- Oi, querido? Chegou cedo hoje. O avião não atrasou? Smacksssssssss.
- Resolvi tudo no escritório e peguei um vôo mais cedo. Hum, Bela, que beijo bom!
- Quer uma bebida?
- Vou acompanhá-la no vinho branco. Sabe que não sou resistente ao álcool.
Victor olha o ambiente. Senta num sofá confortável e vê um arranjo com duas velas acesas sobre uma mesinha no canto da sala.
- Velas bonitas. São perfumadas?!...
- Sim, cravo e ervas aromáticas... Bom, não?
- Ótimo. Um charme.... Tenho uma surpresinha pra você. Preciso usar seu computador.
- Ah...sim. Suba lá. Estava até há pouco estudando.
- Venha comigo... posso usar seu icq?
- Claro... que pergunta!
Victor liga o computador. Mexe nessa coisa com maestria. Invejo seu conhecimento em informática. Domina o assunto como poucos. Suas mãos ágeis sobre o teclado me inspira. Adoro mãos... meu imaginário começa a produzir mensagens eróticas. Sorrio sozinha.
- A surpresa é no virtual?
- Por enquanto. Sente-se aqui ao meu lado.
Acomodo-me em uma cadeira confortável e toco as pernas de Victor, fazendo um pouquinho de pressão com a mão. Ele sorri.
- Você, como sempre, fogosa...
- com quem me inspira, é claro!
Na tela, o chat do icq se abre. Victor começa a teclar com alguém. Leio na tela:
Victor - Oi!
Alguém - Oi. No horário combinado. Que homem pontual.
Victor - Sim. Cumprimente Bela.
Alguém - Oi Bela, como vai?
Victor - Ela respondeu que vai bem e eu confirmo.
Alguém - Bela, meu nome é Beatriz... mas prefiro que me chamem de Bia. Victor convidou-me para esse encontro.
Eu peço ao Victor para teclar um pouco com Beatriz. Ele troca de lugar comigo.
Bela - Bia, um encontro virtual, né?, a três. Benesses da tecnologia. Victor deve ter me apresentado a você, então...
Bia - Sim, sei algo sobre você. E imagino que queira saber um pouco sobre mim, agora. Moro em Uberlândia. Tenho 27 anos. Sou assistente social. Solteira. Tenho um namorado, básico, como disse Victor certa vez.
Bela - Ah. Você e ele têm conversado bastante via chat...
Bia - Três vezes. Ele é bom de conversa.
Bela - E de outras coisinhas também...
Bia - Posso imaginar. Victor disse que você é uma "Loba" - como você mesma se intitula, segundo ele - muito bonita e imaginativa.
Bela - Victor é meu affair... a opinião dele é suspeita, portanto! (risos) Agora, diga-me como você se vê. Acha-se bonita?
Bia - Quer ver-me? Victor pediu que esperasse para mandar minha foto quando vocês estivessem juntos...
Bela - Ótimo! Somos todos olhos, agora!
Bia - Então, aí vai!
Outra janela se abre no vídeo e a foto de uma mulher aparece. Morena clara, mignon, cabelos longos, anelados, aparentemente bem cuidados, olhos amendoados, boca carnuda, quadris generosos e cintura fininha... muito sensual. Retornando ao chat:
Bela - Você é muito apetitosa...
Bia - Fique à vontade, Bela, não precisa ser econômica nos elogios. Ele disse-me da sua opção absolutamente heterosexual... Não vou confundi-la...
Bela - Nada contra as lésbicas. Respeito qualquer opção sexual. Agora, sinto a falta do "falo" na hora "agá", entende?
Victor se levanta e pede o teclado. Trocamos de lugar novamente.
- Chega de papo furado e de apresentações... vocês, mulheres!
Bia - E você não fica sem a gente, né?, queridinho.
Victor - Você é gostosona!
Bia - Ninguém tem reclamado até agora. R*
Victor - Tire a roupa, Bia!
Victor olha pra mim: - Você também, minha puta!
Quando subimos para o meu escritório, percebi que Victor carregava consigo um pequeno embrulho, depositado ao lado do computador... Não quis perguntar do que se tratava porque ele havia sinalizado com uma surpresa; então aguardei que se manifestasse. Tiro a roupa.
Victor - Venha sentar-se.
Aproximo-me dele. Dá-me um tapa na bunda e exclama: - gostosa!
Sento. Ele mete a mão nas minhas pernas, abrindo-as com uma certa força. Abre o pacote. Uma linda coleira grossa aparece. Coloca-a em mim. Sorri e dá outro tapa, agora no rosto, que arde só um pouquinho - Victor não é dado a pancadaria, nem eu a apanhar como cadela, na real - puxa-me para si, segurando a coleira, e lasca-me um beijo ardente. Finalmente, revela a surpresa: - Vais gozar muito minha puta... espere pra ver e sentir. Victor volta a teclar com Bia.
Bia - Oi, estou peladinha e molhadinha, só de imaginar o que você está fazendo aí com Bela.
Victor - Só pus a coleira em minha cadela e dei-lhe uns tapas...
Bia - Aiiiiiiiiiii.
Victor - Quero ver vocês duas gozarem muito hoje, vadias.......
Bia - Estou com o dedinho no meu clitóris.
Victor - Bela também. Você comprou o consolo que lhe falei?
Bia - Sim. E tenho aqui muito gel também. Vou enfiar todo esse consolo no meu cuzinho daqui há pouco.
Victor - Eu dou as ordens. Abra as pernas e enfia o dedo na bocetinha...
Bia - Ui. Que delícia.
Victor afasta um pouco mais as minhas pernas e envia uns dedos em mim... estou muito excitada com toda essa história. Ele sorri e comenta: - Não preciso perguntar se está gostando... quer um rodinho, minha cadelinha?
Teclando com Bia, novamente.
- minha parceira está molhadérrima. E eu de pau duro. Continua com o dedo na bocetinha? Tire a mão e chupe seus dedos... Sinta o seu gosto, minha puta.
Começamos a imaginar o que Bia possa estar fazendo lá na sua casa... Nós estamos super envolvidos com a brincadeirinha... Victor me puxa novamente pela coleira, dá uma mordidinha na minha nuca, passa a língua nos meus seios, chupa-os com gosto e me devolve à cadeira com outro tapa forte, falando num tom imperativo, que lhe fica muito bem e apraz muito; Victor adora um joguinho de dominação... fala: - Volte ao seu lugar e espere a sua vez, minha cadela!, e volta a teclar com Bia.
- Estou chupando os bicos dos seus seios, agora, Bia... que delícia de mulher... você tem seios bonitos. Wow! Chupo os seios e meto a mão em você.
Bia - Bate, Victor, com mais força, vai!
Victor - hummmmmmmmm. Você gosta de apanhar, sua vagabunda. Slapt! Agora, com as costas da mão. Abra as pernas... vou meter uns dedos em você e forçar um pouquinho, só...
Bia - mete mais Victor... estou escorregando na cadeira pra ficar mais fácil de você meter a mão... assim, com força. Vai rasgando as minhas entranhas...
Nesse instante, ele se volta para mim e ordena: - Ajoelhe-se aqui pertinho, minha putinha gostosa... Eu atendo prontamente. Ele abre o ziper e tira o pau pra fora: - Chupa, vadia. Ele aproveita pra tirar o cinto. Dobra e dá uma lambada nas minhas coxas, com parcimônia. Consinto e peço outra. Sinto seu sexo pulsar de desejo... "um terrível desejo", como ele diz. Ele dá-me outra lambada, dessa vez nas nádegas. Esfrega o cinto nas minhas coxas e o passa entre minhas pernas, dando-me mais uma ordem - Abra as pernas, Bela!, voltando a teclar com Bia.
- Bia, Bela está ajoelhada e eu estou com o meu pau enterrado em sua boca. Ela chupa tudo, até o talo...
Bia - Ai, que delícia ler isso...
Enquanto chupo sofregamente Victor, imagino Bia. Meu líquido escorre pelas coxas... Um prazer maior invade meu ser... começo a ver tudo em tons especiais, em cores "mais que vivas"; em absoluto enlevo, o imaginário e o real arrebatam-me.
- Um presente pra você minha puta. Tá gostando, não?
- Você é demais.
Victor tecla com Bia: - Bia, fique em pé. Ponha um pé sobre a cadeira pra ficar bem aberta. Pegue o gel, lambuze o seu cuzinho. Não economize. Quanto mais lambuzar mais prazer vai ter. Pode apostar.
Bia - Sim... Vou passar na bunda inteira...
Victor - Vai enfiando o consolo, primeiro só a pontinha... enfia e tira algumas vezes pra dar mais prazer... Bela continua me chupando e gemendo como doida. ( Exclama e tecla: "Minhas putas!" ) Vou enfiar minha mão na xoxotinha de Bela... Ela adora um fisting... a gente tem feito progressos nesse fetiche. Quando estamos sós, eu uso uma luva cirúrgica e muito gel, ela tem pouca abertura... reclama um pouquinho, mas goza demais.
Bia - Ai, Cara... que delícia deve ser você!
Victor - Agora enfia esse consolo no cuzinho até o talo, vagabunda... Enfia tudo e força um pouco. Enfia, põe e tira devagar e depois vá aumentando o ritmo. Vou colocar Bela no meu colo pra comer o cuzinho dela.
Ele puxa-me novamente pela coleira... - Vem cá, minha puta, senta aqui.
Sento e deixo que ele comande os movimentos. Lambuza o meu cuzinho com gel. Começo a teclar com Bia.
Bela - Bia, Victor está comendo deliciosamente meu cuzinho... gostaria que você estivesse aqui pra chupar meu clitóris e gozar assim, você lambendo gostoso e abrindo mais a minha bundinha, facilitando pra ele me enrabar ainda mais...
Bia - Sua vadia, você não presta! Slapt. Vou chupar você até sentir câimbra e pedir para parar!
Bela - Nooosssaaa!!!
Bia - Ele e eu vamos fazer você gozar, cadela... como ele está? Segurando sua cintura e metendo muito em você, te fodendo até não querer mais?
Bela- Putz!
Bia - Então, deixa ele te comer muito, se abre toda enquanto eu meto minha língua todinha em você.
Victor percebe que eu estou pra gozar... aumenta o ritmo, força mais seu pau, abre minha bunda, me chama de cadela algumas vezes até que... - Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
Um gozo arrebatador. Um grito pra ser ouvido por todos habitantes do meu andar. Fodam-se!, penso, literalmente... se a gente conseguisse gozar mais teria menos tempo pra pensar em guerra, não é mesmo? Sorrio para mim mesma. Um longo suspiro sinaliza Victor, que ma abraça carinhosamente e pega o teclado.
- Bia, Bela gozou de fazer inveja a qualquer atleta sexual (risos). Quero ver você gozar agora... Vamos gozar juntos porque minha parceira já me abocanhou novamente... vai retribuir pelo que acabou de sentir.
Bia - Também estou no ponto...
Victor - Então vai metendo esse consolo e lendo na telinha, minha puta gostosa. Vai, mete forte... imagine Bela chupando seus peitos gostosos. Um beijo na boca ela lhe dá, num jeito de agradecer sua colaboração, e volta a chupar seus seios... desce mais e vai chupar sua xaninha... isso, abra mais as pernas e sente a língua dela no seu clitóris...
Victor comanda a situação. Dá-me uma ordem: - Minha cadela, chupa gostoso o meu pau porque vou lambuzar você todinha daqui há pouco. Depois pega o cinto e me dá mais uma lambada na bunda... o barulho da batida e o meu gemido fazem-no pulsar, se ajeitar na cadeira, abrir um pouco mais as pernas e movimentar-se, facilitando o vaivém da minha boca. Ele volta a teclar.
- Bia, sente-se e pressione o consolo. Deixe-o inteirinho aí... fique tranqüila... o adaptador impede que ele adentre inteiro. Toque seu clitóris. Passe gel pra ficar mais escorregadio e se masturbe.
Bia - Vocês são demais.
Victor - Bela está me engolindo inteiro aqui. Eu queria ver vocês me chupando num vaivém gostoso... lateral, simultâneo, e depois ver meu pau ser engolido, num revezamento, minhas putas gostosas. Depois, Bela iria abrir sua bunda pra eu te foder gostoso. Assim, ela facilitaria para que eu visse toda essa sua bundinha à minha disposição pra enfiar meu pau gostoso... Vou enrabá-la, Beatriz, e você vai querer mais...
Bia - Caraaaaaaaa... aiiiiiiiii.
Nesse instante, Victor segura o meu rosto. Outro berro invade os corredores do andar do meu prédio. Um jato quente molha minha cara. As mãos de Victor lambuza minha face com o seu esperma. Lambo suas mãos e seco seu pau com a boca. Seu comentário " - Minha adorável vadia!", soa-me como uma música agradabilíssima. Uns segundos para recompor-se e, a seguir, teclar novamente com Bia.
- Tudo bem com você, Bia?
Bia - Tudo. Também gozou?
Victor - Acabei todo na boca de minha parceira!
Bia - Que bom!
Victor - Bela está mandando um beijo pra você.
Bia - Outro pra ela.
Victor - Vamos amadurecer a idéia de nos encontrar os três?
Bia - Com certeza.
Victor - Então vamos dormir. Beijocas pra você.
Bia - Boa noite, Querido. Foi uma brincadeira divertida. Beijos.
Fomos pro quarto. Victor dormiu comigo esta noite. Voltaria ao Rio no dia seguinte. Transamos novamente. Desta vez, com muito mais intensidade. Estávamos envolvidos com a brincadeira e satisfeitos com o resultado afim. De repente, um terceiro berro - duplo, agora - invadiu os corredores do meu andar. De manhã, ao cruzar com alguns moradores do andar, fui olhada com inveja. Correspondi aos olhares com um sorriso de entendimento e sutileza, procurando dar a entender que fizessem o mesmo, ou quem sabe, até melhor ( por quê não?), com os seus parceiros!!!