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O restaurante
Meu restaurante está precisando que os clientes consumam mais bebidas e comidas. É de alto luxo, mas os clientes o deixam cêdo, por causa dos shows eróticos das boates que ficam por perto.

Não tenho muita grana, mas decidí fazer concorrência, tendo em vista que sobra uma mulher em casa. A minha esposa.

Passei a leva-la ao restaurante, vestida com um vestido sumário, porém de altíssima qualidade. Claro que apenas com o vestido sobre o corpo, mais nada.

Lá, a fazia sentar numa mesa no jirau, que fica a uma altura de uns 70cm em relação às demais. Colocava um banquinho para que ela pudesse apoiar os pés e, dessa maneira, ao se mexer, ela dava uma exposição de boceta aos frequentadores, à la Sharon Stone, que foram então ficando mais tempo na casa.

Inventei, inclusive, telefonemas periódicos para ela atender, mas coloquei o aparelho numa mesa de canto, longe da beirada, de maneira que ela tinha que se curvar para frente para pegar o fone. Assim, expunha a bunda à mostra. Outro sucesso !

Ocasionalmente, a obrigava a se masturbar discretamente, olhando para os lados, mas "esquecendo" dos clientes que ficavam na parte central e inferior do restaurante, a mais cheia. Nessas ocasiões, a venda de cerveja crescia uma enormidade. Como é bom ter uma putinha em casa, não ?!?!

Numa semana especial, eu estava precisando trazer mais gente e, numa determinada noite, havia uma promissória vencendo no dia seguinte, e o caixa estava baixo. Comecei a pensar e resolvi extrapolar um pouco, depois da meia noite.

...

O Sorteio e o Show
Coloquei um pote de vidro na entrada, avisando que haveria um sorteio após a meia noite e quem quisesse participar deveria deixar alí um papel, obtido gratuitamente no caixa. Nesse papel, a pessoa deveria escrever o que faria com uma puta, se a tivesse à disposição. Eu prometia a realização da fantasia às tres melhores idéias, a critério exclusivo do restaurante. A segunda condição para participar seria a consumação mínima de R$ 200,00.

Lá pela meia noite, haviam umas 20 sugestões, umas muito loucas, outras simplistas e algumas pérolas ! Descartei as loucas e as simplistas, ficando com as que considerei de gosto apurado, a saber:

  1. Apagar uma vela acesa e colocada na genitália, usando apenas porra.
  2. Pingo de vela no corpo, especialmente no ânus e genitália.
  3. Amarrada suspensa e à disposição dos demais frequentadores.

Após fechar a porta da casa e colocar seguranças do lado de fora, coloquei de volta os papéis nopote, e chamei a atenção de todos, conferindo a consumação mínima.

Um papel foi sorteado, o primeiro da lista acima. A pessoa, um cara bem vestido e de cabelos grisalhos se levantou e explicou os detalhes.

" A puta deve ser ter suas mãos amarradas, ficando sentada nua com os pés na mesma altura da bunda. Dessa maneira, os joelhos se separam e a vagina se abre. Uma vela pequena e acesa é colocada na superfície onde ela está sentada, mas bem próxima, entre os lábios da vagina e ela deve então se esforçar para apaga-la o mais rápido possível. Algo como na foto ao lado, porem muito menos amarrada. "

" Para apagar a vela, ela deverá utilizar somente porra, que coletará dos machos presentes atraves de sexo oral. A cada descarga na sua boca, ela poderá fazer uma tentativa e, se tiver mira, com umas duas tentativas apagará a vela. "

Pelo zum-zum resultante da explicação, todos gostaram e aprovaram a idéia. Ficaram se perguntando se realmente haveria uma puta à disposição ou se era somente um estudo teórico que estavamos fazendo. Na ocasião, apontei para a minha esposa, no canto, meio cabisbaixa e humilhada, e disse que ela teria todo o prazer em testar a teoria, pois era uma puta com roupas caras.

Seguiram-se aplausos e ela foi trazida e posicionada como descrito. Alguem conseguiu logo uma vela de uma mesa, cortou-a curtinho e a acendeu. O calorzinho da chama chamuscava os pelos da bocetinha dela, que parecia assustada.

Agora você, leitora amiguinha, vai se imaginar nesta posição e bolar o que fazer para conseguir porra em quantidade e rapidamente ...

...

A outra opção
Após acabar com a primeira brincadeira, resolvemos fazer a segunda, já que todos estavam tão excitados que consumiam bebidas caras sem pensar.

Ela foi colocada deitada, com a bunda levantada por uma almofada enfiada abaixo dos quadris, de maneira a expo-la e sem bloquear acesso à vagina.

Uma vela maior foi trazida e discutimos como proceder. Seria um jogo erótico. Apesar de alguns homens terem dado a sua contribuição de porra para apagar a vela, estavam todos querendo mais ação.

Instituimos que cada um poderia ser chupado e, caso ela não conseguisse leva-lo ao orgasmo, ele teria o direito de pingar vela sobre ela, onde quisesse. Formou-se a fila, rapidamente e veio o primeiro ... que ela nem conseguiu faze-lo endurecer o pau, cansado que estava. Mas computamos como incompetência dela, claro e ele pegou a vela acesa e começou a escolher onde pingar ...

Com cuidado para não errar a mira, ele pingou bem dentro do cuzinho dela ... e a cada pingo ela dava um pulinho na cama !

O segundo ela conseguiu levantar e faze-lo ajacular dentro dela, melando-a toda no rosto, e passou ilesa. O terceiro deu chabú tambem, para nossa alegria. Ele escolheu penetra-la no rabinho, à vista de todos, mas mantendo a vela seca que estava depositada alí. Aplausos soaram no fundo do salão ...

A levantamos um pouco mais, preparando-a para a penetração com os pedacinhos de vela no meio. Alguem trouxe um óleo morno e pingou algumas gotas no cuzinho dela. Ele melou a cabeça do pau e se aproximou. Encostando o cabeção nela, começou vagarosamente a enfiar ... e ela imediatamente gemeu e implorou para que parasse !

Sem perdão, claro ... a cada penetração mais funda os pedacinhos de vela tornavam a coisa mais dificil, arranhando o cuzinho dela, e a bichinha gemia com vontade. Foi necessário segura-la para que a penetração fosse completada. Aplausos pela idéia foram ouvidos em todos os cantos !.

 

A terceira idéia ... quem sabe, a melhor ?
Finalmente, chegamos à " grand finale " ou " pièce de resistance " da nossa ceia especial.

A nossa putinha teve as mãos amarradas, foi despida, e presa por uma corda a um gancho no teto do aposento. Com os pés em cima de duas mesinhas (um pé em cada uma), sendo permitido que ela ficasse com as permas flexionadas, mas separadas.

Nessa posição, seus joelhos foram mantidos separados por um plástico leve, amarrado com suavidade entre eles. Isso garantia que todos teríamos visão e acesso à sua bocetinha e cuzinho.

Idéias eclodiram por todos os lados, com os machos afoitos e as fêmeas querendo segura-los. Algumas fêmeas tambem expuseram as suas idéias, -- claro que com espanto dos maridos.

Alguem apareceu com um clipe de madeira, com mola e propos colocar aquilo no bico do seio dela, para apertar e ver a reação. Garantindo que não fosse danificar o material, eu permití. O apertãozinho deixou todos mais excitados, à medida que ela gemia baixinho.

Um cara pulou em cima da mesinha, tirou a roupa e alí mesmo, na frente de todos, começou um anal com ela. Usando apenas o que restou da lubrificação das outras etapas, a penetrou com força, uma .. duas ... tres vezes .. até ficar completamente engolido pelo cuzinho quente dela. Curvando-a ligeiramente para a frente, agarrou-a pelas ancas e a fudeu com vontade ! Em poucos minutos, ejaculou violentamente ... poucos segundos depois, vagarosamente e cansado, soltou-a e saiu. Alguns minutos depois, calmamente, algumas gotas de porra começaram a descer pelas pernas dela ... para pingarem no chão.

A sessão estava aberta ... e mais dois subiram na mesa, e começaram a masturba-la, penetrando os dedos na boceta e o outro no cuzinho. Aos poucos, ela começou a aceitar e mexia os quadris no ritmo dos movimentos. Tal era a excitação dela que sua lubrificação começou a escorrer pela mão que estava na boceta. Bem lubrificada, a mão penetrou mais e mais, até quase desaparecer dentro dela, num "fisting" parcial. Ela gemia alto e gozava quase que sem parar, durante uns cinco minutos.

O clima era tão quente no restaurante, que casais trepavam nas mesas dos cantos, sem se importar com os demais olhando.

Alguem soltou-a da corda no teto, colocando-a de quatro no chão. Um casal tomou conta dela, a mulher lambendo-a por trás e o homem fazendo-a chupa-lo, com violência.

Uma fila de tres pessoas, já meio despidas, se formou ...

.... agora você, amiguinha, diga como vai terminar a noite .. nas mãos de quem ?

 

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