(ou Marina do cuzinho vermelho) Marina é a empregadinha da pensão de D. Marta, uma senhora muito severa, nas aparências. Marina necessita muito do emprego e D. Marta se aproveita disso para deixar que alguns fregueses bem antigos abusem dela, sob a justificativa que ela será despedida senão entregar as martmitas na hora certa. Para evitar a denúncia e consequente demissão, ela deverá colaborar, atendendo às taras dos fregueses. Marina sobe no prédio onde deverá entregar tres marmitas. Está com a saia costumeira, que deixa à mostra uma parte das pernas e uma blusa meio solta, tetas balançando, bicudas. Pega o elevador e desce no quinto andar. | ||||
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E bate na porta de Seu José. Velho conhecido, ele.... que olha pro relógio e diz que ela chegou atrasada. Pega no telefone e iria ligar para a dona da pensão, fazendo uma reclamação quando Marina implora e diz que fará o que ele quiser.
E ele quer ... claro. Mas Seu José é broxa. Completo. Por isso, se satisfaz fazendo Marina sofrer e a penetra com coisas. Últimamente ele está adepto de um consolo especial, que ele levou tempo para encontrar. Esse consolo é de borracha, ao contrário dos de plástico liso. Tem o formato de um penis, e a borracha é meio áspera, o que o torna excepcional para a vagina, pois a aspereza puxa e repuxa as carnes da vagina, dando à mulher uma sensação de penetração e alargamento. Claro, requer uma lubrificação extra, por causa dessa aspereza. Se usado no cuzinho, mesmo com lubrificação normal, a aspereza vai fazer com que ele agarra na pele das beiradinhas, deixando o cuzinho ardido, em brasa, queimado. Seu José quer exatamente isso ! Marina treme só de ver o instrumento. Seu José a manda ficar de quatro no tapete e passa as mãos nas tetas dela. Levanta a saia dela, abaixa a calcinha e encosta-se por trás e se esfrega, para ver se o pau endurece. Como nada acontece, ele fica puto, muito aborrecido mesmo e culpa Marina pela impotência. Diz que ela deve ser castigada. Lubrifica superficialmente o consolo e o introduz no cuzinho dela, que geme e se contorce de dor a cada centímetro que entra. Com o consolo meio dentro, seu José se encosta nela e continua fazendo movimentos de penetração, só que desta vez o consolo está ali. E, com os movimentos, penetra mais e mais, a parte áspera esfregando no cuzinho e o ardendo cada vez mais. O cuzinho de Marina fica em brasa e ela geme e chora, pede por favor, seu cuzinho está ardendo e começa a sangrar ... seu José não liga e trabalha até a penetração completa, ou quase. Fica satisfeito quando vê seu instrumento dentro dela. Marina chora e tem autorização para retirar o consolo .. que sai muito lentamente. Quando isso acontece, ela está liberada. Ele se recolhe e ela rapidamente arruma as roupas, com o cuzinho sangrando .. e vai para a próxima entrega.
Dona Teresa tem uma prima de segundo grau que é famosa .. e isso a deixa aborrecida com o mundo, pois ela é um zero à esquerda em tudo que faz.
| Por isso, quando Marina chega atrasada, ela quer se vingar do planeta ... e a menina sofre nas mãos dela. D. Teresa até que é bem feita de corpo, peso certo, não é feia. Mas tem taras ..... de despeito e de taradice mesmo. Comenta-se, à boca pequena, que ela transa com cães ! Mas, com Marina, ela gosta de ser má, de obrigar a menina a fazer coisas que não gosta. Gosta também de faze-la sofrer, de ve-la gemer e chorar de dor e de humilhação. Nesta tarde (já passava de meio-dia) ela pega no telefone (o pavor de Marina em ser despedida) e fala com a dona da pensão ... (o que Marina não sabe, é que a dona da pensão tem um conluio com D.Teresa ... esta conta tudo que faz com Marina para a outra, que se delicia com os detalhes). Após o telefonema, ela informa que ela irá ser despedida, senão colaborar com suas fantasias. A pobre menina baixa a cabeça e diz que sim, que concorda com tudo que ela disser. Os olhos de D.Teresa brilham de satisfação. Ela manda a menina tirar a calcinha e o sutiã, ficando apenas de saia e blusinha. Manda que ela fique de pé e coloque um pé em cima da cadeira. Nesta posição, D.Teresa se abaixa e lambe a bocetinha de Marina um pouco, até sentir o gostinho de sexo, para se excitar. Depois, muda de lado, lubrifica o cuzinho da garota e mete nela un consolo longo, bem longo, de uns 25cm, até a terça parte, mais ou menos. Mas não é muito grosso; deve ter uns 3cm. Marina se sente incomodada. D.Teresa manda que ela desca o pé e caminhe normalmente pela sala. Marina obedece, com uma parte do consolo aparecendo fora do rabinho. D.Teresa diz que ela deve ter cuidado em não deixar o consolo sair, deve manter as nádegas apertadas. Quando Marina aprende a caminhar com aquilo no rabo, ela dá uma bandeja com um cafezinho, abre a porta, e manda que a menina vá até o apartamento 401, levar um café ao Sr.Monteiro, funcionário público aposentado, companheiro de D.Teresa em noites impublicáveis. Marina se sente terrivelmente humilhada, de ter que caminhar pelo corredor do prédio com o consolo no rabo, sem deixar que ele saia e levando a bandeja de café. Mas obedece, com lágrimas escorrendo pelo rosto. Bate na porta do 401, que parece estar esperando e se abre de imediato. Dentro do apartamento, Monteiro pega o café, mantendo a porta aberta. Enquanto isso mais uma pessoa aparece na porta ... um estranho. Monteiro toma-o calmamente, enquanto o estranho senta-se numa cadeira, abre a calça e começa a se masturbar na frente de Marina, que fica sem saber para onde olhar. Monteiro se senta ao lado e também abre a calça. O estranho a chama, obriga-a a ficar de joelhos, coloca uma venda e diz que ela deverá adivinhar de quem é o pau que ela vai chupar, sob pena de ser castigada mais uma vez. Um pau é colocado na sua boca e ela tenta se lembrar do tamanho que viu pouco antes. Balbucia ... " Seu Monteiro " ... e percebe que errou, pois o consolo é aprofundado no seu cuzinho, trazendo dor da penetração profunda. Ela geme um pedido de desculpas e sua cabeça é agarrada e a fodem na boca com força. O estranho logo goza e a enche de porra, que se espalha pelo rosto e cabelos dela. Rindo, Monteiro a manda de volta para D.Teresa. D.Teresa a libera, deixando que ela se vista e mostra para ela um chicote ... dizendo que da próxima vez não será tão fácil ...
Marina toca a campainha e eles abrem a porta com um sorriso de satisfação nos lábios. Nem se dão ao trabalho de mostrar uma desculpa. Agarram a menina e a amordaçam, atando as mãos nas costas. Tiram a sua roupa. Marina está terrivelmente assutada, pois eles nunca fizeram isso antes. Seus olhos imploram compaixão, mas este não parece ser o caso.
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Eles a deitam numa mesa fina e baixa, e a deixam nua. Os peitos duros de Marina projetam os bicos para os céus ... lindos ... A mulher goza e seu caldo mela o rosto de Marina, que sente tambem o homem gozar dentro dela, enchendo-a de porra quente. Eles se levantam e a acusam de não colaborar, de chegar sempre atrasada, deixando-os com fome. Por isso, vão mostrar a ela o castigo que ela merece. Eles a viram de bruços e abrem suas pernas, deixando o cuzinho à mostra, bem aberto. A mulher coloca um adaptador nos quadris, de onde se projeta um consolo grosso. O marido se ajoelha na frente da menina, passa o pau ainda melado nos lábios dela e manda que ela chupe. A mulher começa a penetrar o cuzinho dela com o consolo e Marina grita e pede perdão. Com o cuzinho em brasa, ela sente que a mulher é má, muito má, e entra nela forçando-a contra o cacete do marido. Seu cuzinho se alarga, ela chora, sangra, mas não tem piedade. A fodem o quanto querem até que ambos gozam. Após saciados, eles a liberam. Ela cambaleia até o banheiro, se limpa, coloca a roupa e foge dali correndo, voltando para a pensão. Pensa no dia seguinte, sobre o que a espera naquele prédio.
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