Uma forma sofisticada de sexo


Algo m@is

Cursava o 8º período noturno de Ciências da Computação, na PUC-Campinas. Faltava pouco para me formar pela segunda vez. Felizmente havia percebido, em tempo, a falta de vocação para a enfermagem, minha primeira graduação.

A disciplina: "O impacto social das novas tecnologias " era ministrada por um competente professor, "politicamente correto", segundo as minhas convicções, e engajado em seu trabalho. Como tínhamos afinidade ideológica, o processo de aprendizado fluía; era realmente prazeroso estudar e discutir o assunto em sala de aula. Reconheço que até despertei certa ciumeira... fazer o quê!
O fato é que adorava aquela disciplina e estava interessada no professor.

Compartilhava com uma amiga e colega do curso as minhas reflexões e frustrações sobre a matéria, o reconhecimento da impotência frente às contradições do desenvolvimento tecnológico num país em que quase tudo, lamentavelmente, passa pelo balcão da barganha e do lobby dos poderosos. Ela, muito inteligente, certa vez observou que eu dedicava muito tempo a essa disciplina, mais que a qualquer outra do curso. Havia flagrado sutis olhares do professor em meus pés, principalmente quando estavam expostos numa bela sandália ou tamanco. (Obviamente observara o olhar dele em outros pés. Na nossa sala de aula, com mais de 70% do gênero - mulheres na Informática, sim - , a oferta era abundante e variada... )

Confidenciei a ela que, por duas vezes, Antônio elogiara as sandálias que calçava e que seus olhares - costumeiros (apenas aos olhos observadores, façamos justiça!) em visuais cuja combinação, pés e calçados, era um charme - inspirou uma visitinha à net, para informar-me sobre o que parecia ser um fetiche. Atenta e interessada, minha amiga quis saber tudo a respeito. Terminando essa conversa, disse que estava pensando em armar uma, no final do semestre. Ela prometeu ajudar e ajudou!

Últimos dias da Primavera. Naquela sexta-feira, um único grupo apresentaria o seu trabalho sobre o tema: "impactos ambientais". Provas corrigidas, faltando a avaliação desse último grupo para a média final. A sala em peso pressionando o professor para fixar a bendita lista no quadro de avisos.

Vestida com uma saia curta, blusa de botões, um tamanco com salto de 10 cm, sentei-me na primeira fileira ao lado de minha amiga.

Com o "datashow" ligado e disponibilizando o seu "laptop", pediu que o grupo se apresentasse. Após, fez alguns comentários e enfatizou a importância da conscientização à condutas administrativas e criminais lesivas ao meio ambiente; as dificuldades brasileiras e a responsabilidade dos formandos; a gravidade do problema, pois a sobrevivência do planeta e dos indivíduos, afinal, configuram-se numa só coisa; e que essa postura poderia propiciar o resgate da cidadania, através de um "pensar global e agir local".

E perguntou, finalmente, quantos ali sabiam do projeto de revisão do Código Florestal que estava sendo tramitado no Congresso Nacional, autorizando o desmatamento total de 50% da área das propriedades privadas na Amazônia, podendo chegar a 80%, significando cerca de 100 milhões de hectares da Floresta Amazônica???

Chocante. Um silêncio inundou a sala. Ele agradeceu a todos, encerrando o semestre.

Antônio estivera impecável, muito longe dos discursos cansativos dos "ecochatos" e sectários da esquerda xiita; não poderia ter sido mais oportuno o modo como lançara uma sementinha na consciência de seus alunos.

Minha amiga aguardou o esvaziamento da sala, deu-me um beijo, cochichou algo e foi-se... trancando a porta.

Antônio estava concentrado à frente do computador; alheio, parecia habitar outro planeta. Surpreendeu-se quando viu-me sentada ali. Perguntou:

- algum problema? Precisa de ajuda?
- queria mostrar-lhe algo, posso?
- sim, um instante, por favor, vou terminar de escrever uma coisa aqui..

Pensando em provocá-lo, discretamente abri dois botões da blusa, apanhei um disquete da bolsa e esperei pela sua atenção.

- Então? (Disse ele)
- Posso usar um instante o seu "laptop"?
- Claro.

Coloquei o disquete, liguei o "datashow" e, antes de abrir o arquivo, informei que havia feito uma brincadeira (respeitosa) inspirada por ele.

- Por mim? (Com ar de surpresa.)
- Sim.

Abri o arquivo. O primeiro slide em branco. Modo de apresentação manual propositadamente. A luz da projeção dispensava a restante. Apaguei as da sala. Voltei, recostei meus quadris à mesa e comentei que o que ele viria ali tinha realmente acontecido... (eu cuidara para que o rosto de minha amiga e cúmplice e do rapaz não fossem identificados. Nós duas havíamos tido muito prazer e estávamos felizes com o feito).

O segundo: Uma loja chique de sapatos, cujo atendimento à clientela era feito por jovens e belos rapazes; 3 - minha amiga sendo atendida por um garotão de vinte e poucos anos, lindo e atencioso;
4 - "close" do pézinho dela sendo calçado com delicadeza pelo atendente;
5 - ela saindo da loja, despedindo-se do rapaz com um beijinho no rosto;

Revelo a Antônio que ela ficara ouriçada com essa história e levara a cabo uma experiência, digamos, fetichista... com o telefone do jovem atendente, convidou-o para jantar em sua casa. Preparamos o local e o que viria a seguir tinha sido filmado por uma câmera estrategicamente escondida.

- Continue, estou curioso agora!

6 - um "close" do pezinho dela sendo descalçado com maestria pelo jovem rapaz;
7 - um beijo suave nos dedinhos;
8 - mostrando o pezinho dela brincando de abrir o zíper da calça dele, hummmmmmmm....;

Antônio se apruma na cadeira e cruza as pernas, sério. (Rio internamente.)

- Continuo? (Recebo como resposta um aceno com a cabeça, enquanto os seus olhos estão vidrados no slide anterior.)

9 - o pezinho escondido dentro da calça aberta.
10 - mostrando uma massagem no portentoso: um falo de muito bom tamanho e formato;
11 - o rapaz nu sentado, recostado à cabeceira da cama, lençóis de cetim e apenas as pernas e os pés dela aparecendo com charme, os pezinhos fazendo a festa com o membro teso;
12- esse slide, de beleza singular: o óleo usado pra lubrificar os membros todos fez a luz refletir, deixando as cores mais vivas na foto. O rapaz parecia contorcer-se de prazer e o pênis, reluzente pelo efeito da luz, dava sinais de explosão em gozo a qualquer momento;

Mantive esta projeção e, mostrando um desconforto por estar recostada à mesa, afastei um pouco o "laptop" e ajeitei-me, sentando nela e apoiando os pés descalços na beirada da cadeira de Antônio. Ele olhou-os, sorriu, redesenhando as minhas pernas com os olhos até perceber que eu estava sem calcinha. (Eu mantinha as pernas discretamente entreabertas, o suficiente para que ele visse sem parecer vulgar.)

Ele descruzou as pernas. Seu membro estava teso; puxou meu pé esquerdo para si, colocando-o no colo.

Olhou pro slide projetado.

- tem "algo mais"?
- tem, um último. Quer vê-lo já? (Fazia a pergunta e massageava suavemente aquele volume, por cima da calça.)
- quando você quiser.
- Então vamos esperar um pouquinho. (E começamos a brincar, repetindo praticamente o que havíamos visto, slide por slide.) Pode abrir o zíper?

Antônio expõe seu maravilhoso pênis. Bem feito, generoso nas medidas, muito gostoso de se olhar. Os dedinhos de um pezinho vão abraçá-lo na haste, enquanto o outro procura sentir os ovinhos.

O perverso escorrega, vou buscá-lo apoiando-o com o outro pé, para poder excitá-lo mais, num vaivém ritmado. Abro a bolsa e retiro um frasco de óleo de amêndoas. Entrego-o e recebo uma massagem caprichada nos dois pés.

Aparentemente confortável e entendido no assunto, lubrificou o seu membro e aproximou as minhas duas solinhas, colocando o falo viril na condição de um delicioso recheio de sanduíche. Noutro movimento, o pênis ficou pinçado, seguro, os dedinhos montadinhos nele, os pezinhos deitando e rolando mesmo, fazendo a festa.

Parecia uma cavalgada, um pezinho sobre um dorso e o outro segurando os ovinhos, como em uma cela. A lubrificação deixava os membros com aspecto molhado, dando ainda mais tesão.

 

Antônio estava no limite.

 

Cliquei pra mostrar o último slide, onde o rapaz havia gozado nos pés da minha amiga, num "close" mostrando o líquido viscoso escorrendo.

 

Antônio cobriu o seu membro com a mão e gozou.

- Você é maluca. E se alguém voltasse pra buscar algo que esqueceu na sala?
- A sala está trancada..., pela cúmplice. Eu tenho uma cópia da chave. Gostou da surpresa?
- Nunca vi dois objetos combinarem tanto! Quer uma carona?
- Sim.