Contribuição da Bruxä (Terra chat, sala Fetiches).
Um dia de inverno

Um dia frio típico do inverno; não muito diferente do clima da minha terrinha. Muito sol, poucas nuvens e muita roupa pra suportar o ar gelado.

Andando entre as pessoas no meio da rua não me preocupo com a aproximação da hora marcada. Rostos passam sem deixar lembranças, tão rápidos, preocupados. Um casal de namorados cochicha entre risadinhas ... lindos amantes.

Aceno ao táxi; ele para um pouco adiante. Indico o destino e percebo uma olhada indiscreta pelo retrovisor. Como qualquer taxista ele tenta puxar papo, mas corto logo, pois não estou disposta a conversas banais.

Chegamos... falo com a recepcionista sobre minha reserva e ela me entrega uma chave indicando o caminho a tomar. Ao final da alameda uma placa indica que estou no lugar correto. Pergunto ao motorista quanto lhe devo e ao obter a resposta entrego um valor aproximado saindo do carro, sem esperar pelo troco. Entro logo sem olhar para trás indicando que está tudo acertado; apenas ouço o carro se afastar, o som sumindo aos poucos até o completo silêncio.

A bolsa jogada sobre a cama... minha maleta de mão apoiada sobre uma mesinha de centro. O quarto é espaçoso e bem decorado, sem muitos móveis e poucas peças de arte. Procuro entre diversas coisas na maleta demorando a achar o que quero. Vou à porta e coloco ao lado de fora. Entro e tento não ficar ansiosa... um banho vai me acalmar.

Apago às luzes.......... deixando ligado apenas um pequeno abajur ao canto, com uma luz tênue. Ajeito uma cadeira sem braços no meio do quarto ao lado da mesinha e vou tomar um banho quente.

O barulho do chuveiro ligado é relaxante... e sentir a água quente escorrer pelo corpo dolorido de frio vai aliviando todo meu cansaço da viagem. Deixo o sabonete deslizar na pele do corpo inteiro com a espuma não resistindo à água contínua que cai. O som de um carro chegando me chama a atenção e me faz aproveitar as últimas gotas d'água antes de sair do chuveiro e me secar precariamente. Alguns instantes de afobação... essa demora de apenas alguns segundos parece durar a vida inteira; e eu ali enrolada numa toalha.


Ao sair do carro o coração está disparado. Olhando pros lados caminho em direção à porta. - Será que ela está mesmo aí? - e percebo um pacote bem no degrau da entrada.
Um bilhete diz: "Antes de entrar abra o pacote e coloque o que há dentro dele. Lembre-se do nosso acordo".

Imediatamente me lembro do último e-mail em que ela declarava que eu seria dela, COMPLETAMENTE, sem abrir a boca pra falar nada. Um sorriso me veio espontaneamente ao abrir o pacote. Embrulhada num papel de seda estava uma máscara de dormir, inteiramente negra.

Exitei por uns instantes e pensei em entrar sem colocar a máscara, mas voltei atrás achando que valia a pena me envolver na brincadeira.

Coloquei sobre os olhos e imediatamente me dei conta da eficiência dela; eu não conseguia enxergar um mínimo foco de luz sequer. Apalpei a porta para encontrar a maçaneta e, em meio a uma puxada de fôlego pra criar coragem, eu abri a porta e entrei.


Ele veio... meu coração dispara em batidas doloridas. - Tão elegante em seus trajes formais - caminho na direção dele e percebo que não é só minha a inquietação. Pego sua mão, quente, meio suada, e o levo até a cadeira que está no meio do quarto. A mão forte segura a minha ainda molhada da saída às pressas do banho. Tiro seu sobretudo pesado, jogando sobre a cama, e o faço sentar.

Aos poucos a tensão vai diminuindo e volto a me acalmar. Sento no seu colo e ele imediatamente põe as suas mãos nas minhas coxas... dou um pulo para trás e ele leva um susto.... deixo escapar uma risadinha marota de quem não teve a intenção, mas gostou. Abaixo e pego algo na maleta ao lado.


Essa garota está maluca, nem bem encostei e ela saiu dando pinote. Vai entender. Mas tem uma pele deliciosa, apesar de estar gelada.

Sinto ela vir por trás e pegar num de meus braços... depois o outro... colocando minhas mãos pra trás da cadeira. Toca algo frio em mim e rapidamente percebo que são algemas; ela me prendeu, não a devia ter tocado... que descuido.

Ela se afasta novamente; apenas ouço seus passos. Volta rápido... pondo um de seus pés entre minhas pernas... chego pra trás na cadeira. Ela toca meu rosto deixando os dedos deslizarem sobre a pele... me vem à mente que tenho sorte de ter caprichado no barbeado. Seus dedos viajam pelos meus lábios que vão se aquecendo e parecem que vão explodir.

Percebo que ela desce as mãos pra minha roupa... abrindo meu casaco de lã e se demorando nos botões da minha camisa que ela puxa pra fora da calça com rispidez. As mãos passam sobre meu peito, os dedos entre meus pêlos e não demora a mostrar as unhas fortes me fazendo gemer de dor - Essa cadela. Se eu não estivesse preso ela iria ver a bofetada que levaria na cara. - digo tentando livrar-me das algemas, mas só machucando os pulsos. Em seguida beija a área que marcou com as unhas e lambe, fazendo a dor voltar ao arder em contato com sua saliva.

Ajoelha então e começa a tirar meus sapatos... em seguida as meias. Não se demora a procurar o botão da calça... o zíper... puxando pra baixo me deixando bem claro que deveria levantar a bunda da cadeira e deixá-la tirar a minha calça, o que faço de prontidão. Fico lá... de blusa aberta e cueca, o que não esconde o tesão louco que eu sinto pelo simples fato de estar com ela.

Senta no meu colo novamente... só que de frente pra mim, me deixando perceber que está nua ao deixar cair o que identifico como uma toalha molhada. O calor da bucetinha em contato com as minhas coxas vai me deixando ligado. Sinto escorrer água pelas costas dela, pela bunda melhor dizendo, e cair na minha perna. Ela saiu do banho pra me receber... por isso está tão cheirosa.

Uma das mãos começa a passear no meu corpo enquanto ela vai rebolando no meu colo, se esfregando em mim. Algumas vezes me deixa sentir as tetinhas durinhas tocarem meu peito - Essa vadia tá no cio - Ela levanta um pouquinho levando um dos mamilos na minha boca o qual eu chupo prontamente. Delícia, bem durinho. Ela geme feito doida roçando os pêlos da buça na minha barriga. Tento ajeitar meu corpo pra fazer ela roçar aquela rachinha no meu pau, mas não consigo. Mordo aquele biquinho prendendo entre os dentes... ela solta um gritinho de dor bem gostoso me fazendo inflar ainda mais a cueca. Solto e a deixo sair da minha boca, apesar de querer mais. Minha cueca é invadida pela mão dela que cata na hora minha vara durona e põe pra fora apertando a cabecinha. A outra mão se mete entre minha coxa e o corpo dela, certamente procurando aquela buceta melada. Novamente ela rebola no meu colo, só que agora se esfregando na própria mão - Que puta vadia, por que não senta na minha pica e se satisfaz? - enquanto a outra soca minha vara lustrosa.

Ouço os gemidos dela enquanto a mão sai dentre nossos corpos... e começo a sentir seu cheiro forte... quente... até notar os dedos na minha boca. Ela fala com a voz melosa:
- Lambe, puto... me prova dos meus dedos - e eu caio de boca naqueles dedinhos quentes e molhados.
Aquele gosto salgado me enfeitiça e pelo que percebo ela está molhada pra caramba, provavelmente doida pra foder e fica nessa enrolação.

- Quer me provar mais? - Ela logo pergunta.
Não me atrevo a falar, lembrando das condições que ela impôs no e-mail, apenas balançando a cabeça indicando meu SIM.

Apoiando-se no encosto da cadeira ela apóia um dos pés entre minhas pernas e sobe colocando agora o outro sobre meu ombro. Sinto os dedos agarrarem meus cabelos me puxando
- Mostra pra mim que essa língua não é gostosa só virtualmente, cachorro. - E encaixa minha boca naquela fogueira.

Minha língua logo cai pra fora da boca buscando mais daquele gosto embriagante, viajando de alto a baixo daquela racha molhada, parando rapidamente no clitóris a cada passada e prendendo ele entre a língua e os dentes, o que a fazia gemer mais alto. Ela um pouco abaixada pra eu alcançar a buceta, rebolando na minha cara, segurando meus cabelos forte entre os dedos.

De repente ela sai me deixando com a língua pra fora e a cara toda melada

- Volta aqui! - me escapa da boca, no que tenho como resposta uma tapa no rosto que ecoou pelo quarto.
- Puto, cala essa boca gostosa! Aqui quem fala sou eu até segunda ordem.A dor que eu sentia me fez querer foder aquela desgraçada com toda a força.


- Que delícia de homem! - Penso imediatamente, ao sentir a palma da mão arder.
Minhas pernas tremem com o cansaço da posição em que estava e sinto o corpo todo ardendo de tesão.
- Preciso me manter um pouco longe dele ou irei gozar muito fácil. -
Procuro algo para nos divertir, sem me pôr novamente a perigo, dentro da maleta cheia de surpresas agradáveis. Acho um pote plástico cheio de delícias e o coloco à mesa ao lado da cadeira em que ele está sentado

Dirijo-me à geladeira e pego uma garrafa que havia pedido ao fazer a reserva do quarto juntamente com uma taça delicada de cristal. Deixo-as na mesa também e puxo uma outra cadeira, sentando à sua frente.

Abro a garrafa e despejo um pouco do seu líquido na taça.


- O que ela está fazendo que não para quieta? - A inquietação toma conta de mim ao não ter idéia do que está acontecendo.

De repente um cheiro adocicado, meio cítrico, inunda o ar e me lembra da fome que sinto por ter trocado meu almoço por este encontro. Ela toca os dedos nos meus lábios e o cheiro doce fica mais forte. Saboreio dos seus dedos o líquido doce... um licor de frutas, pelo que identifico. Dá mais um pouco, agora com os dedos mais molhados, deixando escorrer do líquido pelo meu queixo.

O calor do hálito dela se aproxima da minha boca e começa a lamber minha pele molhada. O licor meio açucarado deixa meu corpo melado apesar da língua dela insistir na deliciosa missão de me saborear. À medida que ela lambe sinto mais líquido escorrer, descendo pelo meu peito, pela barriga, chegando a melar a cueca e meu pau.

Com a boca escorregando lentamente ela vai sorvendo por todo o corpo do líquido que ela mesma derramou. A sensação deliciosa daquela língua me envolvendo, me desejando, me faz jogar a cabeça pra trás e querer que aquele momento dure pra sempre.

Ao chegar na minha barriga ela brinca com a língua dentro do umbigo, talvez porque esteja inundado de licor, e desce mais um pouco até alcançar meu cacete duro e melado, chupando com vontade, me deixando sentir os dentes tocarem minha pele sensível e me fazendo gemer alto. Ela se afasta um pouco, mas ainda sinto sua presença. Mexe em algo, fazendo um pouco de barulho.

- Abra a boquinha gostosa e experimenta o que eu trouxe pra tu almoçares. - Ela fala com a voz melodiosa e suave que lhe é peculiar e com a obediência de um cachorrinho eu abro minha boca à sua ordem. Na minha boca ela põe um pedaço de fruta... ao morder sinto que é laranja; uma doce laranja. E ela vem provar da minha boca. O próximo pedaço é maçã; depois uva, morango, banana, cereja. A cada pedaço novo é uma sugada gostosa que ela vem me dar na boca pra aproveitar o gosto.

Um morango que ela me deu veio com um gosto especial... gosto que eu já tinha sentido quanto ela me deixou provar daquela buceta.

- Gostou do tempero especial? - a cadela ainda teve a coragem de perguntar, com um tom de safadeza que só dela eu já tinha ouvido. Fiz com a cabeça que sim e ela se debruçou sobre minhas coxas, soltou meus braços falando
- Então vem se servir - e tirando a venda dos meus olhos.

Meus olhos não tiveram dificuldade em se acostumar com a claridade novamente, pois apenas uma discreta luminosidade vinha da cabeceira da cama do quarto. Aquela luz iluminava de forma inebriante o corpo à minha frente... as curvas dos seios, o ventre delicado, os pés docemente apoiados ao lado dos meus. Infelizmente a luz não chegava ao meio daquelas coxas entreabertas.


Nossa, ele estava me comendo com os olhos e aquilo foi me incendiando o corpo, ao mesmo tempo em que eu tinha vontade de poder me vestir. Eu não era bonita e nem tinha um "corpão"... mas isso não parecia diminuir o desejo dele.

Pega então uma cereja do pote ao lado e vai passando sobre meus lábios, depois no bico excitado do meu seio, até que a enfia dentro da minha buceta, empurrando bem no fundo, me fazendo delirar com o tesão. Desce a boca e começa a chupar forte e enfiar a língua dentro de mim. Empurra-me pra trás fazendo meu corpo cair encostado na cadeira e puxa minhas coxas deixando minha bunda apoiada bem na ponta da cadeira. Senti então os dentes ralarem meu grelinho e ele levanta a cabeça, com ar de vitória, segurando a cereja na boca. Os olhos brilhando ao morder a fruta e deixar aquele caldo cair pelo canto da boca entreaberta.

O seguro pelo queixo e lambo o caldo quente adocicado misturado ao meu gosto salgado. Os dedos dele me invadem novamente enquanto se deixa cair ao chão na minha frente. Escorrega a mão pelo interior da minha coxa e busca meu pé, segurando-o e levando à boca. Chupa meus dedos, metendo a língua entre eles e mordendo cada um. Deixo o corpo amolecer na cadeira aproveitando o prazer que aqueles carinhos me dão. As mãos caem ao lado, completamente entregues ao tesão que sinto.

O calor daquela boca macia sobe pelas minhas pernas... lentamente... como se meu gosto fosse inigualável. As mãos acompanhando sua trajetória em carinhos inebriantes e, enquanto sua boca passa das minhas coxas direto a sugar os mamilos duros, as mãos deslizam sobre meus ombros e descem pelos braços adormecidos.

Ele levanta e me leva pelas mãos até a cama, sem pressa. Seu sorriso carinhoso me tranqüiliza e deixa que me entregue por completo. Deito sobre os lençóis gelados de cetim enquanto ele encaminha meus braços pra cima de minha cabeça, mordiscando-os enquanto massageia minhas mãos entre seus dedos.

Levanta devagar e acaba de tirar sua roupa... então volta à cama vindo sobre meu corpo e sentando sobre minha barriga. Vejo nesse instante que ele trouxe as algemas consigo. Tento levantar, mas ele me impede me fazendo perceber que é muito mais forte quando segura meus dois pulsos com uma das mãos sobre minha cabeça.

- Eu quero sair, você está infringindo as regras - falo inutilmente enquanto ele, escondido por trás de um sorriso, prende meus pulsos passando as algemas por um dos ferros da cabeceira da cama.

Pega minha bolsa e a joga ao chão... e, antes de fazer o mesmo com seu sobretudo, acha algo em um dos bolsos. Tapa minha boca com a mão e me mostra o que trouxe pra mim. O brilho dos seus olhos reflete o pavor que vê nos meus ao trocar sua mão por uma mordaça. Tento ainda falar alguma coisa, mas não tenho chance.

Com a mão ele tenta fazer carícias no meu corpo ao que respondo me debatendo inutilmente... mas não sem resposta; o peso de sua mão cai no meu rosto ecoando alto. As lágrimas correm mais pelo medo do que pela dor.

Deita ao meu lado e começa a chupar meus peitos, um após o outro, cada vez com mais força, o que provoca uma dor deliciosa fazendo com que o medo dê lugar ao tesão. As mãos ágeis invadindo minha buceta me deixando toda melada. Ajeita-se entre minhas pernas encaixando seus joelhos sob minhas coxas fazendo com que as abra bem.

As mãos vão lambuzando minha bunda com meu próprio líquido e os dedos começam a se insinuar no meu rabinho apertado, massageando para me fazer relaxar. Pega o pau latejando de tão excitado que está e vai esfregando na minha buceta que dói de desejo. Aos poucos introduz a cabecinha vermelha soltando um gemido de prazer e me enche de vontade de ter todo aquele cacete atolado dentro de mim.

Tão molhada que minha bucetinha está que o caralho escorrega pra dentro dela... aos poucos, me fazendo sentir cada centímetro me invadir. Enfia um dedo no meu cuzinho... dói um pouco, mas ele massageia fazendo com que eu esqueça e aproveite o prazer que está me dando.

De repente segura por trás dos meus joelhos juntando-os sobre meu peito e encaixa o cacete no meu cu. Entra de uma só vez, me fazendo chorar de dor... então larga minha pernas, mas me mantendo aberta pra poder me foder. Cada reinvestida dele parece dilacerar meu corpo e minhas unhas ferem minhas próprias mãos pela força com que as aperto. Os pulsos cortando parecem adormecer.

Forço as pernas pra baixo tentando me livrar dele no que recebo novamente seu castigo, só que desta vez com mais força. A dor me faz esquecer o tesão que deveria estar sentindo, mas a expressão dele é de puro prazer. Outros tapas se seguem e ele continua a estocar fundo no meu rabinho todo dolorido quando sinto o sangue escorrer de meu nariz. Ele aperta meus mamilos com muita força e meus gritos sufocados não conseguem ecoar.

Minhas forças me deixam enquanto vou sendo espancada e antes de desfalecer percebo o gozo dele inundando meu corpo................


A temperatura diminuiu ainda mais com o cair da tarde; o sobretudo, já não tão eficaz contra o frio, esconde os pulsos marcados; já o pôr do sol não esconde o brilho dos olhos satisfeitos.

O som de sirenes... luzes... muita agitação; aquilo tudo me incomoda. Toda a gente apressada, olham com pena para mim. O corpo dolorido; sinto novamente as forças acabarem.................

---- Mãos em meu corpo... mas não tenho força para abrir os olhos. Poucos sons..........

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Passaram-se 2 meses e poucas marcas persistem em meu corpo, o grande trauma é o moral. Minha vida é a mesma rotina de sempre desde que saí do hospital há pouco mais de um mês, infelizmente após aquela triste experiência, todos me parecem uma ameaça.

À polícia pouco falei, mesmo porque não tenho condições de relatar nada do que aconteceu até hoje. No fim das contas eu passei por irresponsável ao me encontrar com um desconhecido com o qual só mantive contato por chats.

Incrível, mas eu não tinha a menor vontade de me vingar daquele homem. Tinha seu nome, telefone, até endereço... sabia o nome dos filhos e da mulher. Todos os e-mails recebidos, algumas sessões de chat gravadas e caixas de presentes recebidos pelo correio.

Nada daquilo seria do conhecimento de qualquer pessoa; prefiro esquecer, se for possível, tudo o que aconteceu............................

bem, talvez não tudo.