Brincadeira a Tres


Meu nome e' Marcela e sou casada, tenho 42 anos e pulei a cerca algumas vezes, mas não muitas.

Mas, como toda mulher, tenho varias fantasias sexuais, sendo a maior delas a de transar com mais de um parceiro ao mesmo tempo. Meu marido sabe disso e estimula a minha fantasia, pois me excita muito e ele se aproveita disso, o danado !

Numa determinada ocasiao, recebemos em casa alguns parentes afastados, primos de terceiro grau, que nunca tinhamos visto antes, mas que vieram com uma tia de Goias. Eram um grupo alegre, de cinco pessoas, sendoa minha tia a mais velha do grupo. Tinha uma garotinha e dois rapagoes grandes, la pelos seus 25 anos.

Fiquei muito entusiasmada com os "primos", pois eram muito lindos e agucaram a minha imaginação. Claro que me ofereci para leva-los para passear, para conhecer o litoral paulista.

Assim, numa manha, coloquei uma roupinha mais confortavel e audaciosa, coloquei os marmanjos Carlos e Marcos no carro e fui embora, toda feliz da vida, leva-los ao passeio. Demos varias voltas pelo litoral e eles estavam maravilhados com a paisagem e excitados por ver tanta mulher bonita passeando. Afinal, eram de Goias e não viam mulher de biquini com essa facilidade toda.

Os dois riam muito e trocavam comentarios machistas sobre as mulheres. Isso os excitava e notei que Carlos, no banco do carona, estava ficando realmente excitado, mostrando um volume nas calcas. Me grilava entretanto, o fato de, deliberadamente, não olharem par as minhas pernas, pois as tinha deixado a mostra, com uma saida bem curta. Sim, eu estava procurando confusao, sei disso.

Puxei mais a saia para cima, ate que a calcinha ficou a vista. Notei que Carlos deu uma olhada, e cochichou alguma coisa no ouvido de Marcos, que tambem disfarcadamente deu uma olhada nas minhas pernas. Isso me excitou um bocado e passei a dirigir com as pernas um pouco mais abertas, para provocar uma reação. Afinal, eles estavam olhando para as mulheres de fora e dentro do carro havia uma, e bem bonita.

Paramos numa praia um pouco mais deserta, era uma quinta-feira e a frequencia não era muito grande. Marcos pulou do carro e foi ver a agua de perto, deixando Carlos do meu lado. Perguntei se ele não queria nadar, mas ele argumentou que não tinha roupas. E disse que tambem não tinha, mas poderia nadar somente de calcinhas, se eles não se importassem. Claro que a resposta dele foi a mais amavel possivel.

Para provocar, estiquei os bracos para cima, para levantar bem os peitinhos e dei uma boa espreguicada. Em seguida, tirei a blusa, ficando so de sutia e tirei este tambem. Carlos não sabia bem o que fazer e eu propus que ele tirasse tambem a roupa, para me acompanhar. Ele assim fez, mostrando um corpo bem proprio da idade. Inquieta, sai do carro e dei a volta por tras, aproveitando para tirar a calcinha tambem, voltando em seguida para o lado do Carlos. Parei na porta do carona, proxima a ele e coloquei o pé direito no carro, abrindo um pouco as pernas, para provocar.

Foi o que bastou ! De repente, o priminho tomou atitude de macho e partiu para liderar o jogo. Me puxou pela cabeca, me deu um grande beijo, carinhoso, de lingua, enquanto sua mao entrava por baixo da minha saia, encontrando meus pelinhos ja umidos da minha lubrificação. Passou a mexer com os dedos na minha xoxota, me dando um tesao gostoso. Enfiava a lingua em cima, na minha boca e os dedos embaixo. Me deixou muito mais meladinha e entao abri a bermuda dela e tirei aquela pau pra fora. Para minha surpresa, ele era pequinininho, não devia ter mais que 10cm, mas era bem grosso, talvez uns 7cm de diametro. Uma peninha, mas fazer o que ?

Agarrei aquele brinquedinho e comecei a movimentar para cima e para baixo. Os movimentos dele na minha xoxota se intensificaram, e ele foi enfiando os dedos dentro de mim. Senti que deveriam ser uns dois dedos, e a coisa estava ficando boa, quando senti que ele retirou os dedos, passou a mao em toda a extensao da xoxota e veio com mais força, senti que devia estar enfiando mais dedos, pelo menos uns tres, dessa vez. Aquilo comecou a me excitar, pois nunca havia sido comida desse jeito. Abri mais as pernas e melhorei a punheta no pau dele. Logo depois, senti que ele estava me alargando mais e deva estar tentando enfiar mais um dedo dentro de mim, forçando bastante ... comecei a rebolar, para facilitar a entrada, pois aquilo me excitava muito mesmo, era uma novidade gostosa !

Senti que ele tentava penetrar mais, me abrindo e dando uma sensação que eu nunca havia tido antes. Doia um pouquinho, mas eu queria sentir aquilo e abri bem as pernas, mexendo e sentindo aquela penetração forte grossa. Ele devia estar com uns quatro dedos entrando em mim e comecou a me fuder daquele jeito, entando e saindo, devagar, com mais força, devagar, com força de novo. Eu estava excitadissima e minha lubrificação molhava a mao dele, facilitando ainda mais a entrada. Senti que ele abriu a mao, pois a pressao de abertura na minha xoxota aumentou, ele devia estar com os quatro dedos alinhados agora, ficando somente o polegar de fora !!

Aquilo estava me deixando muito doida e não sabia mais o que fazer, estava entrando num estado de extase total, perdendo a noção das coisas, quando senti que o Marcos chegou. Mas a minha excitação era tao grande, que nem dei importancia. Somente importava era aquela penetração forte dentro de mim. Sabia existir uma coisa chamada "fisting" onde se enfia ate o punho dentro da mulher, mas nem imaginava que a sensacao poderia ser perto dessa.

Marcos viu aquela loucura e ficou ali, olhando. Ser olhada fazendo sexo era uma das minhas fantasias e me excitei ainda mais, se é que isso era possivel. Estava doida pra Marcos fazer alguma coisa, mas acho que naquela posição ele não tinha chance. Nessa hora, o Carlos parou e tirou os dedos de mim. Virou as pernas para fora do carro e me mandou ficar de joelhos. Agarrou meus cabelos e puxou minha boca para perto do pau dele. Eu não estava afim, queria ver o Marcos, mas ele me agarrou com força, me deu uma bofetada e me puxou com violencia pra chupa-lo. Eu nunca havia apanhado de homem nenhum e fiquei puta da vida. Afinal, tudo tem um limite !

Minha recusa pareceu excita-lo mais ainda e levei outra bofetada, mais forte. Dei um grito e levei outra bofetada, bem forte. Senti que, se não cedesse, seria estuprada ali mesmo, mas resolvi fazer pé firme, e tentei fugir dele. Nessa altura Marcos, que estava so olhando, me segurou e rindo, disse: "a putinha agora quer fugir ... fica tesando a gente e não quer dar ..."

A coisa estava ficando feia e esbocei uma corrida para me livrar deles, mas Marcos me deu uma rasteira e cai no chao. Os dois vieram entao pra perto de mim, me pegaram e levaram de volta pro carro. Me colocaram de brucos em cima do porta malas e enquanto Carlos me segurava, Marcos veio por tras, levantou meu vestido e enfiou a pica na minha xoxota ainda melada. O medo me fazia contrair a xoxota e isso o excitava mais ainda. A penetração estava gostosa, mas eu tinha medo e forcejava para tentar sair daquela posição.

A essa altura, Carlos disse que queria tambem e propos ao Marcos que me levassem de volta pro banco do carro. Eu a estava conformada em ser comida daquele jeito e não tentei fugir mais. Marcos entao sentou no banco, me colocou de quatro no chao, e me deu o pau todo melado para chupar. Eu não queira, afinal, estava todo melado ! Ele agarrou meus cabelos com força e puxou minha boca, enquanto dizia: "vai chupar assim mesmo, sua puta !" ... e enfiou o pau melado na minha boca. Carlos, que estava por tras, levantou a minha saia e penetrou com aquela minhoquinha em mim. Logo depois, acho que ele sentiu que estava bem melado, tirou o pau e comecou a tentar no meu cuzinho. Eu tinha me aquietado, pois a coisa estava gostosa agora. Afinal chupar aquele pau melado da minha propria xoxota tinha me deixado excitada de novo e eu estava mesmo querendo ser comida pelos dois. Apenas queria mais carinho, mas parecia que isso não iria ter mesmo.

Mas a penetração da "minhoquinha" estava doendo. Afinal, uns 7cm de diametro eu não havia recebido ainda por tras !! Mas Carlos tentava, tirava o pau, enfiava na xoxota, tentava no cuzinho de novo até que, numa enfiada decidida, conseguiu ! Nossa, a dor foi alucinante e dei um berro alto !!. Ambos me agarraram com força e levei mais uma bofetada com força, pra não gritar mais. Me aquietei, apesar da dor e fiquei sendo fodida pelos dois ate que Marcos comecou a estremecer e gozou dentro da minha boca. Deixei escorrer um pouco de esperma pelos cantos da boca que caiu e escorreu pelo pau dele. Carlos, excitado por ver o companheiro gozar, gozou tambem, forçando mais ainda meu cuzinho dolorido e senti o esperma quente dentro de mim.

Logo depois ele saiu e consegui ficar de pé, tentando apertar as nadegas para diminuir a dor que sentia. Ambos me olhavam meio sem saber o que dizer. Afinal, tinha sido um estupro, pois eu não queria dar e eles tinham me comido 'a força ! Ficamos ali, os tres, meio sem saber o que fazer, ate que eu resolvi dizer: "Olha, o que voces fizeram não foi legal. Voce me forçaram a dar pra voces, me deram tapas e eu não gostei disso não. Fiqueicom medo, sabia ?"
Eles se desmancharam em desculpas ... eu tinha excitado-os demais da conta, não estavam acostumados a ver uma mulher se oferecer assim e perderam a cabeca. Fiquei pensando na transa toda e cheguei 'a conclusao que eu tinha mesmo era gostado da sensação de ser estuprada, pois no final das contas, dentro de mim, sabia que eles eram parentes e que dependiam de mim para voltar pra minha casa, onde iriam dormir.

Entramos no carro, para voltar pra casa, e a minha bundinha ainda doida um bocado, mas estava passando. Minha cabeca comecou a dar voltas e fiquei a pensar numa maneira de ter mais transas com eles dois. Afinal, eu com 42 estava com muito tesao em dois rapazes de menos de 26 anos, cheios de gas. Disse para eles: "Olha, voces estarao desculpados se toparem fazer uma outra coisa comigo em outra oportunidade. Que tal ?"

Eles se entreolharam e toparam na hora, claro. Minha mente funcionava todo vapor, imaginando coisas excitantes com eles dois ao mesmo tempo ... mais o meu marido ... aquele doido de pedra!

Em casa, de noite, contei parte da historia pro meu marido, omitindo a parte do "quase estupro". Disse que eu tinha ficado muito excitada e não tinha conseguido me segurar e que tinha trepado com o Marcos somente. não falei nada do Carlos. Ele ficou meio puto, mas sempre conversamos a respeito de transas fora do casamento e eu sabia que ele tinha la as suas, como eu tinha as minhas. Apenas a coisa nunca tinha sido com ninguem conhecido do outro, e ainda mais, com alguem que estava dentro de casa.

Mostrei pra ele as vantagens de ter tudo dentro de casa, pois ai a sacaganem poderia ser melhor e mais segura. Ele acabou ficando convencido e excitado com a possibilidade e ele mesmo perguntou pelo Carlos. Se ele não tinha participado. Falei que não, mas ate que gostaria. A ideia nos excitou muito e ficamos pensando como fazer as coisas acontecerem. Mal sabia ele que eu ja tinha tudo sob controle, os dois estavam nas minhas maos. Duas noitas depois, numa sexta-feira, a oportunidade surgiu. Todos sairam para ir ao shopping e ao cinema, nos dando umas quatro horas livres, pelo menos.

Chamei meu marido e disse que iria provoca-los la embaixo e que ele preparasse as coisas no quarto. Desci descalca, usando somente uma blusa transparente e uma micro saia, sem calcinha. Procurei pelos dois, que estavam preparando as malas, pois voltariam no sabado. Quando me viram com aquelas roupas, sentiram que tinha chegado a hora. Chamei-os: "Priminhos, vamos subir ? Quero propor umas brincadeiras para todos nos lá em cima ..." Eles perguntaram: "mas, e seu marido ?" e eu respondi que ele iria participar tambem, o que os deixou meio constrangidos, mas vieram assim mesmo.

Fui na frente deles, mal contendo meu tesao com a situacao. No quarto, o Pedro tinha preparado a cama e havia um tubinho de vaselina na mesinha de cabeceira. Um filme porno rodava no TV. Ele sempre pensa em tudo !

Sentamos na cama, para quebrar o gelo e ficamos olhando o filme, onde (de proposito) uma mulher transava com dois caras ao mesmo tempo. O filme estava iniciando e ela estava de joelhos chupando um senhor cacete, com todo gosto. Puxei o Pedro para perto e abri a cueca dele, tirando o pau pra fora. Estava duro, o danado. Fiz ele levantar e comecei a chupar devagarinho, para os outros dois se animarem. Afinal, eu estava de olho neles.

Senti que eles se animaram e entao abandonei o Pedro de pau na mao, sabendo que ele gostaria de olhar e chamei o Carlos, para chupar a minhoquinha dele. Abaixei o calcao dele e abocanhei o bichinho grosso. Senti que ninguem olhava mais para a TV e fiquei feliz. Adoro estar na ribalta. Marcos se aproximou tambem e puxou sua arma para fora. Com o canto do olho, notei que era bem maior que o do Carlos e isso me excitou mais. Puxei ele para perto e deu uma abocanhada nele, um de cada vez. Estava uma delicia, chupar aquelas cabecinhas gostosas e lisinhas. Pedro entao se aproximou e me puxou, me colocando de quatro em cima da cama, no canto.

Me senti numa vitrine e Pedro se posicionou por tras, deixando os dois na minha frente, para que eu chupasse. Eles se aproximaram e foi o que fiz. Um de cada vez, ate que Marcos teve a ideia de tentar enfiar o pau junto com o de Carlos na minha boca. Claro que não deu, mas a sensacao do outro pau passando pelo meu rosto foi muito excitante, junto com a sensacao de estar sendo comida pelo meu marido. Pedro entao tirou o pau e veio pra frente, me obrigando a chupar o pau melado. Eu nunca tinha gostado disso, mas depois da experiencia anterior, estava adorando. Agarrei e abocanhei aquela melanca e Marcos foi para tras, agarrou minhas ancas e meteu com força. Fiquei entalada pelos dois lados, gozando aquelas estocadas fundas do Marcos e logo comecei a ter um orgasmo maravilhoso, profundo e longo, que me fazia tremer. Os homens notaram e ficaram doidos. Marcos gozou logo, saiu e sentou na cadeira, para apreciar o jogo.

Pensei que Pedro e Carlos iriam fazer a mesma coisa, mas não. Carlos pediu ao Pedro que deitasse na cama, me colocou por cima e me fez cavalgar Pedro, encaixando o pau na buceta. Minha bundinha ficou bem a mostra e senti que iria ter uma segunda dose da minhoquinha grossa por tras. Pedi arrego e disse que não queria aquilo, pois iria doer muito. Para minha surpresa, Pedro me segurou e disse pro Carlos: "pega ela sim, quero ver ela sofrer um pouquinho !" Poxa, meu proprio marido queria me ver sofrer. Tentei me soltar, mas Carlos me deu uma palmada forte na bunda. Senti que ele passava vaselina na minha bunda e logo veio aquela penetracao grossa, me enchendo de pica. Dessa vez, doeu menos, mas mesmo assim a coisa foi dolorida e tentei mais uma vez sair fora. Dessa vez Pedro me deu uma tapona na cara.

A sensacao de ser comida a contra-gosto, quase um estupro, e ao mesmo tempo na buceta e no cuzinho me deixou super excitada. Marcos levantou-se da cadeira e veio pra perto, com o pau ja duro de novo. Puxou minha cabeca, agarrou meus cabelos e me obrigou a chupar aquele cacete gostoso. Entrei de novo num orgasmo alucinante e gozei varias vezes em poucos minutos, com aqueles tres caralhos dentro de mim. Sentindo isso, os tres comecaram a gozar, cada um de uma vez, e pude sentir bem o calor do esperma de cada um me aquecendo por dentro. Uma sensacao nunca igualada.

Paramos todos e ficamos conversando, ate que ouvimos barulho la em baixo da casa. Eram os familiares voltando do shopping. Nosso tempo livre tinha acabado, mas aproveitamos bastante.

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