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Fomos à missa pela manhã e encontramos padre Eustáquio e a beata Odete, que nos cumprimentaram efusivamente. Voltamos e, às 9:30, estavamos em casa tranquilos.
Pguei a minha mulher, M., e resolví castiga-la pelas faltas cometidas durante a semana, no cuidar das coisas de casa e de mim. Coloquei nela a coleira que tenho para essas ocasiões, e prendi duas fitas de couro finas na parte de trás, passei por baixo dos braços e por dentro da blusinha fina de alça que a fiz vestir. Prendi então as ponta das fitas no peitoril da janela, de maneira que ela pudesse se movimentar quase livremente, mas fosse obrigada a ficar exposta na janela, com os cotovelos apoiados no peitoril. Seria um castigo bem humilhante, mas era o que ela merecia. Trouxe para perto da janela um banco estofado e a coloquei de joelhos nele, com as pernas bem separadas. Tirei a roupa dela e a deixei exposta assim, por algum tempo. Alguns vizinhos passavam em frente e conversavam com ela. Como a nossa janela é alta, tem mais de 1,80m da calçada, ninguem consegue ver dentro de casa, apenas o rosto dela. Vagarosamente, comecei a bolina-la, passando a mão pela bunda e entrando meus dedos dentro da bocetinha dela. Ela estava ficando inquieta, tendo dificuldade em se concentrar na conversas. Não a deixei gozar, e ela sabe que só pode gozar com a minha permissão explícita, senão sofre castigos.
Peguei um creme e lubrifiquei o cuzinho dela bastante. Trouxe uma calcinha bem larga, que eu havia comprado especialmente para essa idéia e a vestí nela, deixando-a frouxa em torno dos quadris. Com meu dedo, comecei a bolinar o seu cuzinho, metendo dentro, com a calcinha e tudo entrando nela. Quando a calcinha estava presa pelo cuzinho, aproximei meu cacete dela e, ela percebendo pelo canto do olho o que estava para acontecer, implorou ... Com as pesoas passando na calçada, entretanto, pouco ela podia demonstrar. E eu a penetrava com mais força, metando e tirando o pau, enfiando cada vez mais a calcinha dentro dela até ela ficar esticada em volta dos quadris. Comecei a bolinar a boceta, metendo os dedos dentro e fora, fodendo-a. De vez enquando, a chamava, fazendo-a virar a cabeça para dentro de casa e a obrigava a chupar meus dedos melados do suco vaginal. Não a deixei gozar, entretanto, mas a enchi de porra dentro do rabo. Enquanto descansava, ouvi um ruido na porta e, lembrei que a tinha deixado aberta, pois tinha a intenção de oferecer o cuzinho da minha mulher para um amigo que deveria vir em casa. Entretanto quem entrou foram Jack, the ripper e um assecla. Esse Jack é um cara da região, conhecido por ter sido guarda do presidio feminino. Conta-se que ele fazia todas as detentas novas passarem pela sua cama na primeira noite e, por ter um senhor cacete, as rasgava, ganhando então o apelido. Tinhamos tido um contato breve com ele, numa das sessões de humilhação a que eu submetia a mulher, onde ela foi fodida sem dó por dois amigos meus. Jack apareceu de repente, sem ser convidado, sabendo que uma cadela estava sendo rifada. A principio eu não teria nada contra ele participar, pois M merece ser bem castigada mas, quando eu ví o tamanho do cacete do cara, mandei que ele saisse, não deixando que ele entrasse na "festinha". Isso havia sido uns seis meses atrás e nunca mais havia ouvido falar dele. Até agora.
O assecla de Jack puxou uma peixeira reluzente e a colocou no meu pescoço ... Jack, the ripper e seu assecla começaram a rir e eu fiquei gelado, ao perceber o tamanho do volume dentro das calças dele ... Agora, chame alguem no ICQ e continue a fantasia ...
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