AMIGUINHA DE MINHA PRIMA
Minhas primas chegaram em Maceió, trazidas pela minha tia. Vieram tres primas e a amiguinha de minha priminha mais nova, tinha doze anos. Todos alojados em casa, meus pais pediram para ser cordiais com elas. Mal sabiam eles que eu que já tinha comido as duas primas, numa outra viagem que fizeram e a outra nao podia ser porque tinha só 8 anos, a amiguinha ficava só na promessa.
No sábado de manhã meus pais sairam para o mercado fazer compras, as primas dormiam, eram 7:30 da manhã, minha tia tava na cozinha fazendo o café, em casa não temos empregada. Acordei, dei bom dia a tia e, fui ao banheiro.
Como para ir pro banheiro tinha que passar pelo corredor e pelas portas dos quartos, vi as lindas priminhas dormindo. Aldir estava em um colchão no chão, Aldiana em outro, e Aldimara na cama, pois dormia com minha tia na cama. Ve-las ali, sem poder toca-las foi demais. Passei, fiquei olhando mas, não podia tocar nelas.
Passado toda manhã, a tarde meus pais inventaram que iam sair, e deixaram uma visinha nossa, uma mocinha de confiança de uns 20 anos, a Márcia, tomando conta da gente. A vizinha era danada, eu já sabia disso, os meus amigos da rua falava dela sempre, que adorava chupar um pau, adorava sentir um pau entre as pernas.
A tarde foi passando sem muita coisa pra fazer, estavámos assistindo televisão quando a campainha tocou. Era Rodrigo, um garoto de 19 anos amigo da vizinha, eu o conhecia só de vista, ela atendeu, falou por algums minutos com ele e, pediu pra gente não sair que ela iria ver, no quintal de casa, a torneira que meu pai tinha pedido pra o garoto consertar. Grande mentira, claro. Não tinha torneira nenhuma quebrada e sabendo disso fiquei só de olho neles.
Eles foram pro quintal, passaram pela casinha e, ficaram por trás dela, não dando visão de nada. Falei baixinho pra Aldir o que tava acontecendo, ela muito curiosa, pediu pra irmos lá ver alguma coisa. Deixamos as priminhas assistindo tv e fomos lá. Quando chegamos vimos o que se chama de abuso: o Rodrigo estava encostado numa árvore, o calção nos joelhos e Márcia no maior boquete, só conseguimos ver o pau dele, quando ela deu trégua, pois a maior parte do tempo, o pau, só ficava na boca dela.
Em relação a tamanho, o meu era anão, nunca vi um tão grande, uma cabeçona, meio grosso mas bem comprido, ela não dava trégua pra Rodrigo, metia todo na boca, tirava, ficava passando a língua na cabeça, engolia tudo. Era a maior farra, até que ele pediu: "Marcia, deixa eu colocar." Aí sim vimos ação, Márcia levantou o vestidinho tipo margarida, baixou a calcinha, e afinal vi o que tanto tinha curiosidade pra ver: sua xoxotinha lisinha e, uma bunda grandona, cheia, coisa de deixar qualquer um louco.
Ela puxou ele da árvore, ficou de costas, levantou o vestido, e disse: "Pronto, to pronta mas, passa um pouco de cuspe antes." Ficamos bestalhados, Aldir já suspirava só de ver aquilo, a gente estava escondido, por trás de uma parede, antes da casinha, nos tijolos tinha uns furinhos que viámos tudo, e ouvia tudo.
Meu medo era eles pegarem a gente mas, ficamos quietinhos, só observando. Rodrigo veio por trás dela, passou a mão na boca, e cuspiu nos dedos, passou os dedos na bunda de Márcia, eu nao sabia se ele tinha passado cuspe na xoxota ou cuzinho dela, aquela bunda era grande mesmo, mas toda certinha. Tivemos a confirmação da foda, onde seria, quando ele veio encostando nela, vi quando ele apontou pru cuzinho da garota, fiquei impressionado como ela recebia ele sem dor, nao dizia uma palavra, só abria a bundona com as duas mãos.
Fiquei pasmo, como Aldir tambem ficou, ela estava do meu lado, noutro buraco entre os tijolos, eu só me segurando. Ficamos vendo aquela garota receber aquele cacetão todo na bunda, aquilo entrou numa só vez. Ela só deu uma subidinha, não podia ir pra frente, estava encostada na árvore. Ouvimos só ela dizer: "Aí essa doeu, pára um pouco, to com dores, fica parado." Ela pedia pra ele sempre ir devagar mas, ele parecia que não ouvia e, meteu tudo, ela, só fez um: "Aí seu porra doeu, como voce é bruto, vai devagar, vamos fazer o seguinte, senta aí no chão, vou por cima".
Aquilo sim era foda, ela veio por cima dele, segurou aquela vara grande, apontou no cuzinho e, foi sentando devagar, vi perfeitamente quando só restava as bolas do cara fora do cú. Ela parou um pouco depois disse: "Pronto entrou, fica quieto que eu vou subir e descer" A nossa visão era demais. A garota subia e descia como ninguem, o cuzinho pelo jeito, já estava acostumado, o pau de Rodrigo, entrava todinho, depois ela subia, deixando só a cabeça dentro, depois sentava, aquilo era magnífico.
Como não sou ferro não estava aguentando e fui alisando a perna de Aldir. Ela nem deu bola, fazia de conta que olhava a foda dos dois pelo buraquinho do tijolo. Fui por trás dela, baixei seu short, tirei meu pinto e fiquei esfregando naquela bunda gostosinha, o calcinha tinha sido baixada junto com o shortinho e meu pau latejava. Ela nem aí, fingia ver a foda; tentei colocar no seu rabinho, mas tava seco.
Passei a mão em sua xoxota, tava ensopada, melei dois dedos na sua boceta, e fui melar se cú, ela se arrepiou mas continuou a olhar os dois lá fora. Eu só ouvia a garota dizer que tava gostoso, que queria gozar logo, e eu alí tentando lambusar o cuzinho da prima. Passei os dedos outra vez na boceta da Aldir e melei mais o cuzinho dela. Coloquei cuspe na mão e, lambuzei bem meu pau, abri a bunda de Aldir e ela se arrepiou de novo, apontei o pau na entrada daquele rabinho e forcei um pouco. Aos poucos ele ia entrando, ela se arrepiava toda, forcei mais um pouco no cuzinho dela e meu pau foi entrando aos poucos. Ela quase grita, deu um pulinho como quem querendo sair, mas nem se moveu, continuava alí debruçada olhando os dois safados.
Eu metia e tirava, metia todo de novo, ela nem fazia sinal de espanto, pelo contrário, tentava rebolar pra entrar mais. Coloquei a mão pela frente e mergulhei os dedos naquela bocetinha, passando de cima pra baixo e de volta. Aldir já não disfarçava o prazer que sentia e gemia baixinho. Consegui meter várias vezes, quando ouvir os dois safadinhos dizerem que iam gozar. Aldir já rebolava tanto no meu pau que não segurei por muito tempo, gozei tudo que tinha direito naquele cuzinho. Ela já tinha gozado, me disse depois. Tirei meu pau rapidinho daquele rabo e limpei na cueca e saimos sem ser vistos.
Márcia só chegou depois de uns 20 minutos, dizendo que tava tudo ok. Só eu sabia, e Aldir sentia, o que eles tinham aprontado, ainda vi Márcia trepar várias vezes, sempre escondido, o que aquela garota sabia fazer mesmo, era dar o rabo, tanto pelo tamanho da bunda, como experiencia adquirida.