brincadeira gostosa, de passar a cabeça do penis pelo rosto, pelos labios, pelas bochechas, como que antecipando uma abocanhada. De repente, ela me abocanhou de vez, enfiando o penis com tesão dentro da boca, até o final, quase conseguindo engoli-lo, o que seria impossível, afinal, são 21cm …

Me enchi de tesão e agarrando-a pelos cabelos com força, inicie um movimento de comer aquela boca deliciosa, penetrando-a quase até o final. Ela começou a protestar, pois eu estava indo muito fundo na garganta, mas o tesão tomou conte de mim e agora eu só via a femea que eu tinha e a comi gostosamente.

Resolvi parar e a deitei na cama, para poder apreciar aquele corpinho lindo e, ficando em pé na beiradinha da cama, comecei a beija-la no boca, descendo para o pescoço, seios, mordi levemente seus mamilos e ela tremeu toda, fui descendo pela barriga, umbigo e passei minha língua pelos seus pelinhos, até que cheguei no clítoris.

Tomando-o na minha boca, chupei e apertei entre os lábios aquelas carninhas e ela gemeu gostosamente. De joelhos em cima da cama, abaixei o corpo e ela alcançou meu penis novamente, um 69 carinhoso, que curtimos por bom tempo.

Levantei, ela tambem e ficou apoiada numa cadeira, com um dos pés em cima da cadeira e me olhou, como que pedindo mais. Fui por tras e ví aquela bocetinha bem melada e aberta, pedindo uma penetração. Encostei a cabeça do pau e ela se moveu para tras, provocando a penetração, que foi fácil. Agarrei-a pelos cabelos e entrei com vontade. Com duas estocadas, estava bem dentro dela, que virou o rosto para tras e me deu um lindo sorriso, passando a língua pelos lábios.

Aquilo me excitou mais ainda ... dei mais umas estocadas bem fundo, dentro daquela bocetinha quente e sai, indo para a frente da cadeira. Agarrei-a de novo pelos cabelos e passei o pau, agora melado, pelo seu rosto. O cheiro de sexo era alucinante e ela o abocanhou e chupou e lambeu, fazendo os movimentos para que eu a penetrasse.

Meu tesão estava grande e voltei para tras, onde a penetrei novamente e, quase imediatamente, gozei, sentindo meu leite quente escorrer dentro dela …

Cansado, deitei para curtir o momento e conversamos. Falamos então das fantasias sexuais nossas e ela contou novamente sobre a dupla penetração, impossível para uma mulher casada de pedir para o marido. Mas para o amante, sim ….

Eu tinha imaginado que isso poderia acontecer e tinha feito contato com o hotel, para a eventualidade, combinando com um dos garçons que eu conhecia bem anteriormente. Um cara simpático e bom de papo, que trabalhava alí durante o dia e fazia faculdade de direito à noite.

Bastou um telefonema para o ramal dele e em tres minutos ouvimos uma batida na porta. Rosa estava muito tensa e eu disse para ela ir ao banheiro tomar um banho quente pra relaxar. Pedro entrou e conversamos. Eu o instruí para ir com calma e ser muito discreto e carinhoso, e que ficasse atento aos meus sinais, se retirando do quarto se eu fizesse algum pedido, para não deixa-la constrangida.

Pedro foi para o "closet" do quarto e chamei Rosa para a cama. Ela veio ressabiada, mas se notava sua excitação … Nos beijamos de novo, nos acariciamos e a senti completamente melada. Coloquei-a novamente de quatro sobre a cama, na beirada, e dei meu pau para ela chupar. Ela começou a se empolgar e então fiz sinal para Pedro, que acopanhava a movimentação pela porta entreaberta do "closet".

Ele chegou por trás dela e, a um sinal meu, a agarrou pelas ancas, colocando o pau na entrada da boceta. Rosa nem se virou, fechou os olhos e ficou paradinha, com meu pau na boca, sem fazer nenhum movimento, como que antecipando e querendo sentir o que viria. Pedro então iniciou a penetração e ela abriu os olhos num sorriso gostoso e voltou a me chupar, em ritmo com a penetração que Pedro fazia.

Em breve, Rosa estava bem a vontade, comandando os movimentos ela própria, se mexendo para frente e para trás loucamente.

Resolvi que era hora de parar um pouco e dar a oportunidade dela ver o cacete que a estava comendo. Avidamente, ela se voltou e agarrou Pedro, ajoelhando-se e dando uma chupada naquele cacete melado dela própria, o que a deixou muito excitada. Ela pegava no meu pau e chupava o do Pedro, depois chupava o meu e pegava no dele, trocando com frequencia e se deliciando.

Mandei então Pedro deitar na beira da cama e coloquei Rosa em cima dele, de joelhos. Pedro a pegou pela cinturinha e a penetrou vagarosamente … Rosa gemia de antecipação, olhando para mim, que tinha ficado em pé, atras dela.

Com o cacete de Pedro todo dentro dela, ela começou a se mexer fazendo os movimentos para penetrar mais, e eu pude apreciar aquela bocetinha sendo comida bem ali na minha frente, com os sucos lubrificantes aparecendo em volta do pau de Pedro, agora todo dentro dela.

Carinhosamente, curvei Rosa para a frente e apreciei aquela bundinha redondinha, com aquele cuzinho aberto bem na minha frente. Me abaixei um pouco e passei a cabeça do pau naquela melança, lubrificando aquela entradinha que parecia ser apertadinha. Bem devagar, apontei o pau naquele cuzinho, e fui forçando a entrada. Rosa parecia que iria endoidar, gemia alto e ficou paradinha, como que para aproveitar o momento da dupla penetração. Aos poucos, fui entrando naquele cuzinho e ela gemia cada vez mais alto, dizendo que estava doendo.

Sem dar atenção a ela, penetrei mais e mais e ela gemia mais alto, mas não pedia pra tirar. Com metade do pau dentro dela, parei e mandei que ela se mexesse, e ela então começou novamante, agora curtindo ter dois cacetes dentro dela. Rosa rebolava e se mexia, parecia doidinha por cacete. Gemia alto, dizia que eu era muito mau para ela, mas sentava em cima dos cacetes com vontade, até conseguir que eu a penetrasse bem dentro do cuzinho e que Pedro entrasse totalmente naquela bocetinha insaciável.

Um pouco mais ela começou a gozar e foram orgasmos múltiplos e demorados, que acabaram por deixa-la prostrada na cama, em cima do peito do Pedro, sem forças. Vagarosamente, sai de dentro dela e a rolei na cama carinhosamente, o Pedro saindo por sua vez.

Rosa estava mole e sorria um sorriso esperto para mim, dizendo: "Nossa, eu nunca imaginei que nosso papo fosse dar numa coisa assim tão gostosa, a realização da minha fantasia …"

Cansado, agradeci Pedro, que saiu discretamente e tomamos um bom banho, combinando outros encontros para futuro.

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