![]() | em São Paulo |
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Tenho uma parceira maravilhosa de chat. Excelente papo, inteligente, agradável, super quente e, quando é necessário, completamente submissa às minhas ordens.
Patrícia e eu trocamos idéias por algum tempo antes de termos decidido nos encontrar para realizar algumas fantasias. Mas, naquele tarde de Junho de 1999, lá estava eu chegando de carro pela marginal e procurando a saida para o hotel que havia reservado dias antes. Combinamos que eu chegaria e telefonaria para ela. Ela então sairia de casa e passaríamos e noite juntos. Eu voltaria na tarde do dia seguinte para casa. Após ter me acertado com os detalhes no hotel, telefonei para ela, fiz alguma pequenas compras num shopping das redondezas e fui descançar da viagem. Na hora combinada, desci ao saguão do hotel e a esperei. Ela morena cor de jambo, chama a atenção por onde passa, alta e cheia de curvas, é uma festa para os olhos. Após muitos beijinhos, dei-lhe a chave do apartamento e mandei que subisse, eu iria em seguida, pois teria que guardar o carro na garagem.
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Patrícia subiu, abriu a porta e ficou admirando as pinturas nas paredes. Era um hotel de muita classe, bem caro, que eu havia feito questão de reservar para o nosso primeiro encontro. Tudo era bem arrumado e bonito. Os móveis, estilo de antigo, as pinturas nas paredes, a roupa de cama, os lustres. Ambiente de primeira classe, como não podia deixar de ser. Ao longe, o som de automóveis passando na Paulista dava o tom de cidade agitada que São Paulo sempre tem.
Batidas na porta a fizeram acordar do devaneio de ver coisas bonitas na varanda e as fotos. Rapidamente, cobriu os quadros com a cortina. Ao abrir a porta, dois homens fortes, com uniforme do hotel, empurravam um carrinho de refeição, cheio de pratos. Era o jantar que eu havia encomendado. Patrícia os deixou entrar e foi até a varanda ver a paisagem. Após preparar as coisas, um deles discretamente tossiu e ela virou-se, pronta para dar uma gorgeta. No entanto, ESPANTO ! Dois homens, agora com uniformes de policiais, a esperavam. Cada um com um revolver nas mãos. Sem saber o que fazer ou dizer, ela recebeu sinal que deveria ficar quietinha e assim o fez. Os homens, sem dizer palavra, a despiram. Ela ficou amedrontada. Suas mãos foram atadas nas costas e sua boca tapada com uma pequena bola de borracha coberta por uma tira presa na nuca. Um suor frio escorria pelas suas costas. Agora estava totalmente indefesa e à mercê dos indivíduos. | |||||
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Disse-lhe ao ouvido: Achei que era o necessário e coloquei o chicote de lado. Carinhosamente, tirei a atadura da nuca, liberando a bolinha; soltei seus braços. Ela começou a tremer e a chorar. Abracei-a com carinho, beijei-a e disse que seu Mestre seria carinhoso e impiedoso em períodos alternados. A ela restava obedecer cegamente todas as minhas vontades, como havia jurado por várias vezes, no chat.
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Após lembra-la da sua submissão por escrito, dei para ela a coleira que é o símbolo da sua submissão e ela a colocou mansamente no pescoço. Mandei-a que se sentasse na beira do sofá e comecei a beija-la carinhosamente no rosto, no pescoço, na nuca. Desci para os seios e para aqueles bicos grandes que mordi suavemente com meus lábios e depois mais fortemente com os dentes.
Chupei aqueles mamilos, empurrei-a para trás e desci a língua pelo seu ventre. Senti o cheiro embriagante que vinha das suas entranhas, saindo pela vulva que estava quente, inchada, apetitosa. Abaixei-me e passei a língua dentro daqueles lábios e chupei aquele grelo inchado, abocanhando seu clítoris. Foi como se abrisse um gotejador de caldo. Ela se melou toda e gemeu alto. Seu caldo escorria pelas pernas lentamente.
Levantei-me, coloquei-a novamente sentada e e peguei uma fitinha vermelha e fininha. Amarrei o bico do seio esquerdo, firme, mas sem apertar demais. Passei a fita pela frente do peito e a subi por cima do ombro direito, dei a volta por tras do pescoço e desci a fita pelo lado oposto e a cruzei na frente do peito, indo até o bico direito. Mandei que ela usasse ambas as mãos para sustentar o peso dos seios, levantando-os. Ajustei a fita e amarrei no outro bico. A fita ficou esticada e então mandei que ela soltasse os seios. O peso próprio os fez descer, esticando a fita e apertando bastante os bicos. Perguntei o que sentia ... Peguei um cinto largo e mandei que ela o colocasse na cintura, firme. Um cinto fininho foi passado pelo primeiro, atras, ficando como um rabinho pendente nas suas costas. Puxei-o por baixo dela e o trouxe para cima. Ordenei que ela abrisse os lábios da vulva e o encaixei bem dentro puxando com força para cima, atando-o ao cinto largo, bem apertado. Cada passo que ela desse seria sentido tanto entre as nádegas, apertando seu cuzinho, quanto atritando aqueles lábios grossos e melados. Peguei um giz e desenhei no chão os retangulos daquela brincadeira que as crianças chamam de "amarelinha", e a mandei "pular amarelinha", sem segurar os seios. De cabeça baixa, ela obedeceu e ví seus seios pularem a cada salto. A fita apertava cada vez com mais firmeza os bicos grossos e a sua vulva era comprimida pelo cinto, que a assava o rego e queimava suas nádegas. Após algumas voltas, ela estava arfando, suando e tinha os olhos cheios de lágrimas; perguntei a quem ela devia obediência.
A resposta veio bem rápida:
Liberei-a completamente. Trouxe-a para perto de mim, para sentir o calor do seu corpo e passei a mão por baixo dela e minha mão veio melada. Tive uma ereção imediata. Sentei na beirada da cama e, com carinho, ordenei que ela cavalgasse sobre mim, abrindo bem as pernas. Penetrei gostosa e vagarosamente dentro dela, sentindo a facilidade de entrar naquela boceta quentíssima, melada. Seu rosto, colado ao meu e seu corpo, exalavam um odor excitante, mistura de perfume, suor de mulher limpa e cheiro de lubrificação vaginal. Beijei-a demoradamente, um beijo de línguas se procurando, se entrelaçando, se desejando sem fim. Agarrando suas ancas, a penetrei vigorosamente, chegando a tocar seu útero. Seus lábios murmuravam algo como " ... senhor ... uiii ... senhor ... ". Peguei então um dos consolos que ela havia trazido e, mantendo a minha posição, ordenei que ela o lambesse, deixando saliva em volta. Assumi uma posição de sentado, com uma almofada à minhas costas e, com a minha mão, apontei-o naquele cuzinho bem aberto e cuja pele estava esticadinha. Passei a ponta pela entrada e, quando tive certeza de estar na direção, dei um empurrão forte, metendo-o todo de uma só vez. " - AHHHHHHHHHHHHHHHHH " gritou ela ...
E pendeu a cabeça sobre meu ombro ... deve ter desmaiado brevemente, apenas alguns segundos, tal a violência da penetração. Recuperou-se logo, com lágrimas nos olhos e me falou: Meu tesão aumentou em faze-la sofrer no rabo e fiquei ainda mais excitado, suas mãos agarravam meus ombros e a sua respiração ofegante me diziam que ela estava com medo de outra penetração dolorosa no cuzinho. Peguei o consolo que a alargava, segurei firme e, com firmeza, o retirei daquele cuzinho já sofrido. "- UUUUUUUUIIIIIIIIIIII .." ela gritou novamente
Suas unhas cravaram-se na minha pele e seu corpo como que subiu pelo meu, ficando quase ajoelhada na cama. Puxei-a, descendo-a em cima de mim, mantendo cacete duro dentro daquela boceta quentissima. Peguei novamente o consolo, ligeiramente sujo de sangue, e ví seus olhos se arregalarem e suas mãos se crisparem nos meus ombros. Com calma, lubrifiquei o cuzinho dela com bastante creme e novamente o apontei na entradinha. Vagarosamente forcei a entrada e ela prendia a respiração a cada centimetro que recebia, levantando o corpo como que para fugir para cima, como se o próximo centímetro fosse abri-la ao meio. Devia estar bem dolorido, mas ela aguentou estoicamente a penetração, somente respirando apressadamente. Minha excitação era grande, aquela puta era maravilhosa e eu não queria gozar ainda naquele momento. Parei para descançar e sentir aquela boceta quente me apertar suavemente o cacete. Mandei que ela saisse de cima de mim e vestisse a calcinha, para manter o consolo dentro dela. Coloquei-a de joelhos, perto da cama. Ordenei que me lambesse o pau até limpa-lo completamente. Atei suas mãos na frente do corpo e coloquei a focinheira de cadela que trouxe comigo, adaptada com uma bolinha dentro da boca, que a impedia de falar ou gritar. Puxei uma corda do lustre e atei nas suas mãos, suspendendo-a. Fiquei admirando aquele corpo marrom e cheio de curvas atraentes. Peguei meu chicote e passei o cabo pelo seu corpo, roçando em todas as partes íntimas, cobertas pela calcinha. Dei umas pequenas chibatadas, bem de leve, especialmente sobre seu sexo entumescido. Tomei de uma faca afiada e a rocei pelas suas pernas, pelos seios ... com cuidado, abri um corte na calcinha, para expor a boceta que estava inchada de tesão, pingando seu caldo. Abri uma garrafa de vinho frances, "Chateauneuve du Pape", que havia ordenado, e a derramei aos poucos por sobre seus ombros, deixando escorrer pelo seu corpo e vim aparar parte do liquido resultante da mistura de vinho, suor e caldo vaginal na sua vulva, com a minha língua. Lambí aqueles lábios grossos e depilados, quentes, com gosto de vinho frances e de suco de mulher excitada. Tomei seu clitoris entre meus lábios e a levei à loucura. Seu corpo tremia e se contorcia até que ela explodiu violentamente, gemendo e bufando, como se quisesse gritar, impedida pela bolinha. Tremia violentamente e chegou a se machucar nos pulsos, tal a pressão que fez. Deixei-a descançar por alguns segundos e soltei-a, desamarrando suas mãos e permiti que se livrasse do consolo que estava ainda no seu rabo. Trouxe-a para o sofá, onde deitamos juntinhos, sua perna sobre o meu corpo, e a carinhei por bastante tempo recebendo muito beijos que ela me dava. Tinha agora a certeza que Patrícia não me esqueceria jamais. Ao longe, na kitinete do apartamento do hotel, a chaleira apitava, lembrando que o ovo que eu havia colocado para cozinhar como preparação para a ceia, estava pronto ...
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