A minha escrava
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Meu passeio na senzala
Um dia fui informado que havia uma nova leva de escravos na senzala e se seria do meu agrado ir ve-los para avaliar quais seriam postos a trabalhar e os que seriam dados aos vizinhos.

Resolví ir ve-los e saí para um passeio matinal. Após entrar e me acostumar com a pouca luz lá dentro, reparei que, nun canto, havia uma morena cor de jambo que parecia se destacar dos demais pela sua beleza e formas arredondadas.

Mandei que a trousessem para fora da senzala e descrobri que realmente ela poderia ser de muita utilidade com um bom banho e roupas novas. Tinha uma face bonita, dentes perfeitos, corpo esbelto e seios fartos. Ela seria a minha escrava pessoal.

Após a sua preparação, mandei que ela fosse aos meus aposentos, para se apresentar e me saudar.

Ela chegou e mandei que entrasse. Mandei que se ajoelhasse perante seu dono e ficasse de cabeça baixa durante a nossa conversa. Dei-lhe uma coleira vermelha e bonita, que ela deveria usar sempre, para demonstrar a sua submissão de cadela à mim.

Mandei que se despisse completamente, para que eu pudesse avaliar a minha escrava pessoal.

Ela tinha um corpo muito bonito e me deu muito tesão, imediatamente. Sentei-me na poltrona e mandei que ela se aproximasse de joelhos. Passei a cabeça do pau pelo rosto dela, meti dentro da sua boca, umedecí seus olhos e orelhas. Puxei-a para mim e coloquei o pau no meio dos seios, que o envolveram.

Mandei que ela se sentasse no meu colo, deixando meu pau entre as suas pernas, roçando a boceta. Sentí o calor que vinha de dentro daquele corpo e sentí tambem a umidade daquela boceta que ela não conseguia controlar.

Achei que aquilo era uma audácia naquele momento e ordenei que levantasse. Atei suas mãos, amordacei-a com uma focinheira (coloque-a agora) e a amarrei, por uma corda, ao teto do aposento, deixando-a em pé com os braços suspensos.

Completamente nua.

Peguei um chicote especial, que não deixa muita marcas e dei-lhe uma surra de umas 20 chicotadas leves, na bunda e nos seios.

As lágrimas escorriam da sua face e seus olhos imploravam por perdão. Resolvi que era o suficiente para que ela não esquecesse do seu dono nunca mais.

 

A hora de usar a escrava
Era a hora do prazer sexual. Comecei a passar a mão pela sua boceta, subindo até os seios vermelhos das chicotadas e apertando seus bicos. Descia a mão pelo seu ventre, dava pequenos beliscões na barriga, e mergulhava no entrecoxas, esfregando o braço por baixo dela, para que ela sentisse meus pelos roçando na sua vagina virgem e as pernas sendo separadas pelo meu braço grosso. Na volta, deixava meus dedos acariciarem seu cuzinho tambem ainda virgem.

Meu braço começou a sair melado dessa operação e então eu a soltei e tirei a mordaça, deixando a coleira. Seu corpo tremia ... deitei-a no sofá e peguei uma vela acesa do candeeiro. Seus olhos se arregalaram de pavor.

Sentei-me ao lado dela e comecei a pingar cera quente por sobre seu corpo. A cada gota, ela dava um pulinho para cima, mas a dor era pontual, de curta duração. Pinguei pelo seu pescoço, braços, e cheguei aos seios. Cada tentativa de acertar o mamilo era acompanhada de um pulo dela e eu estava gostando do jogo, pois ela estava atordoada de mêdo. Consegui pingar no mamilo várias vezes e ela sempre pulava, mas nunca reclamava, pois sabia que levaria chicotadas novamente. Desci os pingos pela barriga, enchi seu umbigo com cera quente e fui me acercando da vagina. Obriguei que ela abrisse as pernas e pinguei em volta da área dos lábios. Ela gemia baixinho ... mas agora estava bem quietinha. Notei que um caldinho escorria da sua boceta ... melando suas nádegas.

Mandei que ela virasse de costas e coloquei uma almofada sob seu ventre, para deixar a sua bunda bem exposta. Abri as suas pernas e pude ver seu cuzinho redondinho e fechadinho, cheio de pregas. Pinguei a vela pelas suas costas, desci os pingos para as pernas e depois subi até a bunda.

Comecei a pingar no rego da bunda, desde as costas até o cuzinho e descendo até a boceta. Ordenei que ela, com as mãos, abrisse o próprio rabo, para que eu pingasse vela bem dentro do cuzinho. Consegui acertar todos os pingos dentro dela, que gemia alto agora e implorava perdão por uma falta não cometida.

Eu queria me divertir mais um pouco e mandei que ela colocasse mais uma almofada sob o ventre, para se abrir mais ainda. Limpei o cuzinho com cuidado e o lubrifiquei com minha saliva. Tomando da vela ainda acesa, introduzi o pé da vela vagarosamente naquele cuzinho, quase uns quatro dedos dentro dela. Mandei que ela cantasse uma cantiga de aniversário para que eu ouvisse. Tremendo, ela o fez e eu a aplaudí bastante, como incentivo.

Deixando a vela no pedestal especial, comecei a bolinar sua boceta por trás, a passar os dedos por entre seus lábios e a sentí-los completamente encharcados de suco vaginal. Suavemente, penetrei um dedo dentro dela, sentindo a vela dentro do cuzinho, pelo contato da pele interior. Esfregando o dedo pela vulva, cheguei ao clítoris que estava enorme e gordinho e o acariciei. Seu corpo tremia violentamente e sentí que ela iria gozar em breve.

Tomando a vela com a minha outra mão, comecei um movimento de foder aquele cuzinho enquanto acariciava o clitoris e em segundos ela se desmanchou nos meus dedos, seu suco escorria pela minha mão e ela gemia baixinho, dizendo " meu amo e senhor ..." repetidas vezes.

Após se acalmar, mandei que ela se voltasse e sentasse no sofá, na beiradinha. Coloquei mau pau bem perto da sua boca e mandei que ela me servisse com as mãos e me fizesse gozar. Ela não poderia perder nenhuma gota de porra e tambem não poderia meter o caralho na boca.

Eu estava muito excitado e gozei após alguns minutos e ela quase conseguiu beber toda a minha porra, dexou escorrer pela face o primeiro jato que dei. Seria castigada, certamente.

Como sou uma pessoa justa, perguntei: "Que castigo você deverá ter, escrava, pela sua falta ? Você irá me dizer a que devo submete-la."

 

A hora da verdade !

 

E agora é a hora da fantasia tocar a realidade ... diga-me !

As suas idéias, se aprovadas, constituirão o final desta historia.

 

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