|
Seção A R T I G O S
Coletado no grupo BDSM_BH.
Na busca do prazer, algumas pessoas, aparentemente normais, como você, por Júlio da Mata
Apesar do tom nítidamente reprovador de vários trechos, Março de 2006. visitantes |
|
![]() | |
Nélson Rodrigues já alertava, numa de suas máximas: "Se as pessoas conhecessem a vida sexual uma das outras, ninguém se cumprimentava na rua". Porque a liberdade sexual não tem limites.
Nem o marquês de Sade imaginaria tanto.Por exemplo: se lhe contassem que um dos maiores nomes da literatura universal, James Joyce (1882/1941), era um incontrolável apreciador das instâncias mais nojentas da fisiologia humana, você acreditaria? Claro que não. Mas ali, naquele quarto com a porta fechada a chave por dentro, tudo é possível.
Eram cartas sérias e até românticas. Essa correspondência, até então enrustida, só foi descoberta depois da morte do autor de O Retrato do Artista Enquanto Jovem. E o que melhor nos parece: assinadas de próprio punho. O resgaste da correspondência veio pela amada, que o satisfazia em todas taras sexuais. Veja alguns trechos de sua correspondência com a amante (apenas as cartas escritas por ele, que estava em Dublin, na Irlanda, e ela em Pola, na Itália): (.) No âmago do amor espiritual que tenho por ti há também um desejo bestial e bruto por todos os pedacinhos de teu corpo, todas as partes secretas e vergonhosas dele e por tudo o que ele faz. (.) Ensinei-te a fazer trejeitinhos indecentes com a língua e os lábios, a excitar-me por meio de toques e ruídos obscenos e até fazer na minha presença o ato mais sujo e vergonhoso. Lembra-te do dia em que levantaste a roupa e me deixaste ficar deitado por baixo de ti vendo-te fazê-lo? Depois ficaste com vergonha de me olhar nos olhos. (.) É maravilhoso foder uma mulher peidorrenta quando cada metida faz sair um. Penso que reconheceria um peido de Nora em qualquer lugar. Penso que poderia distingüir o dela numa sala cheia de mulheres peidando. É um barulhinho bem de menina, não como o peido molhado e cheio de vento que imagino ser os das esposas gordas (.) Espero que nunca pares de soltar peidos na minha cara para que eu fique conhecendo também os cheiros deles. O cara estava pirado, despirocou? Você ainda não viu nada. A melhor ainda: Ernest Hemingway, detentor do Prêmio Nobel de literatura, pediu uma vez a uma de suas muitas amadas, não menos que a deusa alemã Marlene Dietrich, que lhe urinasse nas narinas. Detalhe maior: Hemingway já havia feito O Velho e o Mar, o seu maior clássico literário. E Marlene Dietrich já era uma das mulheres mais cobiçadas do cinema mundial. Não se sabe se essa tara do escritor fora movida por incontáveis doses de bebidas fortes - que ele consumia diariamente - ou se ele era mesmo um tarado insaciável. As práticas eróticas dos dois escritores impressionam, vinda de quem veio. No entanto, elas são mais comuns do que se imagina, mesmo entre aqueles e aquelas que passam anônimos pelas ruas. Ninguém imagina o que fazem na cama. Quem diria que a graça de Kailla Soares, uma carioquinha que todos gostariam de ter como namorada, fosse uma depravada sem par. Kailla é uma adepta da coprofilia, das taras mais nojentas que qualquer mortal possa imaginar. Veja só a sua ousadia praticada com uma amiga num fétido banheiro de botequim, na Rua do Acre, no Rio de Janeiro, e relatada com total despudor no diário nada íntimo que ela mantém na internet ( http://videomacumba. blogspot.com/ ): "Foi lá mesmo no bar que a coisa rolou. Tínhamos tomado umas e outras e trocado experiências quando ela me disse que iria ao banheiro. Eu pensei em acompanhá-la, mas ela pediu: "Espera sete minutos e entre". Quando abri a porta daquele ambiente fétido, ela já estava vestida. Foi uma frustração. Porque a queria mesmo ver sentada naquela privada. Cheguei a pensar que fora enganada. Mas ela me pegou pelas mãos e me levou para ver o que havia acabado de fazer: era um troço enorme, ainda sólido, quase impossível de escapar de um furinho tão apertado. Realmente um dos mais lindos que eu já pude presenciar em toda minha vida de sexo diferente. Minha xoxota se melou de tanto tesão. Não resisti. Enfiei a mão no seu ânus e percebi que ele não havia sido limpo. Tem tara de todo tipo que se possa imaginar. A desse garotão é transar com mulheres muito mais velhas Começamos ali mesmo a nos esfregar. Com sua voz poderosa, ela então pediu para que eu cagasse pra ela. Começou a sair merda de meu rabo rapidamente. Eu sentia a mão dela percorrendo meu rabinho segurando minha merda vorazmente e, em seguida, besuntando seus mamilos. Eu tentava me segurar para não gritar de tesão. Afinal, estávamos num banheiro público. Perdida num universo mágico de urina e fezes, pedi que ela retirasse aquele cocô lindo do vaso e esfregasse em mim. Ela o fez rapidamente. Ali mesmo naquele chão podre de banheiro público nos envolvemos num lindo 69. Com nossas bocetas e rabos devidamente sujos, nos lambemos. Sentimos uma dentro da outra num baile divinal de corpos envoltos em merda quente e fresca. Gozamos ali mesmo. Várias vezes. Depois nos vestimos, sem a preocupação da limpeza, e assim mesmo, todas imundas, saímos pela rua abraçadinhas." A imagem pode ser chocante, mas também não deixa de ser engraçada, é ou não é? Para quem vê apenas morbidez, ou perversão, Kailla tem uma resposta na ponta da língua. "Não somos anormais, como julga a regra da certinha sociedade. Nossa atitude sexual é de vanguarda. O que fazemos é a liberação dos atos que estão na cabeça de qualquer um, só que neles morrem antes de nascer." E o que dizem os especialistas em sexo e comportamento? Bem, segundo eles, do ponto de vista emocional, ninguém pode ser condenado por buscar mais prazer. Uma vida sexual recheada de variações é saudável e todo mundo gosta. Desde que os dois estejam de acordo, vale tudo. Mas há limites. E esse limite é alcançado, dando vez à doença, quando essas práticas transformam-se na única forma de se obter prazer sexual na vida de uma pessoa, e não numa brincadeira ocasional. É o que ocorre com quem pratica a perigosa anoxia erótica. Nunca ouviu falar nem sabe o que é? Aí vai: é o ato sexual em que se alcança o prazer mediante a asfixia (!!!). Mais comum do que se imagina (na Europa existem dezenas de sites dedicados ao assunto), essa loucura está relacionada com um defeito (provocado pela falta de oxigênio) nos mecanismos de ação da serotonina, o neurotransmissor que o cérebro produz e que também estimula as zonas de prazer. Quer dizer, a falta de ar transmite as mesmas reações que a cocaína causa em cocainômanos. E por isso vicia. As conseqüências para os praticantes também podem ser trágicas. Os arquivos dos jornais estão cheios de relatos de transas desse tipo que terminaram mal. Por exemplo: em 1994, o deputado britânico Stephen Milligan foi encontrado morto em sua casa com a cabeça enfiada num saco plástico. Ele havia praticado anoxia enquanto se masturbava e perdeu o controle. Dois anos depois, uma americana chamada Sharon Lopatka procurou pela internet alguém disposto a estrangulá-la até o limite da morte durante a transa. Parece que o marido dela não curtia essas brincadeiras. Sharon achou o cara, foi ao encontro dele e não voltou viva para contar a história: durante a festa, o parceiro errou a mão e ultrapassou o limite. Mas mesmo quem consegue parar a tempo pode sofrer danos cerebrais irreversíveis. Por isso, moralismo à parte, não vale a pena entrar nessa. Melhor partir para outra. Por exemplo: a tara do carioca Edson D., de 28 anos, é transar com mulheres, digamos, fora do padrão de beleza - qualquer uma, desde que tenha varizes nas pernas, acima de 90 quilos e mais de 60 anos de idade. Como uma tal dona Carmen, com quem deu vazão pela primeira vez à sua gerontofilia - que, como você já sabe, é a atração sexual por idosos. Um xixizínho básico, certo? Nada disso. Com o namorado perto, ela está bem perto de chegar ao orgasmo "Ela é uma senhora deveras obesa. Seus pés beiram colapso humano, de tão bizarros: uma mistura de preto com roxo. Ela ainda manca de uma perna e seu perfume lembra o entardecer podre do mundo fétido em que vivemos. Com tudo isso, me deixa louco de tesão. Um dia, tomei coragem de atacar. Como ela é minha vizinha de porta, saí de casa, de madrugada, já despido e de pau duro. Entrei pela porta, que estava destrancada. Caminhei calmamente pela casa. De repente, tive a visão maravilhosa: pela porta semi-aberta do quarto, vi que ela dormia em seu leito. Estava descoberta, apenas com uma camisola de cor cinza que se misturva com a cor de suas pernas e pés. Rastejei até ela, ouvindo seus roncos mirabolantes. Contemplei-a durante algum tempo e caí de boca sobre suas pernas e pés. Em meio à barriga enorme, pude avistar um rosto sorridente, alegre, com o vai-e-vem de minha língua. Ela suplicava o nome do neto dela. Então, entregou-se ao êxtase total. Começou a soltar alguns gemidos. Que delícia! Abri suas pernas, terefa que me fadigou muito, pois são pesadas e pareciam um tentáculo mole e podre. Subiu um odor maravilhoso que fez meu pau latejar de tesão. Então abocanhei sua vagina desprovida de pêlos, apenas uma leve penugem branca. Um líquido escorria. Eu queria completar meu ato, quando um barulho me assustou. Vinha do outro cômodo da casa. Uma voz chamava: "Mamãe, mamãe" , seguida de passos firmes e fortes. O medo falou mais alto que o tesão, e eu, mesmo de pau duro, fugi. Em casa, toquei uma deliciosa bronha. Gozei enlouquecido. Agora, estou ensaiando um retorno ao local que denominei covil do prazer. Dessa vez planejarei melhor". Naturalmente, essa não é sua tara. Adepta do coito à unda, a loirinha aí só goza quanto está de quatro dentro d'água No caso de nada disso - coprofilia, urolagmia, gerontofilia, anoxia erótica - ser a sua praia, é possível partir para outra solução. Que tal, por exemplo, transar no carro estacionado na garagem no horário de movimento? Ou dentro de um ônibus com passageiro? Ou ainda na cobertura de um prédio? Em qualquer um desses casos você e sua parceira estarão praticando a chamada agrexofilia, que é a excitação sexual produzida pela perspectiva de que outros possam perceber ou ouvir seu ato sexual. Ou a oclofilia, que se refere às práticas sexuais em meio à multidão. Outras boas pedidas são o coito à cheval (sexo em cima do cavalo), o coito Todas as taras A seguir, uma lista com algumas denominações dadas pelo profissionais da área a pessoas que obtêm prazer de forma diferente (fonte: Instituto de Sexologia do Rio de Janeiro):
| Voltar | Site do Carcereiro | | ||||||