A Mansão dos Sete Homens


by Luna (01/08/00)

O jantar se inicia de forma agradável, conversamos sobre banalidades, coisas simples sem muito interesse... Olho direto em seus olhos, lembro-me que já me possuiu várias vezes, me teve da forma que quis e como planejou, mas, queria ainda mais, intencionava descobrir meus próprios limites, desejava saber se eu seria capaz de acompanhar os seus profundos desejos, na mesma intensidade.

De repente, em meio a conversa, "Ele" resolve arriscar tudo numa tacada, me olha friamente, um olhar frio, sorriso sarcástico, sinto um arrepio correr o meu corpo, fico sem graça, despreparada para a ordem que está por vir.

Bebemos um pouco antes de sair de casa, minha cabeça está leve e confusa e "Ele" aproveita-se da situação. Chega o momento tão esperado.

Luna, faça algo por mim querida. Tire suas calcinhas e coloque-as sobre o prato.

Titubeio, penso em contestar suas ordens, fico vermelha, abro um sorriso meio amarelo e insisto. Digo algo rápido, tentando fazer com que mude de idéia.

O Senhor deve estar brincando comigo?

Seu olhar vai de encontro aos meus lábios, demonstra-se desentendido com a pergunta saída de minha boca. Diz apenas uma palavra, baixinho, quase imperceptível.

Faça!

Desisto de discutir. Tiro suavemente a calcinha de renda preta e coloco sobre o prato vazio.

O garçom se aproxima, rapidamente, trazendo outra garrafa de vinho e eu, mais que depressa, demonstro a intenção de tirar aquela peça intima de cima da mesa, precisava tentar esconde-la.

Na mesma hora, "Ele", pressentindo o que eu estava prestes a fazer, agarra a minha mão em sinal de impedimento. Uma mão forte e grande, segurando a minha, evita a súbita tentativa de reagir as suas ordens.

O garçom se aproxima da nossa mesa para começar a servir o vinho em nossas taças, percebe o ocorrido. Simplesmente finge que não vê e serve o líquido gelado como pretendia.

Meu rosto está corado, olho para aquele homem servindo o vinho em minha taça, penso que talvez já esteja habituado às situações estranhas como a que assiste. Com certeza não deve ser a primeira e nem será a última vez que alguém se comporta de maneira nada convencional em um restaurante tão sofisticado como este em que nos encontramos agora.

Sinto-me completamente dominada pelo Homem sentado à minha frente. Faria tudo por ele, qualquer coisa por mim seria aceito. Ainda assim, ele me usa, manipula e humilha. Ali mesmo, manda que eu fique semi nua da cintura pra baixo, molhada e preocupada com a saia.

Vou molhar minha saia Senhor, não posso ficar assim, excitada e sem calcinhas...

Ele sorri, recolhe o frágil tecido de renda preta lançado sobre o prato. Antes de guarda-lo em seu bolso, faz questão de sentir o meu cheiro como se eu fosse o prato principal.

Não se preocupe Luna. Agora, puxe levemente a sua saia para cima e deixe a sua pele sentir o frio da cadeira. Não hesite. Vamos, puxe a saia e sente-se como mandei.

Obedeço e só "Ele" além de mim, consegue sentir o couro fresco da cadeira tocar as minhas nádegas. Alguém se levanta e passa pela nossa mesa, é uma outra mulher, ela olha, parecemos o casal perfeito... "Será que ela percebe que eu estou despida, coxas nuas, bunda quase à mostra sobre a cadeira, há algo que me falta, agradeço silenciosamente por ter sido tirado de cima da mesa".

Não, ninguém repara, sinto um alívio percorrer o meu corpo, o jantar prossegue, quase não falo, sinto-me tímida, prefiro permanecer calada, comemos devagar.

Vem a sobremesa e "Ele" mais uma vez me surpreende...

Começa, sem rodeios, a explicar-me sobre uma festa que acontece, regiamente, todos os meses no mesmo lugar. Não é algo comum, os convidados são todos homens, só vai uma única mulher. Ou seja, no tal dia, um dos freqüentadores, onde o número é sempre o mesmo, (tendo em vista que todos são membros deste lugar), é convidado e obrigado a levar uma mulher para ser usada e abusada por todos os seus companheiros.

Hoje era a vez dele levar alguém e eu, fora a mulher escolhida para a festa daquele dia. As regras eram simples.

- Terá que se entregar totalmente, pertencerá a todos. Aceita Luna?

Demoro para responder mas, acabo balançando a cabeça em sinal positivo. Consinto com o seu pedido.

Na saída do restaurante, apanhamos um taxi. Novamente me pede para subir a saia e sentar-me no couro frio do banco de trás. Fico nervosa, confio "Nele", sou transparente, não consigo esconder as sensações pelos traços criados em meu rosto.

- Pode confiar.

E segura a minha mão afirmando este sentimento dentro de mim.

Começo a pensar naquela proposta absurda, não tenho mais com voltar atrás, começo a imaginar a situação da tal festa. Quantos homens serão? Não tinha me revelado qualquer detalhe. Qual será a idade de cada um deles?

Sinto um calor intenso varrendo-me o intimo entre as minhas pernas, as coxas começam a transpirar e colam no banco frio do carro.

Chegamos...

A entrada é antiga, semelhante a de uma mansão do século XVIII. Ele toca a campainha e nós esperamos.

Uma senhora muito bem afeiçoada e vestida de negro abre a porta e faz um sinal para que nós a acompanhemos. Seguimos por um caminho que nos leva a vários e longos corredores, com os olhos arregalados e o corpo trêmulo pela incerteza, constato o estilo gótico, bem diferente. Tentando me distrair, percebo inúmeras pinturas abstratas nos quadros pendurados, todas, feitas em tela sem moldura, misturadas com alguns quadros de retratos pesados e antigos.

Abre-se uma porta. Sinto minhas pernas enfraquecerem, começo a tremer, meus olhos vão direto ao encontro dos seus num breve sentido de súplica, inexplicavelmente, penso em sair correndo daquele lugar.

É tarde! A porta foi trancada.

Na minha frente estão sete homens, sentados, com o olhar fixo em mim. Pareço um objeto raro sendo avaliado. São homens muito bem trajados, todos vestidos de traje completo, sorrisos frios, sem distinção, demonstram um ar confiante embora, bastante arrogante em cada um.

"Ele" toma conta da situação...

Puxa-me pelo braço com delicadeza e me apresenta para cada um dos presentes. Percebe que todos me olham enquanto faz as apresentações, nota os olhares fixos em minhas pernas nuas. Os homens, em prévio acordo já sabiam que eu não vestia nada sob a saia.

De repente, mais uma ordem.... Manda, apenas, que eu retire a blusa. Para sua surpresa, ela estava direto sobre a pele quando foi jogada ao chão.

Meus seios se mostram altos e fartos, por isso, provocou olhares despudorados. Senti-me completamente invadida... Tento corresponder àqueles homens com um certo desdém, devolver a frieza na mesma moeda. Em vão, sou eu o objeto da festa. Eu serei usada, eles não...

Passo rapidamente o olhar pela sala, vejo que a situação não é tão difícil quanto parece, são todos homens atraentes, altos, ombros largos, sorrisos simpáticos e estão elegantemente vestidos.

Cada um dos presentes, possui uma característica própria, são diferentes, com estilos interessantes na maneira de se comportar. Três loiros, três morenos. Um deles é negro, de sorriso branco com cabeça raspada...

Sua voz me trás de volta à realidade...

Bom, imagino que todos gostariam de ver melhor a mercadoria de hoje.

Luna, vá para aquele canto, fique de costas, com o rosto voltado para a parede e ponha e as mãos na nuca!

Hesito, mas o medo de desaponta-lo é maior. Avanço então, devagar, para o lugar indicado. Apenas com a saia curta e o salto alto, sem calcinhas, de peito e colo nu. "Será que tenho uma mancha na minha saia?" penso enquanto caminho.

Escuto um comentário escrachado vindo de um dos homens que permaneceram sentados acompanhando atentamente cada um dos meus movimentos.

Mas que pernas! Aposto que é coberta por fartos pelos negros..

Ele sente orgulho ao ouvir o sonoro comentário, percebe que a mercadoria ofertada agradou a todos. Mas não acha o suficiente, em seguida, resolve me deixar ainda mais humilhada e exposta. Manda eu abrir um pouco mais as pernas.

E eu, de costas, mãos atras da cabeça, com a saia negra agora bem levantada, de pronto obedeço, um gesto que faz com que Ele, na mesma hora, se aproxime lentamente de mim.

Passa a mão suavemente sobre o meu rosto, um carinho rápido.... e anuncia:

Luna está aqui, disposta a tudo, inclusive para o sexo anal se desejarem! Podem usá-la como quiserem.

Ao término daquelas palavras, sinto uma de suas mãos quentes passarem entre as minhas coxas e subirem ainda mais a minha saia, com a bunda aparente, sua mão se agarra em uma de minhas nádegas que, me abre e expõe, dois de seus dedos penetram sem cerimônia a minha vagina e escorregam molhados para trás, esfregando com posse uma área até o momento proibida.

Como podem ver Cavalheiros, ela está molhada e o seu cuzinho virgem me parece bem apertado.

Quando acaba de falar, sem ao menos esperar, me agarra pelos cabelos. Sem dó, me arrasta pela sala obrigando-me a dobrar meu corpo sobre a mesa de mármore colocada ao centro.

Meus Senhores o jogo pode começar! Como sabem, direi um numero que corresponderá a cada um de vocês, levantem-se, podem usá-la como bem entender mas, não esqueçam que terão que a penetrar apenas com os seus dedos.

Eram estas as regras...

Ao final, Luna terá que dizer qual foi o numero que achou ter o dedo maior, se falhar, será punida, se acertar, será compensada.

E, dando-se inicio à brincadeira, um a um, os números foram chamados, 3, 4, 6, 2, 7....

Com as mãos agarradas ao tampo da mesa de mármore espero mansamente, sequer me atrevo a levantar, uns são ríspidos ou um pouco brutos, outros suaves e carinhosos, uns me obrigam a lamber o dedo, ou os dedos, antes e depois de penetra-los em mim, maneira de me fazer sentir o meu próprio gosto. Outros, parecem favorecer-me com um óleo quente esguichado sobre o meu ânus numa forma de me aliviar a dor.

Tento desesperadamente me concentrar no jogo, toda a minha atenção está direcionada para os músculos do meu belo traseiro, agarrando-me aos dedos, entrando e saindo do meu cú. Tento medi-los, procuro evitar e não perder minha concentração com o tesão que toma conta de todo o meu corpo. Percebo que a minha tentativa é inútil, fui enganada, torna-se claro que o jogo não faz qualquer sentido, é impossível. Finalmente consigo concatenar minhas idéias há pouco perdidas pelo desejo de ser possuída por cada um daqueles homens. Descubro que era só mais que um pretexto para a humilhação e depois, para o castigo, não teria outra alternativa, já sabia que seria punida.

Eu já estava ficando louca com aquilo tudo! Quem seria este que agora rodava lentamente um de seus dedos em meu ânus e com outros dedos esfregava o meu sexo? Não conseguia parar de me fazer aquela pergunta enquanto sentia aquela exploração humilhante. Ao mesmo tempo, não me era permitido virar a cabeça e olhar para trás... Seria o loiro de olhos azuis, ou o negro excitado com a minhas nádegas brancas?

O jogo termina quando finalmente chega a vez do número sete e, todos os homens se afastam enquanto o meu Senhor me levanta da mesa.

Exatamente aquele que me trai é quem pede e ordena que eu diga o número correspondente ao dedo maior.

Hesito mias um vez, completamente tonta e tomada pelo desejo.

Na realidade, não conseguia pensar mais em números, era tão óbvio, sabia que erraria. Também, diante de uma proposta tão absurda, como não havia me dado conta?

Nada mais importava, somente o fato de ser comida e violada por eles era o meu desejo. Queria ser tratada, já, ali mesmo, como uma cadela no cio, por cada um daqueles homens. Somente isto me importava. Não me resta outra opção e digo o primeiro número que me vem a mente...

três!

A minha resposta foi acompanhada de uma gargalhada que veio em tom de deboche.

Pobre e tola Luna, falhou!

Escuto novamente os passos daquele que me levara até aquele lugar. Ele, mais uma vez, puxa-me grosseiramente pelos cabelos fazendo a minha cabeça curvar para trás. Solto um gemido de dor em tom de reclamação. Não sabia mas, meu Senhor tinha algo na mão... me mostra um chicote longo de couro negro, seu cabo era grosso e ao mesmo tempo bem fino na ponta.

Lamba e depois chupe.

Sem ao menos esperar por uma resposta ou reação, enfia o cabo do chicote todo em minha boca, me faz lambe-lo e chupa-lo sem parar.

Chega.

Num movimento rápido e inesperado, após ter me colocado com o corpo voltado para baixo, começa a introduzir o cabo todo em meu ânus.

Agora vai ficar com um rabinho diz Ele.

Eu, grito por causa da dor, sinto-me violentada, aberta, escancarada... Ainda, puxando os meus cabelos me levanta, desabotoa a minha saia e a deixa cair no chão, permaneço apenas de saltos altos, nua e de cauda, exatamente como uma cadela no cio.

Manda que eu caminhe pela sala com aquilo enfiado dentro de mim e me ameaça:

Se você deixar cair o chicote, receberá dez chicotadas de cada um de nós.

Dou início as primeiras passadas, por causa do medo, meus passos são curtos, mantenho as pernas bem fechadas para não perder o "rabo" enfiado dentro de mim. Depois, me sentindo menos insegura e mesmo com o medo de que a tal cauda caísse, tento andar mais rápido, começo a sentir raiva de tudo aquilo, quero que tudo termine logo, não estou agüentando mais... Ele parece entender o meu olhar...

Ponha-se de joelhos e vire-se minha cadela.

Obedeci....

Quando me virei, percebi que todos ainda estavam vestidos, sinto-me mais humilhada pela cena que acabara de assistir: sete homens, impecáveis, olhando para mim e sorrindo, todos excitadíssimos, apenas com as calças abertas e com os seus respectivos membros na mão.

De quatro Luna... venha até nós, assim, como está agora, aproxime-se... comece pela esquerda... chupe um por um, faça-os gozar em sua boca.

Ao final, após ter engolido o sêmen de todos os amigos de meu Dono, sentindo-me completamente exausta, sem conseguir me movimentar, chega a minha vez de ser retribuída, Ele estava feliz por eu ter lhe agradado e feito exatamente o que me cabia mas, eu, ainda precisava ser recompensada...

Então, após arrancar brutalmente o chicote que havia sido enfiado de forma impiedosa dentro do meu ânus, fui colocada de quatro. Na frente de todos, mandou que eu fizesse exatamente aquilo que eu mais gostava, que era ter o prazer de chupar o meu Senhor mas, sob uma única condição, seria me furtado o direito ao gozo....

Mesmo achando a sua atitude estranha, não questionei, apenas obedeci, mais uma vez as suas ordens. Não sabia que quando fossemos embora dali, eu, teria que repetir quase a mesma coisa, com uma única diferença, seria apenas Dele que, em pensamentos, planejava arrombar o que agora havia sido aberto. Sua entrada seria única e o meu gozo inesquecível. Tinha a certeza de que a partir daquele momento eu já estaria pronta para recebe-lo por trás. Era a única coisa que, ainda, não havia feito comigo...